Sistemasdeinformaogerencial 101111092131-phpapp02

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Sistemasdeinformaogerencial 101111092131-phpapp02

  1. 1. André Santos Silva, Felipe Diego de Oliveira, José Gustavo, Marcos Cordeiro e Rodrigo Bergamim. Prof. Antonio Brangionni. Eunápolis, Novembro de 2010.
  2. 2. Evolução dos Sistemas de Gestão Anos 60 – Bill of materials (lista de materiais); Anos 70 – MRP ; Anos 80 – MRP II ; Anos 90 - ERP ; Anos 2000 – ERP + CRM/SCM ; ERP + CRM / SCM ERP MRP II MRP BOM
  3. 3. MRP material /manufacturing requirements planning • amplamente empregados pela  Estrutura MRP indústria de manufatura desde a década de 70; Prev Vendas Pedidos •foco na produção; • ferramenta computadorizada para auxiliar a empresa a calcular suas necessidades de materiais nas quantidades e no tempo requerido; Lista de Materiais MRP Estoques • MRP II passa a controlar os processos de produção. • Passou a ser incorporado como um módulo parte do ERP; Ordens Compra Planos de Materiais Ordens Produção
  4. 4. ERP enterprise resource planning Características mais comuns: Um sistema ERP tem a finalidade de integrar todos os departamentos e funções dentro de uma empresa por meio de uma ferramenta computacional única, com capacidade para suportar as necessidades dos departamentos (Koch et al., 2001). Estrutura: Com relação à sua estrutura, os sistemas ERP são compostos por uma base de dados central apoiada por vários módulos de aplicativos (Zancul, 2000). Generalidade: Deve ser capaz de suportar uma vasta gama de tipos de organizações (Tuteja, 1999). Arquitetura Cliente/Servidor: Com a tecnologia cliente/servidor, o software pode estar centralizado em um computador, sendo acessado por vários computadores periféricos (Curran e Keller, 1998) Melhores Práticas de Negócio: suas funcionalidades devem ser baseadas nas melhores práticas existentes no mercado.
  5. 5. ERP enterprise resource planning Atividades FIM*: Operações e Logística • Inventário • Planejamento de materiais • Manutenção • Planejamento da produção • Gerência de projetos • Requisições de compras • Controle de perdas Atividades Meio*: Vendas e Marketing Recursos Humanos • Ordem de pagamento • Estimativas • Gerenciamento de vendas • Avaliação de vendedores • Alocação de recursos humanos • Folha de pagamento • Planejamento de pessoal • Despesas de viagem Finanças: • Contabilidade • Gerenciamento de caixa • Custos • Livro razão • Lucro • Contas a receber e a pagar Setores da organização suportatos por um sistema ERP(DAVENPORT, 1998) * classificação conceitual confrontado o ambiente da organização com a estrutura do sistema ERP em análise (SANTOS, CARVALHO & MIRANDA, 2000).
  6. 6. ERP enterprise resource planning Estrutura típica de fucionamento de um sistema ERP (DAVENPORT, 1998)
  7. 7. ERP enterprise resource planning Dentre vários fatores críticos de sucesso na implementação de um sistema ERP, a seguir serão apresentados os 10 mais importantes, segun do PINTO (1998:62): Commitment; Gerenciamento de mudanças; 3. Usuários-chave; 4. Gerente do projeto; 5. Treinamento; 6. Papéis na implementação do sistema; 7. Adaptação do sistema à empresa e vice-versa; 8. Know-how; 9. Quality Assurance; 10. Simplificar. 1. 2.
  8. 8. CRM customer relationship management Marketing de Relacionamento com Clientes (CRM) é definido como uma estratégia empresarial que permite às empresas selecionar e administrar seus clientes com a finalidade de maximizar seu valor a longo prazo. (Ekstam et al., 2001); •Para Stone et al. (1996), CRM significa aprender a implementar as melhores práticas de gestão de clientes, bem como os sistemas que permitem tal implementação; Mercado mais competitivo Novos meios de comunicação Consumidor bem informado e exigente Aumento do custo de aquisição de clientes • Rigby et al. (2002) afirma que CRM é o meio de edificação das estratégias e processos com o cliente, apoiado pelo software apropriado, com o propósito de melhorar a fidelidade do consumidor e, conseqüentemente, o lucro da empresa. CRM
  9. 9. CRM customer relationship management 1 2 Identificar Diferenciar Cliente Individualmente & Meios de Contato Por valor, potencial e necessidades iIDIP* Cliente de Maior Valor i 3 4 Personalizar Produto ou Serviço Feedback Interagir (e lembrar) *Conceito IDIP ou “one-to-one” (PEPPERS; ROGERS, 1994).
  10. 10. CRM customer relationship management Aspectos contidos sistema CRM Automação de Marketing • aplicativos que otimizam o processo de marketing em uma empresa, com o objetivo de alocar recursos para mercados alvos com os maiores valores potenciais, ferramentas de data mining e de database marketing. Automação da Força de Vendas • conjunto de softwares administra e otimiza o ciclo de vendas da empresa, aumentando sua produtividade, principalmente, por meio da otimização da realização dos contratos. Suporte e Serviço ao Cliente • aplicativos desenvolvidos à parte de outros pacotes CRM, como, por exemplo, help desks automatizados e sistemas de call center. Definição segundo : Cherry Tree e Co. Research (2000)
  11. 11. SCM supply chain management Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) é a gestão de uma rede interligada de empresas envolvidas na prestação final do produto e serviços requeridos por clientes finais (Harland, 1996). Segundo Poirier & Reiter (1997), uma cadeia de suprimentos é um sistema por meio do qual empresas e organizações entregam produtos e serviços a seus consumidores, em uma rede de organizações interligadas. Cadeia de valor (value chain): atividades desenvolvidas dentro de uma empresa, do início do processo de planejamento de produção até o produto chegar ao consumidor final; Cadeia de fornecimento ou suprimento (supply chain): Envolve atividades mais ligadas à produção física e movimentação, do fornecedor até o cliente, ultrapassando, portanto, as fronteiras de uma empresa. Cadeia de demanda (demand chain): atividadesligadas à demanda dos clientes, garantindo que a oferta de valor esteja alinhada com as necessidades dos clientes. Revista HSM Management n.39 julho-agosto 2003
  12. 12. SCM supply chain management Objetivos: Atividades: Suprimentos Manufatura Distribuição • Qualificação e seleção de Fornecedores; • Negociação; • Gestão dos pedidos a fornecedores; • Gestão de estoques de matérias-primas e insumos; • Planejamento e controle da Produção; • Execução da produção; • Gestão da qualidade; • Controle da produtividade; • Gestão e operação de armazéns e centros de distribuição; • Transporte e distribuição; • Contratação de serviços logísticos; • Gestão de estoques nos clientes; • Coordenação das devoluções; • Redução de custos; • Aumento dos prazos de Pagamento; • Garantir suprimento de matérias-primas e; insumos à operação. • Reduzir perdas nas linhas; • Garantir qualidade; • Maximizar uso da capacidade instalada. • Garantir atendimento do pedido; • Minimizar perdas de produto Acabado; • Minimizar custo de distribuição e Armazenagem; • Minimizar estoques de produto Acabado. Esquema do Supply-Chain Operations Reference Model (SCOR) www.supply-chain.org, (2010)
  13. 13. Conclusão: O cenário administrativo-empresarial tem sofrido profundas mudanças ao longo das últimas décadas. Neste contexto, dois conceitos marcaram, especialmente, as transformações na ideologia empresarial: o primeiro, que causou um grande impacto nas empresas, foi o conceito de processos de negócio, em substituição à visão departamental até então prevalecente. E o segundo, atualmente em processo de adaptação nas organizações, é o conceito de gestão colaborativa, a partir do qual se desdobram outros conceitos como CRM e SCM.
  14. 14. CHERRY TREE & CO. RESEARCH. Extended Enterprise Applications. Disponível em: <http://www.cherrytreeco.com>. Acesso em: 10 novembro 2010. CURRAN, T.; KELLER, G. SAP R/3 Business Blueprint: understanding the business process reference model. New Jersey: Prentice Hall PTR, 1998. DAVENPORT, T. H. Putting the Enterprise into the Enterprise System. Harvard Business Review, Cambridge, v. 76, n. 4, p. 121131, jul/aug 1998. EKSTAM, H.; KARLSSON, D; ORCI, T. Customer Relationship Management: a maturity model. Disponível em: <http://www.crmforum.com>. Acesso em: 10 novembro 2010. PEPPERS, D, ROGERS, M. CRM Series – Marketing 1 to 1: Um Guia Executivo para Entender e Implantar Estratégias de Customer Relationship Management ,1994. PINTO, A. (1998). Ponto de Vista. Revista SAPerspectiva, São Paulo: nº 6-8, p.62-63. RIGBY, D. K,; SCHEFTER, R.; SCHEFTER, P. Avoid the four perils of CRM. Harvard Business Review. Cambridge, v. 80, n. 4, p. 101107, 2002. Supply-Chain Operations Reference Model (SCOR) . Disponível em: www.supply-chain.org, Acesso em: 10 novembro 2010. SANTOS ; CARVALHO, J. A. & MIRANDA, L. C. (2000) - Uma abordagem sobre custos de sistemas integrados de gestão empresarial: Sistemas ERP. Anais do VII Congresso Brasileiro de Custos, Recife, Agosto, 84-97. STONE, M.; WOODCOK, N.; WILSON, M. Managing the Change from Marketing Planning to Customer Relationship Management. Long Range Planning. v. 29, n. 5, p. 675-683, 1996. TUTEJA, A. Enterprise Resource Planning: What’s there in it! Disponível em: <http://www.erpassist.com/documents/document.asp?i=50> Acesso em: 10 novembro 2010. ZANCUL, E. S. Análise da Aplicabilidade de um Sistema ERP no Processo de Desenvolvimento de Produtos. 2000. 192 p. Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2000.

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