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Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesO primeiro autor a fazer referência ao ciclo vital dosdocumentos foi o no...
Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesConsideram-se documentos correntes aqueles em curso ouque, mesmo sem movi...
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ConclusãoSegundo (MORENO, 2008 p.82) “[...] A adoção dessa teoriarevolucionou não só o uso dos arquivos, masprincipalmente...
Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesReferências BibliográficasBellotto, Heloisa Liberalli Arquivos permanente...
Referências BibliográficasUFSM, Revista Eletrônica de Contabilidade. (V.1, n.3, MAR/MAI, 2005)INOJOSA, Rose Marie. Gerenci...
Perguntas1(CESPE/UNB-TJDF,1997) Em arquivos documentos de relativa importânciae que após a tramitação devem ser mantidos, ...
Complete com verdadeiro (V) ou falso (F) as questões 3,4,53(CESPE/UNB,TRT/TO,2005) Atualmente com a evolução da Arquivísti...
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  1. 1. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesNilo OkuboMarina Cola JacobIlsson SirianiBruno GasparettoIvanílson Carvalho de Souza
  2. 2. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesO primeiro autor a fazer referência ao ciclo vital dosdocumentos foi o norte-americano Philip Brooks, em 1940concebendo os documentos como algo com vida própria, quenasce ,cresce, decresce e morre. Essa ídeia difundiu difundiu-se a partir dos 1950, mas somente em 1972, o arquivistabelga Carlos Wyffels propôs a Teoria das três Idades dosdocumentos.(MORENO, 2008, p.81).A teoria das 3 idades remete à ideia de que o documentopassa por diferentes fases desde a sua criação pelo órgãoprodutor, sua tramitação até a sua eliminação ou guardapermanente, o que significa que qualquer documento passapor um ou mais períodos caracterizados pelo tipo e frequênciacom que são utilizados. Segundo Rousseau e Couture (1998),‘’os três períodos do ciclo de vida dos documentos e as idadesde que o compõem, permitem repartir os conjuntos queformam o arquivos”.
  3. 3. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesConsideram-se documentos correntes aqueles em curso ouque, mesmo sem movimentação , constituam de consultasfrequentes.(ABNT,NBR, 9578: ARQUIVOS, NBR 10519)Consideram-se documentos intermediários aqueles que, nãosendo de uso corrente nos órgãos, produtores, por razões deinteresse administrativo aguardam a sua eliminação ourecolhimento para a guarda permanente.(ABNT; NBR ;9578,ARQUIVOS, NBR, 10519).Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos devalor histórico, probatório e informativo que devem serdefinitivamente preservados.(ABNT; NBR, 9578: ARQUIVOS, NBR10519).
  4. 4. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesIdade do Arquivo CorrenteDescrição: documentos ativos, vigentes e frequentementeconsultados. Importância do documento: necessáriospara ações em curso.(OHIRA, 2002).Idade do Arquivo IntermediárioDescrição: final de vigência; documentos que aguardamprazos de prescrição ou precaução; raramenteconsultados; aguardam a destinação final, eliminação ouguarda permanente. Importância do documento:necessários para novas ações ou verificação.(OHIRA, 2002).
  5. 5. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesIdade do Arquivo PermanenteDescrição: Documentos que perderam o valor porem sãoprovidos de valor secundário ou histórico cultural. Importânciado documento: Preservação da memória da sociedade“(Direito à memória e à identidade cultural)”. (OHIRA, 2002)
  6. 6. Em nosso país, a gestão de documentos institucionalizou-se coma aprovação da Lei 8.159 de 8 de janeiro de 1991, a qual dispõesobre a politica nacional de arquivos públicos e privados. Em seuterceiro artigo, define gestão documental como sendo “[...] oconjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à suaprodução ,tramitação , uso avaliação e arquivamento em fasecorrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimentopara a guarda permanente”. (BRASIL, 1991).
  7. 7. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesO sistema de Arquivo integrado e dinâmico contará com uminstrumento básico de destinação de documentosdenominado Tabela de Temporalidade, que seráelaborada após o processo de avaliação documental edeverá ser aprovada para que sejam cumpridas as metase suas determinações (INOJOSA, 1991).A Tabela de Temporalidade dos documentos determinaráos prazos prescricionais e orientará a eliminação ou aguarda permanente dos documento (INOJOSA, 1991).
  8. 8. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesOs resultados decorrentes da aplicação da Tabela deTemporalidade no âmbito organizacional, são muitopositivas e, de acordo com a Norma técnica ABNT-NBR10519/1988: deve se alcançar. OHIRA (2003)Facilidade para distinguir os documentos dearmazenamento temporário dos de guarda permanente;Eliminação imediata de documentação cuja a guarda nãojustifique como por Ex. as cópias desde que estas nãosejam as únicas exemplares existentes.(ABNT-NBR,10519/1988).
  9. 9. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesDe acordo com a lei 8159/1991, considera se gestão dedocumentos “o conjunto de procedimentos e operaçõestécnicas referentes à sua produção, tramitação, uso,avaliação e arquivamento em fase corrente eintermediária , visando sua eliminação ou recolhimentopara a guarda permanente” .(ARQUIVONACIONAL;1995,p.14)
  10. 10. ConclusãoSegundo (MORENO, 2008 p.82) “[...] A adoção dessa teoriarevolucionou não só o uso dos arquivos, masprincipalmente a arquivística ocorrendo transformaçõesde ordem conceitual e prática .Dessa forma surge ummodelo sistêmico de organizações de arquivos em que odocumento passa a ser controlado desde o momento emque é produzido até a sua destinação final , ou seja aeliminação criteriosa ou guarda permanente definidocomo gestão de documento ou gestão documental [...].”Para (UFSM Revista eletrônica de contabilidade, v.1, n.3mar/mai.2005). A qualificação das informações tantosinternas quanto externas passaram a ser um fatorpreponderante para as ações em todos os níveis.
  11. 11. Ciclo vital dos documentosA teoria da três idadesReferências BibliográficasBellotto, Heloisa Liberalli Arquivos permanentes: tratamentosdocumental. São Paulo: T.A queiro,1991.COUTURE,Carol, ROUSSEAU, Jean- Yves. Lês Archives au Xxesiecle. Montreal: Université de Montreal,1998.BRASIL. Lei n. 8159 de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a politicanacional de arquivos públicos e privados e da outras providências.Diário Oficial [Republica Federativa do Brasil] Brasilia, DF, 9 deJan.1991.OHIRA, Maria Lourdes Blatt. Arquivo central da FAED: serie secretariaacadêmica do curso de biblioteconomia. Florianopólis: 2003.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10519:critérios de avaliação de documentos de arquivo. Rio de Janeiro,out.1988.BARTALLO,Linete,MORENO,Nádina Ap. Gestão em Arquivologia:abordagens múltiplas: Londrina, 2008.
  12. 12. Referências BibliográficasUFSM, Revista Eletrônica de Contabilidade. (V.1, n.3, MAR/MAI, 2005)INOJOSA, Rose Marie. Gerenciamento de documentos e avaliação.Unesp,1991.SCHELLENBERG, Theodore Roosevelt. Arquivos modernos: princípios etécnicas. 2.ed. Rio de Janeiro: FGV, 1974.DARLAN, Prof. Arquivologia- teoria das 3 idades : Google. Provas3 idades..
  13. 13. Perguntas1(CESPE/UNB-TJDF,1997) Em arquivos documentos de relativa importânciae que após a tramitação devem ser mantidos, em lugar apropriados, porum período mais longo, em razões legais ou administrativas são chamadas(A)Permanentes(B) Públicos(C) Correntes(D) Privados(E) Intermediários2(FCC-TER/RN,2004). O ciclo vital dos documentos administrativoscompreende de 3 fases identifique a ordem correta(A)Permanentes, Correntes, Temporários(B) Temporários, Intermediários, Correntes(C) Correntes, Temporários, Intermediários(D) Correntes, Intermediários ,Permanentes
  14. 14. Complete com verdadeiro (V) ou falso (F) as questões 3,4,53(CESPE/UNB,TRT/TO,2005) Atualmente com a evolução da Arquivística ociclo o ciclo vital dos documentos é conhecida pelas 3 fases que são.Correntes, intermediárias e Permanentes (V)4(CESPE-UNB-TST, 2003) Alguns documentos podem ser eliminados na fasecorrente em uma instituição que possua uma politica de avaliação (V)5(CESPE/UNB-ANTAQ,2005). Os documentos considerados de valorsecundários, são eliminados na segunda fase do ciclo vital a faseintermediária (F)

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