(http://www.portodesouza.com.br)
Perícias Judiciais (http://www.portodesouza.com.br/pericias­judiciais/)
Teste de Impairme...
Desgastes e imperfeições por atrito, impacto, vibrações, tensões e fadiga dos materiais.
B – Circunstâncias funcionais:
In...
(047) 3368­7746 / 9238­8228
(041) 8808­8228 / 9971­1566
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Teste de impairment porto de souza avaliações e perícias

  1. 1. (http://www.portodesouza.com.br) Perícias Judiciais (http://www.portodesouza.com.br/pericias­judiciais/) Teste de Impairment (http://www.portodesouza.com.br/teste­de­impairment/) Blog (http://www.portodesouza.com.br/blog/) Clientes (http://www.portodesouza.com.br/clientes/) Contato (http://www.portodesouza.com.br/contato/) Teste de Impairment TESTE DE IMPAIRMENT OU TESTE DE RECUPERABILIDADE – IMPAIRMENT TEST  O TESTE DE RECUPERABILIDADE, conhecido como “IMPAIRMENT TEST” tem por objetivo apresentar de forma prudente o valor real líquido de realização de um ativo. Esta realização pode ser de forma direta ou indireta, respectivamente, por meio de venda ou de utilização nas atividades. A essência do teste de recuperabilidade é evitar que um ativo esteja registrado por um valor maior que o valor recuperável; o teste busca verificar se o ativo não está desvalorizado em relação ao valor real. Um ativo estará desvalorizado quando o valor contábil registrado é maior que o valor recuperável, por venda ou por uso. Entenda­se por valor contábil o valor que o ativo está apresentado no balanço patrimonial; ou seja, pelo valor histórico deduzido de depreciação, exaustão ou amortização acumulada e de provisão para perda, se existir. Para os ativos destinados à venda ou realização direta em dinheiro, a recuperabilidade se dá pela comparação dos valores contábeis com os valores de venda ou de provável recebimento; já para os ativos destinados ao uso, para verificação da recuperabilidade considera­se o valor de venda ou o valor de uso, definido este último como o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados, prevalecendo dos dois, o maior, para comparação com o valor contábil. Como resultado da aplicação do teste de recuperabilidade, compatível com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais, não será mais aceito a existência de qualquer ativo, num balanço patrimonial, por valor superior ao que ele é capaz de produzir de caixa líquido para a entidade, pela sua venda ou pela sua utilização, ou seja, atualmente um ativo deverá ser apresentado pelo valor que ele será capaz de se transformar em dinheiro. O teste de recuperabilidade poderá diminuir o valor registrado de um ativo e não aumentá­lo, como era o caso do procedimento de reavaliação. Constatada a perda de valor recuperável deve­se reconhecê­la imediatamente no resultado ou como redução da reserva de reavaliação, se aplicável, que poderá ser revertida se e quando desaparecerem as razões que levaram à sua constituição, com exceção da perda na recuperabilidade (impairment) do ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), que não poderá ser revertida. A contrapartida da perda por desvalorização será reconhecida na reserva de reavaliação quando o bem testado já havia sido reavaliado, para mais, em períodos anteriores, de acordo com as normas de reavaliação de ativos. O assunto é abordado na Lei N.°6.404/76, art. 183, parágrafo 3.º, com redação dada pela Lei n.º 11.638/07 e modificado pela MP 449/08, da seguinte forma: § 3º A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam: I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor; ou (Incluído pela Lei nº 11.638,de 2007) II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. (Incluído pela Lei nº 11.638 de 2007)  A entidade deve avaliar, no mínimo ao fim de cada exercício social, se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação de desvalorização, a entidade deve estimar o valor recuperável do ativo por meio de um teste de recuperabilidade. Contudo, independentemente de existir ou não qualquer indicação de redução ao valor recuperável, uma entidade deverá: Testar, no mínimo anualmente, a redução ao valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida ou de um ativo intangível ainda não disponível para uso, comparando o seu valor contábil com seu valor recuperável. Esse teste de redução ao valor recuperável poderá ser executado a qualquer momento no período de um ano, desde que seja executado, todo ano, no mesmo período. Ativos intangíveis diferentes podem ter o valor recuperável testado em períodos diferentes. Entretanto, se tais ativos intangíveis foram inicialmente reconhecidos durante o ano corrente, deverão ter a redução ao valor recuperável testada antes do fim do ano corrente; Note que mesmo que não exista uma indicação de desvalorização os ativos intangíveis deverão ser avaliados, no mínimo anualmente. Vida útil total dos bens é o período de tempo que se estende desde a data de sua instalação até a data em que os mesmos são retirados dos serviço, ou seja, o período de tempo em que os bens prestam serviços de maneira vantajosa economicamente para a Empresa. No momento da retirada do serviço o custo original dos bens é baixado da conta contábil respectiva. Vida útil remanescente corresponde à vida remanescente produtiva, em termos físicos, técnicos e funcionais do bem avaliado. Na data da avaliação assume­se que o bem avaliado é utilizado por profissional habilitado e prudente. O bem opera em regime normal de trabalho e ambiente, bem como de acordo com as recomendações de operação e manutenção do fabricante. A idade (técnica ou operacional) pode diferir da idade real (cronológica) devido também ao uso, programa de manutenção, revisões periódicas, recondicionamento e atualizações. As causas que acarretam a retirada dos bens de serviço são, entre outras, as condições físicas e as circunstâncias funcionais externas, conforme segue: A – Condições físicas; B – Circunstâncias funcionais; C – Circunstâncias externas. A – Condições físicas: As condições físicas dos bens, que são as causas de sua retirada, podem ser descritas como segue: Danos físicos devidos a acidentes, tais como explosões, colisões e quedas ou forças estranhas; Danos físicos devidos a inundações e incêndios; Decadência física resultante da deterioração por processos químicos, mecânicos ou de variação de temperaturas; Laudo de Avaliação (http://www.portodesouza.com.br/laudo­de­avaliacao/)Institucional (http://www.portodesouza.com.br/institucional/) Olá. Por favor, insira os seus dados para que possamos ajudá­lo. Nome Email Iniciar conversa. Perguntas? Fale com a gente.  
  2. 2. Desgastes e imperfeições por atrito, impacto, vibrações, tensões e fadiga dos materiais. B – Circunstâncias funcionais: Ineficiência funcional devida a capacidade de produção insuficiente para o serviço requerido; Obsolência ocasionada pela existência de novos equipamentos que prestam serviço requerido. C – Circunstâncias externas Fim da produção; Término das operações da empresa; Imposição das autoridades públicas. Fontes externas 1.  Durante o período, o valor de mercado de um ativo diminuiu sensivelmente, mais do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do uso normal; 2.  Mudanças significativas com efeito adverso sobre a entidade ocorreram durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal, no qual a entidade opera ou no mercado para o qual o ativo é utilizado; 3.  As taxas de juros de mercado ou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afetarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor em uso de um ativo em uso e diminuirão significativamente o valor recuperável do ativo; 4.  O valor contábil do patrimônio líquido da entidade é maior do que o valor de suas ações no mercado; EXEMPLO DE APLICAÇÃO DO TESTE DE RECUPERABILIDADE  Qual o valor da variação que deverá sofrer o patrimônio de uma Empresa Industrial  ao efetuar adequadamente, o lançamento contábil relativo ao teste de recuperabilidade de um equipamento em 31.12.200X, sabendo­se que: o valor do registro original do equipamento é R$ 100.000,00; a depreciação acumulada do equipamento, até a data do balanço, é de R$ 40.000,00; o valor de mercado do equipamento, na data do teste, é de R$ 62.000,00; caso a Empresa vendesse o equipamento, na data do teste, incorreria em gastos associados a tal transação no montante de R$13.000,00; caso a Empresa não vendesse o equipamento e o continuasse utilizando no processo produtivo, seria capaz de produzir 10.000 unidades de um produto por ano, pelos próximos 3 anos; o preço de venda do produto é R$10,00 por unidade; os gastos médios incorridos na produção e venda de uma unidade do produto é R$8,00; o custo de capital da Empresa é 10% ao ano; desconsidere a incidência de tributos.   Solução: 1º passo: calcular o preço de venda líquido (caso fosse vender o equipamento) Preço de Venda .(valor de mercado)………….. 62.000,00 (­) desp. Venda (gastos incorridos) …. (13.000,00) = preço venda líquida (data do teste) ……… 49.000,00   2º passo: calcular o valor em uso do equipamento – (continuando com o equipamento, quanto vai gerar de lucro?). Preço unitário de venda do produto …………………………….10,00 (­) gasto unitário de produção/venda de ……………………….  8,00 = lucro unitário do produto …………………………………………  2,00 (x) produção anual…………………………………………………….10.000 unidades = lucro anual…………………………………………………………….20.000 Trazendo os três valores anuais à data do teste, considerando o custo de capital = 10% (juros compostos), temos: 1º ano ==> 1,10 ===> 20.000 / 1,10  = 18.181,82 2º ano ==> 1,21 ===> 20.000 / 1,21  = 16.528,93 3º ano ==> 1,331 ==> 20.000 / 1,331 = 15.026,30 Total na data do teste (Valor em Uso) = 49.737,05   3º passo: O Valor Recuperável é R$ 49.737,05, pois é maior que R$ 49.000,00.   4º passo: apuração do Valor Contábil Custo de aquisição …………… R$ 100.000,00 ( – ) Depreciação Acumulada R$ 40.000,00 = Custo ou Valor Contábil … R$ 60.000,00
  3. 3. (047) 3368­7746 / 9238­8228 (041) 8808­8228 / 9971­1566 FERNANDO@PORTODESOUZA.COM.BR (http://www.explay.com.br)   5º passo: apuração da Perda por Desvalorização Valor Recuperável do Ativo …… R$ 49.737,05 ( ­) Valor Contábil ………………… R$ 60.000,00 = Perda por Desvalorização ….. R$ (10.262,95) Lançamento societário D – Perdas Por Desvalorização (ARE)…………………………………………. 10.262,95  C – Provisão Para Perda por Desvalorização (­ANC)…………………….. 10.262,95   

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