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<ul><li>Uma Leitura da Paisagem Centrada no Sujeito: Método de Valoração Contingente (MVC) </li></ul>
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Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos: Técnica de Valoração de Contingente <ul><li>A determinação deste valor foi...
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Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos <ul><li>87% dos agentes sociais estão dispostos a pagar um valor abaixo de ...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Quando aplicado o método de valoração econômica, constatou-se a dificuldade em induzir os ind...
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  1. 1. XIII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA A GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA E AS DINÂMICAS DE APROPRIAÇÃO DA NATUREZA A VALORAÇÃO DA PAISAGEM DA CHAPADA DIAMANTINA: UMA ANÁLISE DO ESPAÇO CONCEBIDO, VIVIDO E PERCEBIDO. Doutoranda: Delza Rodrigues de Carvalho Orientadora: Prof a . Dr a . Maria Geralda de Almeida
  2. 2. <ul><li>O artigo, além da introdução, está estruturado em três outras seções. </li></ul><ul><li>Na Seção 2 é apresentada a caracterização da área de estudo, os aspectos metodológicos da pesquisa e uma revisão bibliográfica do Método de Valoração Contingente (MVC) para mensuração do valor ambiental em atendimento à problemática e aos objetivos propostos na pesquisa. </li></ul><ul><li>Na seção 3 discute-se sobre o método de valoração da paisagem centrada no espaço, associada à análise centrada no sujeito (MVC), para estimar a disposição a pagar pela conservação/preservação dos municípios que delimitam o Parque Nacional da Chapada Diamantina. </li></ul><ul><li>As considerações finais, e retoma a validação definida na hipótese respaldada nos resultados obtidos com o referencial teórico . </li></ul>A VALORAÇÃO DA PAISAGEM DA CHAPADA DIAMANTINA: UMA ANÁLISE DO ESPAÇO CONCEBIDO, VIVIDO E PERCEBIDO .
  3. 3. INTRODUÇÃO. <ul><li>O artigo discute sobre a importância do Método de avaliação ambiental denominado, “Método de Contigência-MVC”, a partir da valoração da paisagem da Chapada Diamantina centrada no sujeito, para percepção geográfica do espaço concebido, vivido e percebido, associado de forma complementar a análise do espaço, numa perspectiva decomposição e recomposição da totalidade no viés sincrônico e diacrônico. </li></ul><ul><li>Os estudos que envolvem a valoração do patrimônio ambiental (paisagem) se tornam cada vez mais importante, pois, podem apresentar soluções práticas aos problemas de ocupação de territórios, planejamento ambiental e valoração de paisagem para conservação e proteção de áreas naturais. </li></ul><ul><li>Tem sido utilizados em projetos desenvolvidos por agentes financeiros internacionais(Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID). </li></ul>
  4. 5. <ul><li>discutir sobre a importância do Método de avaliação ambiental denominado, “Método de Contingência - MVC”, a partir da valoração da paisagem da Chapada Diamantina centrada no sujeito, para percepção geográfica do espaço concebido, vivido e percebido, associado de forma complementar a análise do espaço, numa perspectiva decomposição e recomposição da totalidade no viés sincrônico e diacrônico . </li></ul>OBJETIVOS
  5. 6. PERGUNTA DE PESQUISA <ul><li>Em que medida, existe múltiplas dimensões de espaço na Chapada Diamantina, a partir do cotidiano/não cotidiano dos grupos e/ou classes sociais - moradores locais, turistas, empresários, comerciantes e instituições - vinculando as representações do espaço ao percebido, concebido e vivido? </li></ul>
  6. 7. HIPÓTESES DE PESQUISA <ul><li>O uso e a apropriação dos espaços pelos indivíduos representados por turistas, empresários do turismo (donos de hotéis e agências de turismo), relacionados aos espaços públicos da região da Chapada Diamantina, têm uma lógica contrária à percepção e vivência , porém, favorável à materialização do espaço concebido. </li></ul><ul><li>A materialização do espaço concebido obedece à lógica da troca do mercado monitorado pelo interesse da classe dominante do capital. </li></ul><ul><li>O espaço percebido atribui às representações mentais materializadas funcionalidades e usos diversos, que correspondem a uma lógica de percepção da produção e da reprodução social </li></ul><ul><li>A apropriação do espaço pelos moradores locais dos municípios ocorre no plano da vida cotidiana, do vivido , por isso, entra em conflito com os grupos que atuam no espaço como forma de reproduzir o capital, o concebido. </li></ul>
  7. 8. DEFINIÇÃO METODOLÓGICA <ul><li>Os dados utilizados são procedentes de livros, teses universitárias, artigos em revista cientifica (CAPES), relatórios técnicos - Relatório de referência para solicitação de empréstimo ao BIRD e BID . </li></ul><ul><li>A aplicação da técnica intitulada MVC deveu-se ao fato de sua metodologia basear-se na criação de um mercado hipotético de produtos e serviços ambientais, para captar a disposição de pagar dos indivíduos . </li></ul>
  8. 9. DEFINIÇÃO METODOLÓGICA <ul><li>O questionário foi composto de cinco segmentos: as características socioeconômicas dos usuários; a análise de risco ambiental – conflitos de uso; o comportamento do usuário em relação ao ativo natural; o ponto de vista do usuário em relação ao Parque e, por último, a disposição a pagar do usuário- DAP. </li></ul><ul><li>Em relação ao DAP, foi constituído de perguntas estruturadas, no formato dicotômico (Referendum) e envolveu uma escolha do entrevistado para responder, (Sim / Não), inclusive, sendo o valor proposto veiculando ao pagamento na conta telefônica. </li></ul><ul><li>A pesquisa de campo, ocorreu durante os meses de Outubro e Novembro/2007 (época de aulas e normalmente com chuvas), férias escolares e verão até Fevereiro de 2008. Foram aplicados questionários, acompanhados da apresentação de um caderno de fotografias do Parque, que demonstraram seu estado atual de conservação e o que deverá ser feito para a recuperação do patrimônio. </li></ul>
  9. 10. A Formação da Chapada Diamantina no Contexto do Estado da Bahia <ul><li>A abordagem, diacrônica e sincrônica centrada no espaço/território capta a dinâmica que engendram o espaço turístico e a forma de apropriação da paisagem da Chapada Diamantina – BA pelos sujeitos, pois se compreende que as mesmas contemplam o poder no sentido concreto, de dominação, e também, o sentido simbólico, de apropriação. </li></ul><ul><li>A priori, Lefebvre (1986) refere-se sempre a espaço, e não a território. No discurso desse autor percebe-se que não se trata de um espaço no sentido genérico, e nem também, um espaço natural, porém, de um espaço-processo, socialmente construído que se inicia pela apropriação da natureza e dominação, uma característica marcante da sociedade hegemônica do capital. </li></ul>
  10. 11. A Formação da Chapada Diamantina no Contexto do Estado da Bahia <ul><li>São também utilizadas as categorias - forma, função estrutura e processo-, de análise de Milton Santos para enfocar o espaço/território nas suas perspectivas sincrônicas, enquanto paisagem, e diacrônica como resultante de um processo; </li></ul><ul><li>é reconhecido que o presente acumula formas espaciais do passado, </li></ul>
  11. 12. A Formação da Chapada Diamantina no Contexto do Estado da Bahia <ul><li>O que justifica, fazer um levantamento retrospectivo da Chapada Diamantina/Bahia - análise diacrônica - para entender as relações socioeconômicas vigentes – análise sincrônica -, da delimitação espacial de estudo; </li></ul><ul><li>O início do povoamento da Chapada Diamantina se deu com a exploração pecuária; </li></ul><ul><li>A formação econômica da Chapada Diamantina guarda fortes laços com o império açucareiro (engenho) a atividade mineral (ouro/diamantes) </li></ul>
  12. 13. A Formação da Chapada Diamantina no Contexto do Estado da Bahia <ul><li>Isso imprime uma marca na sociedade da Chapada Diamantina organizada num modelo exploratório de extração de recursos naturais específicos. </li></ul><ul><li>Os efeitos do modelo extensivo e intensivo do processo de colonização desencadearam empobrecimento dos solos, desequilíbrio ecológico e uma perda inestimável da biodiversidade, quando analisada sob o ponto de vista da apropriação do espaço </li></ul>
  13. 14. Elementos constitutivos do espaço <ul><li>Destaca-se os elementos constitutivos do espaço, segundo Milton Santos (1997), formado pelos homens, firmas, instituições, meio ecológico e a infra-estrutura, para entender o espaço turístico do Parque Nacional da Chapada Diamantina. </li></ul><ul><li>Sabe-se que a dimensão da produção espacial resulta da ação dos homens agindo e reagindo sobre o próprio espaço intermediado pelos ativos (bens) naturais e artificiais. </li></ul>
  14. 15. Elementos constitutivos do espaço <ul><li>Para o entendimento das perspectivas conceituais de “espaço” se remete a obra de Santos (1997, pp.6-7) que apresenta os elementos constitutivos do espaço formado pelos homens, firmas, instituições, meio ecológico e a infra-estrutura. </li></ul><ul><li>Os homens , correspondem à população residente Lençóis, Palmeira, Andaraí, Mucugê e Ibicora, e a demanda turística nesses municípios localizados na região da Chapada Diamantina. </li></ul><ul><li>As firmas correspondem no segmento turístico (comerciantes locais, serviços de hospedagem, alimentação, às agências e operadoras de viagens ), como também, as entidades (IBAMA, Corpo de Bombeiros) que exercem a função de regular, proteger e salvaguardar a qualidade ambiental </li></ul>
  15. 16. Elementos constitutivos do espaço <ul><li>As instituições correspondem às normas, ordens e legitimações (Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável – PDRS da Chapada Diamantina) que é referenciado nas diretrizes e prioridades do Governo do Estado da Bahia; </li></ul><ul><li>O meio ecológico refere-se à valoração ambiental inerente a conservação e preservação da biodiversidade do Parque Nacional da Chapada Diamantina e os recursos sócio-culturais referente à riqueza arquitetônica, e a vegetação exótica , quedas d‘água, cavernas e ruínas de antigos povoados ; </li></ul>
  16. 17. Elementos constitutivos do espaço <ul><li>A infra-estrutura dos municípios da área de estudo, enquanto elemento do espaço refere-se ao trabalho humano materializado ao longo do tempo. Em especifico, refere-se ao saneamento básico dos serviços de água, esgoto, coleta de lixo, serviço de saúde, telecomunicação, transportes, rodovias e sistema de energia elétrica. </li></ul>
  17. 18. Espaço Concebido, Vivido e Percebido <ul><li>Com base em Lefebvre (1986), vinculam-se as representações do espaço da Chapada Diamantina, para discutir os espaços vivido, concebido e percebido. </li></ul><ul><li>O concebido são as representações do espaço também, referentes às relações de produção, a ordem que estas impõem, a serviço de estratégia hegemônica. </li></ul><ul><li>O percebido aparece como uma intermediação da ordem distante e a ordem próxima referentes aos desdobramentos de práticas espaciais, que notoriamente, abarcam as relações sociais de produção </li></ul><ul><li>O vivido a aborda a dimensão concreta e abstrata, que corporifica o real e o imaginário, formando os espaços de representação, capazes de interpretarem a realidade social. </li></ul>
  18. 19. Espaço Concebido, Vivido e Percebido <ul><li>A partir dessas dimensões somos capazes de entender a relação dos chefes de famílias (moradores locais), turistas, comerciantes locais, empresários do turismo (donos de hotéis e agências de turismo) e instituições (IBAMA) que fazem do espaço dos municípios que delimitam o Parque Nacional da Chapada Diamantina, um complexo dinâmico de relações distintas, justapostas, interpostas e sobrepostas. </li></ul><ul><li>A apropriação do espaço pelos moradores locais da área de pesquisa ocorre na dimensão da realização da vida humana, no plano da vida cotidiana — do vivido —, por isso, entra em conflito com os grupos que atuam no espaço como forma de reproduzir o capital — o concebido . </li></ul>
  19. 20. Espaço Concebido, Vivido e Percebido <ul><li>As relações cotidianas que os moradores locais mantêm com os espaços habitados se revelam todos os dias nos modos de usos nas condições banais, secundário, e no acidental . </li></ul><ul><li>Diferente, dos turistas , associados aos sujeitos que efetivamente exercem poder - comerciantes locais, empresários do turismo (donos de hotéis e agências de turismo) e instituições (IBAMA) - que de fato controlam os espaços da Chapada Diamantina. </li></ul><ul><li>A partir dessa realidade, conclui-se que todo território expressa simultaneamente diferentes combinações, funcional e simbólico, pois os sujeitos exercem domínio sobre o espaço, tanto para realizar funções, quanto para produzir significados </li></ul>
  20. 21. Espaço Concebido, Vivido e Percebido <ul><li>O uso e a apropriação dos espaços pelos turistas, empresários do turismo (donos de hotéis e agências de turismo), relacionados aos espaços públicos da região da Chapada Diamantina. Eles têm uma lógica contrária à percepção e vivência, porém, favorável à materialização do espaço concebido </li></ul><ul><li>A materialização do espaço concebido , obedece à lógica da troca, de interesse da classe dominante dos comerciantes locais e empresários do turismo (donos de hotéis e agências de turismo) evidenciando as inter-relações e conflitos que ocorre nesse processo que envolve o espaço urbano e rural. Com este sentido, o espaço público reduz-se à mediação do mercado. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Uma Leitura da Paisagem Centrada no Sujeito: Método de Valoração Contingente (MVC) </li></ul>
  22. 23. Perfil modal do freqüentador . <ul><li>Observou-se no trabalho empírico, 52% do sexo masculino, contra 48% de visitantes do sexo feminino. </li></ul><ul><li>A faixa etária, o turismo na Chapada Diamantina tem a preferência do público jovem, dado que 54% do total perguntado situaram-se em 18 a 45 anos. </li></ul><ul><li>Destaca-se que 88,1% dos entrevistados com mais de 25 anos tinham nível superior completo ou estavam na faculdade). </li></ul><ul><li>No conjunto do fluxo de turistas nacionais e estrangeiros, 97% dos entrevistados responderam que o patrimônio histórico e os atrativos naturais - trilhas, cachoeiras, vegetação, grutas, rios, ruínas de antigos povoados </li></ul>
  23. 24. Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos: Técnica de Valoração de Contingente <ul><li>A determinação deste valor foi feito a partir das preferências dos consumidores e não aquelas das observações de mercado. A técnica foi aplicada com valores pontuados de 0 a 5 cada questão, até que fosse identificada a sua disposição de pagar - DAP pela conservação do meio ambiente. </li></ul><ul><li>Deu-se ênfase ao valor que as pessoas imputam a beleza cênica das paisagens, ao estado de conservação do atrativo turístico, as reservas florestais, os mananciais de águas existentes, associadas às preferências de atividades que os turistas gostam de exercer ao ar livre , aos aspectos importantes na escolha para a recreação, que definem o fluxo de turistas na região. </li></ul>
  24. 25. Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos: Técnica de Valoração de Contingente <ul><li>cada agente social, moradores fixos dos diferentes municípios valorizou os atrativos turísticos, com maior pontuação, àqueles situados nos seus limites, ou então, àqueles ofertados nos pacotes turísticos das agências de turismo, que ficam situadas em Lençóis. </li></ul><ul><li>A essa ação acrescenta-se a experiência individual de cada um, resultante da bagagem cultural, história de vida, pensamentos e sentimentos. Envolve uma visão de mundo consciente e inconsciente, sempre subjetiva e permeada pelo imaginário </li></ul>
  25. 26. Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos <ul><li>Dos 123 agentes sociais entrevistados, 92 responderam que sim e 31 desses disseram que não pagariam taxas. Os resultados dos dados demonstram implicitamente o comportamento dos diversos agentes sociais locais dos diversos municípios, no tocante, ao grau de afetividade e ao significado relativo; isso os leva a agir e a reagir sobre o meio circundante, influenciados em parte pelo modo de elaborar e refletir sobre os resultados de suas experiências com o mundo, ou melhor, com seu lugar </li></ul>
  26. 27. Determinação do Valor dos Atrativos Turísticos <ul><li>87% dos agentes sociais estão dispostos a pagar um valor abaixo de R$ 100,00/ por ano; </li></ul><ul><li>Ratifica-se o princípio de que, em geral, estimam apenas valores mínimos para os bens em avaliação, mesmo porque a qualidade ambiental atual tende a ser tida como de direito. Por isso, as pessoas não consideram justo pagar o valor expressivo para assegurá-la. </li></ul>
  27. 28. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Quando aplicado o método de valoração econômica, constatou-se a dificuldade em induzir os indivíduos a revelaram sua verdadeira disposição de pagar pela conservação do recurso ambiental, em razão da responsabilidade individual do entrevistado frente à questão e a possibilidade de aproveitamento coletivo advindo da conservação ambiental. </li></ul><ul><li>os estudos que envolvem os métodos de valoração ambiental a partir da valoração da paisagem se tornam cada vez mais importante, pois, podem fornecer informações que demonstram ou não a necessidade de conservar/preservar determinadas áreas ambientais; apresentar soluções práticas aos problemas de ocupação de territórios, realizar e implementar planejamento para ocupação de áreas que causem menos impacto ao ambiente natural. </li></ul>

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