EB 1 Cruzeiro – Alvão Palavras que dedicamos à Natureza
Natureza… de A a Z
Natureza com todas as letras
“ Um livro… um tesouro”       Está uma manhã de sol radiante e estou no meio de um campo enorme e cheio de papoilas, no al...
Continuo a minha caminhada até ao cume de uma colina. Já no topo, avisto uma casa isolada que até parece assombrada. Aprox...
 
Um Tesouro Valioso   É Primavera! Está um lindo dia de sol… Estou no meio de um enorme e lindo campo verdejante, cheio de ...
Continuo a minha aventura e encontro uma pessoa que me avisa que de ali para a frente vou encontrar coisas maravilhosas. F...
Eu agradeço a informação e fico maravilhada!  Naquele castelo faço amigos para toda a vida. Volto pelo mesmo caminho. Quan...
 
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Natureza_Escrita na Ponta de um Lápis

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Natureza_Escrita na Ponta de um Lápis

  1. 1. EB 1 Cruzeiro – Alvão Palavras que dedicamos à Natureza
  2. 2. Natureza… de A a Z
  3. 3. Natureza com todas as letras
  4. 4. “ Um livro… um tesouro”     Está uma manhã de sol radiante e estou no meio de um campo enorme e cheio de papoilas, no alto de um planalto. À toda volta existe um muro alto, coberto de plantas trepadeiras verdinhas. Lá bem ao fundo vejo um portão e caminho para ele. Tento abri-lo, mas não consigo porque a fechadura está velha e ferrugenta. Então, resolvo avançá-lo, mas a minha camisola fica presa e rasga-se. Mesmo assim salto para o outro lado e percebo que há um caminho com piso de alcatrão, cheio de curvas e com muitas árvores dos lados. Percorro-o durante algum tempo e encontro um carreirinho de formigas muito atarefadas em direcção ao formigueiro. Mais à frente está um lenhador a rachar lenha. Paro e converso um pouco com ele, enquanto descanso. Depois continuo a percorrer o caminho, quando para meu espanto, deparo com um ribeiro de água límpida e com muitos peixinhos. Fico algum tempo a contemplá-lo! Quero passar para o outro lado, mas a ponte existente é de madeira e está muito velha e quase podre, mesmo assim arrisco e atravesso.
  5. 5. Continuo a minha caminhada até ao cume de uma colina. Já no topo, avisto uma casa isolada que até parece assombrada. Aproximo-me e reparo que tem as janelas fechadas, uma antena partida e a chaminé tombada. Dirijo-me à porta e depois de várias tentativas consigo abri-la. Olhei para todos os lados e com algum receio e muita curiosidade entrei numa sala com enormes estantes cheias de livros. Fico parado a tentar perceber que livros serão aqueles! Num canto de uma das estantes descubro uma pequena arca que parecia guardar um tesouro. Abro-a e vejo um rolo de papel escuro, já com muitos anos, onde está escrito: ” Os livros não podem morrer ”. Neste instante entra alguém na sala. É uma velhinha, a dona dos livros; fala-me deles e conta-me um segredo: diz que com eles faz longas viagens e são eles que a têm ajudado a compreender o mundo. Fico encantado com esta velhinha cheia de sabedoria! Já tarde, deixo a casa assombrada e volto pelo mesmo caminho, pensativo, cansado, com muita fome, mas com a vontade de voltar a viver a aventura de ter tantos livros nas minhas mãos. Xavier_3.º Ano
  6. 7. Um Tesouro Valioso   É Primavera! Está um lindo dia de sol… Estou no meio de um enorme e lindo campo verdejante, cheio de árvores, papoilas, malmequeres, giestas… Há um muro a cercar o campo. Esse muro é velho, longo e alto, é feito de pedra e tem musgo. Lá ao fundo, eu avisto um portão velho de madeira que está entreaberto. Depois de sair do campo encontro um caminho de terra batida e esburacado que ao longo das suas bermas tem erva alta e ainda verdinha com túlipas, malmequeres, papoilas e também com muitas árvores. Percorro o caminho durante algum tempo… observo um coelhinho assustado, a correr que parece estar a fugir de alguém. Sigo em frente e vejo um grande ribeiro, onde corre água limpinha e no meio há pedras a ligar as duas margens formando uma passagem. Decido atravessá – lo! Caminho por cima das pedras e chego ao outro lado da margem. Apetece – me nadar naquela água, mas não posso porque tenho que seguir em frente.
  7. 8. Continuo a minha aventura e encontro uma pessoa que me avisa que de ali para a frente vou encontrar coisas maravilhosas. Fico muito feliz! Continuo a caminhar… Finalmente chego a um cume de uma colina muito alta com muita vegetação e muitas árvores. De lá avisto no meio do arvoredo um castelo com quatro torres. Desço e reparo que o castelo é feito de pedra. Um pouco receosa, eu decido ir conheço – lo. Entro por uma porta de madeira muito velha que está entreaberta. Quando entro no castelo, vejo à minha frente a família real que me queria cumprimentar. Fico muito atrapalhada e peço-lhes desculpas por ter entrado sem ser anunciada. Eles levam-me a conhecer o castelo e quando entro na sala principal, vejo uma arca de pele castanha escura que me desperta curiosidade. A rainha pede – me para a abrir e eu vejo que tem um presente para mim: era um anel de ouro velho. Pego nesse anel e ouço um barulhinho, olho para trás e vejo uma velha cheia de sabedoria que me diz que o anel que eu tenho é o tesouro mais procurado de todos e diz-me que este anel foi da primeira rainha de Portugal que se chamava D. Mafalda.
  8. 9. Eu agradeço a informação e fico maravilhada! Naquele castelo faço amigos para toda a vida. Volto pelo mesmo caminho. Quando chego a casa, conto tudo aos meus pais e aos meus amigos e eles ficam maravilhados com a minha aventura. Gostei muito desta aventura porque fiz novos amigos e ganhei um tesouro muito valioso…   Ana Beatriz Marques Silva 4ºAno

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