Tratamento da instabilidade patelofemoral em crianças

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Tratamento da instabilidade da patela em pacientes com esqueleto imaturo. A correção cirúrgica realizada neste grupo de pacientes com fise aberta, tem foco na abordagem de partes moles, com a reconstrução do Ligamento Patelofemoral Medial combinada com o Ligamento Patelotibial Medial.

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  • - Reconstrução imprescindível para restaurar a instabilidade
  • The etiology of CLPI is often multifactorial, encompassing not only MPFL incompetence but also trochlear dysplasia, malalignment (ie, tibial tuberosity2trochlear groove [TT-TG] distance .20 mm, patellar tilt .20), and patella alta.35 Isolated MPFL reconstruction may not be sufficient to obtain good clinical re- sults if these risk factors impede its success, and treatment of the risk factors may be needed in conjunction with MPFL reconstruction.
    Because of high complication rates, troch- leoplasty should be reserved for ca- ses with severe dysplasia in which other surgical options cannot pro- vide patellofemoral stability
  • The etiology of CLPI is often multifactorial, encompassing not only MPFL incompetence but also trochlear dysplasia, malalignment (ie, tibial tuberosity2trochlear groove [TT-TG] distance .20 mm, patellar tilt .20), and patella alta.35 Isolated MPFL reconstruction may not be sufficient to obtain good clinical re- sults if these risk factors impede its success, and treatment of the risk factors may be needed in conjunction with MPFL reconstruction.
    Because of high complication rates, troch- leoplasty should be reserved for ca- ses with severe dysplasia in which other surgical options cannot pro- vide patellofemoral stability
  • Possível em pacientes com imaturidade esquelética
  • Posicionado 01 ancora na tíbia região da inserção do ligamento patelotibial medial, proximal à fise, entre o bordo medial do ligamento patelar e o Ligamento colateral medial superficial , Fixado o enxerto neste ponto e passado com uma pinça para o bordo medial da patela, 2° ancora: entre terço medio e proximal da patela em seu bordo medial
  • Tratamento da instabilidade patelofemoral em crianças

    1. 1. Causa comum de queixas e limitações nas atividades físicas em crianças Relacionadas a disfunção do mecanismo extensor
    2. 2. Estabilizadores da patela Dinâmicos M. Quadríceps Estáticos L Patelar Retináculo Lateral Retináculo Medial - Lig Patelofemoral Medial (LPFM)* - LPTM, LPMM Arquitetura óssea Colvin AC, West RV. Patellar instability. J Bone Joint Surg Am. 2008
    3. 3. Estabilizadores da patela Ligamento Patelofemoral Medial Restrição: 50%-80% Ligamento Patelotibial Medial Extensão 26% Flexão 46% - 90˙flexão Ligamento Patelomeniscal Medial 13% Retináculo Lateral 10 – 19% Colvin AC, West RV. Patellar instability. J Bone Joint Surg Am. 2008 Principal componente lesado
    4. 4. Principais fatores predisponentes Tróclea displásica Patela alta Báscula patelar excessiva (> 20 graus) TAGT elevada (>20mm ???) Estudos comparativos ? Rec. Isolado vs (+) Osteotomia da TAT Nível 3 de evidência
    5. 5. Traumática Iatrogênica Frouxidão vs tensão do retináculo Encurtamento do Quadríceps CAUSAS
    6. 6. Desalinhamento rotacional Fêmur / Tíbia Proximal ou distal Geno Valgo ou recurvato Rotacional (Dejour H et al 1994) CAUSAS
    7. 7. Congênita - Nascimento / irredutível Permanente - Adquirida Habitual - Flexão Instabilidade Habitual - Extensão Recidivante (Objetiva) Potencial - ??? Encurtamento ou rotação do Quadríceps Patela Alta ++ Displasia
    8. 8. 201 4
    9. 9. Instabilidade Recidivante Chotel et al, 2014 + Comum + Branda Pré-adolescente; adolescente Atividade esportiva Sexo feminino ++ Exame – Teste da Apreensão 30˙ Patela Alta / Displasia Báscula
    10. 10. Tto conservador Recidiva 14% a 57% - adultos 36% a 71% - Crianças – 30% a 50% Dor anterior no joelho – Limitações das práticas esportivas » Profissionais » Recreacionais
    11. 11. 1º Episódio – Agudo • Fragmento osteocondral • Rotura da substância do LPFM – Patela subluxada • Comparação com o lado contra- lateral • Segundo episódio
    12. 12. Aumento do número de pesquisas Reconstrução Ligamentar - LPFM + LPTM - Resultados satisfatórios a longo prazo Fatores de predisponentes associados – TA-GT > 20mm, Patela alta, displasia troclear e desalinhamento. – Manobra da apreensão até 30˙
    13. 13. Procedimentos Ósseos Realinhamento distal - Osteotomia da TAT Idade ideal – Pouco clara Homens – 14 a 15 Mulheres – 12 a 13 Evitar o recurvato ? RECONSTRUÇÃO DO LPFM + LPTM
    14. 14. Ligamento Patelotibial Medial Projeção capsular Tíbia – Próximo a linha articular, anterior ao L Colateral Medial LPTM
    15. 15. LPTM Restritor secundário Restrição > 30 ˙ Flexão Correção - inclinação patelar e altura Imaturidade esquelética – TA-GT elevada, Patela Alta e Displasia Troclear
    16. 16. Galeazzi et al Roux-Gouldwaith Rec. LPTM Rec LPFM + LPTM
    17. 17. Desvantagens: Risco de fratura da patela LPFM + LPTM Semitendíneo e Gracil -Túnel patelar
    18. 18. DISCUSSÃO LPFM + LPTM T Quadríceps + L Patelar LPFM LPTM
    19. 19. Controle Altura patelar Estabilidade > 45 ˙ • Inclinação e Rotação Reconstrução combinada LPFM + LPTM
    20. 20. Âncoras Metálicas X Túneis ósseos Sem diferença na resistência à tração Menor chance de fraturas MÉTODO DE FIXAÇÃO Hapa et al. 2012
    21. 21. Inserção na patela Inserção no fêmur Inserção do LPTM
    22. 22. Inserção do LPFMLPTM
    23. 23. Fixação Anatômica FÊMUR – Distal à fise / Entre o epicôndilo medial e o tubérculo adutor, 5mm e 6.4mm distal à fise
    24. 24. Fixação Anatômica TÍBIA - Proximal à fise Bordo medial do L patelar e o L colateral medial superficial, Ângulo de 20° com o L patelar 2cm Abaixo da linha articular 2cm medial ao L patelar
    25. 25. Reconstrução do LPFM + LPTM
    26. 26. CONCLUSÃO Reconstrução do LPFM + LPTM com fixação por âncoras Fácil reprodução Bons resultados Diminuição da sub-luxação residual Técnica Cirúrgica
    27. 27. Reconstrução do LPFM + LPTM com fixação por âncoras Sem túneis ósseos Maior controle • Posicionamento do enxerto em relação à fise. TA-GT elevada Patela alta Displasia Troclear sem esporão ST Rever fatores associados após maturidade Técnica Cirúrgica
    28. 28. PÓS-OPERATÓRIO Técnica Cirúrgica

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