Mapas conceituais2

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Mapas conceituais2

  1. 1. MAPAS CONCEITUAIS... ...o que são?
  2. 2. Desenvolvida por Joseph Novak nos anos 70, a teoria dos Mapas Conceituais, baseado na teoria da aprendizagem significativa de Ausubel, define: ►O mapa conceitual como ferramenta para organizar e representar conhecimento. ►o mapa conceitual é uma representação gráfica em duas dimensões de um conjunto de conceitos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes.
  3. 3. Características dos mapas conceituais ► Requer proposição - relação entre dois conceitos.
  4. 4. ► Sempre há uma relação entre dois conceitos que deve estar expressa através de um verbo ou de uma frase de ligação
  5. 5. ►O verbo das frases de ligação devem estar conjugados de acordo com o sentido que se quer dar à proposição.
  6. 6. Para dar início à construção do mapa, isto é, fazer as ligações... a) ter, antes, uma boa pergunta inicial, cuja resposta estará expressa no mapa conceitual construído; b) escolher um conjunto de conceitos (palavras-chave) dispondo-os aleatoriamente no espaço onde o mapa será elaborado; c) escolher um par de conceitos para estabelecimento da(s) relação(ões) entre eles; d) decidir qual a melhor e escrever uma frase de ligação para esse par de conceitos escolhido; e) a repetição das etapas c) e d) tantas vezes quanto isso se fizer necessário (em geral até que todos os conceitos escolhidos tenham, ao menos, uma ligação com outro conceito).
  7. 7. Avaliação dos Mapas Conceituais Para Piaget [Piaget & Garcia, 1989], desde os níveis mais elementares de pensamento há implicações entre significações. Para o caso da construção de mapas conceituais, quando estamos escolhendo uma relação entre dois conceitos (expressa por uma frase de ligação), estamos realizando, em última análise, uma implicação significante. Ele afirma que as implicações significantes evoluem segundo três níveis: •implicações locais nos níveis mais elementares, •implicações sistêmicas •implicações estruturais, como os níveis mais elevados. (amplia as anteriores)
  8. 8. Implicações locais nos níveis mais elementares,
  9. 9. Implicações sistêmicas
  10. 10. Exemplo de implicações estruturais, como os níveis mais elevados.
  11. 11. O mapeamento conceitual é uma técnica muito flexível e em razão disso pode ser usado em diversas situações, para diferentes finalidades: instrumento de análise do currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, meio de avaliação (Moreira e Buchweitz, 1993).
  12. 12. ► http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/tetxt5. htm ► http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=interne t_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=642 ► http://www.baixaki.com.br/download/cmaptools.htm
  13. 13. Referências ► http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/tetxt5. htm ► http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=interne t_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=642 ► http://www.ich.pucminas.br/pged/local/webpage_terceiros /mapaconceitual_novaescola.htm ► http://www.if.ufrgs.br/~moreira/mapasport.pdf

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