O desenvolvimento das mídias e
redes sociais nos movimentos sociais
A reprodução da vida presencial nas
redes sociais (vida virtual) = vida real
Página do Facebook CUT Brasil
Página do Facebook de outras centrais
de trabalhadores no Brasil
Redes Sociais e as
manifestações
Em um país que conta com quase 200
milhões de habitantes, como
movimentar tanta gente por...
Normalmente a cobertura jornalística (seja ela tradicional ou na comunicação digital)
transforma as manifestações em prote...
 DIVULGUE OS PERFIS, PÁGINAS E CANAIS DE INTERAÇÃO COM SEU
PÚBLICO-ALVO;
 TROQUE INFORMAÇÕES;
 COLABORE COM CONTEÚDOS D...
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Conferência de Comunicação Sindical - CUT

  1. 1. O desenvolvimento das mídias e redes sociais nos movimentos sociais
  2. 2. A reprodução da vida presencial nas redes sociais (vida virtual) = vida real
  3. 3. Página do Facebook CUT Brasil Página do Facebook de outras centrais de trabalhadores no Brasil
  4. 4. Redes Sociais e as manifestações Em um país que conta com quase 200 milhões de habitantes, como movimentar tanta gente por uma, ou várias, causas? Pois bem, a ferramenta central de toda a mobilização que explodiu no Brasil nos meses de junho e julho de 2013, foram sim, as redes sociais. Elas foram de extrema importância para a disseminação das ideias da população e colaboraram muito para a organização dos movimentos, causando mais impacto na opinião pública do que a mídia tradicional. Vimos comentários, imagens, fóruns, grupos, hashtags, vídeos e etc, que foram usados como instrumentos de troca de ideias e discussão, diferente da mídia tradicional onde o cidadão comum apenas recebe a informação sem poder interagir de alguma forma.
  5. 5. Normalmente a cobertura jornalística (seja ela tradicional ou na comunicação digital) transforma as manifestações em protestos violentos, criminalizam os movimentos sociais e colocam a população contra os atos, passando a ideia de que aquela manifestação, legítima, traz transtornos e causa danos à sociedade. Por que isso acontece? Simplesmente pela quebra da “ordem” e da “normalidade” corriqueira já serem notícia para os jornais, portais de notícias e veículos de comunicação. Eles, geralmente, estão do lado do patrão, do opressor, de quem não quer ver manifestações populares na rua.
  6. 6.  DIVULGUE OS PERFIS, PÁGINAS E CANAIS DE INTERAÇÃO COM SEU PÚBLICO-ALVO;  TROQUE INFORMAÇÕES;  COLABORE COM CONTEÚDOS DIGITAIS (TEXTOS, IMAGENS, VÍDEOS, LINKS, ETC);  CURTA, COMPARTILHE, COMENTE;  PARTICIPE DE MANEIRA ATIVA, MAS SAIBA RECEBER INFORMAÇÕES;  ATINJA COM BONS CONTEÚDOS AS REDES SOCIAIS DE QUEM VOCÊ DESEJA;  DISPUTE OPINIÃO;  MOSTRE CREDIBILIDADE;  CONQUISTE A CONFIANÇA.

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