1 instalações

2.753 visualizações

Publicada em

Instalações elétricas industriais, usadas em montagens e formas de construir e formar instalações precisas e corretas

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.753
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
82
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

1 instalações

  1. 1. ;É x n n ' ? e ^ L' 'à'“ã. àã= z“f'. vífí1 r. ._. r-__› 4,5: ' ' ' r --. na 'n13' . ("'›'““' a l' i - - - 14- IEDIÇAUà 4- -Jvêyíhn vel! !! _A ; WLnÍÇÍÉ comum¡ NORMA Í¡ f = - _ *v ' ' . L: ; f-"àtpti 8.13» rn 1 ~
  2. 2. 2.1. Simbologia Padronizada 2. 1. Simbologia Padronizada Desde os tempos antigos o homem se preocupa em transmitir para gerações futuras seus inventos, suas idéias, seus pensamentos, e para isso utiliza várias formas, dentre as quais o desenho e os símbolos. Hoje, devido à complexidade do sistema de produção, o caminho a ser percorrido desde o projeto inicial "idéia técnica" até o produto final "projeto executado" passa por diversas etapas, não permitindo que uma mesma pessoa idealize e execute. Devido a isso cabe a cada pessoa ou determinado setor um limitado campo de atuação, isto é, procura-se distribuir as tarefas a um número maior de pessoas. Nos modemos escritórios de projetos elétricos, muitas pessoas participam da sua execução: os projetistas, os engenheiros, os técnicos, os desenhistas, os eletricistas, etc. , além de outros especialistas, cada um com uma missão bem-definida. Para que haja perfeito entrosamento e todos os profissionais envolvidos no projeto tenham uma visão de conjunto do que se pretende executar, adota-se uma linguagem comum - a simbologia padronizada. A simbologia, por se tratar de uma forma de linguagem, bem como todo o conjunto que completa um determinado projeto (esquemas, detalhes, desenhos, etc. ), deve ser EXATA (para ser compreensível) e também clara e de fácil interpretação para os que a utilizarem. Do mesmo modo que uma língua, a simbologia está subordinada a regras, que são as NORMAS TÉCNICAS (NBR 5444). Veja em seguida uma série de símbolos que deve ser utilizada pelos projetistas de instalações elétricas em duas versões: esquema multifilar e esquema unifilar. Os símbolos dos esquemas multifilares são utilizados somente para representação de esquemas elementares para demonstração ou experiências em laboratório. Os símbolos assinalados com "*" foram acrescentados pelos autores como sugestão na elaboração de desenhos e projetos elétricos. Na coluna denominada "unifilar", a norma NBR 5444 estabelece como sendo "símbolo". Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Predíais 37
  3. 3. A. Dutos e Distribuição É Eletroduto embutido no teto ou parede. Diâmetro 25 mm. Eletroduto embutido no piso. Tubulação para telefone externo. Tubulação para telefone intemo. Tubulação para campainha, som, Indicar na legenda o anunciador ou outro sistema. sistema passante. Condutor de fase no interior do eletroduto. Condutor neutro no interior do eletroduto. Condutor de retorno no interior do eletroduto. Condutor de proteção (terra) no interior do eletroduto. Í Condutor bitola 1,0 mmz, fase para campainha, _ _ _ _ Se for bitola maior, lndlCá-la. ii Condutor bitola 1,0 mmz, retorno para campainha. Condutor seção 1,0 mma, neutro para campainha. + Condutor positivo no interior do eletroduto, " Condutor negativo no interior do eletroduto. _ _ lndícar a bitola (seção) utilizada: < Cordoalha de tam' em 50- significa 50 mmz. 2 Condutores neutro, fase e terra no interior do eletroduto. com indicação do número do circuito e seção dos ' condutores. Leito de cabos com um circuito passante, composto de três fases, cada um por dois cabos de 25 mmz mais dois cabos de neutro bitola 10 mmz. Unifilar -e- | 7 (Ii Todas as dimensões em mm. Indicar a bitola se não for 15 mm. I gt *I RouSouT lll llll Cada traço representa um condutor. Indicar bitola (seção), número do circuito e a bitola (seção) dos condutores, exceto se forem de 1,5 mmz. J_-OU | | llllll llll ! tl Neutro, Fase e Terra 25- significa 25 mmz. 10- significa 10 mm? , Caixa de passagem no piso. Dimensões em mm. Cx. pass. (200x200x100) 38 Instalações Elétricas Predíais
  4. 4. É significado _a5- Cx. pass. (200x200x100) Indicar altura e se necessário fazer detalhe (dimensões em mm). Caixa de passagem na parede. No desenho, aparecem quatro sistemas que são habitualmente: l- Luz e força II- Telefone (Telebrás) lll- Telefone (P(a), Bx, ks, ramais) IV-Especiais (comunicações) Sistema de calha de piso. B. Quadros de Distribuição É Sisnificado Quadro terminal de luz e força aparente. QD Quadro terminal de luz e força embutido. QD Quadro geral de luz e força aparente. QD I | ||| ||| Indicar as cargas de luz em watts e Quadro geral de luz e força de força em W ou kw' embutido. QD Caixa de telefones. QD ; - ' ' Quadro de A y Caixa para rnedidor ou mediçao embutido. QM i Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Predíais 39
  5. 5. C 40 . Interruptores Multifilar Significado Interruptor simples de uma seção (uma tecla). Interruptor simples de duas seções (duas teclas). A letra minúscula indica o ponto de comando. Interruptor simples de três seções (três teclas). Conjunto de interruptor simples de uma tecla e tomada. O número entre dois traços indica o circuito correspondente. As telas minúsculas indicam o ponto comandado e o número entre dois traços, o circuito correspondente. Conjunto de interruptor simples de duas teclas e tomada. Interruptor paralelo de uma seção (uma tecla) ou three-way. A letra minúscula indica o ponto comandado. Interruptor paralelo de duas seções (duas teclas) l A letra minúscula indica os pontos comandados. Interruptor paralelo de três seções (três teclas) l 53W <s, ,› s3w2 (sz, s3w3 (S3, S3w (Si) Interruptor paralelo bipolar. A letra minúscula indica o ponto comandado. Interruptor intermediário ou four way. Interruptor simples bipolar. Botão de campainha na parede (ou comando a distância). Botão de campainha no piso (ou comando a distância). Minuteria eletrônica, ref. PIAL. Instalações Elétricas Predíais
  6. 6. C. Interruptores Chave seccionadora com fusíveis. Abertura sem carga. Chave seccionadora com fusíveis e abertura em carga. Chave seccionadora. Abertura sem carga. Chave seccionadora. Abertura em carga. D_ _ t , l Indicar tensão, corrente is un or a o . . . . . 'I eo e potencias nominais. ¡Ap ou Interruptor automático * por presença. A1 A1 ou A2 A2 a OU |32| 0:_ íoí o: i ir Indicar tensão e corrente nominais. lr li i l T l T Bobina do relé de impulso. Série 13 - Relé de Impulso Eletrônico 10A - 16A Série 20 - Relé de Impulso Modular 16A Série 26 ~ Relé de Impulso 10A (Finder) Série 27 - Relé de Impulso 10A (Finder) Relé de impulso com um contato auxiliar (unipolar). Relé de impulso com dois contatos auxiliares (bipolar). e 5 Relé de impulso com três contatos auxiliares (tripolar). Montagem em caixa: 5'IT5133-220V (Siemens) Chave reversora. Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Predíais 41 2-3.. . s r* r x
  7. 7. D. Luminárias, Refletores e Lâmpadas Multifilar Õ -4- 2x100W a X -4- Ç 2x100W L -4- 2x100W Ponto de luz incandescente no teto. Indicar o número de lâmpadas e a potência em watts. A letra minúscula indica o ponto de comando, e o número entre dois traços, o circuito. Ponto de luz incandescente no teto (embutido). Deve-se indicar a altura da arandela. Ponto de luz incandescente na parede (arandela). A letra minúscula indica o ponto de comando, e o número entre dois traços, o circuito. Ponto de luz a vapor de mercúrio no teto. Indicar o número de lâmpadas e a potências em watts. A letra minúscula indica o ponto de comando, e o número entre dois traços, o circuito. Ponto de luz fluorescente no teto (Indicar o número de lâmpadas e na legenda, o tipo de partida do reator). Deve-se indicar a altura da luminária. Ponto de luz fluorescente na parede. Ponto de luz fluorescente no teto (embutido). Ponto de luz fluorescente no teto em circuito vigia (emergência). Ponto de luz incandescente no teto em circuito vigia (emergência). l l Sinalização de tráfego (rampas, entradas, etc. ). Lâmpada de sinalização. Indicar potência, tensão e tipo de lâmpadas. Poste com duas luminárias para iluminação externa. Indicar as potências e tipo das lâmpadas. Lâmpada obstáculo. Minuteria, 42 Instalações Elétricas Predíais
  8. 8. .q, _.. E. Tomadas É si, ¡. Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Predíais Significado Tomada de corrente na parede, baixa (300 mm do piso acabado). A potência deve ser indicada ao lado em VA (exceto ser for de IOOVA), como também o número do circuito correspondente e a altura da tomada, se for diferente da normalizada; se a tomada for de força, indicar o número de HP, CV ou BTU. Tomada de corrente a meia altura (1.300 mm do piso acabado). Tomada de corrente alta (2.000 do piso acabado). Tomada e corrente fase/ fase meia altura (1.300 mm do piso acabado . Dentro do círculo, indicar o número de chamada em algarismos romanos. Quadro anunciador. 43
  9. 9. F. Motores e Transformadores É Gerador I_ Motor . - : - as - * Estes simbolos não constam na norma NBR 54441989. Foram acrescentados como sugestão, tendo em vista facilitar a execução de projetos de instalações elétricas. Indicar as características nominais. Indicar as características nominais. Indicar a relação de espiras e valores nominais. Indicar a relação de espiras, classe de exatidão e nível de isolamento. A barra de primário deve ter um traço mais grosso. Transformador de potencial Transfonnador de corrente (um núcleo) Transformador de potencial Transformador de corrente (dois núcleos) 44 Instalações Elétricas Predíais
  10. 10. 8.1. Cargas dos Pontos de Utilização l 8.2. Previsão de Cargas conforme a NBR 5410:2004 8.3. Quadro de Distribuição 4 8.4. Divisão da Instalação em Circuitos Terminais l l l l 8.1. Cargas dos Pontos de Utilização - Cada aparelho de utilização (lâmpadas, aparelhos de aquecimento, eletrodomésticos, etc. ) necessita, para o seu A , funcionamento, de uma determinada potência, a qual é solicitada da rede de energia elétrica da l concessionária. _ e o sampa a tenérsinêélé: ~ ; ic 8.2. Previsão de Cargas Conforme a NBR 5410:2004 A Norma NBR 5410:2004 estabelece as condições mínimas que devem ser tomadas com relação à - . . . ,, . , . . .. . _ . i determinação das potencias, bom como as quantidades aplicaveis a locais utilizados como habitaçao, fixa ou temporária, compreendendo as unidades residenciais como um todo e, no caso de hotéis, motéis, flats, apart-hotéis, casas de repousos, condomínios, alojamentos e similares, as acomodações destinadas aos hóspedes, › é l aos intemos e a servir de moradia a trabalhadores do estabelecimento" (95.1) ' 1 8.2.1. Iluminação l; 8.2.1.1. Métodos para o Cálculo de Iluminação l Os principais requisitos para o cálculo da iluminação estão relacionados com a quantidade e qualidade da k iluminação de uma determinada área, seja de trabalho, lazer ou simples circulação. Existem vários métodos para o cálculo da iluminação. São os seguintes: â Pela carga mínima exigida pela norma NBR 5410:2004; Pelo método dos lumens; í Pelo método das cavidades zonais; Pelo método do ponto por ponto; Pelos métodos dos fabricantes: PHILIPS, GE, LUMICENTER, etc. x FPWPF . Notas: 1. Os cálculos de iluminação podem ser feitos com auxílio da informática, possibilitando para as situações mais complexas, soluções rápidas e precisas. 2. O objetivo deste livro é fornecer informações básicas sobre conceitos e grandezas de luminotécnica. Caso necessite de informações mais aprofundadas sobre este assunto, consulte as literaturas especificas ou entre em contato com os fabricantes de lâmpadas e luminárias. Vamos nos limitar apenas ao que diz a BR 54IQ: ÍÊÊQÍÍ. .ÊÊÊÃÊ. .llEÉEllIlÊSÊ9.. .§ÊãlÊ? “ElÊl: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . A NBR 5410:2004 - 9.5.2.1 - estabelece os seguintes critérios para iluminação: l l I 1. A Quantidade Mínima de Pontos de Luz deve atender às seguintes condições u Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz no teto, comandado por interruptor (9.5.2.1.1). Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 187
  11. 11. Notas: 1. Nas acomodações de hotéis, motéis e similares pode-se substituir o ponto de luz fixo no teto por tomada de corrente, com potência mínima de 100 VA, comandada por interruptor de parede. 2. Admite-se que o ponto de luz fixo no teto seja substituido por ponto na parede em espaços sob escada, depósito, despensas, lavabos e varandas, desde que de pequenas dimensões e onde a colocaçã ' df' 'l ' ' conven'ente. I Arandelas de banheiros: a norma não faz nenhuma referência a respeito das arandelas de banheiros. No entanto, por critérios práticos, recomenda-se a sua utilização, mantendo uma distância mínima 0,60 m (60 cm) do limite do boxe. 2. As Potências Mínimas de Iluminação devem atender como altemativa à aplicação da ABNT NBR 5413. Conforme prescrito na alínea "a" de 4.2.1.2.2 pode ser adotado o seguinte critério: a) Em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6m2. Deve ser prevista uma carga minima de 100 VA. Deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m2, acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m2 intemos. b) Em cômodos ou dependências com área superior a 6m2. otas. s valores apurados 'lcorlresponderri à põlência destinadamã ilurriinaçãorpara efeito duewdirlrlvensionamento circuitos, e não necessariamente à potência nominal das lâmpadas. 2. A NBR 5410:2004 não estabelece critérios para ilu ' ' ' ' tad ' t' t edo lie t 8.2.2. Tomadas 8.2.2.1. Recomendações da NBR 5410:2004 8.2.2.1.1. Condições para estabelecer a quantidade mínima de Tomadas de Uso Geral (TUG's) O número de pontos de tomada deve ser determinado em função da destinação do local e dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados, observando-se no mínimo os seguintes critérios (9.5.2.2.1). Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao Iavatórío. Admitem-se tomadas de corrente, no volume 3 (Área a partir de 60 cm do limite do boxe ou da banheira), desde que elas sejam (9.432): a. alimentadas individualmente por transformador de separação de acordo com 5.1.2.4; ou b. alimentadas em SELV ("separated extra-low voltage"), uso de extrabaixa tensão, 5.1.2.5; ou c. protegidas por dispositivo DR com corrente diferencial-residual nominal não superior a 30 mA. Nenhum interruptor ou tomada de corrente deve ser instalado a menos de 0,60m da porta aberta de uma cabine de banho pré-fabricada (9.1.4.3.3). Em banheiros. Em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, lavanderias e locais analogos. Deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada da pia devem ser previstas no minimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos (separados). Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada. Nota: Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu acesso, quando a ser usado para alimentação de mais de um equipamento tão uniformemente quanto possível. c) Em varandas. Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçadas tão uniformemente quanto possível. Nota: Particularmente no caso de salas de estar, deve-se atentar para a possibilidade de que um ponto de tomada venha a ser usado para a alimentação de mais de um equipamento (Por ex. : Tomadas de corrente para televisor, videocassete, DVD, aparelho de TV a cabo, etc. ), sendo recomendável equipa-lo com a quantidade de tomadas julgada adequada (4.2.1.2.3 -"e"). d) Em salas e dormitó- rios. 188 Instalações Elétricas Predíais r4<
  12. 12. Um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for igual ou inferior a 2,25 m2. Admite-se que esse ponto seja posicionado extemamente ao cômodo ou dependência, a até 0,80 m no máximo de sua porta de acesso. Um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for superior a 2,25 m2 e igual ou inferior a 6 m2. Um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, se a área do cômodo ou dependência for superior a 6 m2, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível. e) Em cada um dos de- mais cômodos e de- pendências de habita- ção devem ser previs- tos pelo menos: Em haHs de serviço, salas de mauntenção e salas de equipamentos, tais como casas de máquinas, salas de bombas, barriletes e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de Tomada de Uso Geral. Aos circuitos terminais respectivos deve ser atribuída uma potência de no mínimo 1.000 VA. (cf. 4.2.1.23 - "b") 8.2.2.12. Potências atribuíveis aos pontos de tomada (9.5.2.2.2). A potência a ser atribuída a cada ponto de tomada é função dos equipamentos que ele pode vir a alimentar e não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos: Atribuir no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até três, e 100 VA por ponto para as excedentes, considerando-se cada um desses ambientes separadamente. Quando o total de tomadas no conjunto desses ambientes for superior a seis pontos, admite-se que o critério de atribuição de potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, sempre considerando cada um dos ambientes separadamente. a) Em banheiros, copas-cozinhas, cozinhas, áreas de copas, serviço, lavanderias e locais análogos. b) Nos demais cômodos ou dependên~ mas Atribuir no mínimo 100 VA por ponto de tomada. Aquecedor elétrico de água: A Norma diz que: "a conexão do aquecedor elétrico de água ao ponto de utilização deve ser direta, sem uso de tomada de corrente (9.5.2.3). (veja figuras 8.16 e 8.17) Nota: A Norma não entra em detalhes de como fazer a conexão direta, se por conectores ou emenda simples (ver item 10.6). Fica evidente, portanto, que não é permitido conectar chuveiro, torneira elétrica e aquecedores de água com bplugues e tomadas. Figura 8.1 - Churrasqueira portátil. Figura 8.2 - Aquecedor de ambiente. Figura 8.3 - Lavadora de pressão. 8.2.2. 1.3. Condições para estabelecer a quantidade e potência de Tomadas de Uso Específico (TUE's) 'I A quantidade de TUE's é estabelecida de acordo com o número de aparelhos de utilização, com corrente nominal superior a 10 A. (9.5.3.1) Atribuir a potência nominal do equipamento a ser alimentado ou à soma das potência nominais dos equipamentos a serem alimentados (por exemplo: sistema de ar condicionado, hidromassagem, etc. ). Quando valores precisos não forem conhecidos, a potência atribuída ao ponto de tomada deve seguir um dos dois critérios: (4.2.1.2.3 - "c"): - potência ou soma das potências dos equipamentos mais potentes que o ponto pode vir a alimentar; ou - potência calculada com base na corrente de projeto e na tensão do circuito respectivo. Previsão de Cargas e Divisão das instalações Elétricas 189
  13. 13. - Os pontos de TUE's devem ser localizados no máximo a 1,5 m do ponto previsto para a localização do equipamento a ser alimentado. (4.2.1.2.3 - "d") As tomadas de Uso Específico (TUE's) são aquelas destinadas à ligação de equipamentos fixos ou estacionários, como, por exemplo: Figura 8.4 - Chuveiro. Figura 8.5 - Torneira elétrica. Figura 8.6 - Lavadora de louças. 8.2.2.1.4. Conclusão A carga de iluminação é determinada em função da área do cômodo da residência. A carga de tomadas é determinada primeiramente pela quantidade e em função da: I área do cômodo; I valor do perímetro; I valor da área e do perímetro. 8.2.3. Potências Típicas de Aparelhos Eletrodomésticos Tabela 8.1 - Valores de Potências Típicas de Aparelhos Eletrodomésticos. Potênchuw) Potência (W) Aquecedor de água por acumulação: Congelador (freezer) 300 a 500 ° 30 e 50 litros 2.000 - 80 litros - 110 e 150 litros ° 200 litros - 300 litros - 500 litros 700 a1-500 Condicionador de ar: - 7.500 BTU/1975 kcal/ h 1.060 a 1.195 ' 9.000 BTU/2375 kcal/ h 925 a 983 10.500 BTU/2625 kcal/ h 1.300 a 1.510 12.500 BTU/3125 kcal/ h 1.560 a 1.700 15.000 BTU/375O kcal/ h 1.830 18.000 BTU/45OO kcal/ h 1.880 - 21.000 BTU/5250 kcal/ h 2.220 a 2.290 - 30.000 BTU/7500 kcal/ h 3.350 U3 O O Exaustor doméstico 1.000 a 1.250 4.000 a 12.000 900 a 2.400 700 a 1.500 150 a 400 Lavadora de louças (residencial) 1.200 a 2.000 Lavadora de roupas (residencial) 500 a 1.000 100 a 250 Máquina de escrever 150 O a 800 Minifomo 650 a 800 Secadora de roupa (residencial) 1.400 a 6.000 Secador de cabelo portátil 500 a 2.000 Televisor 70 a 300 4.000 a 5.400 2.500 a 3.200 300 a 600 60 a 100 Ferro de passar roupa Fogão residencial Fomo elétrico Forno de microondas Geladeira doméstica Liquidificador Micro e impressora S Tomeira elétrica Torradeira Triturador de lixo residencial Ventilador portátil 190 instalações Elétricas Predíais
  14. 14. _, ., “f” i " ' ' l ' , ,,. ... .,. ,', ... .,. ,;. ..~. .-. w.«. «,mas-mr 8.3. Quadro de Distribuição 8.3. 1 . Definição É o local onde se concentra a distribuição de toda a instalação elétrica, ou seja, onde se instalam os dispositivos de proteção, manobra e comando. Recebe os condutores do ponto de entrada (ramal de alimentação) que vêm do medidor ou centro de medição. Dele também partem os circuitos terminais (pontos de utilização) que alimentam as diversas cargas da insta- lação (lâmpadas, tomadas, Chuveiros, tomeira elétrica, condicionador de ar, etc. ). Figura 8.7 - Quadro de distribuição. Cortesia: Fábrica de Quadros Daisteel. 8.3.2. Q Qee Deve Sex Observado na Sua Montagem Os dispositivos de proteção, manobra e comando devem ser instalados e ligados segundo as instruções fomecidas pelo fabricante, respeitadas as seguintes prescrições (6.5.4.5): Acessibilidade: "Todos os componentes instalados no quadro de distribuição devem facilitar sua operação, inspeção, manutenção e acesso as suas conexões. O acesso não deve ser muito reduzido pela montagem dos componentes". (6.1.4) Identificação dos componentes: "Placas, etiquetas e outros meios adequados de identificação devem permitir identificar a finalidade dos dispositivos de comando, manobras e/ ou proteção, de forma clara, e de tal forma que a correspondência entre componentes e respectivos circuitos possa ser prontamente reconhecida, evitando qualquer tipo de confusão. Se a atuação de um dispositivo de comando, manobra e/ ou proteção não puder ser observada pelo operador e disso puder resultar perigo, deve ser provida alguma sinalização à vista do operador". (6.1.5.1 e 6.5.4.9) Independência dos componentes: "Os componentes devem ser escolhidos e dispostos de modo a impedir qualquer influência prejudicial entre as instalações elétricas e não-elétricas, bem como entre as instalações elétricas de energia e de sinal da edificação" (6.1.6.1). Componentes fixados na porta: "Quando houver componentes instalados nas portas ou tampas no QD, tais como condutores e instrumentos, devem ser dispostos de tal forma que os movimentos das portas ou tampas não possam causar danos aos condutores". (6.546) Espaço reserva: "Deve-se prever o espaço reserva para instalações futuras, conforme tabela seguintez" Tabela 8.2 - Quadros de distribuição - Espaço Reserva. (Tabela 59 da NBR 5410:2004) Quantidade de circuitos efetivamente disponível Espaço mínimo destinado à reserva (em número de circuitos) N Nota: A capacidade de reserva deve ser considerada no cálculo do alimentador do respectivo quadro de distribuição. Previsão de Cargas e Divisão das instalações Elétricas 191 . .-›t. ... «.. ... :s: .». .- . ... ,_, ..-. ,,, í i vi¡ l
  15. 15. 8.3.3. Partes Componentes de um Quadro de Distribuição - Dispositivos de proteção: disjuntores termomagnéticos (DTM), disjuntores ou interruptores diferenciais (DR) e dispositivos de proteção contra surtos (DPS); I Barramentos de interligação das fases; - Barramento de neutro; - Barramento de proteção (terra); - Estrutura: composta de caixa metálica ou de PVC, chapa de montagem dos componentes, isoladores, tampa (espelho) e porta com dobradiça. 8.3.4. Localização do(s) Quadro(s) de Distribuição (QD's) O quadro de distribuição deve ser instalado, observando-se os seguintes critérios: a. Em locais de fácil acesso de tal forma que possibilite a maior funcionalidade possível da instalação e, ainda, ser providos de identificação do lado extemo, legível e não facilmente removível. (6.5.4.8) b. "Proximidade geométrica das cargas", possibilitando uma simetria entre as cargas da instalação. c. "Os quadros de distribuição - QD's devem estar próximos aos centros de carga da instalação"; (centro de carga é definido como o ponto ou região onde se verifica a maior concentração de potência). d. A instalação dos quadros deve ser feita em locais seguros, não permitindo o acesso de terceiros. Cuidar para que eles não sejam submetidos a choques mecânicos. Notas. . Nos cômodos como cozinha e áreas de serviço, observar para que a instalação do QD não atrapalhe a colocação de armários. A sugestão para a sua instalação é atrás de portas, desde que não seja de correr. 2. No caso de apartamento ou residência unitamiliar, o QD deve ser localizado próximo ao centro geométrico, em ambiente de serviço ou c' l " local seguro, de cesso e visível. Atençao: O QD não deve ser instalado em locais onde existe a possibilidade de, por determinados períodos, ficarem fechados com chave ou, de alguma forma, não seja possivel o acesso, como, por exemplo: quartos, sótãos, depósitos, porões e banheiros 8.3.5. Quantidade de QD's A quantidade de quadros parciais a ser instalada em um consumidor depende: a. do número de centros de carga (por exemplo: residência unifamiliar: sobrados, triplex, etc); b. do aspecto econômico; c. da versatilidade desejada. 192 instalações Elétricas Predíais
  16. 16. a» »musm . ^.. «a, .,, _.. . 1V; s. à~<aarxi4< www-. . AV»-O~Q&7V¡n< . ..Hwmwg 8.3.6. Tipos de Quadro de Distribuição Principal Dispositivo de Proteção contra Surtos › DPS Seção minima 4mm2 interruptor ou Disjuntor Diferencial Residual - DR (GERAL) - (Bipolar) Jumps de Ligação Liga a fase a todos os disjuntores dos circuitos. Condutor de Proteção (PE) Barramento de Proteção Disjuntores dos Circuitos dos (PE) pontos de utilização Barramento de Neutro Faz a ligação dos fios Deve ser ligado eletricamente à Recebe a fase dos disjuntos neutros dos cirmitos caixa do QD, bem como ao geral e distribui para os circuitos terminais com o neutro do aterramento da porta. tem-iinais. circuito de distribuição, devendo ser isolado eletricamente da caixa do QD. Figura 8.8 - Quadro de Distribuição Monotásico. Notas Importantes: A Norma NBR 5410:2004 determina. l. Que os QD's devem ser manuseados por pessoas suficientemente informadas e com conhecimento técnico (4.2.6.2.1). 2. "As instalações para as quais não se prevê equipe permanente de operação, supervisão e/ ou manutenção, composta por pessoal advertido ou qualificado(conforme item 1), devem ser entregues acompanhadas de um manual do usuário, redigido em linguagem acessível a leigos, que contenha, no mínimo, os seguintes elementos (6.1.8.3): a) esquema(s) do(s) quadro(s) de distribuição com indicação dos circuitos e respectivas finalidades, incluindo relação dos pontos alimentados, no caso de circuitos terminais; b) potências máximas que podem ser ligadas em cada circuito terminal efetivamente disponível; c) potências máximas previstas nos circuitos deixados como reserva, quando for o caso; e d) recomendação explícita para que não sejam trocados, por tipos com características diferentes, os dispositivos de proteção existentes no(s) quadro(s). São exemplos de tals instalações as de unidades residenciais, de pequenos estabelecimentos comerciais, etc. ". 3) "Que deverá ser afixado na parte interna da tampa do QD, a seguinte advertência" (6.5.4.10): : disjuntor ou fusivel por _outro deiçmaior ? E (bitola). 2. Da _mesmáí forma, 'N (dispositivo DR) mesmoLemicaso de deslí
  17. 17. Interruptor ou Disjuntor Diferencial _g é? Residual-DR(GERAL). q? f” Dispositivo de (Tetrapolar) à Qâágw Proteção contra surtos (DPS) W** Neutro (Azul) í Fase(Preto) = '=' Terra (Verde-amarelo) s' Vermelho = == Verde Barramento de Proteção (PE) Barramento de Neutro Disjuntores dos circuitos T . . , . Disjuntores dos circuitos dos EYlTllnalS mDFiOfBSIHJS pontos de utilização bifásicos Disjuntores Reserva Barramento de interligação das fases Figura 8.9 - Quadro de distribuição bifásico. P¡ Figura 8.10 - Quadro de distribuição trifãsico. Fonte: Quadro - Elcosul; Interruptor Diferencial - Pial-Legrand; DPS - Phoenix. 194 Instalações Elétricas Predíais
  18. 18. l Como podemos observar, nos quadros de distribuição são instalados os dispositivos de proteção, que são os disjuntores termomagnéticos (DTM) ou disjuntores diferenciais residuais (DR), conforme as figuras 8.11 e 8.12. Figura 8.11 - Tipos de disjuntores termomagnéticos UNlC. Cortesia Pial-Legrand. Figura 8.12 - Tipos de disjuntores diferenciais residuais. Cortesia: Bticino. O funcionamento e dimensionamento desses dispositivos serão analisados no capitulo 12. 8.4. Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 8.4.1. introdução Após a determinação da quantidade e localização do QD's, é de fundamental importância efetuar a divisão da instalação elétrica em circuitos, de acordo com as necessidades, em tantos circuitos quantos forem necessários, devendo cada circuito ser concebido de forma a poder ser seccionado sem risco de realimentação inadvertida através de outro circuito. (4.251) A divisão da instalação em circuitos elétricos deve ser de modo a atender. .. (4.2.5.2) A segurança: evitando que a falha em um circuito prive a alimentação toda uma área. Conservação de energia: possibilitando que cargas de iluminação e/ ou de climatização sejam acionadas na justa medida das necessidades. Funcionais: permitindo a criação de diferentes ambientes, como os necessários em auditórios, salas de reuniões, espaços de demonstração, recintos de lazer, etc. ' A produção: diminuindo as paralisaçóes de inspeção e de reparo. - Manutenção: facilitando ou possibilitando ações de inspeção, operação, ensaios e de reparo. E, além disso: a queda de tensão e a corrente nominal serão menores. Proporcionando. .. . Çfdirnensio famedto: dispositivos' _ disjuntores termo _agnéyti : e dispositivo Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 195
  19. 19. 8.4.2. Circuito Elétrico É o conjunto de equipamentos e condutores, ligados ao mesmo dispositivo de proteção. É constituído, basicamente dos seguintes elementos: fonte, condutores, proteção, dispositivos de comando (interruptores) e carga. Em uma instalação elétrica, existem dois tipos de circuito: o de distribuição (que atende a várias cargas) e os circuitos tenninais (que atendem a uma carga especifica - ponto de utilização). Na figura 8.13 vemos os detalhes de uma entrada de energia, desde a conexão do ramal de entrada com o ramal de ligação no poste auxiliar do consumidor. Consultando a concessionária de energia elétrica, comenta-se que para consumidores residenciais a equipotencialização do sistema (BEP) será na própria haste de aterramento, que envolve a rede de entrada de energia juntamente com o condutor de proteção (PE), que segue para a residência. Os DPS somente serão instalados no quadro de distribuição (QD) da residência. Eles não serão instalados na entrada de energia devido à dificuldade de controle por parte do consumidor, e envolveria constantemente a concessionária de energia no caso de sua queima ou manutenção, pois estariam ligados diretamente na rede pelo lado da concessionária. Ramal de Ponto de entrega ligação A Este desenho (padrão de entrada de energia) é encontrado na non-na da concessionária de energia elétrica Quadro de Distribuição D135 _____, _____. u *I Seção mínima 4mmz r_________ , -________ Muro de alvenaria , r , z , i_ ll l r v Disjuntores dos circuitos dos pontos de utilização , _________-__-_____ "x4rg0ox100x1om 0:' x5" 3'/ 0'/ 0'/ ' Eletroduto ara telefone ' Circuito de distribuição : : ÔÍ/ ÍÔÍ' " 0:' *'4'*'¡ VÍ 9"' V 9" VV QV¡ | / 1 r Eletroduto ara TV a cabo 3m Cabo de cobre nu : m: Haste de aterramento Nota: Todos os condutores, ponto de entrega. ponto de entrada, aterramento, disjuntor termomagnético e caixa de medição devem seguir o que determina as normas da concessionária de energia elétrica, e em função da categoria de atendimento ou tipo de fomecimento. Figura 8.13 - Detalhes de uma entrada de energia desde o poste auxiliar do consumidor até o QD. 196 Instalações Elétricas Predíais
  20. 20. ' '“* . .. _ . ,_ . <~Jf»ç. «.~ , MN «<~_. arrvavw~; ' m_ e 8.4.3. Critérios para a Divisão da Instalação em Circuitos a. Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Em particular, devem ser previstos circuitos terminais distintos para: (4.255) Iluminação f) b. Devem ser previstos circuitos independentes para equipamentos com corrente nominal superior a 10 A. (9.5.3.1) c. Devem ser previstos circuitos individuais (tanto quanto forem necessários) para pontos de tomada de cozinha, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos. (9.532) d. Devem ser previstos circuitos individuais (tanto quanto forem necessários) de pontos de tomadas para os demais cômodos ou dependências (isto é, fora aqueles listados no item "c"). e. Para cada ponto de Tomada de Uso Específico (TUE) deve ser previsto circuito exclusivo. f. Limitar em 1.200 VA a 1.500VA em 127 V e 2.200VA a 2.500 VA em 220 V, a potência máxima dos circuitos de iluminação. E 1.800VA a 2.000VA em 127V e 3.600VA a 4.000VA para as TUG's, e em circuitos exclusivos de TUE's podem ser ligadas tanto em 127 V como em 220 V, conforme a necessidade ou as determinações do fabricante. g. Nos circuitos de pontos de tomadas de cozinha, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, as potências dos circuitos podem ser conforme determina a norma. Em geral, o limite pode chegar a 2.100 VA, que corresponde até seis pontos de tomadas 600VA + 600VA + 600VA + IOOVA + IOOVA + 100VA. Se forem previstos sete pontos de tomadas, a potência será de 600VA + 600VA + IOOVA + IOOVA + 10OVA + IOOVA + 1OOVA=1.700 VA. (cf. 9.5.2.2.2) h. Nas instalações alimentadas com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível. 8.4.4. Circuitos Terminais Os circuitos terminais partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente lâmpadas, tomadas de uso geral (TUG's) e tomadas de uso específico (TUE's). Barramento de Proteção - PE _'- Neutro (Azul) í Fase (Preto) : cn: - Terra (Verde-amarelo) Vermelho -«~~ Verde Amarelo Disjuntores Unipolares Figura 8.14 - Circuito de iluminação (monofásico). Fonte: CSP/ PIRELLI; DR e DPS - Fonte: Pial Legrand. Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 197
  21. 21. Nota: A iluminação incandescente em unidades habitacionais pode ser substituída por lãmpada(s) fluorescente(s) compaCta(s), que são mais econômicas. Exemplo: Uma lâmpada incandescente de 60 W pode ser substituída por uma lâmpada fluorescente compacta de 15 W, com a mesma quantidade de luz. Veja em seguida algumas comparações: Fluorescente Compacta (W) Incandescente (W) Fluorescente Circular (W) Incandescente (W) Cortesia: Eletrobrás/ Procel. Barramento de Proteção - PE *M*- Neutro (Azul) : - Fase (Preto) Barramento de Neutro : uma Terra (Verde-amarelo) Vermelho Disjuntores Unipolares i Verde Disjuntores bipolares Figura 8.15 - Circuito de tomadas de uso geral - TUG's (Monofásico). Fonte: DR e DPS - Pial Legrand. Neutro 55° Barramento de Proteção - PE Proteção Barramento de Neutro *u* Neutro (Azul) í- Fase (Preto) : :rm Proteção (Verdeamarelo) Disjuntores Unipolares Vermelho Sã? Verde Disjuntores bipolares Figura 8.16 - Circuito de tomadas de uso específico - TUE (127 V). Fonte: CESP/ PIRELLI; DR e DPS - Pial Legrand. 198 Instalações Elétricas Predíais v^~"-*'^'rt~'~ »mme-wr-«xa» «m1-. IÍíÉ_. .._e4.X. .sX-. .,. ,.. ,.1,_[_, .l Àwà. msm. ..
  22. 22. Barramento de Proteção - PE Barramentode neutr l . ¡ . i_. _.. _.l-; _g j* '-"""'Neutro (Azul) - Fase (Preto) : :II- Proteção (Verde-amarelo) i V lh Disjuntor bipolar vãz-; ee O Disjuntores unipolar Figura 8.17 - Circuito de tomadas de uso específico - TUE (220 V). Fonte: CESP/ PIRELLI; DR e DPS - Pial Legrand. 8.4.5. Representação de Esquemas Multifilares ou Unifilar dos Quadros de Distribuição Após a divisão da instalação em circuitos terminais ou de distribuição e completado(s) o(s) "Quadro(s) de Distribuição de Cargas" (veja detalhes na página 398), elaboram-se os desenhos esquemáticos, os quais podem ser representados de duas formas: Esquema Multifilar ou Esquema Unifilar. O Esquema Multifilar é o recomendado e o mais utilizado por ser mais detalhado em suas ligações. 8.4.5.1. Esquema Multifilar Observações: 1. Bsa forma de distribuição dos barramentos vem de fábrica, ou seja, a conexão dos barramentos principais (que sai do DR ou de um outro disjuntor geral) com os barramentos secundários (dos circuitos de distribuição ou terminais) é feita de maneira seqüencial ou em cascata de acordo com as fases, seja R, S,T ou L1, L2, L3 ou, ainda, A, B, C. 2. Os números dos circuitos dos pontos de utilização serão distribuídos conforme quadro de cargas que será visto no capítulo 10. 3. Até 16 mmz todos os condutores fase(s), neutro e proteçãoüerra) têm a mesma seção. A quantidade de condutores pode ser vista analisando a fiação do projeto elétrico. 4. O número de espaços de circuitos reserva que deve ser deixado no QD pode ser obtido na tabela da página 191. Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 199
  23. 23. 200 Vem do QM 3#25(25)T16mm2 - 1kV - PVC Qi" 40mm ooooooo (gylumina ' l o #Lãmmz I_ 10A ( jlluminaçãou f? #LSmmZ : 15A Ilumina 'o' f* #1,5 ' . C TUGÉEEÊl Ap; #as ¡ . A ; à l 15A l "mo lTUG's < 10A ¡#2,5mrn2 *í : Iluminação 20g : #1,5m; : , f? ) 'TUG 's : #2,5m O : Reserva Reserva ' of* , , O 'TUG's 1 : › E lsA ° ' (#2,5m u , . l . , TUG 's "ã "à : Reserva Q-rà-o ›-0 o--›-- #2,5m j d" Reserva ' “ 'Reserva Figura 8.18 - Exemplo de um Esquema Multifilar. 3 # 25 (25) T16 mm” -lkV- PVC 0,. 40mm m; ¡ Diâmetro do eletroduto › Material do eletroduto. Classe de isolação do condutor Unidade de medida Seção do condutor de proteção Seção do condutor neutro Seção do condutor fase Símbolo de bitola Número de fases Instalações Elétricas Predíais
  24. 24. iultlota: O dispositivo de proteção diferencial-residual DR j . ... .. gode ser interruptor DR, sendo utilizado somente para proteção à corrente de fuga (30 mA, 300 mA ou 500 mA). A capacidade 8.4.5.2. Esquema Unifilar B Hoteção Ponto de Ponto de Proteçã algas? " Individual Ponto de X' Enüega Entrada Geral NeFases doñâlrxmlfcs utilização É l R *ISA* SCIRCI ILUM ' . _ g ' ¡1#1,5(1,5)mmZ »- I 5 eu sc ; q , Í O O ¡ IRQZ-ILUM. E' Ê ISA ¡1#l,5(l,5)mm2 E , ,- f. : ^ »- . .T -CIRCS-ILUM. E >< ' 'to O': :i#i5(i5›mm'2 2 : o | s 10A ; ' ' u #à . o -CIRC.4›ILUM. .. .__Q QT. É É ' -1#1,5(1,5) mm? e: “ I R ã . ~ O jciRç. 5 . Tugs É 'r-"Olã A g 1#2,5(2,5)T2,5 mmz . , . Z 5 P* : ciRc 6 -TUG's l 20 A : 1#2,5(2,5)T2,5 mm¡ T f** ÉciRc. 7 . Tuca l Caixa "CN" U ZOA :1#2,5(2,5)T2,5 mm? j """ "" jpRgoA f * ¡CIRCS-TUGs j 70,, ¡ 3o mA ' ' ' 015 AO' _; _i#2,5(2,5JT2,'5 mmz Venda da l 3 ç cgncgssionáyial *lll* l Vem do QM *I'm* T c' E : CIRC. 9 -TUGs a 3#25(25)mm2 lkV ¡ |3#25(25)T16mm2§¡ 3 20 A 1#2.5(2,5)T2,5 mm” “ 040mm lpvcl ' l 1 Lam/ C' 3' Rs Ah : CIRC 10 TE L ____ --. ig 0mm. :j r , ío Condutor de aterramento 4mm! 3 25 A 2#4-OT4›O mma . , . .¡ . g: $:stsoli? d:rbaterramento ue 16mm! ” : l DPS l ~ 'ag ABO____. ____: :.: CIRC' u ' CH 3¡ l " - 2#6,0T6,0 mmz van do QD. _ ¡ ¡ ¡ I 25 A '- - -I R¡ SADC : CIRC. 12 - CH Haste de aterramento I¡ : 3 A 10 A í 2#Õ.0TÕ. Ú mmz de cobre ou aço-cobre | (Z515mm-l=2400 mm. ;i l R5 ' “ : I | : 1#2.5(2,5)T2,5mm2 : : l l ST 15 A : '. l ' ' Z CIRC. 14 - MO . ._ _ _ _ _ ___o o_. ___. _:_. ; 1 ' ISA ¡ 1#2,5(2,5)T2,5 mm? RT fllx _ , O O CIRC. 15 AC Z 2#2,5T2,5 mm¡ i 15:0 0 = PE = Proteção Equipotencial (Terra). E 2 r N = Neutro. É f DTM = Disjuntor Termomagnético. eo -2-0 Q ; DR = Interruptor Diferencial "Í Z - Residual ou Disjuntor Diferencial . m ' 1. Residual. 5 >< ' DPS = Dispositivo de Proteção ' g contra Surtos. a; E D! i3 NOTAS: 1-(*) Condutor de aterramento Í conforme Categoria de i Atendimento ou Tipo de Fornecimento do Consumidor. 2-Se houve' duas ou mais hasta de aterramento, todas devem ser interli das n Io solo. Figura 8.19 - Exemplo de Esquema Unitilar. Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas de corrente desse dispositivo refere-se à corrente máxima que suporta em seus contatos, ou seja, se, por exemplo, for utilizado um disjuntor DTM de 50 A, deve-se utilizar um DR de 63 A, para um DTM de 70 A um DR 80 A. Pode ser _Mutilizadwoç um (ll-Si13110Em! )1331.13"EÊSÉÊWVCÊÊDWEÉÊÊÊQÊMES circuitos contra sobrecarga, curtocircuito e corrente de fuga. 201
  25. 25. 8.4.5.3. Esquema Multifilar de um Quadro de Distribuição (QD) com Disjuntor Termomagnético (DTM) e DR como Geral Neste exemplo de esquema é instalado um disjuntor termomagnético (DTM) antes clo interruptor diferencial residual (DR). A função do DTM, neste caso, é oferecer a proteção contra sobrecarga e curto-circuito e também facilitar a substituição, no caso de defeito, do DR ou dos DPS. E o DR oferece a proteção à corrente de fuga. Vem do QM 3#25(25)T16mm2 - lkV - PVC (Dn 40mm NRSTPE i_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . . _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . _ _ _ _ _ _ __| Figura 8.20 - Representação parcial do Esquema Multifilar com DTM e DR como Geral. (Este esquema, após o DR, é semelhante ao da figura 8.18) 202 Instalações Elétricas Predíais
  26. 26. 8.4.5.4. Esquema Multifilar de um Quadro de Distribuição (QD) com Disjuntor Termomagnético (DTM) como Geral e DR nos Circuitos é Na utilização de disjuntor geral em quadros de distribuição com correntes superiores aos DR comercializados, pode-se utilizar a representação conforme em seguida: Vem do QM 3#25(25)T16mm2 - lkv - PVC 0" 40mm NRSTPE l l . . : AC A I : #2.5mm t - 5A ' l , . @Iluminaçaol @Am 'â ZOKA 30'” lrucs . ~ #1,5mm I ¡#2,5mm2 l! l l l ( )llummaçaol C : nllumlnaçao( : ) r #L5mm ' 1 QUA '#1,5mm2 ~ l Iluminação l "É . z-SEA SOmA : TUG 's c #Lãmm l : #2,5mm2 25A 30mA ? OA . Tuca l 2 í* #2y5mmZ¡ m . O l Reserva , _15^ 20A30mA Í n Reserva ' 'TUG's ______. ..___: O g 'Em e l 20A3DmA LA , _. lfezãmmz . TUGE u - . o ¡Reserva #2.5mm2: E . : Reserva ' o/ à "TO 'Reserva l l l l l l I : | l l Figura 8.21 l l l j_ l ll j Í ã l ã j_ i l Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 203
  27. 27. 8.4.5.5. Chave Seccionadora com DPS e BEP No caso de edifícios de uso coletivo ou indústrias, a configuração sugerida para os DPS e o BEP pode ser a seguinte: Seccionadora Vem da concessionária ' III III III In] Seção mínima í W 4mm2 ' ' . . . . -- N : Barramento de Neutro. BEP = Barramento de Equipotencialização Principal. DPS = Dispositivo de Proteção contra Surtos. CM l e CM 2 = Centros de Medição. dos postes de iluminação. Segue para aterramento de CPD, Sistema de Telefonia e outros. Hastes de aterramento Figura 8.22 - Chave seccionadora com barramentos do BEP e caixa dos DPS. Caso a resistência de terra medida for superior ao estabelecido pela concessionária de energia, é preciso aumentar o número de hastes de terra, tanto quanto for necessário, até obter o valor de resistência adequado. O dimensionamento de todos os condutores e eletrodutos segue o que determina a concessionária, e/ ou o calculado pelo projetista. Como sugestão, a barra de cobre do BEP pode ser de 300mm x 70mm x 10mm, instalada numa caixa de 800 x 500 x 200mm. Após o fechamento da caixa, os dispositivos de proteção contra surtos - DPS devem ficar com sua parte frontal aparente para inspeção visual. Ota. va or a resistência-de aterramerftoefstãbeulecido "e para "Verifique resistência de aterramenw admêâa ? ele__§_9:! se55í°nár_i9_. sía 5“Ê. ..E°SÊÊ°- 204 Instalações Elétricas Predíais
  28. 28. g 9.1. Definições 9.2. Limite de Fomecimento: Utilização e Demanda - Potência de Alimentação 9.3. Padrão Construtivo ou Padrão de Entrada 9. l . Definições As normas das concessionárias estabelecem, inicialmente, as terminologias e definições que permitem uma compreensão mais detalhada dos termos técnicos utilizados para o fomecimento de energia elétrica às instalações de consumidores por meio de redes aéreas, a fim de se tomarem conhecidas por todos aqueles que trabalham com instalações elétricas. A seguir, são apresentados os principais termos técnicos utilizados em normas de fomecimento de energia (COPEL, CEMIG e CESP). 9.1.1. Normas NTC9-01100 - Fomecimento em Tensão Secundária de Distribuição - COPEL. - NTC9-01ll0 - Atendimento a Edifícios de Uso Coletivo - COPEL. I ND 5.1 - Fomecimento em Tensão Secundária - Rede de Distribuição Aérea-Edificações Individuais - CEMIG. ND 5.2 - Fomecimento em Tensão Secundária - Rede de Distribuição Aérea-Edificações Coletivas - CEMIG. 9.1.2. Consumidor É a pessoa fisica ou jurídica, que solicita à concessionária o fomecimento de energia elétrica e assume a responsabilidade por todas as obrigações regulamentares e contratuais. 9.1.3. Unidade Consumidora Trata-se de instalações de um único consumidor caracterizadas pela entrega de energia elétrica em um só ponto com medição individualizada. 9.1.4. Agrupamento de Unidades Consumidoras É o conjunto de duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um mesmo terreno e que não possuem área de uso comum com instalação elétrica exclusiva. 9.1.5. Edifício de Uso Coletivo Prédio que possui como caracteristica a existência de mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área de uso comum com a instalação elétrica exclusiva (responsabilidade do condomínio). 9.1.6. Ponto de Entrega Primeiro onto de fixa ão dos condutores do ramal de li a ão na ro riedade do consumidor. E o onto até o P qual a concessionária se obriga a fomecer energia elétrica, com a participação nos investimentos necessários, responsabilizando-se pela execução dos serviços, pela operação e pela manutenção. Fomecimento de Energia Elétrica 205 l l n l l i l
  29. 29. 9.1.7. Entrada de Serviço Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede secundária da concessionária e a medição, inclusive. 9.1.8. Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados pela concessionária entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega. 9.1.9. Ramal de Entrada Conjunto de condutores, acessórios e equipamentos instalados pelo consumidor a partir do ponto de entrega até a medição, inclusive. 9. l. 10. Ramal Alimentador Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor após a medição para alimentação das instalações intemas da unidade consumidora. 9.1.11. Limitador de Fornecimento Equipamento de proteção (disjuntor termomagnético) destinado a limitar a demanda da unidade consumidora. 9.1.12. Centro de Medição Local onde está situada a medição de dois ou mais consumidores. 9.1.13. Caixa para Medidor Caixa lacrável destinada à instalação do medidor ou medidores de energia e seus respectivos acessórios, na qual pode ter instalado também o equipamento de proteção. 9.1.14. Caixa para Disjuntor de Proteção Caixa lacrável destinada à instalação do disjuntor de proteção geral da entrada de serviço. 9.1.15. Cabina Compartimento localizado dentro da propriedade do consumidor, destinado a abrigar o transformador de distribuição e os equipamentos e acessórios necessários à sua ligação. 9. 1. 16. Medição Direta É a medição de energia, efetuada por medidores conectados diretamente aos condutores do ramal de entrada. 9.1.17. Medição Indireta E a medição de energia efetuada com auxílio de equipamentos auxiliares (TC - Transformadores de Corrente, e para média e alta tensão, TP - Transformador de Potencial). 9.1.18. Chave de Aferição É um dispositivo que possibilita a retirada do medidor do circuito sem interromper o fornecimento, ao mesmo tempo que coloca em curto-circuito o secundário dos transfonnadores de corrente. 206 Instalações Elétricas Predíais à c -~ -r wrw~w~ ›'«~= «~w«, «›= i~ › / -›-«›-<-««-w m' ww- xAs - . ~<r« . .e -. .ur , , Ma, »mxloa . . , _. _'. ._. -.. ,_-, »Masc A -. ,
  30. 30. 9.1.19. Demanda É a média das potências elétricas instantâneas solicitadas por uma unidade consumidora durante um periodo especificado. 9.1.20. Alimentador Principal ou Prumada É a continuação ou desmembramento do ponto de entrega e ponto de entrada, do qual fazem parte os condutores, eletrodutos e acessóriosponectados a partir da proteção geral ou do quadro de distribuição principal (QDP) até as caixas de medição ou de derivação. 9.2. Limite de Fornecimento: = Utilização e Demanda - Potência de Alimentação O fomecimento de energia elétrica é determinado pelas limitações estabelecidas pelas concessionárias em função J 1' da potência (carga) instalada ou potência de demanda e tipo de carga ou de fomecimento. ' r l l A Norma NBR 5410:2004, item 4.2.1.1.1, diz que: "A determinação da potência de alimentação é essencial j K para a concepção econômica e segura de uma instalação, dentro de limites adequados de elevação de temperatura e de queda de tensão". E o item 4.2.1.12 diz também que devem ser "consideradas as possibilidades de não-simultaneidade de funcionamento dos equipamentos, bem como a capacidade de reserva para futuras ampliações". ' ' 9.2.1. Especificação de Entradas de Energia Especificar uma entrada de energia para um consumidor significa adequar uma categoria de atendimento (tipo de fomecimento) à respectiva carga desse consumidor. Para facilitar o entendimento do que seja entrada de energia, necessitamos de alguns conhecimentos, que passaremos a especificar em seguida: l. Potência ou carga instalada: é a soma das potências nominais de todos os aparelhos elétricos ligados em uma instalação do consumidor à rede de energia elétrica da concessionária (rede de distribuição). Potência nominal é aquela registrada na placa ou impressa no aparelho ou na máquina. Exemplo: . Especificação Potência Potência «m 02 5-450W 10900 01 4-400W 4-400 O1 080V 150 01 120W 1200 01 300W 300 01 1.0o0w 1.000 12 100w 1.200 01 1.20ow 1.200 20350 2. Demanda de utilização (provável demanda): é a somas das potências nominais de todos os aparelhos elétricos que funcionam simultaneamente, utilizada para o dimensionamento dos condutores dos ramais alimentadores, dispositivos de proteção, categoria de atendimento ou tipo de fomecimento e demais características do consumidor. í ã l l ! í É I l Para o cálculo da demanda (D) na elaboração do projeto elétrico, deve-se observar o seguinte: Fornecimento de Energia Elétrica 207
  31. 31. a) Ao prever as cargas, estuda-se a melhor fonna de instalar os pontos de utilização de energia elétrica. b) A utilização da energia elétrica varia no decorrer do dia, porque o(s) usuário(s) não utiliza(m) ao mesmo tempo (simultaneamente) todos os pontos da instalação. c) A carga instalada não varia, mas a demanda varia. INI; caga à; regista; áiáãbuaçãà, '$542"ISEÂÉJ“ÀIÃÉÃÃÉSWÀQÍEÀÉQÀ"'ííiãíâãããÍiííá"Éãíãríiã, né vêãaálãwãllãigjüãi” aumento de carga que supere o limite correspondente a cada categoria de atendimento, sem ser previamente solicitado pelo interessado e apreciado pela concessionária" (No caso a COPEL ou da concessionária da sua região). 208 Para que serve o cálculo de demanda? E) d) Caso a especificação da entrada de energia fosse feita pela carga (potência) instalada, em vez da demanda, haveria um superdimensionamento de todos os elementos (disjuntores, condutores, poste, etc. ) que compõem a entrada de energia e, conseqüentemente, em vez de se adotar uma categoria adequada, passar-se-ia para uma categoria superior, tendo como conseqüência os custos maiores, sem necessidade. O cálculo da demanda é um método estatístico, e suas tabelas foram elaboradas em função de estudos e experiências dos projetistas. A demanda, por ser um método estatístico, não pode ter o seu valor considerado como único e verdadeiro, por isso é chamado de "provável máxima demanda" ou "demanda máxima prevista". Para simplificar, chamaremos somente de demanda (D). g) O cálculo da demanda depende da concessionária de cada região. A figura 9.1 mostra o comportamento da demanda de um consumidor residencial. t(h) 0123456789101112131415161718192021222324 Figura 9.1 - Exemplo de curva de solicitação diária de um consumidor residencial. A demanda (D) de residências e apartamentos individuais é determinada com a utilização da seguinte expressão: D = (P1 xgl) + (Pzxgz) sendo: I D - Demanda individual da unidade consumidora, em kVA. I P¡ - Soma das potências ativas da iluminação e Tomadas de Uso Geral - TUG's, em watts (W). ' P2 - Soma das potências de Tomadas de Uso Específico - TUE's, em watts (W). I g¡ - Fator de demanda dado pela Tabela 9.1. I g2 - Fator de demanda dado pela Tabela 9.2. Instalações Elétricas Predíais
  32. 32. 3. Fator de demanda l~ Para calcular a demanda (D), é necessário conhecer o fator de demanda (g1 e g2). As tabelas 9.1 e 9.2 j fomecem esses valores. “Notaz E51H53?"ÉÂQISEÍMSEÚSiBÉÉs para BZTÃEÀFÃE"'ããmãêíiiãiãlíà sao defmldosmpefãg-bbhcessronanas "ã'ê""êiíêl'giã' * l l elétrica nos seus manuais, conforme o tipo de instalação por expectativa de utilização em função da(s) carga(s). Os ¡ . .,iãtgxssàs. .99mê1n9s.1299§m. ' 29%, .-. 100% 'k i Tabela 9.1 - Fatores de demanda para Tabela 9.2 - Fatores de demanda para iluminação e tomadas de uso geral - TUG's. tomadas de uso específico - TUE's. 91 01 0.86 02 03 › 05 0,45 07 › 0,35 8.001 a 9.000 0,31 10 9.001 a 10.000 0,27 Número de Número de , Circuitos Circuitos j_ de TUE's de TUE's g * : M5 j 13 14 o _oo p -Jà mm x1 o No cn 4. Objetivos da especificação da entrada de energia É I Determinar o tipo de fomecimento; ' Dimensionar os equipamentos de medição e proteção; I Efetuar estimativa de carga e demanda declarada; - Efetuar estimativa de fator de potência (no caso de residências e apartamentos individuais, considera-se FP = 1,00). j 5. Procedimento para a especificação da entrada de energia Para enquadrar na categoria adequada ou tipo de fomecimento, obedecer ao seguinte roteiro: l I Determinar a carga instalada, conforme NBR 5410:2004. _ - Verificar a demanda do consumidor, em kVA. à I Verificar o número de fases das cargas do consumidor. ' Verificar a potência dos motores, FN, 2P, 3F, em CV. 1 I Verificar a potência dos aparelhos de solda e raio X, em kVA. l l l S i Enquadrar o consumidor na categoria adequada, consultando a Norma da Concessionária local (COPEL NTC 9-01100 - Fomecimento em Tensão Secundária de Distribuição). 6. Fator de potência O fator de potência é um índice (porcentagem) que mostra a forma como a energia elétrica recebida t_ está sendo utilizada, ou seja, ele indica quando a energia solicitada da rede da concessionária (potência l aparente) está sendo usada de forma útil (potência ativa). O fator de potência pode se apresentar de duas formas: l) Circuitos puramente resistivos - Chuveiros FP = cos q; = 1,0 - lâmpadas incandescentes - aquecedores, etc. - motores 2) Circuitos indutivos ~ transformadores FP = cos q) < 1,0 ~ reatores, etc. Fomecimento de Energia Elétrica 209
  33. 33. »É 4.3.. . 0.9 . Eã-_Êmwnu . Fu clama: : . r . ..noSÊES-neo : :S53 no meãpanrãmaeo. . cv do mula: motor o loldn l motor N = Notas (Veja na página 212) Características E D 2 E 1 E E 1 E 1 E M 3 1 1 E 1 E 1 E E 4 25.. .:: n96 cita: : avançam_ 3 a 7 n m 9 4 a _zmãímomm masãm vaga¡
  34. 34. .. .apela u. .. . 05535535552. na ainda: na saí-nm. .. 15/120 15/120 N13 neÉoEw¡ U1 . .uai-uz Medidores Caixas Padrão N12 N12 200 DN Ramal de Ent-nada . SEE. S U? - Eletroduto 1/0 60 x N9 1/0 75 x N9 ZÉ “É m m m . .M Entrada Embrutido râneo Condutores Ramal de ou Subter- o Alu Cobre Natas (veja na página 212) 22.. 3.32._ 55.32 : :Eine N: 1032x1520 am mzmñí . .gang ! J n:
  35. 35. 1. A categoria 25 é aplicável somente em atendimentos por meio de rede de distribuição primária não trifásica, a partir de transformador exclusivo. 2. Os valores entre parênteses indicados para as categorias 19, 22 e 25 são aplicáveis somente a programas específicos de eletrificação rural, desenvolvidos pela COPEL. 3. Para motores monofásicos, devem ser utilizados os dispositivos indicados em seguida: r - › - - V. - Motores ate 5 cv (inclusive) - part1da direta; ' Motores com potência acima de 5 cv - chave compensadora ou série-paralelo. 4. Para motores trifásicos com rotor em curto - circuito e síncronos: - Até 5 cv (inclusive) - partida direta; - Maior que 5 cv até 15 cv - chave estrela ~ triângulo, chave série -paralelo ou compensadora com redução da tensão de partida para, pelos menos, 65% da tensão nominal; ° Superior a 15 cv - chave estrela-triângulo ou compensadora com redução da tensão de partida para, pelos menos, 65% da tensão nominal, de preferência automática. 5. Nas categorias com ligação de 127/254 V, não é recomendável a utilização, na tensão de 254 V, de lâmpadas sem reatores e de aparelhos eletrodomésticos. 6. Nas categorias com ligação de 127/254 V, devem ser utilizados, na tensão de 254 V, motores com tensão nominal de 254 V. 7. Os condutores do ramal de entrada foram dimensionados considerando fios de cabos com isolamento de PVC, a temperatura ambiente de 30°C. 8. Será permitida a utilização de disjuntor termomagnético (limitador de fomecimento) de menor corrente nominal, a critério dos interessados ou por exigência da COPEL. ' ' 9. Atendimento sujeito à medição transitória de energia reativa (controle de fator de potência). 10. No dimensionamento dos ramais de entrada, as bitolas nos condutores indicados entre parênteses referem-se ao condutor neutro. l l. As dimensões estabelecidas na tabela para condutores e eletrodutos são mínimas. Podem ser adotadas bitolas maiores caso as condições da instalação assim o exigirem. 12. Aplicável somente às instalações existentes. 13.05 medidores com corrente nominal/ máxima 30/200A são aplicáveis às categorias 42, 43 e 45 para os casos de __ direta . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Tabela 9.5 - Esforços admissíveis em postes e pontaletes de entrada de energia. Carga a 200 mm do Topo Categoria Postes (daN) Pontaletes (daN) _ Éí_ _ _ _ _ _ 9.2.2. Consumidor Individual É o fomecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição, às unidades consumidoras(edificações urbanas, residenciais, comerciais ou industriais), cuja potência instalada seja igual ou inferior a 75 kW. Essa limitação é adotada pela maioria das concessionárias: do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As figuras 9.2 e 9.3 mostram os principais detalhes de entradas de energia padrão para consumidores individuais. 212 Instalações Elétricas Predíais x l e i É . i l Í
  36. 36. m. .., »vs m-. .. t. .. ««›n_JVrw§'§/ |v: u . . A -«~. .,›-V-w_. __, ._ . x . .(», /4<1 , e A - ® Poste da rede da COPEL ® Poste auxiliar * 3,50m (minimo) A B - Ramal de ligação C D - Ramal alimentador embutido A E - Ramal de ligação F G - Ramal alimentador subterrâneo B C - Ram al de entrada embutido E F - Ramal de entrada embutido A C - Entrada de serviço A F - Entrada de serviço Figura 9.2 - Componentes e alturas mínimas da entrada de serviço para consumidores individuals em baixa tensão. Fonte: NTC - 9-01100 - COPEL. Poste da rede / Rmto de entrega A B - Ramal de ligação B C - Ramal de entrada Observação: Altura mínima de acordo com os valores indicados no NBR 5434. A C - Entrada de serviço C D - Ramal intemo - saida aérea ' › local de passagem de veiculos pesados fs - flecha máxima do cabo multiplex Figura 9.3 - Componentes e alturas mínimas de entrada de serviço para consumidores individuais em baixa tensão. Fonte: ND 5.1 - CEMIG. Nas regiões onde o fornecimento de energia elétrica é de concessão da COPEL, caso a potência seja: Até 9.000 VA = 9 kVA ou 9.000 W = 9 kW: Fomecimento monofásico (figura 9.4). tensão: 127 V. Acima de 9.000 VA = 9 kVA até 15.000 VA = 15 kVA: Fomecimento bifásico (figura 9.5). tensão: 220/127V. Acima de 15.000 VA = 15 kVA até 76.000 VA = 76 kVA (demanda) ou 75 kW (que é o limite de fomecimento em BT): Fornecimento trifásico (figura 9.6). ' feito em dois fios: um neutro e uma fase. - I feito em três fios: um neutro e duas fases. - ' feito em quatro fios: um neutro e três fases. I tensão: 220/ 127V. Fomecimento de Energia Elétrica 213
  37. 37. Figura 9.5 Figura 9.6 9.2.3. Edifícios de Uso Coletivo O atendimento às edificações de uso coletivo e agrupamentos é definido em função da demanda total utilizada para o dimensionamento dos componentes da entrada de serviço, cujas potências limites são: I Até 75 kVA (NTC 9-01110 - COPEL) - Até 95 kVA (ND 5.2 - CEMIG) Alimentados em tensão secundária, diretamente da rede de distribuição em baixa tensão (figura 9.7). Limite de ro riedade A B - Ramal de ligação B C - Ramal de entrada embutido B A Ponto de entrega Figura 9.7 - Entrada de serviço para atendimento a edifícios de g_ uso coletivo até 75 kVA em baixa tensão. Fonte: NTC 9-01110 - COPEL. ç Para demandas superiores: I 75 kVA a 300 kVA (NTC 9 -01110 - COPEL) - 95 kVA a 245 kVA (ND 5.2 - CEMIG) 214 instalações Elétricas Predíais
  38. 38. 1 O atendimento será feito por ramal de entrada subterrâneo derivado do secundário do transformador de distribuição instalado no poste da concessionária (figura 9.8). l i ® Ramal de entrada subterrâneo Ponto de entrega Limite de ro riedade (máximo) ' . l / seccionadora l l . l . l | Caixa da i base do Caixa v poste intermediária l l I Ca* de entradand: íerviço _ l aY _IL_ , _-, :: E _llllllll ll¡ ¡ll I l l = a 20.000 mm ' I z l g_ I ll ll ll" Figura 9.8 - Entrada de energia subterrânea - demanda 75 kVA a 300 kVA. Fonte: NTC 9 - 01110 - COPEL. - 300 kVA a 500 kVA (NTC 9 - 01110 - COPEL) ; I I 245 kVA a 500 kVA (ND 5.2 - CEMIG) l» l Deve ser construída cabine para instalação do(s) transformadodes) dentro dos limites de propriedade do consumidor (figura 9.9). 9ou 1010112 ou11 I 32 743.29 e apoi projeção da caixa seccionadora-34 -28 Figura 9.9 - Entrada de energia subterrânea em AT com demanda de 300 a 500 kVA. Fonte: NT C 9 - 01110 - COPEL. Fomecimento de Energia Elétrica 215
  39. 39. Fomecimento Pos' 0 Mão francesa de aço, para montagem normal, 14 811520 perfil chato, de 38 mm x 5 mm com 610 mm de comprimento. pç 2 Parafuso de aço, diâmetro 16 mm, com rosca M16x2, 15 811804 cabeça quadrada, com 130 mm de comprimento. pç 2 1 811806 a 811811 Parafuso de aço, diâmetro 16 mm, com rosca M16x2, cabeça quadrada, com 180 mm a 300 mm de compfmiento. à _ _ _ Cons. Copel l 32 . .i 3 1 IEEE¡ IHHHHEHHEEHHHHE IIIHEEEEIIIEIHIHHIIIIIIHIHIEHEHEEHE EIIIEI x IREIIEHHHIIIIIIIIIIIIIIIIII IEEEIHIEIlEEIIIIHHIIIEIEEEEHHEEIIII ›-›-A mxlth _ _ _ Placa de concreto de proteção para bancos de dutos. 814920 Fita de alerta. 811049 Transformador de distribuição, trifásico, 500 kVA, RJKQKOKÚIVIYJNRVF' xo IONUW-làwlüb-*OW . .a 32 relação 13200-220/127V. Cabo nu de cobre para aterramento do neutro do transformador. Caixa seccionadora. Notas: l. A letra "V" indica quantidade variável. 2. O material posição 2 é altemativa ao material posição 1. 3. Os materiais posições 10 e 11 são altemativas ao material posição 9. 4. Os materiais de aterramento (hastes, condutores e conexões) situados dentro da propriedade do consumidor serão fomecidos pelo consumidor, exceto os condutores de aterramento dos pára-raios e do neutro do transformador. 5. Quando forem empregados os materiais das posições 10 ou 11 (intemamente), utilizar braçadeira para fixação de cabos constantes da NTC 815105. 6. Quando forem empregados os materiais das posições 10 ou 11 (extemamente), não utilizar osmniateriaís das posições 13, 14, 15, 16, 17 e 24. V 1 HHIHHH PÇ Figura 9.10 - Relação de nmteriais para entrada de serviço subterrânea com demanda de 300 kVA a 500 kVA. Fonte: NTC 9 - 01110 - COPEL. 216 Instalações Elétricas Predíais
  40. 40. 9.3. Padrão Construtivo ou Padrão de Entrada Após a determinação do tipo de fomecimento, pode-se definir também o padrão construtivo ou padrão de E entrada. l ' t i Mas . .., o que é padrão construtivo? É. Definido o tipo de fornecimento, bem como o padrão construtivo, de acordo a norma técnica, compete à concessionária fazer a sua inspeção. Se tudo estiver correto, a concessionária instala e liga o medidor e o ramal de serviço. Entrada de Serviço Monofáslco _- _ _- - 942440 150o (maxi Figura 9.11 - Padrão construtivo de uma entrada de serviço monofásico para consumidor individual. Fornecimento de Energia Elétrica 217 t l Li 'É i t t i: í. E i i
  41. 41. 218 Entrada de serviço bifásico 3OA 7OA 100.4 9.30440 9.30440 - E 9-28440 g 941440 941440 942440 Figura 9.12 - Padrão construtivo de uma entrada de serviço blfásica para consumidor Individual. Instalações Elétricas Predíais ” -_. :.2_- e. ..
  42. 42. Medição em muro - Saída embutida Padrão construtivo 404 - í - í 9-30440 9-3 4 Fios - 220/127 V Mínimo 1300 . É Figura 9.13 - Padrão construtivo de uma entrada de serviço tritãsica para consumidor individual. Fonte: NTC 9 - 01100 - COPEL. """""""" 'ÍÍÍÍÍÍÍÍÍPÍÍÍÍÍÇÍÍÍ """" " Fomecimento de Energia Elétrica 219
  43. 43. É Unid- t m. : - ' - c¡ l m - m K - 2 bitola em função da demanda da entrada de serviço. o as. . o tora evem ser 'ÀÉEEÃÃÃÊÊEHÂSÊÉÃEWEM'ãkííãããdâãâ'ɧ㧧”§$§§iãi"'2ié"iigaçao cááíjiaoistcíipór Eàriãhroxesmàíémfl cobre síngelos. 2. Em substituição aos materiais posições 10 e 13, pode ser utilizada porca-olhal NTC 812010. 3. O . ... .É. "a*°EÊÊ_l, E95¡ ão 20 Ê. .ÊPJÍÉÊYÊ1_. “9É_ÊÊÊ d' P05 a Pa"" de 7° A inclusive- O _ 12 13 14 812120a812122 O1 15 810860 a 810872 V h3PQhJ›-A›-A›-d›-I NJHOKDOONIGW Figura 9.14 - Relação de materiais para atendimento ate' 100 A, conforme figura 9.11. Fonte: NTC 9 - 091100 - COPEL. lmfõiíâàíCàçáo; As &QÃÀÊÀÊN5Â'§Í"§: §W”É'W5l9 sâã"'ÉÃÍQLIÃÃVÉQÉÍQEiSQ"Êíãftããáiáéã"'Eãnsmruvàâwàã""êãílãããmliãm"êêÊiêâmmiãafàfll Nota. O padrão de entrada de energia, bem como informações complementares, deve ser obtido na concessionaria de sua região. 220 Instalações Elétricas Predíais

×