Azulejo

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Azulejo

  1. 2. A História do Azulejo <ul><li>Desde há cinco séculos que a azulejaria ocupa uma posição de relevo entre as artes decorativas portuguesas e, apesar de ao longo da sua história ter sofrido múltiplas influências, desenvolveu em Portugal características específicas entre as quais merecem destaque a riqueza cromática, a monumentalidade, o sentido cenográfico e a integração na arquitectura. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Foi durante a ocupação árabe da Península que os povos ibéricos tomaram contacto com a cerâmica mural. O termo &quot;azulejo&quot; deriva, aliás, de uma palavra árabe (al zulej) que significa pedra lisa e polida. </li></ul><ul><li>Até finais do século XV, os artífices andaluzes produziram grandes placas de barro cobertas de vidrado colorido uniforme que, uma vez cozidas, cortavam em fragmentos geométricos que eram depois recombinados em belos desenhos decorativos. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>O processo, conhecido pelo nome de “alicatado” envolvia a utilização de um alicate. </li></ul><ul><li>Era moroso e difícil, além de exigir que o artífice acompanhasse a encomenda até ao local da sua aplicação </li></ul>
  4. 5. <ul><li>No final do século XVI surge uma transformação técnica que leva ao aparecimento do azulejo tal como o conhecemos hoje: </li></ul><ul><li>uma placa de barro quadrangular com uma face vidrada lisa ou decorada com desenhos coloridos. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Para evitar este contratempo utilizava-se, como separador, uma barreira gordurosa constituída por óleo de linhaça e manganês. </li></ul>Esta técnica, conhecida pelo nome de &quot;corda seca&quot; associava-se quase sempre a uma elevação em &quot;aresta&quot; da superfície do barro, que funcionava como barreira mecânica nas zonas de separação dos vidrados.
  6. 7. <ul><li>Até finais do século XV, os artífices andaluzes produziram grandes placas de barro cobertas de vidrado colorido uniforme que, uma vez cozidas, cortavam em fragmentos geométricos que eram depois recombinados em belos desenhos decorativos. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Azulejos de &quot;corda seca&quot; e de &quot;aresta&quot; ficaram na História com o nome de mudejares, hispano-árabes ou hispano-mouriscos. Durante o século XVI foram importados em grande quantidade para Portugal e aplicados em igrejas e palácios. </li></ul>
  8. 9. Webgrafia <ul><li>http://www.oazulejo.net/oazulejo_frame.html </li></ul><ul><li>http://www.google.pt/images?hl=pt-pt&q=azulejos%20portugueses&rlz=1R2SUNA_enPT327&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=vi </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Realizado por: </li></ul><ul><li>Rui nº 16 e David nº7 </li></ul><ul><li>Professores: </li></ul><ul><li>Leopoldina Manteigas e Paulo Xavier </li></ul>

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