Aula 12 - Acessibilidade na Web

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Aula 12 - Acessibilidade na Web

  1. 1. Acessibilidade na Web Marcos Devaner Interação Humano Computador Aula 12
  2. 2. Acessibilidade O Decreto Federal n° 5.296/2004 [1], em seu artigo 8°, I, estabelece: “I – acessibilidade: condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;”
  3. 3. Acessibilidade na web Trata da possibilidade e da condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização, em igualdade de oportunidades, com segurança e autonomia, dos sítios e serviços disponíveis na web. “ Fonte: Cartilha ACESSIBILIDADE NA WEB - W3C BRASIL
  4. 4. Componentes importantes
  5. 5. Beneficiados e contexto de uso
  6. 6. eMAG eWCAG O Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) tem o compromisso de ser o norteador no desenvolvimento e a adaptação de conteúdos digitais do governo brasileiro, garantindo o acesso a todos. As recomendações do eMAG permitem que a implementação da acessibilidade digital seja conduzida de forma padronizada, de fácil implementação, coerente com as necessidades brasileiras e em conformidade com os padrões internacionais. É importante ressaltar que o eMAG trata de uma versão especializada do documento internacional WCAG (Web Content Accessibility Guidelines: Recomendações de Acessibilidade para Conteúdo
  7. 7. WCAG WCAG 2.0 sucede o Guia de Acessibilidade para Conteúdo Web que foi publicado como uma Recomendação W3C em Maio de 1999. Embora seja possível estar em conformidade com a WCAG 1.0 ou com a WCAG 2.0 (ou ambos), o W3C recomenda que conteúdos novos e atualizações use o WCAG 2.0. O W3C também recomenda que políticas de acessibilidade na Web tenham como referência a WCAG 2.0.
  8. 8. Recomendações de acessibilidade para conteúdo web WEB CONTENT ACCESSIBILITY GUIDELINES (WCAG) 2.0 https://www.w3.org/translations/wcag20-pt-pt/
  9. 9. PRINCÍPIO 1 - PERCEPTÍVEL A informação e os componentes da interface do usuário têm de ser apresentados aos usuários em formas que eles possam perceber.
  10. 10. Recomendação 1.1 Alternativas em Texto: Fornecer alternativas em texto para qualquer conteúdo não textual permitindo, assim, que o mesmo possa ser alterado para outras formas mais adequadas à necessidade do indivíduo, tais como impressão em caracteres ampliados, braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples. (Para imagens pode-se utilizar o atributo ALT com uma breve explicação da imagem.) Alguma alternativas não textual: CAPTCHA: Se a finalidade do conteúdo não textual for confirmar que o conteúdo está sendo acessado por uma pessoa e não por um computador, então são fornecidas as alternativas em texto que identificam e descrevem a finalidade do conteúdo não textual, e são fornecidas as formas alternativas do CAPTCHA que utilizam modos de saída para diferentes tipos de percepção sensorial, para atender diferentes incapacidades. Exemplo de aplicação do ALT <img src="foto-01.gif" alt=“Foto do Arco do Triunfo"> Decoração, Formatação, Invisível: Se o conteúdo não textual for meramente decorativo, for utilizado apenas para formatação visual, ou não for apresentado aos usuários, então é implementado de uma forma que pode ser ignorada pelas tecnologia assistivas.
  11. 11. Recomendação 1.2 1. Apenas áudio pré-gravado 2. Apenas vídeo pré-gravado 3. Legendas (Pré-gravadas) 4. Audiodescrição ou Mídia alternativa 5. Línguagem desinais (Pré-gravada) Tradução em Libras closed caption Exemplos Mídias com base no tempo: Fornecer alternativas para
  12. 12. Recomendação 1.3 Adaptável: Criar conteúdos que possam ser apresentados de diferentes maneiras (por ex., um layout mais simples) sem perder informação ou estrutura. Recurso de Libras Habilitado/Desabilitado
  13. 13. Recomendação 1.4 Incluindo a separação do primeiro plano e do plano de fundo. 1. Utilização daCor 2. Controle de Áudio 3. Contrastes 4. Redimensionamento de texto 5. Imagens deTexto 6. Som Baixo ou Sem Som de Fundo 7. ApresentaçãoVisual 8. Imagens deTexto (Sem Exceção)
  14. 14. PRINCÍPIO 2 - OPERÁVEL A informação e os componentes da interface do usuário têm de ser apresentados aos usuários em formas que eles possam perceber.
  15. 15. Recomendação 2.1 Teclado virtual do Windows 7 Acessível porTeclado: Fazer com que toda a funcionalidade fique disponível a partir do teclado. 1. Operar funcionalidades via tecladoTeclado 2. Caso um teclado virtual seja acionado o foco deverá ser nele. 3. O teclado virtual deve atender todas as funções de um teclado.
  16. 16. Recomendação 2.2 Exemplo de aplicação da recomendação Tempo Suficiente: Fornecer tempo suficiente aos usuários para lerem e utilizarem o conteúdo. 1. Ajustável porTemporização 2. Colocar em Pausa, Parar, Ocultar 3. SemTemporização 4. Interrupções 5. Nova autenticação(sem perder os dados da anterior)
  17. 17. Recomendação 2.3 Ataques Epilépticos: Não criar conteúdo de uma forma conhecida que possa causar ataques epilépticos Três Flashes ou Abaixo do Limite: As páginas Web não incluem qualquer conteúdo com mais de três flashes no período de um segundo,
  18. 18. Recomendação 3.1 Legível: Tornar o conteúdo de texto legível e compreensível. 1.Cuidado com nível de leitura 2.Uso de glossários 3.Cuidados com abreviações 4.Pronúncia (Exemplo: private (praivet), isto auxilia os leitores de tela)
  19. 19. Recomendação 3.2 Exemplo de um formulário com uso de máscaras para campos com formatos específicos Previsível: Fazer com que as páginasWeb surjam e funcionem de forma previsível. 1. Em Foco ( Menu dropdown) 2. Em Entrada ( Mascaras para telefone, cep etc.) 3. Navegação Consistente (colocar o campo de pesquisa como ultimo item para que usuário identifiquem rapidamente) 4. Identificação Consistente (Texto claro e objetivo para ícones) 5. Alteração mediante solicitação (redirecionamento automático para uma nova página)
  20. 20. Recomendação 3.3 Exemplo de Aplicação Assistência de Entrada: Ajudar os usuários a evitar e corrigir erros. 1. Identificação do Erro 2. Etiquetas ou Instruções 3. Sugestão de Erro 4. Prevenção de Erros 5. Ajuda 6. Prevenção de Erros
  21. 21. PRINCÍPIO 4 - ROBUSTO O conteúdo tem de ser robusto o suficiente para poder ser interpretado de forma concisa por diversos agentes do usuário, incluindo tecnologias assistivas.
  22. 22. Recomendação 4.1 Validador W3C Este validador verifica a validade de marcação de documentos da Web em HTML, XHTML, SMIL, MathML, etc. Se você deseja validar o conteúdo específico, como feeds RSS / Atom ou folhas de estilo CSS, conteúdo mobile ou para encontrar links quebrados, há outros validadores e ferramentas disponíveis. Disponível em: https://validator.w3.org/ Análise: No conteúdo implementado utilizando linguagens de marcação, os elementos dispõem de marcas de início e de fim completas, os elementos estão encaixados de acordo com as respectivas especificações, os elementos não contêm atributos duplicados, e todos os IDs são exclusivos, exceto quando as especificações permitem estas características.

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