Desenvolvimento infantil

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Crescimento e Desenvolvimento infantil trabalho 7º período Medicina.

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  • Antes de abordar os períodos de desenvolvimento da criança, é importante compreendermos alguns conceitos.
    Um deles diz respeito à maturação, a qual simboliza a organização progressiva das estruturas morfológicas, sendo que seu potencial está geneticamente determinado. Outro é o desenvolvimento, que é um conceito amplo, referente a uma transformação complexa, contínua, dinâmica e progressiva, que inclui, além do crescimento, a maturação, a aprendizagem e os aspectos psíquicos e sociais (Ref. 2). O último, mas não menos importante, é o desenvolvimento psicossocial, responsável por permitir à criança incorporar-se, de forma ativa e transformadora, à sociedade em que vive (Ref. 2).
  • O menino tem maior ganho de peso esperado que a menina.
  • O ganho de estatura é um bom parâmetro para a avaliação do crescimento
    da criança por ser cumulativo, progressivo e não sofrer regressões.
    Apesar de medir cumulativamente o crescimento, o ganho de estatura
    é relativamente lento o que faz com que custe a refletir problemas
    agudos de saúde e nutrição da criança. Ademais, a medição pode
    ser difícil e requer muito cuidado, sobretudo em lactentes e crianças
    pequenas. Imprecisões de poucos milímetros para mais, por exemplo,
    podem mascarar problemas no crescimento entre duas medições pró-
    ximas. Por isso o índice estatura/idade é recomendado para ser usado
    em adição ao peso/idade, sempre que os serviços tenham condições
    para coletar a medida de estatura com pessoal treinado para tal.
  • O crescimento pode ser representado por meio de dois tipos de
    curvas: a curva de distância ou de crescimento longitudinal e a
    curva de velocidade de crescimento. No gráfico 2, estão expressas
    as curvas de distância do crescimento linear (as estaturas médias
    em cm, atingidas nas sucessivas idades para a população de referência
    do National Center of Health Statistics . NCHS) e no gráfico 3, estão os
    incrementos em estatura de uma idade para a outra, apresentados na
    forma de uma taxa de crescimento anual em cm/ano (curva de velocidade).
    Da mesma maneira são desenhadas as curvas de peso.
  • Conforme pode ser observado nas curvas de velocidade de crescimento,
    na vida extra-uterina, o período de maior velocidade deste processo
    vai do nascimento até os primeiros cinco anos de vida, principalmente os
    dois primeiros anos. Este é o período mais vulnerável aos distúrbios de
    crescimento. Em condições adversas, a velocidade de crescimento pode
    diminuir ou mesmo ser interrompida. O gráfico 6 ilustra essa ocorrência,
    mostrando a desaceleração da velocidade do crescimento linear de uma
    criança aos dois anos, por uma doença infeciosa, e o crescimento compensat
    ório posterior, comparando-o com o gráfico de velocidade de crescimento
    do referencial NCHS. Para efeitos de comparação, colocamos parte
    do gráfico 3 (já apresentado na página 21), que ilustra a taxa de crescimento
    anual da referência, inserida no gráfico 6. Estudos mostram que déficits de crescimento linear que ocorram
    até os 2 anos (principalmente no primeiro ano de vida) são passíveis
    de recuperação total, enquanto que acima dessa idade a reversibilidade
    desse quadro torna-se bem mais difícil (Ref. 4).
    Quando ocorrem doenças infecciosas e/ou problema social, há uma
    desaceleração no ritmo de crescimento normal. Entretanto, corrigida
    a causa e se as condições ambientais forem adequadas, observa-se um
    aumento da velocidade de crescimento superior ao esperado para a
    idade, como um crescimento compensatório. Esse fenômeno é observado
    na reabilitação de crianças com desnutrição grave, principalmente
    nas menores de 2 anos.
    Durante os dois primeiros anos de vida, o déficit de crescimento
    ocasionado pela desnutrição é reversível. Após essa idade, nota-se
    que o fenômeno do crescimento compensatório, apesar de ativado,
    é bem menos intenso. Essa grande vulnerabilidade biológica faz com
    que seja extremamente importante o acompanhamento sistemático
    do crescimento da criança nessa fase da vida. Atividades de recupera
    ção nutricional devem priorizar crianças menores de 24 meses,
    para permitir uma total recuperação e prevenção de problemas futuros.
    As causas que afetam o crescimento também podem afetar o
    desenvolvimento.
  • Países desenvolvidos as cria são maiores
  • Este índice reflete o peso corporal em relação à estatura e, portanto,
    não requer a informação da idade. Muito valorizado no passado
    tem ainda aplicação na clínica pediátrica, na avaliação e seguimento
    individual de casos de desnutrição aguda e de peso excessivo.
  • É imprescindível ressaltar a variabilidade individual, não se devendo ficar preso a um esquema rígido de avaliação correlacionando simplesmente à idade da criança, pois o desenvolvimento é um processo basicamente seriado e somativo de aquisição de habilidades cada vez mais complexas. Assim, nem todas as crianças se desenvolvem de igual forma devido a vários fatores, tais como a herança genética, sistema neuroendócrino, ambiente, alimentação e estimulação psicoafetiva, motora, da linguagem e psicossocial.
    Nesse contexto, a avaliação do comportamento pode ser agrupada em 4 campos:
    Desenvolvimento motor: controle dos movimentos do corpo, desde os grosseiros até os mais finos.
    Desenvolvimento adaptativo: ações de ajustamento para novas atividades mais complexas, beneficiando-se de experiências anteriores.
    Desenvolvimento da linguagem: todos os meios de comunicação – percepção, compreensão e expressão – por meio de gestos, vocalizações e palavras.
    Desenvolvimento pessoal-social: habilidades e atitudes pessoais da criança em seu meio sociocultural. Ela desenvolve, inicialmente, a capacidade de tornar-se independente nas atividades da vida diária, construindo essa independência junto à família e, posteriormente, em nível social mais amplo (sociedade).
    O desenvolvimento psíquico, por sua vez, também pode ser incluído na avaliação do comportamento, uma vez que o psiquismo do ser humano se constitui no decorrer das relações/trocas realizadas entre a criança e os outros, desde os primórdios de sua vida. Em decorrência dessa afirmação, ganha relevo a participação daqueles que dela cuidam e fazem parte do mundo da criança, especialmente os pais. (CADERNO)
  • - Na Primeira infância ou lactente (28 dias a 2 anos exclusive) ocorrem as maiores e mais rápidas modificações no desenvolvimento da criança, principalmente no tocante ao domínio neuropsicomotor. Os intervalos (noite e dia, mamada e outra) fazem parte da vida. MMSS ágeis, fazendo movimentos cada vez mais complexos/finos. Os primeiros passos surgem a partir do primeiro ano de vida. Descobrir que a mãe não é só dela possibilita que ela possa buscar não mais o desejo da mãe, mas o seu próprio desejo.
    - A infância / segunda infância ou pré-escolar (2-6 anos) é o período caracterizado pelo aprimoramento das habilidades até então adquiridas, em especial a capacidade de comunicação, locomoção (andar e correr com segurança, subir escadas, etc.), manuseio de objetos e jogos simbólicos. Trata-se da idade do explorar e do brincar, dependendo da atividade centralizadora do psiquismo. Também surgem a curiosidade sexual e o medo.
    - Por fim, acima dos 5 anos nota-se o rendimento escolar, dinâmica das relações familiares, sociabilidade, a superação da enurese noturna e das dislalias de troca e supressão, independência para alimentar-se e vestir-se, estilo de vida (horário de dormir e levantar, estudo, esporte, disciplina), higiene bucal; áreas psicológicas e sociais (grandes problemas)
  • Existem vários modos de acompanhar o desenvolvimento, os quais se baseiam em uma rotina simples, de fácil execução, aplicável por não-especialista e em tempo relativamente curto a fim de propiciar um momento importante para a equipe de saúde relacionar-se, com mais intimidade, com a criança e a família.
    O primeiro método abordado em nosso trabalho é a ficha de ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO, que simboliza um roteiro de observação e identificação de crianças com prováveis problemas de desenvolvimento baseado em quatro indicadores: (1) maturativo; (2) psicomotor; (3) social; e (4) psíquico.
    A área sombreada corresponde ao período de incidência ou desaparecimento de determinado marco e o profissional anotará a sua observação no espaço correspondente à idade da criança e ao marco do desenvolvimento esperado, de acordo com a seguinte codificação:
    P = Presente
    A = Ausente
    NV = Não Verificado
    A comparação dos dados possibilita as seguintes interpretações:
    • presença das respostas esperadas para a idade.
    • falha em alcançar algum marco do desenvolvimento para a idade.
    • persistência do atraso por mais de duas consultas (ou ausência do .marco. no último quadro sombreado).
    Isso é importante para a adoção da conduta certa, como será explicado posteriormente.
  • Esta é a ficha de acompanhamento do desenvolvimento, que contém um cabeçalho, os marcos do desenvolvimento, as idades e as áreas sombreadas. Como dito anteriormente, o profissional de saúde deve anotar a codificação ao lado.
    Alguns marcos importantes, representados pelas imagens, são:
    A postura adotada até de 1 aos 4 meses
    Colocada de bruços, levantar a cabeça momentaneamente de 1 aos 3 meses
    Colocada de bruços, levantar e sustentar a cabeça apoiando-se no antebraço dos 2 aos 5 meses
    Levantada pelos braços com a ajuda do corpo dos 4 aos 7 meses
    Sentar-se sem apoio dos 5 aos 10 meses
    Arrastar-se ou engatinhar dos 6 aos 13 meses
  • Esta outra parte da ficha contempla a idade não só em meses, como também em anos.
    As imagens exemplificam:
    Andar sozinha, raramente cai, dos 10 aos 15 meses
    Aceitar a companhia de crianças, mas brinca isoladamente dos 21 meses aos 3 anos
    Vestir-se com auxílio dos 21 meses aos 4 anos
    Brincar com outras crianças dos 2 aos 4 anos
    Capaz de expressar preferências e ideias próprias dos 3 aos 6 anos
     
    Agora a Viviane dará continuidade ao trabalho, abordando alguns outros métodos de acompanhamento do desenvolvimento e retratando as possíveis alterações neste, assim como a conduta a ser adotada.
     
  • Caderneta de saúde da criança: marcos selecionados a partir da ficha de acompanhamento.

    O bebê deve começar a mamar logo após o nascimento, o que contribui para o vínculo entre ele e a mãe. O bebê gosta de ouvir a mãe falar e cantarolar enquanto cuida dele. Ele já consegue demonstrar sinais de prazer (sorrir) e desconforto (chorar ou resmungar).
    1 a 2 meses: O bebê fica protegido pelo leite materno e raramente adoece. No colo da mãe, se sente seguro e acalentado. Ele gosta de ficar em várias posições e olhar para objetos coloridos. E pp de ver o rosto da mãe. Responde ao sorriso.
    - 3 a 4 meses: O bebê está bem mais ativo - olha para quem o observa, acompanha com o olhar e responde com balbucios quando alguém conversa com ele. Gosta de por as mãos e objetos na boca. Aprecia a companhia da mãe e gosta de trocar de lugar, mas atenção, porque já não fica quieto, pode cair. De bruços, levanta a cabeça e ombros.
    - 5 a 6 meses: O bebê sabe quando se dirigem à ele e gosta de conversar. Quando ouve uma voz, procura com o olhar. Olha e pega tudo: cuidado com objetos pequenos para não engasgar. Para que ele se movimente melhor, a mãe ou quem cuida dele, deve colocá-lo no chão.
    Vira a cabeça na direção de uma voz ou objeto sonoro.
    - 7 a 9 meses: o bebê começa a querer provar outros alimentos, além do leite. Ele gosta de brincar com a mãe e com os familiares. Às vezes, estranha pessoas de fora de casa. Não gosta de ficar só. Já fica sentado e também pode se arrastar ou engatinhar, pode até mesmo tentar se por de pé. É muito curioso, por isso não se deve deixar ao seu alcance: remédios, inseticidas e pequenos objetos.
    Já fica sentado sem apoio.
  • Escala de Denver: método de screenning (triagem), não teste diagnóstico, fácil e rápida, mais detalhado que a ficha.
    Avalia 4 setores: pessoal-social, motor fino-adaptativo, linguagem e motor grosseiro

    Letra R = avaliação pode ser considerada adequada para a idade pelo relato da mãe ou do acompanhante.

    Percentis 25 e 90 significam as idades em que, respectivamente, 25% e 90% das crianças já adquiriram habilidade no teste.

    Aplicação durante a anamnese e exame físico. Testar 1 de cada vez. Evitar criança amedrontada ou após estímulo doloroso.

    Interpretação: DEVE SER GLOBAL PARA O CONJUNTO DE ITENS TESTADOS (IMP)
    Idade < percenti 25 = “precoce”
    Percentil 25 < idade < 90 = “adequada”
    Idade > percentil 90 = “atraso”

    Triagem (elevada sensibilidade) = avaliar outras vezes  persistência do atraso pode significar a necessidade de exames (elevada especificidade), testes e condutas especializadas
  • Exame neurológico evolutivo: MÉDICO. Complementa a escala de Denver II ou alternativa a esta para crianças de 6 e 7 anos de modo fácil, sucinto e fidedigno. Verifica movimentos globais, estáticos e dinâmicos (informações sobre o equilíbrio da coordenação global); coordenação apendicular (movimentos das mãos, desenhos e praxias – planejamento motor); persistência motora (capacidade de persistir em determinadas posições por determinado tempo); sensibilidade e gnosias – reconhecimento de objetos (percepções visual, sensitiva e tátil)

    Existem testes neuropsicológicos para complementar a escala de Denver, como o exame neuropsicológico e o teste da inteligência – quociente de inteligência (QI). Além disso, para crianças com mais de 10 anos, há dados adicionais para a avaliação.
  • A VIGILÂNCIA DO DESENVOLVIMENTO é um processo contínuo de acompanhamento das atividades relacionadas à promoção do potencial de desenvolvimento da criança e à detecção de problemas. Profissionais de saúde, pais, professores e outros devem estar envolvidos nesse acompanhamento.
    A estimulação adequada da criança à sua etapa evolutiva é essencial à realização de seu potencial como ser humano, criando as bases para a futura estrutura emocional, física e, principalmente, social. O não-estímulo significa o não-desenvolvimento de todas as potencialidades com que a criança nasceu.
  • Pediatria ambulatorial
    Caderno de saúde
    Cartão da criança
  • Desenvolvimento infantil

    1. 1. Wendell Alves Horta
    2. 2. Introdução Crescimento: ↑ físico do corpo Hipertrofia e/ou hiperplasia celular. ↑ velocidade nos 2 primeiros anos Constante após 5 anos5-6 cm e 2-3 kg/ano Estirão adolescente (11 meninas 13 meninos) Processo: QUANTITATIVO=cm/gr Desenvolvimento: Transformação complexa, contínua que engloba o Crescimento, Maturação, Aprendizagem e Aspectos psíquicos e sociais. Aquisição de novas habilidades. Processo:QUALITATIVO= Precoce, Esperado ou Atraso. Crescimento normal e Desenvolvimento atrasado= Sind. Down Crescimento deficitário e Desenvolvimento normal=Nanismo (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    3. 3. Crescimento & Desenvolvimento (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002) Genética (Fat.Intrínsecos) Meio Ambiente (Fat.Extrínsecos) • Alimentação • Atividade física • Patologias • Transtornos afetivos Sistema Límbico=Secreção hormonal
    4. 4. Crescimento-Fatores Extrínsecos Alimentação40% no 1º ano. Proteínas: 2/3 origem animal. Carboidratos: exclusivamente calórica (50%) Lipídios: calorias + veicular Vit. (ADEK) + constitutiva Minerais: Ca,P,Mg,K,I. Atividade Física Avanço na idade óssea em relação à cronológica. Evitar competições Desordens osteoarticulares, Hipertrofia cardíaca, Transtornos comportamentais (tiques e enurese), membros desproporcionais, etc. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    5. 5. Crescimento RESPONSSÁVEL PELO CRESCIMENTO: • Até 2 anos=Nutrição • 2-puberdade=Potencial Genético + GH • Puberdade=Hormônios Sexuais + GH (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    6. 6. Crescimento-AVALIAÇÃO • Peso:↑S↓E (sofre influências pontuais). Criança dobra de peso aos 4-5meses e triplica aos 12 meses. • Perímetro Cefálico: Crescimento Encefálico.  1ºs meses  melhor para identificar anomalias encefálicas do que provas de desenvolvimento.  RN: PC ↑ do que PT. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002) Peso(Kg)=Idade(anos)x2+9
    7. 7. Peso x Idade de 0 a 2 anos (Ministério da Saúde, 2002)
    8. 8. Acompanhamento do Perímetro Cefálico
    9. 9. Crescimento-AVALIAÇÃO • Estatura:↑E↓S. Criança 2-5 anos cresce 7cm/ano 6-12 anos cresce 6cm/ano Alvo Genético para Meninos: Alvo Genético para Meninas: (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002) Alt. Pai + (Alt. Mãe+13cm)/2 Alt. Mãe + (Alt.Pai-13cm)/2
    10. 10. Estatura • Vantagens: Dado cumulativo, progressivo e não sofre regressões  ideal para avaliação do crescimento. • Desvantagens: ganho de estatura é lento  demora para refletir em problemas agudos. • Medição difícil  imprecisões  mascarar problemas de crescimento. (Ministério da Saúde, 2002)
    11. 11. Crescimento: (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    12. 12. Crescimento compensatório Até 5 anos= ↑crescimento Condições adversas ↓Vel. Crescimento Déficits de crescimento até 2 anos são reversíveis (Ministério da Saúde, 2002)
    13. 13. Crescimento: (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    14. 14. Peso/Estatura= IMC • Não relaciona com a idade. • Avaliação de desnutrição e excesso de peso. (Ministério da Saúde, 2002)
    15. 15. Desenvolvimento Avaliação dos Aspectos Desenvolvimento motor Desenvolvimento adaptativo Desenvolvimento da linguagem Desenvolvimento pessoal-social Desenvolvimento psíquico (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002) DIREÇÃO Cefalo-caudal Proximo-distal
    16. 16. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO Primeira infância ou lactente (28 dias a 2 anos exclusive) • Domínio neuropsicomotor • Busca do próprio desejo • Movimentos mais complexos • Primeiros passos Infância ou pré-escolar (2 a 6 anos exclusive) • Aprimoramento de habilidades • Explorar e brincar • Curiosidade sexual • Medo • Sociabilidade (relações familiares, escola) • Independência e superação (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    17. 17. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO  Indicadores: 1) Maturativo 2) Psicomotor 3) Social 4) Psíquico  Codificação: P = presente A = ausente NV = não verificado • Área sombreada = período de incidência ou desaparecimento do marco • Interpretações: - Presença das respostas esperadas para a idade - Ausência das respostas esperadas para a idade - Atraso por mais de 2 consultas (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    18. 18. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    19. 19. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)
    20. 20. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011)
    21. 21. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO ESCALA DE DENVER • Método de screenning (↑S) • Avalia 4 setores: 1) Pessoal-Social 2) Motor Fino Adaptativo 3) Linguagem 4) Motor Grosseiro Detecção precoce:Recuperação satisfatória em 80-90% dos casos. (LEÃO, 2005)
    22. 22. ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO EXAME NEUROLÓGICO EVOLUTIVO (ENE) • Complementa a escala de Denver Movimentos globais, estáticos e dinâmicos (coordenação) • Avalia Persistência motora (ficar em uma posição por determinado tempo) Sensibilidade e gnosias (percepção visual, sensitiva e tátil) Exame Neuropsicológico Teste da Inteligência - QI Testes Neuropsicológicos (LEÃO, 2005)
    23. 23. CONCLUSÃO A avaliação do Crescimento & Desenvolvimento infantil tem caráter complexo com vários fatores determinísticos que devem ser observados tanto pela família quanto pelo profissional de saúde afim de intervirem o mais precocemente possível preservando o crescimento & desenvolvimento sadio da criança.
    24. 24. REFERÊNCIAS • LEÃO, ÊNNIO. Pediatria Ambulatorial. 4ª ed. Belo Horizonte. Ed. Coopemed, 2005. • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde da Criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Série Cadernos de Atenção Básica, n.11, 2002. • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Caderneta de Saúde da Criança: menina, 2011. • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Caderneta de Saúde da Criança: menino, 2011.

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