“O aspecto mais relevante da vida hoje é que a ciência progride emconhecimento mais velozmente do que a sociedade em sabed...
BIOMATERIALQualquer combinação ou mistura de substâncias, sintética ou  natural quanto à origem, que atua nos sistemas bio...
BIOMATERIAL•Não induzir resposta imunológica adversa•Não ser tóxico•Não ser carcinogênico•Não produzir resposta inflamatór...
IMPLANTE               ENXERTO            TRANSPLANTE Todo biomaterial                            Se aplica a uma         ...
Aplicação do Banco de Ossos•Ortopedia•Neurocirurgia•Cirurgia Plástica•Cirurgia Cabeça e Pescoço•Odontologia
APLICAÇÃO•   Reconstrução de má formação congênita•   Cistos•   Tumores                                              OBTEN...
Caso Clínico
Caso Clínico
Caso Clínico
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,2012
DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS                      HUMANOS DA UNESCO1. Respeito pela dignidade humana e d...
RETROSPECTO LEGAL A Constituição Brasileira proíbe a comercialização e utilização de órgãos e tecidos de origem  humana c...
RETROSPECTO LEGAL•   LEI 10.211 de 23 de março de 2001     – Modifica a LEI 9434 / 1997     – Estabelece duas situações pa...
• Em 2002, pesquisa demonstrou que firmas de importação comercializavam osso  humano liofilizado trazido de bancos de osso...
• Uso do osso humano no Brasil:  – BENEFÍCIOS (Princípio da Beneficência):  – Com o uso de enxertos homógenos, diminuiria ...
• Uso do osso humano no Brasil:  – RISCOS (Princípio da Não-maleficência):  – possibilidades de transmissão de doenças;  –...
• Uso do osso humano no Brasil:• Situações de conflitos éticos:   – Princípio da Beneficência, sob o enfoque de custos pro...
BANCO DE ÓSSOS CLANDESTINOEspecificamente no Estado de São Paulo, em estudo1 realizado em 2002, obteve-se ainformação de q...
“A incorporação de uma nova tecnologia em saúde, para garantir a suabeneficência, deverá observar a possibilidade de suces...
• Tendência de crescimento do uso de  homoenxertos, contudo o risco de  transmissão de doenças, reações  imunológicas e in...
• Em 27 de dezembro de 2006 - Anvisa, adotou a  Resolução de Diretoria Colegiada – RDC no 220• Com o objetivo de garantir ...
Seleção de doadores• Diagnóstico de doenças como  HIV, hepatite e sífilis.• Doenças      sistêmicas   ou  localizadas nos ...
Coleta• Obtido a partir de doadores com morte  encefálica ou com parada cardio-respiratória• A triagem destes pacientes de...
Coleta• A equipe para a coleta do tecido ósseo é  composta por:                                        1. Obtenção do•Equi...
Coleta• Sorologia obrigatória:  –   Hepatite B e C  –   HIV 1 e 2  –   Doença de Chagas  –   Sífilis  –   HTLV I e II  –  ...
COLETA DO MATERIAL
Coleta• Utilização de técnica cirúrgica convencional                            JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
Coleta• Os cadáveres foram condignamente recompostos com auxílio  de tubos plásticos ou de madeira,                       ...
Coleta•   Os ossos obtidos foram submetidos a esqueletização, que consistia na    remoção de todas as partes moles. Na reg...
Coleta•   Os ossos eram imersos um a um em solução crioprotetora de glicerol 10%    onde permaneciam por 30 minutos, segui...
Coleta•   Realizadas radiografias de todos os ossos ao lado de uma régua com    numeração radiopaca que ficavam guardadas ...
Processamento•   De acordo com a RDC 220 da ANVISA, os tecidos retirados devem ser    acondicionados em embalagem tripla i...
Processamento•   Durante todo o processamento, os tecidos coletados devem manter contato    com materiais estéreis, apirog...
Protocolo de solicitação• Cadastramento profissional junto a CG-SNT
•   Este documento deverá ser encaminhado à Central de Notificação, Captação e    Distribuição de Órgãos (CNCDO) do referi...
Solicitação de tecido ósseo
DESCONHECIMENTO•   Igual à demanda por órgãos, a doação de tecidos músculo-esqueléticos, incluindo tecidos    ósseos, enco...
BIOSSEGURANÇA x BIOÉTICATanto a Bioética quanto a Biossegurança se preocupam com a probabilidadedos riscos, de degradação ...
• O controle dos profissionais, das autoridades e de toda a  sociedade, sobre a comercialização, utilização, abrangência  ...
HISTÓRICO    1840       1931        1997        2001         2002           2005 ESCOLA DE   MANDÍBULA   LEI 9434   LEI 10...
Seminario banco de ossos
Seminario banco de ossos
Seminario banco de ossos
Seminario banco de ossos
Seminario banco de ossos
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Seminario banco de ossos

2.424 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.424
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
44
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Houve um crescimento muito grande dos bio materiais nas últimas décadas, principalmente com o desenvolvimento de novas tecnologia de obtenção e produção dos biomateriais.
  • Utiliza-se a expressão enxerto de banco de ossos, mas o correto seria transplante, pois é um orgão que está sendo removido de um indivíduo para outro.
  • Na odontologia, o osso humano congelado (homoenxerto) vem sendo utilizado desde a década de 90 . Em dezembro de 2005, a SNT normatizou a utilização de material de banco de ossos para cirurgias odontológicas.
  • A tramitação legal desse tipo de doação segue a legislação atual, válida para os demais tipos de orgãos, mas com uma diferença: não há fila única. Quando a doação é autorizada pela família, a central de transplantes comunica as equipes dos centros transplantadores, em sistema de rodízio. Cerca de 30% dos transplantes realizados no mundo estão relacionados aos enxertos ósseos utilizados na Odontologia
  • O decreto regulamenta e a lei 9434 e cria o SNT
  • O decreto regulamenta e a lei 9434 e cria o SNT
  • Seminario banco de ossos

    1. 1. “O aspecto mais relevante da vida hoje é que a ciência progride emconhecimento mais velozmente do que a sociedade em sabedoria” Isaac Asimov
    2. 2. BIOMATERIALQualquer combinação ou mistura de substâncias, sintética ou natural quanto à origem, que atua nos sistemas biológicos (tecidos, orgãos), que pode ser utilizada em qualquer período de tempo, como tratamento total ou parcial, com oobjetivo de aumento ou reposição de qualquer tecido, órgão ou função do corpo. (Williams, 1999)
    3. 3. BIOMATERIAL•Não induzir resposta imunológica adversa•Não ser tóxico•Não ser carcinogênico•Não produzir resposta inflamatória aguda ou crônica queimpeça a diferenciação própria dos tecidos adjacentes.•Não induzir a formação de trombos
    4. 4. IMPLANTE ENXERTO TRANSPLANTE Todo biomaterial Se aplica a uma Uma peça deque não apresenta estrutura tecido que écélulas vivas, onde completa, tal transferida de um a intenção é como um órgão local doador para permanecer na que é transferido um local receptor intimidade dos de um local para com o objetivo de tecidos por um outro, como é o reconstruir o local longo período de caso dos receptor. tempo. transplantes de osso humano proveniente dos bancos de ossos
    5. 5. Aplicação do Banco de Ossos•Ortopedia•Neurocirurgia•Cirurgia Plástica•Cirurgia Cabeça e Pescoço•Odontologia
    6. 6. APLICAÇÃO• Reconstrução de má formação congênita• Cistos• Tumores OBTENÇÃO DO VOLUME• Periodontia DESEJADO• Endodontia• Maxila atrófica• Implantodontia DIMINUIÇÃO DA MORBIDADE CIRÚRGICA BENEFÍCIOS CONFORTO PARA O PACIENTE
    7. 7. Caso Clínico
    8. 8. Caso Clínico
    9. 9. Caso Clínico
    10. 10. Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,
    11. 11. Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,
    12. 12. Associação Brasileira de Transplante de Órgãos,2012
    13. 13. DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS DA UNESCO1. Respeito pela dignidade humana e direitos humanos; 8. a igualdade fundamental entre todos os seres humanos deve ser respeitada de modo que todos sejam tratados de forma justa e equitativa;2. maximizar os benefícios e minimizar os danos quando se trata da aplicação do conhecimento cientifico e das práticas médicas; 9. respeito pela diversidade cultural e pelo pluralismo;3. respeito pela autonomia e responsabilidade individual; 10. estimular a solidariedade e cooperação entre os seres humanos;4. importância do consentimento; 11. responsabilidade social e saúde;5. proteção especial às pessoas sem capacidade para consentir; 12. compartilhamento de benefícios na pesquisa e suas aplicações;6. respeito pela vulnerabilidade humana e integridade pessoal; 13. proteger gerações futuras em relação ao impacto das ciências da vida, incluindo sua constituição genética;7. respeito pela privacidade e confiabilidade das informações pessoais; 14. proteção do meio ambiente, da biosfera e da biodiversidade.
    14. 14. RETROSPECTO LEGAL A Constituição Brasileira proíbe a comercialização e utilização de órgãos e tecidos de origem humana com sanções penais e administrativas previstas pela Lei 9434 de 04 de fevereiro de 1997 Decreto Lei n. 2268 de 30 de junho de 1997 Criação do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) o Coordena fiscaliza e normatiza o Credenciou 6 bancos de ossos humanos no Brasil → sem fins comerciais o COLETAM o PROCESSAM o ARMAZENAM o DISTRIBUEM
    15. 15. RETROSPECTO LEGAL• LEI 10.211 de 23 de março de 2001 – Modifica a LEI 9434 / 1997 – Estabelece duas situações para doação no Brasil • Intervivos: parentesco até 4º grau (orgãos duplos) • Doador falecido: parentesco até 2º grau mediante autorização familiar.• Portaria 1.686/GM de 20 de setembro de 2002 – Regulamenta a criação de banco de ossos• SNT autoriza utilização de banco de ossos para cirurgias odontológicas em 2005• Distribuição através de rodízio sem fila única
    16. 16. • Em 2002, pesquisa demonstrou que firmas de importação comercializavam osso humano liofilizado trazido de bancos de ossos americanos, e obtinham registro do produto na Anvisa[1] ; [1] BUGARIN JR., J. G. O uso de biomateriais na prática odonto-estomatológica - uma análise bioética. Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - área de concentração em Bioética; dissertação de mestrado, 102 p., 2002.• A partir da 2002, a Anvisa[2] revisou todos os processos de autorização revogando o protocolo dos biomateriais de origem humana no Brasil. [2] Resolução – RE n. 222, de 06 de fevereiro de 2002. Disponível na internet no site: www.anvisa.gov.br/legis/resol/222_02re.htm . Acesso em 28/03/2007.
    17. 17. • Uso do osso humano no Brasil: – BENEFÍCIOS (Princípio da Beneficência): – Com o uso de enxertos homógenos, diminuiria a utilização de osso autógeno e haveria redução da morbidade cirúrgica, com diminuição da dor, dos riscos e recursos e os ossos do banco receberiam um tratamento específico para uso em ortopedia e odontologia.
    18. 18. • Uso do osso humano no Brasil: – RISCOS (Princípio da Não-maleficência): – possibilidades de transmissão de doenças; – sabe-se, após pesquisa, que a qualidade total do osso desmineralizado humano, usado para implantes ou transplantes, só é conseguida após um segundo rastreamento laboratorial, em que se confirma a inexistência do vírus da AIDS, hepatite B, tuberculose, hanseníase e outros tipos de patologias.
    19. 19. • Uso do osso humano no Brasil:• Situações de conflitos éticos: – Princípio da Beneficência, sob o enfoque de custos proposto por Engelhardt e princípio da Não-Maleficência; – Critérios de Biossegurança utilizados pelos bancos e a Ética da responsabilidade individual; – Os dispositivos Legais e Normativos - Ética da Responsabilidade Pública.
    20. 20. BANCO DE ÓSSOS CLANDESTINOEspecificamente no Estado de São Paulo, em estudo1 realizado em 2002, obteve-se ainformação de que 10 hospitais gerais (13% dos hospitais que responderam aoquestionário enviado), acima de 100 leitos, realizavam transplantes ósseos. Desses, doisforneceram a informação posterior, que investigava as condições de funcionamento deBanco de Ossos, mas que não possuíam esse serviço e oito não responderam. Osresultados podem indicar que alguns hospitais realizam o transplante ósseo, mas nãocontam com serviços estruturados e regulamentados nos moldes estabelecidos para ofuncionamento de Banco de Ossos.
    21. 21. “A incorporação de uma nova tecnologia em saúde, para garantir a suabeneficência, deverá observar a possibilidade de sucesso terapêutico, amelhoria para a qualidade de vida que trará a sua utilização, adurabilidade de seus efeitos na vida dos pacientes, limitada pelapossibilidade de alcance universal de acordo com os custos inerentes àsua incorporação” (Engelhardt, 1998)
    22. 22. • Tendência de crescimento do uso de homoenxertos, contudo o risco de transmissão de doenças, reações imunológicas e infecções é relatado na literatura• Técnicas de captação, processamento, estocagem e transplante subordinada a legislação sanitária
    23. 23. • Em 27 de dezembro de 2006 - Anvisa, adotou a Resolução de Diretoria Colegiada – RDC no 220• Com o objetivo de garantir que os tecidos musculoesqueléticos de procedência humana, sejam triados, retirados, avaliados, processados, armazenados, transportados e disponibilizados dentro de padrões técnicos e de qualidade que a complexidade do procedimento requer.
    24. 24. Seleção de doadores• Diagnóstico de doenças como HIV, hepatite e sífilis.• Doenças sistêmicas ou localizadas nos ossos e Exclusão de tecidos mole doadores potenciais• Morte por envenenamento, queimadura ou drogas• Respiração assistida por mais de 72 horas American association of Tissue Bank
    25. 25. Coleta• Obtido a partir de doadores com morte encefálica ou com parada cardio-respiratória• A triagem destes pacientes deve ser realizada através da anamnese minuciosa com os familiares ou responsáveis pelo doador, exame físico e rotina laboratorial
    26. 26. Coleta• A equipe para a coleta do tecido ósseo é composta por: 1. Obtenção do•Equipe médica consentimento para a doação•Profissionais da área biológica 2. Triagem clínica e sorológicae da saúde (enfermagem, 3. Coleta e examespsicologia, biomedicina) laboratoriais 4. Entrega ao Banco de Ossos
    27. 27. Coleta• Sorologia obrigatória: – Hepatite B e C – HIV 1 e 2 – Doença de Chagas – Sífilis – HTLV I e II – Toxoplasmose – Citomegalovírus
    28. 28. COLETA DO MATERIAL
    29. 29. Coleta• Utilização de técnica cirúrgica convencional JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
    30. 30. Coleta• Os cadáveres foram condignamente recompostos com auxílio de tubos plásticos ou de madeira, JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
    31. 31. Coleta• Os ossos obtidos foram submetidos a esqueletização, que consistia na remoção de todas as partes moles. Na região das inserções capsulares e ligamentares houve sempre maior dificuldade na esqueletização• Colhido amostra para teste bacteriológico JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
    32. 32. Coleta• Os ossos eram imersos um a um em solução crioprotetora de glicerol 10% onde permaneciam por 30 minutos, seguido de embalagem JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
    33. 33. Coleta• Realizadas radiografias de todos os ossos ao lado de uma régua com numeração radiopaca que ficavam guardadas em arquivos próprios JESUS-GARCIA & FEOFILOFF, 1996
    34. 34. Processamento• De acordo com a RDC 220 da ANVISA, os tecidos retirados devem ser acondicionados em embalagem tripla impermeável e cada unidade deverá ser identificada com etiqueta contendo o número conferido do doador, emitida pelo banco e a identificação do tecido• O transporte através de caixa térmica com temperatura de 4 a 2 graus celcius• Na recepção dos tecidos deve ser feito a conferência da documentação e o registro de entrada• Transferência para sala de armazenamento de tecidos não liberados
    35. 35. Processamento• Durante todo o processamento, os tecidos coletados devem manter contato com materiais estéreis, apirogênicos e atoxicos, devendo ser registrado a respectiva origem e o número da unidade.• Tecidos mantidos em ultracongeladores que atinge temperaturas de 80º celcius negativos, separados em liberados para uso e não liberados.• Submetido a controle microbiológico (fúngico e bacteriano) dos tecidos, testes realizados, no mínimo em amostras, coletadas no momento da retirada dos tecidos, antes da exposição a agentes microbianos e no momento da embalagem final pré-distribuição• Técnicas esterilização complementar por método físico, ainda não padronizado
    36. 36. Protocolo de solicitação• Cadastramento profissional junto a CG-SNT
    37. 37. • Este documento deverá ser encaminhado à Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) do referido Estado da Federação.
    38. 38. Solicitação de tecido ósseo
    39. 39. DESCONHECIMENTO• Igual à demanda por órgãos, a doação de tecidos músculo-esqueléticos, incluindo tecidos ósseos, encontra na falta de informação por parte de familiares e profissionais um grande entrave para a sua obtenção.
    40. 40. BIOSSEGURANÇA x BIOÉTICATanto a Bioética quanto a Biossegurança se preocupam com a probabilidadedos riscos, de degradação da qualidade de vida dos indivíduos e populações eda aceitabilidade de novas práticas , mas a Biossegurança o faz quantificandoe ponderando os riscos e benefícios, ao passo que a Bioética analisa osargumentos racionais que justificam ou não tais riscos.
    41. 41. • O controle dos profissionais, das autoridades e de toda a sociedade, sobre a comercialização, utilização, abrangência social e, principalmente, a necessidade de uma política de vigilância sanitária adequada sobre estes produtos, constitui um ponto de reflexão fundamental sobre a utilização dos ossos humanos provenientes de banco de tecidos, onde a Bioética e a Biossegurança parecem convergir para o mesmo objetivo de maior proteção ao paciente.
    42. 42. HISTÓRICO 1840 1931 1997 2001 2002 2005 ESCOLA DE MANDÍBULA LEI 9434 LEI 10.211 Portaria SNT autorizaODONTOLOGIA MAYA Dec. Lei 1.686/GM utilização deDE BALTIMORE n.2268 banco de ossos para cirurgias odontológicas

    ×