SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 59
NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM
PROFA. ANNE CAROLINE LIMA
NUTRIÇÃO
 Estado fisiológico que resulta do consumo e da
utilização biológica de energia e nutrientes em nível
celular.
 É a ciência dos alimentos, dos nutrientes e de outras
substâncias afins, sua interação, atuação e balanço
em relação à saúde e a doença. Ou seja, é o estudo
dos alimentos e dos mecanismos nos quais o
organismo ingere, digere, absorve, transporta,
utiliza e excreta as substância alimentares.
LEIS DA ALIMENTAÇÃO
(Pedro Escudero, 1937)
 1ª Lei: Quantidade
A quantidade de alimento deve ser suficiente para
cobrir as exigências energéticas do organismo e
manter o equilíbrio do seu balanço.
 2ª Lei: Qualidade
A alimentação deve ser completa na sua composição
para oferecer ao organismo, todas as substâncias
que o integram.
LEIS DA ALIMENTAÇÃO
(Pedro Escudero, 1937)
3ª Lei: Harmonia
As quantidades dos diversos nutrientes que integram
a alimentação devem garantir uma proporção entre
si.
4ª Lei: Adequação
A finalidade da nutrição está ajustada à sua
adequação ao organismo. Adequar a alimentação aos
hábitos, situação econômica, condições fisiológicas.
ESTADO NUTRICIONAL
“É o grau pelo qual a necessidade fisiológica de
nutrientes do indivíduo está sendo atendida através
do alimento que ele está ingerindo” (Mahan, 1998).
“É o estado de equilíbrio do indivíduo entre a
ingestão e o gasto ou necessidade de
nutrientes”(Mahan, 1998).
ESTADO NUTRICIONAL
“Condição de saúde de um indivíduo, influenciada
pelo consumo de nutrientes, identificada pela
correlação de informações obtidas de estudos físicos,
bioquímicos, clínicos e dietéticos”(Vasconcelos,
2000).
“O estado resultante do equilíbrio entre suprimento
de nutrientes e o gasto do organismo do outro”
(Vasconcelos, 2000).
ESTADO NUTRICIONAL
ALIMENTAÇÃO
Processo biológico e cultural que se traduz na
escolha, preparação e consumo de um ou vários
alimentos.
ALIMENTO
Substância que fornece os elementos necessários ao
organismo humano para a sua formação,
manutenção e desenvolvimento.
ALIMENTO DIET
Alimento especial ao qual foi retirado totalmente um
ou mais componentes.
ALIMENTO LIGTH
Alimento que apresenta uma redução mínima de
25% num dado componente ou no valor calórico
quando comparado com o alimento convencional.
ALIMENTOS FUNCIONAIS
Alimentos, em forma natural ou processada, que
contêm níveis significantes de componentes ativos
biologicamente que, além da nutrição básica, trazem
benefícios à saúde, à capacidade física e ao estado
mental.
ALIMENTO IN NATURA
Os alimentos in natura ou minimamente
processados devem ser a base da alimentação.
Alimentos in natura são obtidos diretamente
de plantas ou de animais e não sofrem
qualquer alteração após deixar a natureza.
ALIMENTOS MINIMAMENTE PROCESSADOS
Alimentos minimamente processados
correspondem a alimentos in natura que
foram submetidos a processos de limpeza,
remoção de partes não comestíveis ou
indesejáveis, fracionamento, moagem,
secagem, fermentação, pasteurização,
refrigeração, congelamento e processos
similares que não envolvam agregação de
sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras
substâncias ao alimento original.
ALIMENTOS PROCESSADOS
Alimentos processados ou ultraprocessados devem
ser limitados na alimentação.
Alimentos processados são fabricados pela
indústria com a adição de sal ou açúcar ou
outra substância de uso culinário a
alimentos in natura para torná- los duráveis
e mais agradáveis ao paladar.
ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS
Alimentos ultraprocessados são formulações
industriais feitas inteiramente ou
majoritariamente de substâncias extraídas de
alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido,
proteínas), derivadas de constituintes de
alimentos (gorduras hidrogenadas, amido
modificado) ou sintetizadas em laboratório com
base em matérias orgânicas como petróleo e
carvão (corantes, aromatizantes, realçadores de
sabor e vários tipos de aditivos usados para
dotar os produtos de propriedades sensoriais
atraentes).
GRUPO DE ALIMENTOS
CONSTRUTORES: São responsáveis pelo processo
de crescimento, desenvolvimento, reparação dos
tecidos e resistência do organismo às doenças.
ENERGÉTICOS: Fornecem energia ao corpo.
REGULADORES: Agem no organismo ajustando o
funcionamento geral.
NUTRIENTES
Componente químico necessário ao metabolismo
humano que proporciona energia ou contribui para o
crescimento, o desenvolvimento, a manutenção da
saúde e da vida.
MACRONUTRIENTE
Nutriente que é necessário ao organismo em grande
quantidade em relação aos micronutrientes.
MICRONUTRINTE
Nutriente necessário ao organismo em pequenas
quantidades (em miligramas ou microgramas) em
relação aos macronutrientes.
ALIMENTAÇÃO
É muito mais do que a ingestão de alimentos.
Envolve alimentos, combinações de alimentos e as
dimensões sociais e culturais do ato de comer.
Influencia a saúde e o bem-estar.
OBSTÁCULOS À ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Informação;
Oferta;
Custo;
Habilidades culinárias;
Tempo;
Publicidade;
POR QUE ALIMENTOS DEVEM SER A BASE DA ALIMENTAÇÃO?
Nenhum alimento sozinho proporciona aos seres
humanos a densidade ideal de energia e de
nutrientes que seu organismo requer.
Em combinações adequadas, alimentos de origem
anima e alimentos de origem vegetal formam uma
base excelente para uma alimentação
nutricionalmente equilibrada.
RECOMENDAÇÕES SOBRE ALIMENTAÇÃO
1. Comer com regularidade e sem distração:
2. Comer em ambientes apropriados:
3. Comer em companhia.
DETERMINANTES DA PRÁTICA ALIMENTAR
GUIAS ALIMENTARES
Os guias alimentares são instrumentos de orientação
e informação à população visando promover saúde e
hábitos alimentares saudáveis.
Os guias devem ser representados por grupos de
alimentos, e são baseados na variedade de
informações incluindo a relação existente entre os
alimentos e a saúde dos indivíduos.
GUIAS ALIMENTARES
Os guias alimentares devem:
Promover e manter a saúde global do indivíduo com
orientações direcionadas para prevenção ou
tratamento de qualquer doença;
Ser baseados em pesquisas atualizadas;
Ter uma visão global da dieta;
GUIAS ALIMENTARES
Ser úteis para o público alvo;
Encontrar uma forma realista de suprir as
necessidades nutricionais utilizando-se da dieta
habitual de cada população;
Ser práticos e, os nutrientes e energia adaptados
segundo a idade, o sexo e a atividade física,
GUIAS ALIMENTARES
Ser dinâmicos, permitindo o máximo de flexibilidade
para a escolha dos alimentos, a fim de suprir as
necessidades nutricionais do indivíduo.
GUIAS ALIMENTARES
Há vários anos tem se procurado uma forma gráfica
de distribuição dos alimentos para uma melhor
compreensão por parte da população, ou seja, fazer
com que haja o consumo de vários alimentos e em
quantidade suficiente para que juntos componham
uma dieta adequada nutricionalmente.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
O Guia da Pirâmide Alimentar é um instrumento de
orientação nutricional utilizado por profissionais
com objetivo de promover mudanças de hábitos
alimentares visando a saúde global do indivíduo e a
prevenção de doenças.
O modelo foi proposto inicialmente baseado nos
conceitos de variedade, proporcionalidade e
moderação.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
Variedade: estimular o consumo entre os
diferentes grupos de alimentos que compõe a
Pirâmide e também dentro de cada grupo, composto
por diferentes alimentos. Nenhum grupo é mais
importante do que outro.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
Proporcionalidade: representada pelo tamanho
dos grupos e pela indicação de número de porções
recomendadas. A ingestão de alimentos de grupos de
tamanho maior deve ser feita em maior quantidade.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
Moderação: representada pelo tamanho do grupo
das gorduras e açúcares, localizado no topo da
Pirâmide, e pelo texto "usar moderadamente ou use
pouco"que o acompanha. Recomenda cuidado com a
adição de gordura e açúcar na dieta que devem ser
usados com moderação.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
PIRÂMIDE ALIMENTAR
Dividida em 5 grupos, onde nenhum grupo é mais
importante do que outro. Quanto maior for a porção
que o grupo ocupa, maior é a quantidade a ingerir
dos alimentos diariamente.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
No ápice, estão os óleos, gorduras, açúcares e doces,
não considerados como grupo por conterem muitas
calorias e poucos nutrientes. Devem ter seu consumo
moderado ou esporádico, por já existir de forma
natural na composição de vários alimentos e
preparações, representados na pirâmide por gotas
(óleos) e cubos (açúcares) distribuídos por todos os
níveis da pirâmide.
PIRÂMIDE ALIMENTAR
Desta forma, a Pirâmide Alimentar norte-americana
é baseada em sete pontos principais: ingestão de
uma dieta variada em alimentos; manutenção do
“peso ideal”; dieta pobre em gorduras, gorduras
saturadas e colesterol; dieta rica em vegetais, frutas,
grãos e produtos derivados dos grãos; açúcar com
moderação; sal e sódio com moderação, bebidas
alcoólicas com moderação.
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
No entanto, os hábitos alimentares americanos são
diferentes dos nossos. Por essa razão, PHILLIPPI,
Sônia Tucunduva, em 1999, adaptou a pirâmide
americana de 1992, aos hábitos brasileiros.
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
Na Pirâmide Alimentar Adaptada a população
brasileira os alimentos foram distribuídos em oito
grupos (cereais, frutas, vegetais, leguminosas, leite,
carnes, gorduras e açúcares). As frutas e os vegetais
continuam a ocupar uma posição de destaque e o seu
consumo deve ser abundante.
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
Devido às leguminosas serem comuns na
alimentação básica do brasileiro, principalmente o
feijão, foram colocadas à parte, por não possuírem os
mesmos valores nutritivos que carnes e ovos, não
podendo ser substitutas destes, sem o necessário
ajuste no equilíbrio de aminoácidos.
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
No dia 19 de abril de 2005, o Departamento da
Agricultura dos E.U.A. lançou a sua nova Pirâmide
(MyPyramid).
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
Este novo símbolo substitui a antiga Pirâmide de
Alimentos, originalmente publicada em 1992, com o
objetivo de tornar o símbolo mais efetivo para a
motivação dos indivíduos em selecionar alimentos
saudáveis, transmitir as informações científicas
nutricionais mais atualizadas, dequar-se às
recomendações dos Guias Alimentares para
Americanos de 2005 e às novas Ingestões Dietéticas
de Referência (DRIs), publicadas a partir do ano de
2000 e abordar mais a individualização.
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
As novas mudanças na pirâmide foram: maior
simplicidade; ausência dos símbolos de gorduras e
açúcares adicionados dentro de cada grupo
alimentar; inclusão da atividade física como
princípio de estilo de vida saudável, que é
simbolizado por um indivíduo subindo uma escada,
na lateral esquerda da pirâmide;
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
Ênfase na importância de mudanças graduais no
estilo de vida, incluído no símbolo da escada;
apresentação dos grupos alimentares em listras
verticais coloridas, mantendo a idéia de proporção
entre eles.; maior possibilidade de individualização,
o novo símbolo recomenda 12 níveis calóricos;
aumento do número de porções para hortaliças e
frutas, e redução do tamanho da porção do grupo das
carnes;
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR
As cores de alguns grupos alimentares encorajam a
escolha de alimentos mais nutritivos; inclusão da
categoria de óleos, enfatizando à base contendo
fontes de óleos monoinsaturados e polinsaturados, e
limitando ao topo as fontes de gorduras saturadas,
trans e colesterol; e inclusão da “permissão de
calorias controladas”.
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA
Com a apresentação na nova pirâmide alimentar, da
legislação para rotulagem de alimentos e do Guia
Alimentar Brasileiro do Ministério da Saúde, houve a
adaptação da Pirâmide Alimentar Brasileira com o
planejamento do número de porções para uma dieta
de 2000 kcal.
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
A alimentação deve ser composta por 4 a 6 refeições
diárias, distribuídas em três refeições principais
(café da manhã, almoço, jantar), com 15 a 35% das
recomendações diárias de energia, e em até três
lanches intermediários (manhã, tarde e noite), com 5
a 15% das recomendações diárias de energia.
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
Café da manhã: 1 porção do grupo do arroz, 1 porção
do grupo do leite e 1 porção do grupo das frutas;
Almoço e Jantar: 1 porção do grupo do arroz; 1
porção do grupo das verduras e legumes; 1 porção do
grupo das frutas; 1 porção do grupo dos feijões e
oleaginosas e 1 porção do grupo das carnes e ovos;
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
Lanches e outras refeições intermediárias: 1 porção
do grupo do arroz, 1 porção do grupo do leite ou 1
porção do grupo das frutas;
Uso moderado dos grupos de óleos e gorduras e
açúcares e doces (escolher entre um doce ou uma
bebida adoçada por dia).
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
As recomendações sobre a utilização dos grupos de
alimentos, da Pirâmide Alimentar Brasileira, para o
planejamento de uma alimentação saudável, estão
baseadas no conceito de segurança alimentar e
nutricional e em práticas alimentares saudáveis.
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
Deve-se garantir a todos os indivíduos condições de
acesso aos chamados alimentos básicos, com
qualidade, em quantidade suficiente, de modo
permanente e sem comprometer o acesso a outras
necessidades essenciais que contribuam com uma
existência digna em um contexto de
desenvolvimento integral e saudável.
PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO
OS GRUPOS DE ALIMENTOS
A pirâmide alimentar no processo de educação
alimentar e nutricional, apresenta-se como um guia
eficaz para o cumprimento destas recomendações.
OUTROS GUIAS ALIMENTARES
10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
OUTROS GUIAS ALIMENTARES
10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇ

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 1 politicas de saude no brasil
Aula 1   politicas de saude no brasilAula 1   politicas de saude no brasil
Aula 1 politicas de saude no brasil
kellyschorro18
 
Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1
profsempre
 
Nutrição Parenteral
Nutrição ParenteralNutrição Parenteral
Nutrição Parenteral
Safia Naser
 
Nutrientes nos diferentes ciclos da vida
Nutrientes nos diferentes  ciclos da vidaNutrientes nos diferentes  ciclos da vida
Nutrientes nos diferentes ciclos da vida
Marcelo Silva
 

Mais procurados (20)

Nutriçao
NutriçaoNutriçao
Nutriçao
 
Tipos de dietas
Tipos de dietasTipos de dietas
Tipos de dietas
 
Saúde do Idoso
Saúde do IdosoSaúde do Idoso
Saúde do Idoso
 
AULA NUTRIÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM
AULA NUTRIÇÃO APLICADA A ENFERMAGEMAULA NUTRIÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM
AULA NUTRIÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM
 
nutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptxnutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptx
 
Terapia nutricional com vídeo
Terapia nutricional com vídeoTerapia nutricional com vídeo
Terapia nutricional com vídeo
 
Aula 1 politicas de saude no brasil
Aula 1   politicas de saude no brasilAula 1   politicas de saude no brasil
Aula 1 politicas de saude no brasil
 
AULA DE TERAPIA NUTRICIONAL
AULA DE TERAPIA NUTRICIONALAULA DE TERAPIA NUTRICIONAL
AULA DE TERAPIA NUTRICIONAL
 
Slide Aula 1 - Noções Básicas de Nutrição e Dietética.pdf
Slide Aula 1 - Noções Básicas de Nutrição e Dietética.pdfSlide Aula 1 - Noções Básicas de Nutrição e Dietética.pdf
Slide Aula 1 - Noções Básicas de Nutrição e Dietética.pdf
 
Nutricão
NutricãoNutricão
Nutricão
 
Nutrição do idoso
Nutrição do idosoNutrição do idoso
Nutrição do idoso
 
Aula De NutriçãO IntroduçãO
Aula De NutriçãO IntroduçãOAula De NutriçãO IntroduçãO
Aula De NutriçãO IntroduçãO
 
Alimentação infantil
Alimentação infantilAlimentação infantil
Alimentação infantil
 
Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1
 
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de ImunizacaoAula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de Imunizacao
 
Nutrição Parenteral
Nutrição ParenteralNutrição Parenteral
Nutrição Parenteral
 
Saúde Coletiva - 1. introdução e conceitos fundamentais
Saúde Coletiva - 1. introdução e conceitos fundamentaisSaúde Coletiva - 1. introdução e conceitos fundamentais
Saúde Coletiva - 1. introdução e conceitos fundamentais
 
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMAula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
 
Nutrientes nos diferentes ciclos da vida
Nutrientes nos diferentes  ciclos da vidaNutrientes nos diferentes  ciclos da vida
Nutrientes nos diferentes ciclos da vida
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
 

Destaque

Slides nutrição
Slides nutriçãoSlides nutrição
Slides nutrição
melodilva
 
Alimentação saudável
Alimentação saudávelAlimentação saudável
Alimentação saudável
paulabarrela
 
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentosAspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
ktisti
 
Apresentação final de nutrição
Apresentação final de nutriçãoApresentação final de nutrição
Apresentação final de nutrição
Elydaenf
 
Embalagens de Alimentos
Embalagens de AlimentosEmbalagens de Alimentos
Embalagens de Alimentos
Milton Marcelo
 
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edisonPo sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
Edison Santos
 
Apostila de embalagem
Apostila de embalagemApostila de embalagem
Apostila de embalagem
andreiafaion
 

Destaque (20)

Slides nutrição
Slides nutriçãoSlides nutrição
Slides nutrição
 
Alimentação Saudável
Alimentação SaudávelAlimentação Saudável
Alimentação Saudável
 
Alimentação saudável
Alimentação saudávelAlimentação saudável
Alimentação saudável
 
Ppt ¡come sano!
Ppt ¡come sano!Ppt ¡come sano!
Ppt ¡come sano!
 
Guia alimentacao-saudavel
Guia alimentacao-saudavelGuia alimentacao-saudavel
Guia alimentacao-saudavel
 
Cap14
Cap14Cap14
Cap14
 
0. nutrição na enfermagem
0. nutrição na enfermagem0. nutrição na enfermagem
0. nutrição na enfermagem
 
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentosAspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
Aspectos sobre a legislação brasileira sobre embalagens de alimentos
 
Apresentação final de nutrição
Apresentação final de nutriçãoApresentação final de nutrição
Apresentação final de nutrição
 
Apresentação TNE
Apresentação TNEApresentação TNE
Apresentação TNE
 
Nutrição - Pirâmide Alimentar
Nutrição - Pirâmide AlimentarNutrição - Pirâmide Alimentar
Nutrição - Pirâmide Alimentar
 
Trabalho nutrição
Trabalho nutriçãoTrabalho nutrição
Trabalho nutrição
 
Embalagens de Alimentos
Embalagens de AlimentosEmbalagens de Alimentos
Embalagens de Alimentos
 
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edisonPo sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
Po sondagem nasogastrica-nasoenteral_2012.pdf-edison
 
Nutrição e saúde
Nutrição e saúdeNutrição e saúde
Nutrição e saúde
 
Aula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para AlimentosAula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para Alimentos
 
Aula embalagens (1)
Aula embalagens (1)Aula embalagens (1)
Aula embalagens (1)
 
Adjetivo
AdjetivoAdjetivo
Adjetivo
 
Tipos de Embalagens
Tipos de EmbalagensTipos de Embalagens
Tipos de Embalagens
 
Apostila de embalagem
Apostila de embalagemApostila de embalagem
Apostila de embalagem
 

Semelhante a Nutrição aplicada à enfermagem (1)

nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptxnutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
dntascatarina
 
Trabalho de ciências
Trabalho de ciênciasTrabalho de ciências
Trabalho de ciências
Davi Carneiro
 
Hábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
Hábitos Alimentares Para Uma Vida SaudávelHábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
Hábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
Alimentação Saudável
 
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação equilibrada- semana 1.pdf
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação  equilibrada- semana 1.pdfIntrodução- nutrição, nutrientes e alimentação  equilibrada- semana 1.pdf
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação equilibrada- semana 1.pdf
JulioCesar371362
 
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
EmidioFilipe
 
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdfIntrodução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
Wivi3
 
Sociedade tecnologia e ciência
Sociedade tecnologia e ciênciaSociedade tecnologia e ciência
Sociedade tecnologia e ciência
stcnsaidjv
 
Nutrição Cartilha Merendeira 2
Nutrição  Cartilha  Merendeira 2Nutrição  Cartilha  Merendeira 2
Nutrição Cartilha Merendeira 2
TomateVerdeFrito
 
Ache nutricao web
Ache nutricao webAche nutricao web
Ache nutricao web
saudefieb
 

Semelhante a Nutrição aplicada à enfermagem (1) (20)

nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptxnutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
nutrioaplicadaenfermagem1-160831134159.pptx
 
Trabalho de ciências
Trabalho de ciênciasTrabalho de ciências
Trabalho de ciências
 
AulaNutri.pdf
AulaNutri.pdfAulaNutri.pdf
AulaNutri.pdf
 
Hábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
Hábitos Alimentares Para Uma Vida SaudávelHábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
Hábitos Alimentares Para Uma Vida Saudável
 
1-regras alimentares.ppt
1-regras alimentares.ppt1-regras alimentares.ppt
1-regras alimentares.ppt
 
1-regrasalimentares-230108233735-332d9d4c.pdf
1-regrasalimentares-230108233735-332d9d4c.pdf1-regrasalimentares-230108233735-332d9d4c.pdf
1-regrasalimentares-230108233735-332d9d4c.pdf
 
Apostila de nutrição e dietética profª lívia motta
Apostila de nutrição e dietética profª lívia motta Apostila de nutrição e dietética profª lívia motta
Apostila de nutrição e dietética profª lívia motta
 
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação equilibrada- semana 1.pdf
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação  equilibrada- semana 1.pdfIntrodução- nutrição, nutrientes e alimentação  equilibrada- semana 1.pdf
Introdução- nutrição, nutrientes e alimentação equilibrada- semana 1.pdf
 
Tema de vida cristiano
Tema de vida   cristianoTema de vida   cristiano
Tema de vida cristiano
 
Tema de vida cristiano
Tema de vida   cristianoTema de vida   cristiano
Tema de vida cristiano
 
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003
 
AULA 1 Introduçao a Nutricao.ppt
AULA 1 Introduçao a Nutricao.pptAULA 1 Introduçao a Nutricao.ppt
AULA 1 Introduçao a Nutricao.ppt
 
Letícia e Gabriel educação alimentar 9 a
Letícia e Gabriel educação alimentar 9 aLetícia e Gabriel educação alimentar 9 a
Letícia e Gabriel educação alimentar 9 a
 
Crescer sudavel
Crescer sudavelCrescer sudavel
Crescer sudavel
 
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdfIntrodução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
Introdução a nutrição humana - conceitos básicos em Nutrição.pdf
 
Sociedade tecnologia e ciência
Sociedade tecnologia e ciênciaSociedade tecnologia e ciência
Sociedade tecnologia e ciência
 
Nutrição Cartilha Merendeira 2
Nutrição  Cartilha  Merendeira 2Nutrição  Cartilha  Merendeira 2
Nutrição Cartilha Merendeira 2
 
Pirâmide Alimentar grupo 2
Pirâmide Alimentar grupo 2Pirâmide Alimentar grupo 2
Pirâmide Alimentar grupo 2
 
Ache nutricao web
Ache nutricao webAche nutricao web
Ache nutricao web
 
Guia para alimentação saudável - Pirâmide alimentar
Guia para alimentação saudável - Pirâmide alimentarGuia para alimentação saudável - Pirâmide alimentar
Guia para alimentação saudável - Pirâmide alimentar
 

Último

O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
VALMIRARIBEIRO1
 

Último (20)

Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja
 
Insegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoasInsegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoas
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 

Nutrição aplicada à enfermagem (1)

  • 1. NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM PROFA. ANNE CAROLINE LIMA
  • 2. NUTRIÇÃO  Estado fisiológico que resulta do consumo e da utilização biológica de energia e nutrientes em nível celular.  É a ciência dos alimentos, dos nutrientes e de outras substâncias afins, sua interação, atuação e balanço em relação à saúde e a doença. Ou seja, é o estudo dos alimentos e dos mecanismos nos quais o organismo ingere, digere, absorve, transporta, utiliza e excreta as substância alimentares.
  • 3. LEIS DA ALIMENTAÇÃO (Pedro Escudero, 1937)  1ª Lei: Quantidade A quantidade de alimento deve ser suficiente para cobrir as exigências energéticas do organismo e manter o equilíbrio do seu balanço.  2ª Lei: Qualidade A alimentação deve ser completa na sua composição para oferecer ao organismo, todas as substâncias que o integram.
  • 4. LEIS DA ALIMENTAÇÃO (Pedro Escudero, 1937) 3ª Lei: Harmonia As quantidades dos diversos nutrientes que integram a alimentação devem garantir uma proporção entre si. 4ª Lei: Adequação A finalidade da nutrição está ajustada à sua adequação ao organismo. Adequar a alimentação aos hábitos, situação econômica, condições fisiológicas.
  • 5. ESTADO NUTRICIONAL “É o grau pelo qual a necessidade fisiológica de nutrientes do indivíduo está sendo atendida através do alimento que ele está ingerindo” (Mahan, 1998). “É o estado de equilíbrio do indivíduo entre a ingestão e o gasto ou necessidade de nutrientes”(Mahan, 1998).
  • 6. ESTADO NUTRICIONAL “Condição de saúde de um indivíduo, influenciada pelo consumo de nutrientes, identificada pela correlação de informações obtidas de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos”(Vasconcelos, 2000). “O estado resultante do equilíbrio entre suprimento de nutrientes e o gasto do organismo do outro” (Vasconcelos, 2000).
  • 8. ALIMENTAÇÃO Processo biológico e cultural que se traduz na escolha, preparação e consumo de um ou vários alimentos.
  • 9. ALIMENTO Substância que fornece os elementos necessários ao organismo humano para a sua formação, manutenção e desenvolvimento.
  • 10. ALIMENTO DIET Alimento especial ao qual foi retirado totalmente um ou mais componentes.
  • 11. ALIMENTO LIGTH Alimento que apresenta uma redução mínima de 25% num dado componente ou no valor calórico quando comparado com o alimento convencional.
  • 12. ALIMENTOS FUNCIONAIS Alimentos, em forma natural ou processada, que contêm níveis significantes de componentes ativos biologicamente que, além da nutrição básica, trazem benefícios à saúde, à capacidade física e ao estado mental.
  • 13. ALIMENTO IN NATURA Os alimentos in natura ou minimamente processados devem ser a base da alimentação. Alimentos in natura são obtidos diretamente de plantas ou de animais e não sofrem qualquer alteração após deixar a natureza.
  • 14. ALIMENTOS MINIMAMENTE PROCESSADOS Alimentos minimamente processados correspondem a alimentos in natura que foram submetidos a processos de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou indesejáveis, fracionamento, moagem, secagem, fermentação, pasteurização, refrigeração, congelamento e processos similares que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original.
  • 15. ALIMENTOS PROCESSADOS Alimentos processados ou ultraprocessados devem ser limitados na alimentação. Alimentos processados são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário a alimentos in natura para torná- los duráveis e mais agradáveis ao paladar.
  • 16. ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS Alimentos ultraprocessados são formulações industriais feitas inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e vários tipos de aditivos usados para dotar os produtos de propriedades sensoriais atraentes).
  • 17. GRUPO DE ALIMENTOS CONSTRUTORES: São responsáveis pelo processo de crescimento, desenvolvimento, reparação dos tecidos e resistência do organismo às doenças. ENERGÉTICOS: Fornecem energia ao corpo. REGULADORES: Agem no organismo ajustando o funcionamento geral.
  • 18. NUTRIENTES Componente químico necessário ao metabolismo humano que proporciona energia ou contribui para o crescimento, o desenvolvimento, a manutenção da saúde e da vida.
  • 19. MACRONUTRIENTE Nutriente que é necessário ao organismo em grande quantidade em relação aos micronutrientes.
  • 20. MICRONUTRINTE Nutriente necessário ao organismo em pequenas quantidades (em miligramas ou microgramas) em relação aos macronutrientes.
  • 21. ALIMENTAÇÃO É muito mais do que a ingestão de alimentos. Envolve alimentos, combinações de alimentos e as dimensões sociais e culturais do ato de comer. Influencia a saúde e o bem-estar.
  • 22. OBSTÁCULOS À ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Informação; Oferta; Custo; Habilidades culinárias; Tempo; Publicidade;
  • 23. POR QUE ALIMENTOS DEVEM SER A BASE DA ALIMENTAÇÃO? Nenhum alimento sozinho proporciona aos seres humanos a densidade ideal de energia e de nutrientes que seu organismo requer. Em combinações adequadas, alimentos de origem anima e alimentos de origem vegetal formam uma base excelente para uma alimentação nutricionalmente equilibrada.
  • 24. RECOMENDAÇÕES SOBRE ALIMENTAÇÃO 1. Comer com regularidade e sem distração: 2. Comer em ambientes apropriados: 3. Comer em companhia.
  • 26. GUIAS ALIMENTARES Os guias alimentares são instrumentos de orientação e informação à população visando promover saúde e hábitos alimentares saudáveis. Os guias devem ser representados por grupos de alimentos, e são baseados na variedade de informações incluindo a relação existente entre os alimentos e a saúde dos indivíduos.
  • 27. GUIAS ALIMENTARES Os guias alimentares devem: Promover e manter a saúde global do indivíduo com orientações direcionadas para prevenção ou tratamento de qualquer doença; Ser baseados em pesquisas atualizadas; Ter uma visão global da dieta;
  • 28. GUIAS ALIMENTARES Ser úteis para o público alvo; Encontrar uma forma realista de suprir as necessidades nutricionais utilizando-se da dieta habitual de cada população; Ser práticos e, os nutrientes e energia adaptados segundo a idade, o sexo e a atividade física,
  • 29. GUIAS ALIMENTARES Ser dinâmicos, permitindo o máximo de flexibilidade para a escolha dos alimentos, a fim de suprir as necessidades nutricionais do indivíduo.
  • 30. GUIAS ALIMENTARES Há vários anos tem se procurado uma forma gráfica de distribuição dos alimentos para uma melhor compreensão por parte da população, ou seja, fazer com que haja o consumo de vários alimentos e em quantidade suficiente para que juntos componham uma dieta adequada nutricionalmente.
  • 31. PIRÂMIDE ALIMENTAR O Guia da Pirâmide Alimentar é um instrumento de orientação nutricional utilizado por profissionais com objetivo de promover mudanças de hábitos alimentares visando a saúde global do indivíduo e a prevenção de doenças. O modelo foi proposto inicialmente baseado nos conceitos de variedade, proporcionalidade e moderação.
  • 32. PIRÂMIDE ALIMENTAR Variedade: estimular o consumo entre os diferentes grupos de alimentos que compõe a Pirâmide e também dentro de cada grupo, composto por diferentes alimentos. Nenhum grupo é mais importante do que outro.
  • 33. PIRÂMIDE ALIMENTAR Proporcionalidade: representada pelo tamanho dos grupos e pela indicação de número de porções recomendadas. A ingestão de alimentos de grupos de tamanho maior deve ser feita em maior quantidade.
  • 34. PIRÂMIDE ALIMENTAR Moderação: representada pelo tamanho do grupo das gorduras e açúcares, localizado no topo da Pirâmide, e pelo texto "usar moderadamente ou use pouco"que o acompanha. Recomenda cuidado com a adição de gordura e açúcar na dieta que devem ser usados com moderação.
  • 36. PIRÂMIDE ALIMENTAR Dividida em 5 grupos, onde nenhum grupo é mais importante do que outro. Quanto maior for a porção que o grupo ocupa, maior é a quantidade a ingerir dos alimentos diariamente.
  • 37. PIRÂMIDE ALIMENTAR No ápice, estão os óleos, gorduras, açúcares e doces, não considerados como grupo por conterem muitas calorias e poucos nutrientes. Devem ter seu consumo moderado ou esporádico, por já existir de forma natural na composição de vários alimentos e preparações, representados na pirâmide por gotas (óleos) e cubos (açúcares) distribuídos por todos os níveis da pirâmide.
  • 38. PIRÂMIDE ALIMENTAR Desta forma, a Pirâmide Alimentar norte-americana é baseada em sete pontos principais: ingestão de uma dieta variada em alimentos; manutenção do “peso ideal”; dieta pobre em gorduras, gorduras saturadas e colesterol; dieta rica em vegetais, frutas, grãos e produtos derivados dos grãos; açúcar com moderação; sal e sódio com moderação, bebidas alcoólicas com moderação.
  • 39. PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
  • 40. PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA No entanto, os hábitos alimentares americanos são diferentes dos nossos. Por essa razão, PHILLIPPI, Sônia Tucunduva, em 1999, adaptou a pirâmide americana de 1992, aos hábitos brasileiros.
  • 41. PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA Na Pirâmide Alimentar Adaptada a população brasileira os alimentos foram distribuídos em oito grupos (cereais, frutas, vegetais, leguminosas, leite, carnes, gorduras e açúcares). As frutas e os vegetais continuam a ocupar uma posição de destaque e o seu consumo deve ser abundante.
  • 42. PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA A POPULAÇÃO BRASILEIRA Devido às leguminosas serem comuns na alimentação básica do brasileiro, principalmente o feijão, foram colocadas à parte, por não possuírem os mesmos valores nutritivos que carnes e ovos, não podendo ser substitutas destes, sem o necessário ajuste no equilíbrio de aminoácidos.
  • 44. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR No dia 19 de abril de 2005, o Departamento da Agricultura dos E.U.A. lançou a sua nova Pirâmide (MyPyramid).
  • 45. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR Este novo símbolo substitui a antiga Pirâmide de Alimentos, originalmente publicada em 1992, com o objetivo de tornar o símbolo mais efetivo para a motivação dos indivíduos em selecionar alimentos saudáveis, transmitir as informações científicas nutricionais mais atualizadas, dequar-se às recomendações dos Guias Alimentares para Americanos de 2005 e às novas Ingestões Dietéticas de Referência (DRIs), publicadas a partir do ano de 2000 e abordar mais a individualização.
  • 46. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR As novas mudanças na pirâmide foram: maior simplicidade; ausência dos símbolos de gorduras e açúcares adicionados dentro de cada grupo alimentar; inclusão da atividade física como princípio de estilo de vida saudável, que é simbolizado por um indivíduo subindo uma escada, na lateral esquerda da pirâmide;
  • 47. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR Ênfase na importância de mudanças graduais no estilo de vida, incluído no símbolo da escada; apresentação dos grupos alimentares em listras verticais coloridas, mantendo a idéia de proporção entre eles.; maior possibilidade de individualização, o novo símbolo recomenda 12 níveis calóricos; aumento do número de porções para hortaliças e frutas, e redução do tamanho da porção do grupo das carnes;
  • 48. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR As cores de alguns grupos alimentares encorajam a escolha de alimentos mais nutritivos; inclusão da categoria de óleos, enfatizando à base contendo fontes de óleos monoinsaturados e polinsaturados, e limitando ao topo as fontes de gorduras saturadas, trans e colesterol; e inclusão da “permissão de calorias controladas”.
  • 51. NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA Com a apresentação na nova pirâmide alimentar, da legislação para rotulagem de alimentos e do Guia Alimentar Brasileiro do Ministério da Saúde, houve a adaptação da Pirâmide Alimentar Brasileira com o planejamento do número de porções para uma dieta de 2000 kcal.
  • 52. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS A alimentação deve ser composta por 4 a 6 refeições diárias, distribuídas em três refeições principais (café da manhã, almoço, jantar), com 15 a 35% das recomendações diárias de energia, e em até três lanches intermediários (manhã, tarde e noite), com 5 a 15% das recomendações diárias de energia.
  • 53. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS Café da manhã: 1 porção do grupo do arroz, 1 porção do grupo do leite e 1 porção do grupo das frutas; Almoço e Jantar: 1 porção do grupo do arroz; 1 porção do grupo das verduras e legumes; 1 porção do grupo das frutas; 1 porção do grupo dos feijões e oleaginosas e 1 porção do grupo das carnes e ovos;
  • 54. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS Lanches e outras refeições intermediárias: 1 porção do grupo do arroz, 1 porção do grupo do leite ou 1 porção do grupo das frutas; Uso moderado dos grupos de óleos e gorduras e açúcares e doces (escolher entre um doce ou uma bebida adoçada por dia).
  • 55. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS As recomendações sobre a utilização dos grupos de alimentos, da Pirâmide Alimentar Brasileira, para o planejamento de uma alimentação saudável, estão baseadas no conceito de segurança alimentar e nutricional e em práticas alimentares saudáveis.
  • 56. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS Deve-se garantir a todos os indivíduos condições de acesso aos chamados alimentos básicos, com qualidade, em quantidade suficiente, de modo permanente e sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais que contribuam com uma existência digna em um contexto de desenvolvimento integral e saudável.
  • 57. PLANEJAMENTO DAS REFEIÇÕES SEGUNDO OS GRUPOS DE ALIMENTOS A pirâmide alimentar no processo de educação alimentar e nutricional, apresenta-se como um guia eficaz para o cumprimento destas recomendações.
  • 58. OUTROS GUIAS ALIMENTARES 10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
  • 59. OUTROS GUIAS ALIMENTARES 10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇ