ECOLOGIA: A TERRA COMO ORGANISMO VIVOJames E. LovelockA idéia de que a Terra é viva pode ser tão velha quanto a humanidade...
da Terra. Conforme disse o geólogo H. D. Holland (1 984, p. 539): “Vivemos numaTerra que é o melhor dos mundos somente par...
para nossa ira contra a eliminação insensata de espécies e uma resposta paraaqueles que dizem tratar-se de um mero sentime...
UM POEMA QUE EXIGE LEITURA E BUSCA REFLEXÃOPARA UM MICO-LEÃO-DOURADOOH CARINHA LINDA!OLHANDO ATRAVÉS DA AURORA DO TEMPO, O...
MATA A OUTRA DE FOME?“Ecologia significa em sua forma mais simples, o estudo do ambiente.Porém em um sentido mais complexo...
Nesse estudo sobre ecologia tentamos então, dar uma visão diferente ao nossoplaneta. Não mais como nossa morada, a Terra s...
COMUNIDADE BIOLÓGICA ou BIOCENOSE - Populações de diferentes espéciesque convivem em determinada região.NICHO ECOLÓGICO - ...
NÍVEIS TRÓFICOS - Grupos de organismos de mesma nutrição.  •   Produtores: Seres Fotossintetizantes (algas, plantas, algum...
que também se alimentam de matéria orgânica morta ,como os urubus e ashienas que são carniceiros, e as minhocas e besouros...
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  1. 1. ECOLOGIA: A TERRA COMO ORGANISMO VIVOJames E. LovelockA idéia de que a Terra é viva pode ser tão velha quanto a humanidade. Os antigosgregos deram-lhe o poderoso nome de Gaia e tinham-na por deusa. Antes doséculo XIX, até, mesmo os cientistas sentiam-se confortáveis com a noção de umaTerra viva. Segundo o historiador D. B. Mclntyre (1963), James Hutton,normalmente conhecido como o pai da geologia, disse numa palestra para aSociedade Real de Edimburgo na década de 1790 que considerava a Terra umsuper organismo e que seu estudo apropriado seria através da fisiologia. Hutton foimais adiante e fez a analogia entre a circulação do sangue, descoberta por Harvey,e a circulação dos elementos nutrientes da Terra, e a forma como o sol destila águados oceanos para que torne a cair como chuva e refresque a terra.Essa visão holística de nosso planeta não persistiu no século seguinte. A ciênciaestava se desenvolvendo rapidamente e logo se fragmentou numa coletânea deprofissões quase independentes. Tornou-se a província do especialista, e pouco debom se podia dizer acerca do raciocínio interdisciplinar. Não se podia fugir de talintrospecção. Havia tanta informação a ser coletada e selecionada! Compreender omundo era tarefa tão difícil quanto montar um quebra-cabeça do tamanho doplaneta. Era fácil demais perder a noção da figura enquanto se procurava eseparava as peças.Quando, há alguns anos, vimos as fotografias da Terra tiradas do espaço, tivemosum vislumbre do que estávamos tentando modelar. Aquela visão de estonteantebeleza; aquela esfera salpicada de azul e branco mexeu com todos nós, nãoimporta que agora seja apenas um clichê visual. A noção de realidade vem decompararmos a imagem mental que temos do mundo com aquela que percebemosatravés de nossos sentidos. É por isso que a visão que os astronautas tiveram daTerra foi tão perturbadora. Mostrou-nos a que distância estávamos afastados darealidade.A Terra também foi vista do espaço pelos olhos mais discernentes dosinstrumentos, e foi esta ótica que confirmou a visão que James Hutton teve de umplaneta vivo. Vista à luz infravermelha, a Terra é uma anomalia estranha emaravilhosa entre os outros planetas do sistema solar. Nossa atmosfera, o ar querespiramos, mostrou-se escandalosamente fora de equilíbrio, quimicamentefalando. É como a mistura de gases que penetra no coletor de um motor decombustão interna, ou seja, hidrocarbonetos e oxigênio misturados, enquantonossos parceiros mortos Marte e Vênus têm atmosferas de gases exauridos porcombustão.A composição não ortodoxa da atmosfera emite um sinal tão forte na faixainfravermelha que poderia ser reconhecido por uma espaçonave a grande distânciado sistema solar. As informações que ele transporta são evidência à primeira vistada presença de vida. Porém, mais do que isso, se a atmosfera instável da Terra foicapaz de persistir e não se tratava de um evento casual, então isto significaria queo planeta está vivo - pelo menos até o ponto em que compartilha com outrosorganismos vivos a maravilhosa propriedade da homeostase, a capacidade decontrolar sua composição química e se manter bem quando o ambiente externoestá mudando.Quando, baseado nessa evidência, eu trouxe novamente à baila a visão de que nosencontrávamos sobre um super organismo - e não uma mera bola de pedra(Lovelock, 1972; 1979) -, o argumento não foi bem recebido. Muitos cientistas oignoraram ou criticaram sobre a base de que não era necessário explicar os fatos
  2. 2. da Terra. Conforme disse o geólogo H. D. Holland (1 984, p. 539): “Vivemos numaTerra que é o melhor dos mundos somente para aqueles que estão bem adaptadosao seu estado vigente". O biólogo Ford Doolittle (1981) disse que para manter aTerra em estado constante favorável à vida precisaríamos prever e planejar, e quenenhum estado desse tipo conseguiria evoluir através da seleção natural. Em suma,disseram os cientistas, a idéia era teleológica e intestável. Dois cientistas,entretanto, pensaram de forma diferente; um deles foi a eminente bióloga LynnMargulis e o outro o geoquímico Lars Sillen. Lynn Margulis foi minha primeiracolaboradora (Margulis e Lovelock, 1974). Lars Sillen morreu antes que houvesseuma oportunidade. Foi o romancista William Golding (comunicação pessoal, 1970)quem sugeriu usar o poderoso nome Gaia para a hipótese que supunha estar viva aTerra.Nos últimos 10 anos, tais críticas foram rebatidas - por um lado devido a novasevidências e por outro devido a um simples modelo matemático chamado Daisyworld. Nele, o crescimento competitivo de plantas de coloração clara e outras decoloração escura em um mundo imaginário mostra-se mantenedor do climaplanetário constante e confortável face à grande mudança na emissão de calor daestrela do planeta. O modelo é bastante homeostático e pode resistir a grandesperturbações não apenas na emissão de calor como também na população vegetal.Ele se comporta como um organismo vivo, mas não são necessárias previsões ouplanejamentos para sua operação.As teorias científicas não são julgadas tanto por estarem certas ou erradas quanto osão pelo valor de suas previsões. A teoria de Gaia já se mostrou tão frutífera nestestermos que por ora pouco importaria se estivesse errada. Um exemplo, tiradodentre tantas previsões, foi a sugestão (Lovelock et alii, 1972) de que o compostosulfeto de dimetilo seria sintetizado por organismos marinhos em larga escala paraservir de portador natural de enxofre do oceano para a terra. Sabia-se na épocaque alguns elementos essenciais à vida, como o enxofre, eram abundantes nosoceanos mas encontravam-se em processo de exaustão em pontos da superfície daterra. Segundo a teoria de Gaia, seria necessário um portador natural, e foi previstoo sulfeto de dimetilo. Agora sabemos que este composto é de fato o portadornatural do enxofre, mas na ocasião em que a previsão foi feita, buscar umcomposto tão incomum assim no ar e no mar teria ido de encontro à sabedoriaconvencional. É improvável que tivessem ido buscar sua presença não fosse peloestímulo da teoria de Gaia.A teoria de Gaia vê a biota e as rochas, o ar e os oceanos como existências de umaentidade fortemente conjugada. Sua evolução é um processo único, e não váriosprocessos separados estudados em diferentes prédios de universidades.Ela tem um significado profundo para a biologia. Afeta até a grande visão deDarwin, pois talvez não seja mais suficiente dizer que os indivíduos que deixarem amaior prole terão êxito. Será necessário acrescentar a cláusula de que podemconseguir contanto que não afetem adversamente o meio ambiente.A teoria de Gaia também amplia a ecologia teórica. Colocando-se as espécies e omeio ambiente juntos, algo que nenhum ecologista teórico fez, a instabilidadematemática clássica de modelos de biologia populacional está curada.Pela primeira vez temos, a partir desses modelos novos, modelos geofisiológicos,uma justificativa teórica para a diversidade, para a riqueza rousseauniana de umafloresta tropical úmida, para o emaranhado banco darwiniano. Esses novos modelosecológicos demonstram que à medida que aumenta a diversidade, tambémaumentam a estabilidade e a resiliência. Agora podemos racionalizar a repugnânciaque sentimos pelos excessos aos negócios agrícolas. Finalmente temos uma razão
  3. 3. para nossa ira contra a eliminação insensata de espécies e uma resposta paraaqueles que dizem tratar-se de um mero sentimentalismo.Não precisamos mais justificar a existência de florestas tropicais úmidas sobre asbases precárias de que elas podem conter plantas com drogas capazes de curardoenças humanas. A teoria de Gaia nos força a ver que elas oferecem muito maisque isso. Dada sua capacidade de evapotranspirar enormes volumes de vapordágua, elas servem para refrescar o planeta propiciando-lhe a proteção solar denuvens brancas refletoras. Sua substituição por lavoura poderia precipitar umdesastre em escala global.Um sistema geofisiológico sempre começa com a ação de um organismo individual.Se esta ação for localmente benéfica para o meio ambiente, ela então poderá sedifundir até que acabe resultando um altruísmo global. Gaia sempre opera assimpara atingir seu altruísmo. Não há previsão ou planejamento envolvido. O inversotambém é verdadeiro, e qualquer espécie que afete o meio ambientedesfavoravelmente está sentenciada, mas a vida continua.Será que isto se aplica aos seres humanos agora? Estaremos fadados a precipitaruma mudança do atual estado confortável da Terra para um quase certamentedesfavorável para nós porém confortável para a biosfera de nossos sucessores? Porsermos sencientes, há alternativas, tanto boas quanto más. Por certos caminhos, opior destino que nos aguarda é sermos alistados como os médicos e as enfermeirasde um planeta geriátrico com a infindável e intangível tarefa de buscar eternamentetecnologias capazes de mantê-lo adequado ao nosso tipo de vida - algo que atébem pouco tempo atrás recebíamos gratuitamente por sermos uma parte de Gaia.A filosofia de Gaia não é humanista. Mas, sendo avô de oito netos, eu preciso serotimista. Vejo o mundo como um organismo vivo do qual somos parte; não osdonos, não os inquilinos, sequer os passageiros. Explorar esse mundo na escala quefazemos seria tão tolo quanto considerar supremo o cérebro e dispensáveis ascélulas dos outros órgãos. Seríamos capazes de minerar nosso fígado em busca denutrientes para algum benefício de curta duração?Por sermos habitantes de cidades, ficamos obcecados pelos problemas humanos.Até mesmo os ambientalistas parecem mais preocupados com a perda de um anode expectativa de vida devido ao câncer do que com a degradação do mundonatural através do desmatamento ou dos gases do efeito estufa - algo que poderiacausar a morte de nossos netos. Estamos tão alienados do mundo da natureza quepoucos somos os que conhecemos os nomes das flores e dos insetos selvagens daslocalidades onde vivemos ou percebemos a rapidez de sua extinção.Gaia funciona a partir do ato de um organismo individual que se desenvolve até oaltruísmo global. Envolve ação em nível pessoal. Você bem pode perguntar "E o queeu posso fazer?” Quando procuro agir pessoalmente em favor de Gaia através damoderação, acho útil pensar em três elementos mortais: combustão, gado e serraelétrica. Devem existir muitos outros.Uma coisa que você pode fazer, e isto não passa de um exemplo, é comer menoscarne de boi. Agindo assim, e se os médicos estiverem certos, você poderá estarfazendo um bem a si próprio; ao mesmo tempo, poderá estar reduzindo aspressões sobre as florestas dos trópicos úmidos.Ser egoísta é humano e natural. Mas se preferirmos ser egoístas no caminhocorreto, então a vida pode ser rica e ainda assim consistente com um mundoadequado para os nossos netos, bem como para os netos de nossos parceiros emGaia.
  4. 4. UM POEMA QUE EXIGE LEITURA E BUSCA REFLEXÃOPARA UM MICO-LEÃO-DOURADOOH CARINHA LINDA!OLHANDO ATRAVÉS DA AURORA DO TEMPO, O PÊLO DOURADO DE TUAS FACESÉ precioso como uma rimaO abril em teu gracioso rosnadoPode soltar teu corpo, desenroscá-loE ficarDe péEsticado ao sol.Volta, eu percebo agora!Tua vida é tudo que encontroPara provar que a nossa vale.As lagartas monstruosasE os dentes do fogoQue comem tua florestaEsmigalham minha casa.TODASAS FERAS SÃO HOMENS;Todos os homens são feras.Eu te quero vivoEm mais que a memória!FILOSOFIA DE AÇÃO.É MELHOR O GOVERNO QUE MENOS GOVERNA.Deixa-me ser livre de ligamentos e tendênciasPara me tornar uma formaQue seja menos que espírito.DEIXA-ME SER UM LOBO,Uma lagarta, um salmão,OuUmaLONTRANadando nas águas prateadasSob o céu avermelhado.Fosse em uma mariposa ou um condorTu me verias voar!Amo esta carne da qual sou feito!Nela mergulho para encontrar a forma vital; mais simples!AH!EIS A CRIANÇA!!!!!!!!O QUE É A LIBERDADE QUANDO UMA CLASSE
  5. 5. MATA A OUTRA DE FOME?“Ecologia significa em sua forma mais simples, o estudo do ambiente.Porém em um sentido mais complexo, dizemos que ecologia é a ciênciaque estuda os seres vivos acima do nível do organismo individual. Estuda,portanto, a população, a comunidade, o ecossistema e a biosfera”.REFLEXÃOHá 4,5 bilhões de anos a Terra se formava entre explosões de gases tóxicos e altastemperaturas. Assim também ocorreu com os outros planetas do nosso sistemasolar, repetindo o ciclo de criação do universo. Porém, passados alguns bilhões deanos, a Terra, ainda "jovenzinha" começou a se distinguir de seus irmãos. Com oresfriamento da temperatura, formou-se uma pequena crosta na superfície. A águaresfriada, pode assumir a forma líquida e todos esses fatores, em comunhãopropiciaram a origem da vida.Ao olharmos ao nosso redor, podemos perceber as formas que a vida achou paracontinuar sua evolução. Grandes, pequenos ou microscópicos seres encontram-seaos milhares em nosso planeta e ainda assim, essa explosão de vida não chega acessar nem por um instante...O estudo que propicia o entendimento entre os organismos vivos e seu meio, foidenominado pela ciência como Ecologia. É bem verdade que o termo anda em vogaem virtude das alterações ambientais que andam ocorrendo no planeta. Osespecialistas do ramo vem tentando alertar a humanidade para os problemascausados pelo crescimento desenfreado e pelo modo de viver das pessoas queprejudicam não só o meio em que vivem, mas também o ambiente de todos osseres vivos.Contudo, podemos dizer que as campanhas são um tanto quanto apelativas e nãochegam a revelar às pessoas o verdadeiro significado da preservação. Comopodemos observar, o conceito assumiu uma conotação muito egoísta ao relacionara preservação dos outros organismos, única e exclusivamente à manutenção daespécie humana. A preservação do solo, dos rios da fauna e da flora remetemapenas a preservação da espécie que as destrói, não havendo assim umaelucidação para um fato muito mais importante: a preservação de uma existênciaharmoniosa entre todos os seres.
  6. 6. Nesse estudo sobre ecologia tentamos então, dar uma visão diferente ao nossoplaneta. Não mais como nossa morada, a Terra será vista daqui por diante comoum organismo vivo onde milhões de fenômenos maravilhosos ocorrem. Tentaremosmostrar quão vantajosa é a restruturação das cidades (limpeza dos riosarborização, despoluição), o fim dos desmatamentos e das caças predatórias. Masprincipalmente, tentaremos estimular o respeito para com a vida, pois só dessamaneira a humanidade entenderá porque é preciso preservar a vida na Terra e daTerra.É BOM SABER!OS BRASILEIROS E A ECOLOGIAFoi feita uma pesquisa com empresários, cientistas, técnicos governamentais entreoutras e uma das constatações da pesquisa quantitativa é que embora osbrasileiros manifestem muito interesse pelo tema da ecologia (51% dosentrevistados), para a metade deles, meio ambiente é sinônimo de natureza. Maisda metade também considera o governo como o principal responsável pelaproteção ambiental e 41% acham que o desmatamento e a indústria química são osprincipais “vilões” da ecologia. Mesmo os mais instruídos quase não relacionaramentre os principais problemas o lixo nem a falta de saneamento básico, que são, naopinião dos especialistas, os principais responsáveis pelas agressões ambientais.Na abordagem qualitativa, segundo um cientista (que não permitiu a revelação deseu nome), o maior problema é o projeto de modernidade que o Brasil quer. Semobjetivo social definido, dificilmente a sociedade brasileira vai incorporar a idéia deuma natureza sadia e ecologicamente equilibrada. (...) Em termos práticos, achoque o problema mais grave é o saneamento, pois diz respeito diretamente aohomem. Depois, a camada de ozônio e o aquecimento da Terra. Em terceiro lugar,a população das cidades e em quarto a Amazônia.Fonte: Revista Ecologia Hoje.CONCEITOS BÁSICOS:ECOLOGIA - Estudo das relações dos seres vivos entre si e com o ambiente ondevivem (do grego oikos, casa, e logos, ciência).BIOSFERA - Camada imaginária que abrange as regiões do planeta onde existevida. Sua limites vão dos picos das mais altas montanhas até as profundezas dasfossas abissais marinhas.POPULAÇÃO - Conjunto de indivíduos de mesma espécie que habita determinadaregião geográfica.
  7. 7. COMUNIDADE BIOLÓGICA ou BIOCENOSE - Populações de diferentes espéciesque convivem em determinada região.NICHO ECOLÓGICO - Conjunto de características alimentares e comportamentaisque definem o papel de um organismo no ecossistema.Ex: Herbívoros: Girafa - folhas altas Gazela - caule Inseto - folha Fungo - raizMAS: Apesar de serem todos consumidores primários, herbívoros, são de nichosecológicos diferentes... pois exercem sua função de modos variados.HABITAT - Local onde vive uma espécieFATORES ABIÓTICOS - Componentes não-vivos que interferem na vida dos seresvivos. Os principais são: água, ar, temperatura, luz. De acordo com as condiçõesdestes fatores, os seres vivos que convivem no ambiente fazem adaptações paraseu desenvolvimento.FATORES BIÓTICOS - Componentes vivos do ecossistema. Podem serclassificados em produtores, consumidores e decompositores.ECOSSISTEMA - Conjunto vivo formado pela comunidade e pelo biótopo. Consistena interação entre os seres vivos e o ambiente físico em que vivem. Cadaecossistema possui características próprias e relativas estabilidade. A alimentação éa principal relação entre as diferentes populações de um ecossistema. Exs.:floresta, lago, aquário e a própria biosfera. OBS.: Biótopo - “local onde vive a comunidade” Meio físico = Biótopo = Fatores Abióticos + ----------------------------> Ecossistema Comunidade = Biocenose = Fatores BióticosSERES AUTOTRÓFICOS - Produzem o próprio alimento a partir de substânciasinorgânicas. (fotossíntese ou quimiossíntese)SERES HETEROTRÓFICOS - Necessitam captar seus alimentos do meio em quevivem. OBS.: Fotossíntese  6 CO2 + 6 H2O luz------> C6H12O6 + 6 O2 Respiração Aeróbica  C6H12O6 + 6 O2 ------> 6 CO2 + 6 H2O + energia
  8. 8. NÍVEIS TRÓFICOS - Grupos de organismos de mesma nutrição. • Produtores: Seres Fotossintetizantes (algas, plantas, algumas bactérias; autotróficos) - mantém o ecossistema. • Consumidores: o Consumidores Primários: (herbívoros; heterotróficos) - alimentam-se dos produtores. o Consumidores Secundários: (carnívoros; heterotróficos) - alimentam- se de animais herbívoros. o Consumidores terciários: (carnívoros; heterotróficos) - alimentam-se de animais carnívoros. OBS.: Onívoros - animais de alimentação variada Homem - consumidor primário, secundário e terciário. • Decompositores - alimento através de decomposição da matéria orgânica permitindo a reciclagem da matéria, devolvendo-a em forma de compostos inorgânicos. Exs: bactérias e fungos. OBS.: Atenção! Os decompositores típicos são os fungos e bactérias. Existem outros seres
  9. 9. que também se alimentam de matéria orgânica morta ,como os urubus e ashienas que são carniceiros, e as minhocas e besouros que são detritívoros.
  10. 10. que também se alimentam de matéria orgânica morta ,como os urubus e ashienas que são carniceiros, e as minhocas e besouros que são detritívoros.

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