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Teoria da deriva continental e oceânica em diapositivos , David Gaspar 7ºC Avelar Brotero , Odivelas , Lisboa , Portugal.

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Teoria da deriva continental e da expansão oceânica

  1. 1. David Gaspar 7ºC Avelar Brotero (Odivelas – Lisboa –Portugal)
  2. 2. Alfred Wegener nasceu no dia 1 de Novembro de 1880 , e morreu em 5 Novembro de 1930 , morreu com 50 anos de Hipotermia. Alfred Wegener era um astrónomo , que deu origem á teoria da deriva continental. Formou-se em astronomia na universidade de Berlim e conclui o doutoramento em 1904.
  3. 3. A teoria da deriva continental foi proposta pela primeira vez em 1912 por Alfred Wegener . Muito tempo antes de Wegener , outros cientistas notaram neste fato. A ideia da deriva continental surgiu pela primeira vez no final do século XVI, com o trabalho do cartografo Abraham Ortelius. Na sua obra de 1596, Thesaurus Geographicus, Ortelius sugeriu que os continentes estivessem unidos no passado. A sua sugestão teve origem apenas na similaridade geométrica das costas atuais da Europa e África com as costas da América do Norte e do Sul; mesmo para os mapas relativamente imperfeitos da época, ficava evidente que havia um bom encaixe entre os continentes. A ideia evidentemente não passou de uma curiosidade que não produziu consequências.
  4. 4. Intrigado com esse fato, Wegener iniciou uma pesquisa, com sucesso, de outros casos de organismos semelhantes separados por oceanos. A comunidade científica ortodoxa da época tentou explicar esses casos afirmando que pontes terrestres, hoje submersas, em outros tempos ligaram os continentes. Wegener notou também que as costas da África e da América do Sul se encaixavam. Poderiam então as semelhanças entre organismos dever-se não à existência de pontes terrestres, mas ao fato de os continentes em tempos remotos terem estado ligados? Uma teoria dessas, para ser aceita, necessitaria de uma grande quantidade de provas que a suportassem. Wegener descobriu então que grandes estruturas geológicas em diferentes continentes pareciam ter ligação.
  5. 5. Os Apalaches na América do Norte ligavam-se às terras altas escocesas e os estratos rochosos existentes na África do Sul eram idênticos àqueles encontrados em Santa Catarina no Brasil (Argumento Morfológico). Ao encontrar vestígios de glaciares em continentes com clima tropical, Wenener admitiu que no passado esses continentes ocupariam outra posição possivelmente mais próxima da Antárctida (Argumento Paleoclimático). O meteorologista constatou também que fósseis muitas vezes encontrados em certos locais indicavam um clima muito diferente do clima dos dias de hoje. Por exemplo, fósseis de plantas tropicais encontravam-se na ilha de Spitsbergen no Ártico (Argumento Paleontológico). Descobriu também que rochas com a mesma idade e do mesmo tipo se formaram ao mesmo tempo numa altura em que os continentes tinham estado juntos (Argumento Geológico). Todos essas evidências davam suporte à teoria de Alfred Wegener da deriva continental. Em 1915 a primeira edição de A Origem dos Continentes e Oceanos, na qual Wegener explicava a sua teoria, foi publicada, sendo sucedida por outras edições em 1920, 1922 e 1929. Wegener afirmava que há cerca de 300 milhões de anos os continentes formavam uma única massa, Pangeia (do grego "toda a Terra").
  6. 6. A Origem dos Continentes e Oceanos, na qual Wegener explicava a sua teoria, foi publicada, sendo sucedida por outras edições em 1920, 1922 e 1929. Wegener afirmava que há cerca de 300 milhões de anos os continentes formavam uma única massa, Pangeia (do grego "toda a Terra"). A Pangeia fragmentouse e os seus fragmentos andaram "à deriva" desde então. Wegener não foi o primeiro a sugerir que os continentes estiveram ligados em outros tempos, mas foi o primeiro a apresentar provas extensas de vários campos de estudo.
  7. 7. A teoria da expansão dos fundos oceânicos (apresentada por Hess em 1959) definia que: a ascensão de magma do interior da terra ao longo do vale de rifte forma crusta oceânica a qual se expande a partir da dorsal médio-oceânica em direcção as fossas oceânicas onde será destruída. Esta teoria foi formulada a partir da descoberta da alternância de polaridade magnética das rochas dos fundos marinhos e da sua simetria relativamente às cristas meso-oceânicas. O magma fresco proveniente do interior da Terra flui ao longo das cristas criando nova crusta oceânica.

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