Caso Clinico Doença de Crohn

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Caso clínico de Doença de Crohn, HC-UFBA

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  • Muito interessante, parabéns pelo trabalho. Haveria necessidade de mais trabalhos para as DII, para uma maior divulgação, maior divulgação = a maior compreenão. Muito bom ter partilhado este ficheiro, obrigado.

    Publiquei a apresentação no meu site e no meu blog, espero que não se importe, se possuir mais trabalhos sobre DII (Crohn o retocolite) diga algo pois poderia ajudar na divulgação,
    abraço
    CarlAn
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Caso Clinico Doença de Crohn

  1. 1. Caso clínico Deivid Paiva
  2. 2. ID <ul><li>NMS, 41, Masculino, SolteiroXXX, natural e procedente de Itaberaba-BA, Pedreiro, Católico </li></ul>
  3. 3. QP: Ardor ao urinar há 2 meses <ul><li>HMA: O paciente relata que começou a apresentar dor em região hipogástrica há 2 meses, associada a disúria. Relata que vem cursando com hematúria, ao início do jato e fecalúria ao final. Relata diarréia junto ao início do quadro, em dias intercalados variando de 1-3 até 4-6 dejeções por dia “””XXX caracterizar””””. Nega outras queixas como febre, sudorese ou alterações da consciência. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>AM: Nega DM, HAS, doenças prévias, internações, alergias. </li></ul><ul><li>AF: Pai falecido de ofidismo, Mae HAS e cardiopatia não informada. </li></ul><ul><li>HV: Contato sexual de risco. </li></ul><ul><li>INTERRROGATORIO SISTEMÁTICO:Perda pondeal 5 Kg em 2 meses. Sem outras queixas </li></ul><ul><li>EXAME FÍSICO: Pulso 68 BPM FR 18 IPM </li></ul><ul><li>Abdomen: Dor à palpação profunda em hipogástrio. Ausencia de irritação peritoneal </li></ul>
  5. 5. Lista de problemas <ul><li>P1: Fecalúria </li></ul><ul><li>P2: Diarréia alta crônica </li></ul><ul><li>P3: Disúria + Hematúria </li></ul><ul><li>P4: Perda ponderal </li></ul><ul><li>P5: Contato sexual de risco </li></ul>
  6. 6. Suspeitas Diagnósticas
  7. 7. EXAMES <ul><li>LABORATORIAIS: Hemograma, Sumário de Urina, Urocultura com BAAR, Eletrólitos, Função Renal e Hepática, VHS, PCR, Reação de Mantoux (PPD), p ANCA, ASCA </li></ul><ul><li>Colonoscopia, Cistoscopia, TC de abdomen, </li></ul>
  8. 8. 31/10 05/11 09/11 11/11 12/11 14/11 15/11 REF Hb 12,7 10,2 9,4 9,6 8,8 9,3 13-18 Ht 37,5 31,5 28,5 29,3 29,2 28,4 H: 45-52 M:37-48 Leuco 12000 4600 6400 5500 5300 4900 4-11x10 3 Seg 66,5 71 69,9 60,5 60 64,1 40-80% Bast 26,4 23 22,1 20,9 29 0-5% Linf 26,4 23 22,1 20,9 29 20-40% Plaqt 419 000 249 000 262 000 297 000 230 000 270 000 150-450x10 3 Na 147 143 146 137 135-145mEq/l K 4,2 4,7 4,3 4 3,5-5 Ca/Cl 7,9 9,5 9,9 / 115 8,5-10,5/98-106 U 11 19 15-40 Cr 0,5 0,8 0,9 0,9 PT/Alb 6,3/3,7 7,5/3,5 6,4-8,2/3,5-5,5 AST/ALT 267/33 13/16 7-27/1-21 TP/TPPa 114/28 86/20 FA 306 189 90 39 50-160 PCR/VHS 6 / 38 <6/1-13 Mg/P 1,8 1,9/3,2 1,5-2/3-4,5mEq/l
  9. 9. <ul><li>Exames complementares trazidos: </li></ul><ul><li>ECG normal </li></ul><ul><li>Retossigmoidoscopia: ausencia de tumores, fissuras ou orifícios purulentos à inspeção. Áreas pontilhadas eritematosas sobre mucosa de aspecto normal predominando em porção retal. Conclusão: DII (D. de Crohn ?) </li></ul><ul><li>Biópsia de ampola retal </li></ul><ul><li>Rx normal </li></ul><ul><li>Sorologias negativas para hepatites virais, HIV, HTLV </li></ul>
  10. 10. 04/11: SUMÁRIO DE URINA <ul><li>Aspecto: Amarelo Claro, semi turvo, , pH 5,5 </li></ul><ul><li>d 1,025 </li></ul><ul><li>Hemoglobina livre +++ </li></ul><ul><li>Urobilinogênio 0,2 </li></ul><ul><li>Leucócitos +++ </li></ul><ul><li>Sedimentoscopia 400x: </li></ul><ul><li>Numerosos piócitos </li></ul><ul><li>Raras células epiteliais </li></ul><ul><li>Numerosas hemácias e Bactérias </li></ul>UROCULTURA : Crescimento de várias bactérias Provavelmente contaminada
  11. 11. <ul><li>Exames: </li></ul><ul><li>04/11: TC Conglomerado de Alças intestinais aderidas à bexiga ( região antero lateral esquerda) + bolha de gás no interior. </li></ul><ul><li>04/11: Sumário de urina </li></ul><ul><li>10/11: Reação de Mantoux negativa </li></ul><ul><li>11/11: RSGM: Processo inflamatório inespecífico em reto. Biópsia: Colite edematosa de leve intensidade, não determinada. </li></ul><ul><li>16/11/09 Cistoscopia: Dx: Fístula enterovesical </li></ul>
  12. 12. Fístula A maioria das fístulas formam-se entre o cólon sigmóide e a bexiga Crohn
  13. 13. <ul><li>Processo expansivo infiltrativo entre a bexiga, ureter direito e alça ileal. </li></ul>
  14. 14. REFERÊNCIAS <ul><li>Manual online Merck Sharp Brazil </li></ul><ul><li>http://emedicine.medscape.com/article/197486-overview </li></ul><ul><li>http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/mm_sec9_108.html#section_2 </li></ul><ul><li>http://www.cibersaude.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=3418 </li></ul>

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