DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUARIAIS / FACE
GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Prof. Jomar M. Rodrigues
1Prof. Jomar M. ...
Investidores: provedores de capital de risco e seusInvestidores: provedores de capital de risco e seus
analistas que se pr...
1 A forma como a organização irá atuar;1. A forma como a organização irá atuar;
2. Fonte de informação;
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  1. 1. DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUARIAIS / FACE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS Prof. Jomar M. Rodrigues 1Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 1. Os usuários e a padronização contábil 7. Passivo (inclui Outros itens de passivo comopadronização contábil 2. Contabilidade i t i l itens de passivo, como impostos diferidos, pensões e planos de internacional e normas do IASB 3 US GAAP benefícios) 8. Patrimônio Líquido 3. US GAAP 4. BR GAAP 9. Receitas e Despesas 10.Contabilidade em 5. Ativo (inclui outros itens de Ativo, como Ambientes inflacionários Goodwill e Depreciação) 6. Ativo de Longo Prazo e 11.Leasing 12.Contabilidade para o Teste de Imparidade Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 2 terceiro setor 13.Setor público Capítulo 1 – Teoria da Contabilidade Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 3 Mais diversos possíveis;Mais diversos possíveis; Necessidade do usuário: decisão com base na análise do desempenho;análise do desempenho; Pronunciamento Conceitual - CPC (CVM 539/08) Investidores atuais e potenciais empregados credoresInvestidores atuais e potenciais, empregados, credores por empréstimos, fornecedores e outros credores comerciais, clientes, governos e suas agências e o, , g g público; Eles usam as demonstrações contábeis para satisfazer l d di id d dalgumas das suas diversas necessidades de informação. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 4
  2. 2. Investidores: provedores de capital de risco e seusInvestidores: provedores de capital de risco e seus analistas que se preocupam com o risco inerente ao investimento e o retorno que ele produz; Empregados: Os empregados e seus representantes estão interessados em informações sobre a estabilidade e a lucratividade de seus empregadores;estabilidade e a lucratividade de seus empregadores; Credores por empréstimos: informações que lhes permitam determinar a capacidade da entidade em pagar seus empréstimos e juros no vencimento; Fornecedores e outros credores comerciais: interessados em informações que lhes permitaminteressados em informações que lhes permitam avaliar se as importâncias que lhes são devidas serão pagas nos respectivos vencimentos.g Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 5 Clientes: interesse em informações sobre aClientes: interesse em informações sobre a continuidade operacional da entidade (relação de longo prazo ou depende do fornecimento de t )estoques); Governo e suas agências: interessados na destinação de recursos e nas atividades das entidadesde recursos e nas atividades das entidades. Regulamentam as atividades e estabelecer políticas fiscais; Público: As entidades afetam o público de diversas maneiras. Elas podem, por exemplo, fazer contribuição substancial à economia local de várioscontribuição substancial à economia local de vários modos, inclusive empregando pessoas e utilizando fornecedores locais. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 6 a) decidir quando comprar, manter ou vender um investimento ema) decidir quando comprar, manter ou vender um investimento em ações; b)avaliar a Administração quanto à responsabilidade que lhe tenha d f d l d d d d h dsido conferida, qualidade de seu desempenho e prestação de contas; c) avaliar a capacidade da entidade de pagar seus empregados e proporcionar-lhes outros benefícios;proporcionar lhes outros benefícios; d)avaliar a segurança quanto à recuperação dos recursos financeiros emprestados à entidade; e) determinar políticas tributárias; f) determinar a distribuição de lucros e dividendos;ç g)preparar e usar estatísticas da renda nacional; ou h)regulamentar as atividades das entidades.) g Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 7 Administradores;Administradores; Investidores; Auditores;Auditores; Governo; P d i ã dPadronização: vantagens e desvantagens; Estudos empíricos; Agenda para a padronização. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 8
  3. 3. 1 A forma como a organização irá atuar;1. A forma como a organização irá atuar; 2. Fonte de informação; 3 D d R h i3. Data do Reconhecimento; 4. Estimativa de valores; 5. Escolha de como avaliar; 6. Escolha do que divulgar;q g ; 7. Hierarquia dentro da entidade; 8 Participa da padronização;8. Participa da padronização; 9. Influencia as alternativas contábeis. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 9 1 O investidor não participa da administração da1. O investidor não participa da administração da empresa; 2. O investidor quer conhecer a empresa para tomarq p p sua decisão de investimento ou não (proteção do investimento); 3. Mudanças recentes no mercado de capitais: profissionalização e necessidade de captar recursos; 4 I tâ i d t ê i t d d4. Importância da transparência e os estudos de eventos: mercado reage a divulgação de informações?informações? 5. Confirmação de expectativas; 6. Falência da Eron.6. Falência da Eron. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 10 1 A credibilidade está associada com a qualidade1. A credibilidade está associada com a qualidade da tomada de decisão; 2 Conflito entre acionistas controladores e2. Conflito entre acionistas controladores e minoritários (Custo de Agência); 3 Assimetria informacional (Principal x agente);3. Assimetria informacional (Principal x agente); 4. Parecer dos auditores: opinião, confiabilidade e ressalvas;ressalvas; 5. Dilema da empresa de auditoria: reputação versus custos;versus custos; 6. Elaboração das normas contábeis. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 11 1 Cria regras tributárias com base nas1. Cria regras tributárias com base nas informações contábeis; 2. Elaboração de normas e regras a serem obedecida pelas empresas; 3. Cria mecanismos para que as empresas evitem de manipular as informações e efetuar a elisãode manipular as informações e efetuar a elisão fiscal. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 12
  4. 4. Investidores: não possuem informação precisa paraInvestidores: não possuem informação precisa para decidir onde alocar seus recursos; Analistas: não confirmam suas previsões; Fornecedores de crédito: risco de perda; Entidades reguladoras e entidades de profissionais:g p enxergam a manipulação como degenerativa para classe; E tid d f dá i j í d ãEntidades fazendárias: prejuízo na arrecadação e sonegação fiscal; Sindicatos: negociação salariais;Sindicatos: negociação salariais; Entidades não-governamentais: lutam contra a concentração da riqueza e prejuízos sociais econcentração da riqueza e prejuízos sociais e ambientais. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 (PAULO, 2007) 13 A contabilidade deve atender o interesse públicoA contabilidade deve atender o interesse público em geral; Duas razões para regulamentação: Sistema de mercado pode ter falhas; Pode ser adotado posturas contrárias ao interesse público. Intervenção x laissez-faire (liberalismo econômico) Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 14 Harmonização adequação de normas deHarmonização = adequação de normas de diferentes países; Padronização = mais amplo, mas com uma conotação mais impositiva; Convergência = processo para chegar a uma linguagem comum.linguagem comum. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 15 1808: utilização das partidas dobradas;1808: utilização das partidas dobradas; 1850: 1º Código comercial; 1860: Lei 1.083, divulgação das informações; 1976: Lei 6.404 – Sociedades Anônimas;1976: Lei 6.404 Sociedades Anônimas; 2001: Lei 10.303; 2007: Lei 11.638; 2009: Lei 11.941. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 16
  5. 5. Redução da assimetria de informação;Redução da assimetria de informação; Informação como bem econômico; Nã t fi lid d d i li iNão tem por finalidade reduzir ou eliminar o risco do mercado de capitais, mas reduzir ou eliminar a incerteza;eliminar a incerteza; Não elimina as fraudes nem as falhas de mercado;e cado; Empresa tem exclusividade sobre a elaboração e divulgação das informações;g ç ç ; Interessante quando o esforço for pequeno. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 17 A contabilidade é um bem público:A contabilidade é um bem público: Bem público = o produtor não consegue determinar com precisão a parcela de consumo por parte de cadacom precisão a parcela de consumo por parte de cada cliente (usuário). Caronas = pessoas que consomem um bem públicop q p sem pagar por ele. No sistema de mercado, existe pouco incentivo, p para produzir bens públicos. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 18 Filosofia da Evidenciação (FOSTER 1980):Filosofia da Evidenciação (FOSTER, 1980): Direito de receber a informação é um direito do proprietário;proprietário; Nenhum custo adicional deve ser cobrado pelo di it d i f ãdireito da informação; Todos acionistas devem ter acesso igual a informação; Não-acionistas devem poder examinar a informação a um custo mínimo. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 19 Padronizar ajuda a redução custos paraPadronizar ajuda a redução custos para empresas e usuários; Diversos usuários e interesses diferenciadosDiversos usuários e interesses diferenciados. Como é impossível satisfazer a todos, a padronização é bem recebida pois coloca apadronização é bem recebida pois coloca a responsabilidade para uma autoridade central (regulador)g Não garante a melhor solução para os problemas de informação => paradoxo daproblemas de informação > paradoxo da regulamentação Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 20
  6. 6. Custos envolvidos (diretos e indiretos)Custos envolvidos (diretos e indiretos) Transferência de riqueza (acionista e não- i i t )acionista) Dificuldade de padronizar ; Efeito sobre a decisão (criatividade e escolhas); Quem controla o regulador? (audiênciasg publicas); Pode ser injusta (quem deve segui-las?);Pode ser injusta (quem deve segui las?); É uma atividade política (custos políticos). Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 21 Frezatti Aguiar e Rezende (2005): relação entre umFrezatti, Aguiar e Rezende (2005): relação entre um sistema de informação e a satisfação do usuário; Lima et al (2008) verificaram se a emissão de ADR’sLima et al (2008) verificaram se a emissão de ADR s afeta o preço da ação das empresas; Comerlato e Terra (2008) efeito da apresentação nas( ) p ç previsões dos analistas (não encontraram influência); Sarlo el al (2009): reação do preço das ações em razão da evidenciação contábil (quais características influenciam: tipo de ação, regulamentação, etc); Silva e Rodrigues (2010): percepção quanto ao relatório de administração (capacidade de saldar dívidas e competitividade no mercado)dívidas e competitividade no mercado). Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 22 Como são formadas (criadas) as normasComo são formadas (criadas) as normas contábeis brasileiras? Q i i t i t t bQuais os interesses existentes sobre as normas existentes? d d b áEstudo de casos sobre a teoria e prática, ou seja, a sobre situações reais. Aspectos comportamentais da informação contábil, tais como reação dos investidores a divulgação ou não de determinadas informações contábeis. Prof. Jomar M. Rodrigues - Teoria Contábil: 2012/1 23

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