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PROCESSO DE
TRABALHO 2

Este conteúdo é baseado em meu entendimento pessoal da matéria relacionada ao curso de Serviço Social –

By Dani Rubim – estudante de Serviço Social - 2013
PROCESSO DE PROLETARIZAÇÃO DOS CAMPONESES
• Esse processo esta ligado a acumulação primitiva de capital.
• O camponês feudal / servo agora enfrenta o fim gradual do sistema
feudal.
• E é obrigado a sair da terra aonde viviam (que não era dele), seu único
meio de sustento para ter que enfrentar o novo sistema
• O único modo de sobreviver seria vendendo a única coisa que possuía:
a FORÇA DE TRABALHO

• Essa força foi comprada por um assalariamento o que tornou o
camponês em proletário.
DIFERENÇAS ENTRE PROLETARIO E CAMPONES
CAMPONES
(feudalismo)

PROLETARIO
(capitalismo)

•Trabalho agrário;

•Trabalho urbano;

•Não remunerado;

•Assalariado;

•Pagamento sistema de troca
(terra em troca de produção)

•Não possui nada para
“vender” a não ser a FORÇA
DE TRABALHO – seu novo
meio de sustento.

•Produção do excedente nas
“horas livres”
TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO
O feudalismo acabou pois seus sistema de produção de terra foi
superado. Os motivos desse fim foram:
•Queda da agricultura (não haviam métodos e cuidados certos com a
terra o que deixava um prejuízo nas terras não férteis);

•Comercio começa a crescer (o mercado já surgia e ajudava a afundar o
sistema feudal agrícola);

•Já estava sendo criado nos burgos as coorporações;

•E a categoria de mercadores/comerciantes crescia estimulando o
comercio.
PRODUTORES DIRETOS E O EXCEDENTE

Ainda nos feudos os camponeses produziam o “excedente”
e vendiam estes produtos entre os feudos.
Os mercadores/ comerciantes viram nisso uma oportunidade
de negocio.
Começaram a levar matéria prima para os camponeses
forjarem um produto que era revendido e o lucro era divido
entre camponês e comerciante (sistema de facção).
CORPORAÇÕES DE OFICIO E PQ FORAM COMBATIDAS.
As corporações era um estabelecimento hereditário fechados de
produção com regras e cargos de diferentes níveis de aprendizados:
APRENDIZ, OFICIAL e MESTRE – porem estes conseguiam entender o
todo da produção.
As corporações não admitiam concorrência mesmo entre si, o que era
visto nos preços praticamente iguais e na produção em pequena escala
e de mesma técnica para todas as corporações.
Os comerciantes já foram introduzidos no mercado através do excedente
porem não concordavam com esse sistema de “não concorrência”.

Graças a isso e à demanda do povo pois mais e novos produtos (coisa
que nessas corporações de pequena escala não era possível) as
corporações não se firmaram.
MERCADO LOCAL e DE LONGA DISTANCIA.
O Comercio crescia a medida que as pessoas queria/precisavam
de novas e mais coisas. Surge o mercado local (comercio entre
os feudos).
Essa necessidade de novas iguarias fez expandir o comercio de
longa distancia através das navegações (trazendo novos produtos
de outros países).
O desenvolvimento do mercado local e de longa distancia fez
crescer ainda mais o mercado e a concorrencia.
SURGIMENTO DAS MANUFATURAS
Como o trabalho rural não dava mais lucro e o mercado crescia
houve um aumento nos camponeses expulsos das terras e que
tiveram como única escolha vender a força de trabalho.
As corporações não aceitavam a todos pois era um sistema
fechado então só restava aos camponeses procuraram os
comerciantes
que residiam nos burgos e que a essa altura já tinham
conquistado status, estabelecimentos e meios de produção com o
qual se formaram as manufaturas.
CARACTERISTICAS DAS MANUFATURAS
Os camponeses que agora eram proletários realizavam um trabalho
manual nas manufaturas;
O diferencial foi o aumento da produção para abastecer o que o
mercado exigia;
Para conseguir esse aumento foi instalado um sistema de
especialização: cada proletário iria fazer uma parte do produto e se
especializar nele para conseguir um ritmo que agiliza-se a produção
(diferente das corporações) O proletário perde a noção do TODO.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
No final do sec 19 surge as tecnologias maquinas rudimentares que
trouxeram avanço substituindo o modo de produção manual
(manufatura) pela automatização.
CARACTERISTICAS:
•AUTOMATIZAÇÃO DA PRODUÇÃO;
•Manteve a ESPECIALIZAÇÃO NO TRABALHO com as maquinas;
•Trouxe avanços nos TRANSPORTES o que melhorou o comercio
local e de longa distancia (com navios a vapor e trens);
•AUMENTO DA PRODUTIVIDADE
PAPEL DO TRABALHADOR NA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
O trabalho humano ainda era necessário, pois precisava-se de alguém
para manejar as maquinas, porem exigia cada vez menos a noção do
todo na produção.
Se antes na MANUFATURA o trabalhador fazia seu ritmo de trabalho
conforme sua especialização
agora com a AUTOMATIZAÇÃO o trabalhador tem que obedecer o
RITMO DA MAQUINA;
Conforme vai alterando a estrutura e modo de produção o trabalhador é
cada vez mais explorado.
FINALIDADE DAS LEIS CRIADAS NO SEC XVIII
O trabalhador ou proletário não recebia e aceitava tudo de forma
pacifica;
Houve luta e desentendimento e recusa ao trabalho o que fez com que
os governantes instituíssem leis para FORÇAS AO TRABALHO E
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Exemplo lei dos pobres.
São leis que tornava o trabalho uma obrigação e não uma opção.

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  • 1. PROCESSO DE TRABALHO 2 Este conteúdo é baseado em meu entendimento pessoal da matéria relacionada ao curso de Serviço Social – By Dani Rubim – estudante de Serviço Social - 2013
  • 2.
  • 3. PROCESSO DE PROLETARIZAÇÃO DOS CAMPONESES • Esse processo esta ligado a acumulação primitiva de capital. • O camponês feudal / servo agora enfrenta o fim gradual do sistema feudal. • E é obrigado a sair da terra aonde viviam (que não era dele), seu único meio de sustento para ter que enfrentar o novo sistema • O único modo de sobreviver seria vendendo a única coisa que possuía: a FORÇA DE TRABALHO • Essa força foi comprada por um assalariamento o que tornou o camponês em proletário.
  • 4. DIFERENÇAS ENTRE PROLETARIO E CAMPONES CAMPONES (feudalismo) PROLETARIO (capitalismo) •Trabalho agrário; •Trabalho urbano; •Não remunerado; •Assalariado; •Pagamento sistema de troca (terra em troca de produção) •Não possui nada para “vender” a não ser a FORÇA DE TRABALHO – seu novo meio de sustento. •Produção do excedente nas “horas livres”
  • 5. TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO O feudalismo acabou pois seus sistema de produção de terra foi superado. Os motivos desse fim foram: •Queda da agricultura (não haviam métodos e cuidados certos com a terra o que deixava um prejuízo nas terras não férteis); •Comercio começa a crescer (o mercado já surgia e ajudava a afundar o sistema feudal agrícola); •Já estava sendo criado nos burgos as coorporações; •E a categoria de mercadores/comerciantes crescia estimulando o comercio.
  • 6. PRODUTORES DIRETOS E O EXCEDENTE Ainda nos feudos os camponeses produziam o “excedente” e vendiam estes produtos entre os feudos. Os mercadores/ comerciantes viram nisso uma oportunidade de negocio. Começaram a levar matéria prima para os camponeses forjarem um produto que era revendido e o lucro era divido entre camponês e comerciante (sistema de facção).
  • 7. CORPORAÇÕES DE OFICIO E PQ FORAM COMBATIDAS. As corporações era um estabelecimento hereditário fechados de produção com regras e cargos de diferentes níveis de aprendizados: APRENDIZ, OFICIAL e MESTRE – porem estes conseguiam entender o todo da produção. As corporações não admitiam concorrência mesmo entre si, o que era visto nos preços praticamente iguais e na produção em pequena escala e de mesma técnica para todas as corporações. Os comerciantes já foram introduzidos no mercado através do excedente porem não concordavam com esse sistema de “não concorrência”. Graças a isso e à demanda do povo pois mais e novos produtos (coisa que nessas corporações de pequena escala não era possível) as corporações não se firmaram.
  • 8. MERCADO LOCAL e DE LONGA DISTANCIA. O Comercio crescia a medida que as pessoas queria/precisavam de novas e mais coisas. Surge o mercado local (comercio entre os feudos). Essa necessidade de novas iguarias fez expandir o comercio de longa distancia através das navegações (trazendo novos produtos de outros países). O desenvolvimento do mercado local e de longa distancia fez crescer ainda mais o mercado e a concorrencia.
  • 9. SURGIMENTO DAS MANUFATURAS Como o trabalho rural não dava mais lucro e o mercado crescia houve um aumento nos camponeses expulsos das terras e que tiveram como única escolha vender a força de trabalho. As corporações não aceitavam a todos pois era um sistema fechado então só restava aos camponeses procuraram os comerciantes que residiam nos burgos e que a essa altura já tinham conquistado status, estabelecimentos e meios de produção com o qual se formaram as manufaturas.
  • 10. CARACTERISTICAS DAS MANUFATURAS Os camponeses que agora eram proletários realizavam um trabalho manual nas manufaturas; O diferencial foi o aumento da produção para abastecer o que o mercado exigia; Para conseguir esse aumento foi instalado um sistema de especialização: cada proletário iria fazer uma parte do produto e se especializar nele para conseguir um ritmo que agiliza-se a produção (diferente das corporações) O proletário perde a noção do TODO.
  • 11. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL No final do sec 19 surge as tecnologias maquinas rudimentares que trouxeram avanço substituindo o modo de produção manual (manufatura) pela automatização. CARACTERISTICAS: •AUTOMATIZAÇÃO DA PRODUÇÃO; •Manteve a ESPECIALIZAÇÃO NO TRABALHO com as maquinas; •Trouxe avanços nos TRANSPORTES o que melhorou o comercio local e de longa distancia (com navios a vapor e trens); •AUMENTO DA PRODUTIVIDADE
  • 12. PAPEL DO TRABALHADOR NA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL O trabalho humano ainda era necessário, pois precisava-se de alguém para manejar as maquinas, porem exigia cada vez menos a noção do todo na produção. Se antes na MANUFATURA o trabalhador fazia seu ritmo de trabalho conforme sua especialização agora com a AUTOMATIZAÇÃO o trabalhador tem que obedecer o RITMO DA MAQUINA; Conforme vai alterando a estrutura e modo de produção o trabalhador é cada vez mais explorado.
  • 13. FINALIDADE DAS LEIS CRIADAS NO SEC XVIII O trabalhador ou proletário não recebia e aceitava tudo de forma pacifica; Houve luta e desentendimento e recusa ao trabalho o que fez com que os governantes instituíssem leis para FORÇAS AO TRABALHO E OBEDIENCIA Exemplo lei dos pobres. São leis que tornava o trabalho uma obrigação e não uma opção.