"A nova sala de aula", por Gustavo Hoffmann - UNIPAC

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Fórum de Lideranças: Desafios da Educação
Abril/2015 - Edição Curitiba/PR
http://www.desafiosdaeducacao.com.br/

Palestra "A nova sala de aula", por Gustavo Hoffmann.
Gustavo Hoffmann atualmente, é pró-reitor acadêmico da UNIPAC e diretor acadêmico e de EAD do grupo Singular Educacional, onde lidera o projeto de inovação acadêmica e a implantação das metodologias ativas de aprendizagem. É sócio fundador da Easy to Learn – fábrica de conteúdos digitais e da GH Educacional, pela qual desenvolve trabalhos de consultoria em gestão educacional e na implantação de EAD para instituições de ensino superior, universidades corporativas e empresas de tecnologia. Foi diretor acadêmico, diretor de pós-graduação, diretor de educação a distância e diretor de negócios da Kroton Educacional. Foi diretor da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte. Foi coordenador e professor do MBA em Gestão de Instituições de Ensino Superior da Kroton Educacional. Foi coordenador de diversos programas de graduação e pós-graduação em Minas Gerais. Participa do projeto SAGAH, em parceria com o Grupo A Educação, e do Consórcio STHEM Brasil, que capacita professores para a utilização de metodologias ativas de aprendizagem.

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    1. 1. AASDADFSSDFSDSDFSDF “A nova sala de aula” Gustavo Hoffmann, UNIPAC
    2. 2. A forma de ensinar muda
    3. 3. Poh, M.Z., Swenson, N.C., Picard, R.W. (2010)
    4. 4. A NOVA SALA DE AULA FACEB/ UNIPAC
    5. 5. MODELO ACADÊMICO Alta eficiência operacional Alta performance acadêmica
    6. 6. Premissas que garantem alta eficiência operacional Disciplinas online Matrizes que permitem ingresso de calouros em turmas existentes CH Mínima Estabelecida pelo MEC Máxima sinergia entre Matrizes Curriculares Sistema eficiente de enturmação de alunos
    7. 7. Premissas que garantem a alta performance Programa de monitoramento da aprendizagem Plano de ensino estruturado Projeto de nivelamento Controle de evasão Aprendizagem ativa Projeto ENADE
    8. 8. Programa de Meritocracia: Coordenadores RENTABILIDADE QUALIDADE EVASÃO CAPTAÇÃO
    9. 9. Melhor IES do Centro-Oeste de MG
    10. 10. Nosso desafio
    11. 11. Utilização dos 20% EAD + Metodologias Ativas Inversão da Sala de Aula
    12. 12. • 92% de satisfação dos alunos que utilizam as metodologias ativas na EAD • Cerca de 75% de saving no custo de MOD • Aprendizagem até 19% superior nas turmas submetidas às metodologias ativas Alguns resultados...
    13. 13. Plano de Ensino Participativo & Metodologias Ativas de Aprendizagem Professor: Agostinho Carlos Oliveira / FACEB – Bom Despacho Disciplina: Antropologia Cultural Curso: Psicologia. Número de alunos envolvidos: 47 alunos. Nível dos alunos: 1º e 2º períodos Principal inovação implementada: PEP – Plano de Ensino Participativo, PBL (Problem Based Learning), PI (Peer Instruction) e elementos do TBL (Team Based Learning). RESULTADOS Avaliando a experiência da implementação do Plano de Ensino Participativo que incorporou metodologias ativas de aprendizagem, os alunos, ao final do curso, anonimamente, posicionaram-se em relação a 33 declarações, sendo possível discordar totalmente, parcialmente, ficar neutro, concordar parcialmente e concordar totalmente com cada uma delas. Agregando o número de quem discorda parcialmente e totalmente, bem como o número de quem concorda parcialmente e totalmente, visualiza-se melhor o significado da experiência, conforme gráfico abaixo. Nos próximos passos os dados serão analisados, buscando-se evidenciar o significado dos mesmos. MÉTODOS PRINCIPAIS 1. Formação de oito grupos de estudo fixos para funcionamento ao longo do semestre. 2. Aplicação aos grupos de atividade para alinhamento de conceitos educacionais como “Ensino”, “Aprendizagem”, “Objetivos educacionais ou competências e habilidades” e “Avaliação”, demandados no planejamento. 3. Seleção, apresentação e análise de cinco Competências previstas no Projeto Pedagógico do Curso que têm maior afinidade com a disciplina Antropologia Cultural. 4. Apresentação de 18 temas antropológicos para que os alunos priorizassem os oito que, face às competências selecionadas e analisadas, fossem mais pertinentes e pudessem ser o conteúdo do Plano de Ensino Participativo - PEE. 5. Elaboração, a partir dos temas definidos, dos objetivos de aprendizagem (competências e habilidades) específicos de cada tema por parte do professor e apresentação para apropriação pelos alunos. 6. Apresentação dos modelos possíveis de avaliação e, dentro dos limites da instituição, definição das modalidades a serem adotadas em cada etapa pelos alunos. 7. Definição da metodologia de ensino: estudo dirigido na primeira etapa para estudo de dois temas; Problem Based Learning e Aula expositiva dialogada na segunda etapa para estudo de três temas; Problem Based Learning e Peer Instruction na terceira etapa para estudo de três temas, sempre utilizando o trabalho em grupo ao longo da execução do PEE. 8. O cronograma das aulas foi estabelecido reservando-se em cada etapa quatro aulas para avaliação (prova), feedback, avaliação das atividades pedagógicas e orientações gerais. INFORMAÇÕES PARA CONTATO: E-mail: agostinho@unipacbomdespacho.com.br PRÓXIMOS PASSOS 1. Fazer levantamento das informações produzidas ao longo do semestre tanto em relação ao comportamento acadêmico dos alunos, ao seu desempenho nas avaliações e sua satisfação em relação às atividades realizadas, tabulando os dados das diversas avaliações havidas; 2. Analisar os dados disponíveis, comparando-os e estabelecendo os cruzamentos mais significativos; 3. Produzir um relato da experiência de implementação do Plano de Ensino Participativo, evidenciando seu impacto nos resultados de aprendizagem. REFERÊNCIAS MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas . 8. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008. STOLK, Jonathan & MARTELLO, Robert. Understanding e supporting motivation in the classroom. Presentation , 2014. SERVA, Mark A. Integrando Team-based Learning & PBL. Apresentação em Lorena, SP, 2014. Momento individual – Técnica tradicional Momento em Equipe – Técnica de Aplicação com Resposta Imediata - TARI Aprendizagem Ativa e Avaliação
    14. 14. Modelos de Aprendizagem em Comparação Professor: Mário César Hamdan Gontijo. IES: FACEB – Bom Despacho Disciplina: Direito Empresarial III Curso: Direito. Número de alunos envolvidos: 47 alunos. Nível dos alunos: 6º período Turma Teste: 6º A Turma Controle: 6º B Principais inovações implementadas: PBL (Problem Based Learning), TBL (Team Based Learning) e PI (Peer Instruction). RESULTADOS Com base em instrumentos específicos para medição, os primeiros resultados da aplicação de metodologias ativas de aprendizagem, a um grupo culturalmente acostumado ao aprendizado passivo, refletem a resistência decorrente de tal situação. Em termos de pontuação obtida nas avaliações, o desempenho da turma teste não diferiu significativamente do da turma controle, na qual somente foram utilizadas metodologias tradicionais de ensino. Entretanto, percebe-se importante progresso rumo a autonomia da aprendizagem, conforme verificado pela comparação do desempenho entre as duas turmas no que se refere à realização de trabalhos que envolvam a solução de problemas. A turma teste demonstrou uma postura mais ativa na realização das atividades e teve maior segurança do que a turma controle quanto aos resultados encontrados. Também se nota uma evolução no nível de motivação intrínseca na turma em que adotadas metodologias ativas, o que não se viu na outra turma, conforme resultados de testes aplicados ao longo do semestre. (Situational Motivation Scale – adaptado) MÉTODOS 1. No início do semestre foram formados times de seis alunos a partir de autoindicação dos alunos para líder, planejador, executor e motivador. 2. A matéria foi dividida em pequenos ciclos que duraram de dois a quatro encontros (quatro a oito aulas) cada. 3. Antes do início de cada ciclo foram disponibilizados/indicados materiais de estudo e atividades (questionários) para aferição da leitura deste material. 4. O primeiro encontro de cada ciclo consistiu em uma apresentação básica da matéria, seja por meio de aula expositiva, seja por “peer instruction”. 5. Ao final deste encontro, apresentou-se um problema (“problem based learning”) a ser trabalhado por cada time (“team based learning”), devendo as soluções ser apresentadas no encontro seguinte. 6. As soluções foram apresentadas oralmente por cada time para toda a turma, seguindo-se debates intermediados pelo professor. 7. Ao final, foram feitas, se necessárias, mais algumas intervenções pelo professor. 8. Foram atribuídos pontos a todos os trabalhos feitos, proporcionalmente ao número deles em cada etapa. 9. As avaliações também foram feitas por meio de provas com momentos individual e em time (utilizando-se da Técnica de Aplicação para Resposta Imediata - TARI, além de auto-avaliação e de avaliação pelos pares de seu time. INFORMAÇÕES PARA CONTATO E-mail: direito@unipacbomdespacho.com.br PRÓXIMOS PASSOS 1. Fazer levantamento mais detalhado das informações produzidas ao longo do semestre tanto em relação ao comportamento acadêmico dos alunos, ao seu desempenho nas avaliações e sua satisfação em relação às atividades realizadas, tabulando os dados das diversas avaliações havidas; 2. Analisar os dados disponíveis, comparando-os e estabelecendo os cruzamentos mais significativos; 3. Produzir um relato da experiência de implementação do TBL, do PBL e do “peer instruction”. REFERÊNCIAS STOLK, Jonathan & MARTELLO, Robert. Understanding e supporting motivation in the classroom. Presentation , 2014. SERVA, Mark A. Integrando Team-based Learning & PBL. Apresentação em Lorena, SP, 2014. Etapa de times – prova com TARI METODOLOGIAS ATIVAS – TRABALHO EM TIMES Solução de problemas em times – Espaço de Metodologias Inovadoras
    15. 15. Problem Based Learning aplicado na Disciplina Dependência Química Professora: Eliane Pimenta IES: FACEB – Bom Despacho Alunos de Psicologia no Espaço de Metodologias Inovadoras Disciplina: Dependência Química Curso: Psicologia. Número de alunos envolvidos: 33 alunos. Nível dos alunos: 10º período Principal inovação implementada: Problem Based Learning e elementos do Team Based Learning RESULTADOS A partir do uso da metodologia de Aprendizagem Baseada em Problemas foram realizadas inovações nas aulas da disciplina Dependência Química. Os dados ainda estão em fase de análise, mas já é possível afirmar que: - os alunos desenvolveram um posicionamento mais crítico frente às questões que envolvem álcool e outras drogas, além de fundamentar argumentações; - os alunos estiveram mais implicados nas atividades; - também foi percebido uma postura mais ativa na busca de conhecimentos que pudessem ajudá-los na construção das argumentações; - o trabalho desenvolvido em equipe possibilitou maior interação entre os colegas e exigiu uma postura mais ativa dos envolvidos. MÉTODOS PRINCIPAIS Na disciplina Dependência Química foi utilizada a Metodologia de Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) e dividido a turma em equipes, a partir de critérios pré-estabelecidos. Iniciamos a disciplina com algumas questões (problemas) para despertar um incômodo e iniciar uma desconstrução do estigma criado pelo senso comum em relação ao tema álcool e outras drogas. O objetivo era introduzir o pensamento crítico e contribuir para uma postura mais cuidadosa com os usuários. Ressaltando que existem várias correntes e posicionamentos em relação ao tema, muitas vezes contraditórios nos entendimentos e condutas, além de serem estigmatizantes, excludentes e preconceituosos. Durante o semestre desenvolvemos a disciplina através de aulas expositivas dialogadas e seminários. Além disso, cada equipe deveria escolher três reportagens que circulavam na mídia sobre álcool ou outras drogas. Durante todo o semestre deveriam construir um posicionamento crítico frente às questões discutidas nas reportagens, com argumentação teórica e posicionamento crítico e profissional, buscando como fundamentação pesquisas e estudos do tema. Ao final, houve uma apresentação da equipe das análises construídas. INFORMAÇÕES PARA CONTATO E-mail: psicologia@unipacbomdespacho.com.br PRÓXIMOS PASSOS - Análise dos dados, a partir do instrumento próprio criado pela professora para avaliação; - Análise de pontos positivos e negativos durante o curso da disciplina; - Implementação do plano de ensino, considerando as habilidades e competências. REFERÊNCIAS BERBEL, Neusi Aparecida Navas. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. Semina: Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011. SERVA, Mark A. Integrando Team-based Learning & PBL. University of Delaware, 2014. 13 slides. INOVADORAS, Laboratório de Metodologia . Team- Basead Learning. UNISAL Lorena, SP, 2014. 16 slides.
    16. 16. Project Based Learning aplicado ao Estudo do Saneamento Ambiental Professora: Dayana Keitty Carmo Gonçalves IES: FACEB – Bom Despacho Disciplina: Saneamento Ambiental Curso: Engenharia Civil Número de alunos envolvidos: 121 alunos. Nível dos alunos: 8º e 9º períodos. Principal inovação implementada: PBL (Problem Based Learning) e PjBL (Project Based Learning). RESULTADOS A proposta da solução de um problema para a cidade de um dos integrantes do grupo levou os alunos a se identificarem com a situação e se envolverem mais com a disciplina. O trabalho em equipe favoreceu o compartilhamento das diferentes habilidades dos integrantes do grupo, potencializando a contribuição de cada membro para o time. Além disso a formatação das equipes tirou alguns alunos da inércia, uma vez que foram estimulados por um grupo diferente de colegas. A avaliação, desde que passou a ser realizada em equipes e com auxílio da TARI, tornou-se um momento também de aprendizado. Além disso o momento se tornou menos tenso, uma vez que a TARI propiciava imediatamente a comemoração nas respostas certas e mesmo a compreensão de questões onde haviam errado na avaliação individual. O projeto, produto final da etapa, poderá ser utilizado inclusive como referência na vida profissional dos alunos, sendo assim fixado um laço entre a faculdade e o mercado de trabalho. MÉTODOS PRINCIPAIS No inicio do semestre os alunos foram divididos em equipes com igual número de membros, estando presente em cada equipe um dos alunos com maior média geral no curso até o presente momento. Logo após foi apresentado o grave problema de saneamento ambiental que a maioria das cidades brasileiras enfrentam, sendo o principal objetivo dessa atividade instigar os alunos a proporem um projeto para solucionar esse problema. Cada time escolheu uma cidade, dando preferência a cidades de origem dos alunos. Ao longo da etapa foi desenvolvido o projeto de uma estação de tratamento de água para aquela localidade. As aulas aconteciam em três momentos: 1º - Uma semana antes da aula era enviada uma apostila de até cinco páginas com material teórico e exemplos de aplicação. Em casa os alunos deveriam se preparar utilizando o material e as referencias bibliográficas básica e complementar. 2º - A aula era iniciada com um roteiro de questões abertas que buscavam investigar o quanto os alunos haviam compreendido do conteúdo. As respostas aos questionamentos ocorriam de forma espontânea e a docente apenas mediava casos onde surgiam dúvidas ou mesmo incongruências. 3º - Os alunos, em times, trabalhavam a partir do material disponibilizado e explorado, na elaboração do projeto. A avaliação da etapa aconteceu por meio de valorização do projeto em 33,33% da nota da etapa. Os 66,67% restantes foram distribuídos em uma avaliação que também ocorreu em dois momentos, no primeiro (60% da pontuação) a avaliação aconteceu de forma individual e no segundo (40% da pontuação) através da utilização da Técnica de Aplicação com Resposta Imediata – TARI, em times. INFORMAÇÕES PARA CONTATO E-mail: dayanagoncalves@unipacbomdespacho.com.br PRÓXIMOS PASSOS - Compilar os resultados e dados levantados durante o semestre, sobre o desempenho dos alunos. - Análise das sugestões apresentadas pelos alunos. - Analisar os resultados obtidos identificando as inter-relações, produzindo a descrição do projeto implementado. REFERÊNCIAS BARROS, R.T.V. et all. Saneamento. Belo Horizonte, escola de Engenharia da UFMG, 1995. INOVADORAS, Laboratório de Metodologia . Team- Basead Learning. UNISAL Lorena, SP, 2014. 16 slides. SERVA, Mark A. Integrando Team-based Learning & PBL. University of Delaware, 2014. 13 slides.
    17. 17. Impacto do Project Based Learning na Motivação para a Aprendizagem Professor: Amaylton Salles de Carvalho IES: FACEB – Bom Despacho Disciplina: Natação Curso: Educação Física. Número de alunos envolvidos: 31 alunos. Nível dos alunos: 4º período. Principal inovação implementada: Project Based Learning e Team Based Learning. RESULTADOS A partir do uso da metodologia de Aprendizagem Baseada em Project (PjBL) foram realizadas inovações nas aulas da disciplina Natação. Os dados ainda estão em fase de análise, mas já é possível afirmar que: - os alunos desenvolveram um posicionamento mais proativo frente às questões que envolvem solução de problemas reais e de aplicabilidade no mercado de trabalho; - os alunos estiveram mais implicados nas atividades; - também foi percebido uma postura mais ativa na busca de conhecimentos que pudessem ajudá-los na construção das soluções relacionadas a novos problemas; - o trabalho desenvolvido em equipe possibilitou maior interação entre os colegas e exigiu uma postura mais ativa e madura dos envolvidos. METODOS No inicio do semestre os alunos foram divididos em grupos de trabalho, com 05 (cinco) integrantes por grupo, definidos pelo professor obedecendo à metodologia proposta no Team Based Learning (TBL). Na sequência, a situação problema preestabelecida pelo professor da disciplina, foi apresentada aos grupos explicitando o contexto da questão com o mercado de trabalho para o professor de natação (problema real). Depois, mediu-se individualmente a motivação dos alunos, através do instrumento da Escala de Motivação Situacional (EMS) para solucionar o problema proposto pelo professor, atendendo ao objetivo de desenvolver um produto com baixo custo de produção e eficiência operacional que fosse capaz de registrar imagens subaquáticas de um nadador. O professor apresentou experiências anteriores de sucesso e fracasso de projetos semelhantes, a fim de subsidiar o inicio da construção do modelo experimental e do protótipo, além de estabelecer o cronograma de ações para o semestre. Durante a execução do projeto, aproximadamente no meio de semestre letivo e no fim, mediu-se novamente a motivação dos alunos para desenvolvimento do projeto e avaliou o trabalho em grupo através da metodologia de grupo focal. Será apresentado através da analise quantitativa a comparação de médias dos valores de motivação para antes, durante e após a realização do projeto, bem como a percepção dos alunos em relação ao quanto a metodologia adotada favoreceu o desenvolvimento das competências previstas. INFORMAÇÕES PARA CONTATO E-mail: educacaofisica@unipacbomdespacho.com.br PRÓXIMOS PASSOS - Aplicar instrumento de autoavaliação visando verificar a percepção dos alunos sobre o desenvolvimento das competências visadas. - Análise estatística dos resultados relacionados a motivação; - Análise de pontos positivos e negativos durante o curso da disciplina; - Avaliação dos produtos desenvolvidos o longo do semestre ; REFERÊNCIAS GAMBOA, Vitor VALADAS, Sandra PAIXÂO, Olímpio. Validação da Versão Portuguesa da Situational Motivation Scale (Sims) em Contextos Académicos. Atas do XII Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. Braga: Universidade do Minho, 2013 TELLES, Thiago SILVATTI, P Amanda BARROS, M L Ricardo CERVERI, Pietro. Análise Dos Movimentos da Mão De Um Nadador Nos Quatro Estilos Da Natação: Comparação Entre Modelo Teórico E Análise Cinemática Tridimensional. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – 2011 SERVA, Mark A. Integrando Team-based Learning & PBL. University of Delaware, 2014. 13 slides. INOVADORAS, Laboratório de Metodologia . Team-Basead Learning. UNISAL Lorena, SP, 2014. 16 slides. INTRODUÇÃO Para Telles (2011) a evolução do desempenho esportivo na natação exige que métodos cada vez mais sofisticados de análise do movimento sejam desenvolvidos, pois uma melhor compreensão da mecânica do nado possibilita aumentar o desempenho do atleta e subsidiar o treinador para outras formas de ensino da técnica. Da mesma maneira, modelos qualitativos de registro do movimento são importantes e muito úteis no ensino e no treinamento da natação, pois permitem ao treinador avaliar o desempenho do aluno / atleta nas três dimensões necessárias (altura, largura e profundidade) e nos meios aquáticos e aéreos. Sendo assim foi utilizada na disciplina de Natação do curso de Educação Física da FACEB Bom Despacho a metodologia ativa de aprendizagem baseada no Project Based Learning (PjBL), buscando desenvolver nos alunos as habilidades e competências necessárias para solução do problema relacionado ao registro e análise subaquáticos das imagens dos praticantes da natação na cidade de Bom Despacho e redondezas . Os aspectos avaliados para controle da eficácia do método PjBL no processo de ensino aprendizagem serão o comparativo da motivação dos alunos antes, durante e após a realização do projeto, medida através da Escala de Motivação Situacional (EMS) (Guay, Vallerand & Blanchard, 2000) e a avaliação qualitativa dos produtos desenvolvidos para solução da situação problema através de instrumento desenvolvido pelo professor da disciplina. O objetivo do presente trabalho é verificar o impacto do Project Based Learning na motivação dos alunos antes, durante e após a realização do projeto proposto na disciplina de Natação, bem como avaliar o desenvolvimento das competências visadas. Figura 1: Registro fotográfico do projeto “Roldanas” – instalação do equipamento Figura 2: Registro fotográfico do projeto “Marola” – realização do teste piloto Figura 3: Calibragem do equipamento Para registro de imagem Figura 4: Registro fotográfico do trabalho Em equipe leitura prévia – Espaço de Metodologias Ativas de Aprendizagem Figura 5: Registro fotográfico do projeto “Olhos de Águia” – instalação do equipamento
    18. 18. • Credenciamento de 20 polos de EAD no modelo de Flipped Classroom • Utilização da aprendizagem adaptativa para nivelamento dos alunos calouros e preparação dos veteranos para o ENADE 2015. • Utilização de conteúdo digital em todas as disciplinas presenciais (blended learning). • Pesquisa nacional comparando diferentes modelos Próximos passos
    19. 19. Ensino Superior Brasileiro Principais Desafios • Qualificação do corpo docente • Tecnologia • Metodologia • Conteúdo de qualidade • Iniciativa dos líderes das IES
    20. 20. OBRIGADO! gustavo@gheducacional.com.br

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