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Defesa da pesquisa de Mestrado sobre segunda tela de Daniele Rodrigues

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Material usado na banca de defesa do Mestrado sobre Segunda Tela. A pesquisa foi na área de Teoria da Comunicação em Ambiências Digitais.

Título da pesquisa: "A produção de sentido na convergência entre televisão e segunda tela"
Pesquisadora: Daniele Rodrigues
Orientadora: professora doutora Elizabeth Saad Corrêa
Universidade de São Paulo (USP)
Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA/USP)
Defesa e aprovação: 24/outubro/2014

Publicada em: Educação

Defesa da pesquisa de Mestrado sobre segunda tela de Daniele Rodrigues

  1. 1. A produção de sentido na convergência entre televisão e segunda tela Pesquisa de Daniele Cristine Rodrigues Orientação: Profª Dra. Elizabeth Saad Corrêa ECA | USP 24 de outubro de 2014
  2. 2. Segunda tela segundo as premissas de TV Social (Proulx e Shepatin, 2012), ou seja, que pressupõe intencionalidade de estender a comunicação por meio de conteúdo “secundário”. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Redes sociais como ambiente do "cafezinho" digital. (Tecnologia pela tecnologia). Aumento exponencial do volume de menções nas redes sociais sobre programas de TV, corroborando para ampliar o alcance das mensagens produzidas em e para outros meios. (Tecnologia + comportamento) Dispositivos complementares como ambiente de significação (segunda tela). (Comportamento > tecnologia)
  3. 3. CENARIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES “A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas. Acontece quando a sociedade adota NOVOS COMPORTAMENTOS”. (Clay Shirky)
  4. 4. Como a adoção de uma segunda tela participa na construção de sentido de conteúdos televisivos, tendo por foco telespectadores que assistem aos programas e interagem no Twitter e FB. E como os programas utilizam seus aplicativos. CENARIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES A questão não é número, é SENTIDO. Ou melhor, enriquecimento de discursos, aproveitando TECNOLOGIA disponível + novo COMPORTAMENTO do público.
  5. 5. CENARIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES "As velhas mídias não morreram. Nossa relação com elas é que morreu. Estamos numa época de grandes transformações, e todos nós temos três opções: temê-las, ignorá-las ou aceitá-las”. (Mark Warshaw). O JORNALISMO ainda está no estágio de ACEITAR, levando a lógica broadcast ao ambiente digital social? ENTRETENIMENTO está um passo a frente e já adicionou uma quarta palavra nesse sequência - EXPLORAR esse novo cenário de comunicação?
  6. 6. CENARIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Evento | Editoria Emissora Programa Aplicativo Carnaval Rede Globo Band SBT Globeleza Band Folia SBT Folia Globeleza 2013 Onde está meu trio (da Prefeitura de Salvador) Copa das Confederações (Esporte) Rede Globo TV Cultura Globo Esporte Central da Copa Cartão Verde Com_VC CMAIS+ Votação no Congresso Nacional do Marco Civil (Política) Rede Globo TV Cultura Jornal Nacional Jornal da Globo Jornal Hoje Jornal da Cultura Com_VC CMAIS+ Noticiário de três telejornais (10 a 13 de março/2014) (Várias editorias) Rede Globo TV Cultura Jornal Hoje Jornal Nacional Jornal da Cultura Com_VC CMAIS+ Recortes analisados Amostras de diferentes editorias e emissoras, períodos distintos ao longo da pesquisa (fev/2013 a mar/2014) e envolvimento de acontecimentos com proporção/repercussão em esfera nacional a internacional. Além disso, cuidado de não ser estudo de caso para não datar a pesquisa e escolher redes sociais passíveis de monitoramento e mensuração.
  7. 7. Internet Studies como a linha condutora das discussões, dialogando com elementos do Interacionismo Simbólico. Isso porque os processos de significação, identidade e perecimento são fenômenos historicamente e dialeticamente construídos, influenciados pelas condições materiais. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Procedimentos metodológicos: pesquisa bibliográfica e observação não-participante, especialmente no que se refere à análise da utilização por parte do público das redes sociais digitais como ambientes de segunda tela (FB e Twitter). Análise dos materiais: Netnografia (pistas sociais) + Análise de Redes Sociais (atores + conexões) ! >>Amostra Probabilística Estratificada
  8. 8. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES
  9. 9. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Telejornais, redes sociais e segunda tela MARÇO/2014 // Redes: JN quase nada, JH começa uma conversa e Cultura incentiva interação ! // Menções mais ligadas ao comportamento dos espectadores de comentar o que estão assistindo do que aos estímulos que recebem dos programas. Volume de tweets e posts no FB relacionado à audiência dos telejornais, aos apresentadores e à temperatura do noticiário. ! // Apresentadores: William Bonner (lovemark), Sandra (humor), William Corrêa (mediador) e Patrícia e Evaristo (coadjuvantes). ! // App “figurativo” para Globo e relevante para Cultura. ! // Cultura consegue conexão consistente entre menções X estímulos, mas o diálogo é mais intenso entre os espectadores, postos num espaço comum de publicação. ! PRODUÇÃO DE CONTEÚDO CONSIDERANDO PLATAFORMAS COMPLEMENTARES DE SIGNIFICAÇÃO NO JORNALISMO DO DIA-A-DIA? O JORNAL DA CULTURA TEM PROPOSTA E ALGUNS RECURSOS, MAS FALTA AUDIÊNCIA. O JORNAL HOJE E O JORNAL NACIONAL TÊM A AUDIÊNCIA, MAS FALTA PROPOSTA. NÃO FOI DESTA VEZ!
  10. 10. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Telejornalismo e sua extensão digital (Marco Civil) MARÇO/2014 // Twitter foi o ambiente de mensagens mais informativas e de humor e o Facebook foi ocupado por acalorados debates. ! // Pauta com DNA digital não explorada pelos jornais. ! // Redes poderiam participar da produção das pautas e da propagação das mensagens. Mas adotaram a lei do menor esforço. Sequer usaram as redes como fonte de dados/inteligência. ! // Público pedia esclarecimento. Desinformação generalizada não esclarecida pelos veículos (perdeu oportunidade valiosa de participar da produção coletiva de conhecimento). ! // Oportunidade de explorar Cultura Participativa, aproveitando o movimento espontâneo nas redes. ! INOVAÇÃO É VALOR PERCEBIDO E NÃO DISPOR DE RECURSOS TECNOLÓGICOS.
  11. 11. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Copa das Confederações: técnicos e torcedores 2.0 JULHO/2014 // Faltou planejamento para explorar melhor. As ideias eram boas, especialmente o Central da Copa. Mas faltou fôlego para manter o interesse do público até o final. ! // Cultura do Fã: não explorada. ! // Tecnologia pela tecnologia. ! // Ignoraram o volume de menções nas redes e as informações por trás dessas mensagens para produzir materiais. Redes sociais poderiam ser envolvidas desde a concepção das notícias e não apenas como canais de propagação do material final. (narrativa envolvendo humanos e não-humanos faria muito sentido) ! // Cartão Verde é modesto na audiência, mas estratégico na atuação. O mais avançado no quesito narrativas complementares. ! NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES DA FIFA 2013 O DIGITAL ENTROU EM CAMPO, MAS O SOCIAL ESTAVA ESTAVA SÓ NO AQUECIMENTO. CONSIDERANDO QUE ESPORTE PRESSUPÕE NARRATIVA LEVE, ESSE SUBAPROVEITAMENTO É AINDA MAIS EVIDENTE.
  12. 12. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES Carnaval: show nas ruas que reverbera nas redes sociais FEVEREIRO/2012 // Twitter: mais de 93% das menções. ! // Limitou-se ao compartilhamento de opiniões, solicitação de informações práticas e de reverberação de notícias. Apenas um meio de ratificação e reforço dos processos comunicativos agendados pela TV. ! // Cultura da Participação não explorada. ! // Cultura do Fã não explorada. ! // Considerando as muitas variáveis envolvidas (tipos de festas, diferentes cidades, torcidas, focos de interesse por parte do público) um discurso linear não dava conta. ! A VEICULAÇÃO DE UMA LINHA EDITORIAL MAIS FLUÍDA E CONGRUENTE AOS FORMATOS DAS REDES SOCIAIS ERA ACEITÁVEL NESSE CASO PORQUE OS PROGRAMAS NÃO SE ENQUADRAM NA PROGRAMAÇÃO JORNALÍSTICA TRADICIONAL DAS EMISSORAS E SIM DE ENTRETENIMENTO. CONTEÚDOS DE CUNHO LÚDICO ERAM ESPERADOS. EXPLORAR OS FORMATOS ACEITÁVEIS NO MUNDO DIGITAL, IDEM.
  13. 13. Acomodação. Tecnologia pela tecnologia. Geral Interesse local e nacional Apelo mediano nas redes CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES EDITORIAS: Potencial de segunda tela X execução Política Interesse nacional Apelo forte nas redes Potencial Esporte Interesse internacional Apelo forte nas redes Narrativas com lógica de broadcast no ambiente digital social. Sem estratégia Cultura Interesse internacional Apelo mediano nas redes Desperdício de oportunidade FEV/2013 JUL/2013 MAR/2014 Potencial Potencial Potencial
  14. 14. CENÁRIO • PROBLEMA • HIPÓTESE • RECORTE • METODOLOGIA • ANÁLISE • CONCLUSÕES SEGUNDA TELA HOJE: // Entretenimento à frente do Jornalismo. ! // Veículos e profissionais de comunicação subaproveitando, independente da editoria e porte da cobertura: apenas espaço de redundância e não de conteúdo proprietário. ! // Ignora-se que segunda tela pode participar desde o momento da “produção da notícia”. ! // Profissionais ignorando o potencial do “não-humano”, do banco de dados latente nas redes. !! SEGUNDA TELA DEVERIA SER: // Materialização da Cultura da Convergência (JENKINS) e do conceito de mundo líquido (BAUMAN). Atores, conexões, significados e estruturas sociais expandidas, construídas e descontinuadas em segundos, sendo a tecnologia estruturante, não central. ! // Aplicativos como recurso para ajudar no gerenciamento de atenção e nas narrativas em fluxo. ! // Possibilidade de agir em tempo real e também com conteúdo especial e proprietário preparado previamente a partir do banco de dados captado via redes sociais. Transformar dados em inteligência! O consumo de informação é dinâmico. A produção também precisa ser! !! NARRATIVAS EM CAMADAS, FAZENDO OS APARATOS TÉCNICOS TRABALHAREM POR UMA COMUNICAÇÃO EM FLUXO, INTERESSANTE E QUE ATENDA AO NOVO PERFIL DO PÚBLICO. A NARRATIVA COM COMEÇO, MEIO E FIM É PERPASSADA POR CIÊNCIA DE DADOS, ESTRUTURA EM REDE, INFLUENCIADORES E LEGITIMAÇÃO DO PÚBLICO À REVELIA DOS EMISSORES. LINEARIDADE DÁ LUGAR A MAPA MENTAL, QUE SE CONSTRÓI COM CONEXÕES. Segunda tela não é comentar no FB. É estratégia, demanda do público e alternativa sustentável e viável para a televisão se reinventar!
  15. 15. Defesa de Mestrado ! TÍTULO: A produção de sentido na convergência entre televisão e segunda tela ! Pesquisa de Daniele Cristine Rodrigues Orientação: Profª Dra. Elizabeth Saad Corrêa ! ECA | USP 24 de outubro de 2014

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