Apresentação Sinduscon

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Apresentação feita em parceria com Paulo Sérgio Ribeiro, da Ferenge Estruturas Metálicas (www.ferenge.com.br), para apresentar as estruturas metálicas como alternativa econômica e juridicamente viáveis para a Construção Civil.

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Apresentação Sinduscon

  1. 1. AGRADECIMENTO Nov/13
  2. 2. Soluções em Estruturas Metálicas Estudo de Caso: Unimed Goiânia Paulo Sérgio Ribeiro e Danilo de Morais Veras Nov/13
  3. 3. Apresentação dos Palestrantes Paulo Sérgio Ribeiro - Sócio Diretor da FERENGE Soluções em Estruturas Metálicas Engenheiro formado pela UFG Mais de 20 anos de experiência Aproximadamente 1000 projetos implementados com sucesso Danilo de Morais Veras - Advogado do Navarro Prado Advogados Advogado pela UFRJ, pós-graduado pela PUC-RJ/UCLA e PUC-GO Financista formado pela IBMEC-RJ Especialista em infraestrutura, com participação em projetos de Operações Urbanas Consorciadas, Metrôs e Saneamento Básico, dentre outros Nov/13
  4. 4. Sumário - Abordagem sobre conceitos fundamentais da industrialização: Paulo Sérgio Ribeiro - Estruturas Metálicas como alternativa economicamente viável face a necessidade de industrialização: Paulo Sérgio Ribeiro - Estudo de Caso: Unimed Goiânia: Paulo Sérgio Ribeiro - Análise Econômica do mercado de Construção Civil Brasileiro – 2007 a 2011 – IBGE/PAIC: Danilo Veras - Aspectos Jurídicos relacionados aos ganhos de eficiência na utilização de Estruturas Metálicas: Danilo Veras Nov/13
  5. 5. Abordagem sobre conceitos fundamentais da industrialização O CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO
  6. 6. Abordagem sobre conceitos fundamentais da industrialização -Ambiente externo para a industrialização . Ex: Inglaterra no fim do Sec. XVII Oportunidades - Ampliação da demanda - Avanço tecnológico - Disponibilidade de recursos inovadores - Acúmulo de capitais - Políticas governamentais e condições macroeconômicas de estímulo Ameaças - Pressão do ambiente competitivo levando a adoção de novas estratégias - Indisponibilidade de recursos tradicionais - Políticas governamentais e condições macroeconômicas de desestímulo
  7. 7. Análise da Industria, segundo Michael Porter, aplicada a Construção Civil - Fornecedores: Escassez da Mão de Obra tradicional provoca aumento do poder de negociação dessa MO. O resultado é o aumento do custo de produção tradicional sem o correspondente aumento da produtividade. -Substitutos: Substituição gradativa dos sistemas construtivos tradicionais pelos sistemas industrializados devido as suas vantagens competitivas. -Concorrentes na indústria: Falta do diferencial competitivo quando se opta por sistemas tradicionais. -Poder de negociação dos compradores: Sem um diferencial competitivo ampliase o poder de negociação dos compradores. -Ameaça de novos entrantes: Com baixa industrialização local, existe a ameaça de concorrentes externos provenientes de regiões mais industrializadas.
  8. 8. Estruturas Metálicas como Alternativa viável face à Necessidade de Industrialização O CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO Nov/13
  9. 9. Estruturas Metálicas como alternativa economicamente viável face a necessidade de industrialização: - VELOCIDADE TRAZENDO ECONOMIA - Foco no planejamento para minimizar atrasos devido à retrabalhos e improvisações - Alto grau padronização para o “ganho de escala” - Leveza da estrutura e a agilidade no transporte - Fabricação fora do canteiro de obras reduzindo o cronograma - Montagem rápida e simplificada - Mão de obra mais bem treinada e qualificada - ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS E PRAZOS FACILITADA - A estrutura de aço tem custo direto com baixa variabilidade - Os serviços são mais padronizados - REDUÇÃO DO CUSTO DO CANTEIRO DE OBRAS - ALTA FLEXIBILIDADE - Ampliações horizontais e verticais - Facilidade para execução de furos nas instalações - Facilidade para reforço Nov/13
  10. 10. Estruturas Metálicas como alternativa economicamente viável face a necessidade de industrialização: - FACILIDADE EM VENCER GRANDES VÃOS - Alta resistência mecânica - Homogeneidade química e dimensional - Possibilidade de se trabalhar com as vigas metálicas em conjunto com a laje de concreto (viga mista) - Perfis I tem seção transversal otimizada - Possibilidade de se trabalhar com perfis de seção quadrada ou retangular - Utilização de vigas treliçadas - ESBELTEZ, LEVEZA E OUTROS DIFERENCIAIS ESTÉTICOS. - Estrutura esbelta e leve - A estrutura é montada - ALIVIO DAS CARGAS NAS FUNDAÇÕES Nov/13
  11. 11. Estruturas Metálicas como alternativa economicamente viável face a necessidade de industrialização: - BOM DESEMPENHO PARA AS CARGAS DINÂMICAS - Alta resistência à fadiga do aço - Alta flexibilidade do sistema estrutural - Baixa massa dos sistemas estruturais - RESISTÊNCIA A CORROSÃO Uma vez projetada a vida útil da edificação, que normalmente é de 50 anos e, em função dos ataques corrosivos que ela sofrerá é determinado inicialmente o sistema de pintura. Projeta-se também o tipo de aço que comporá a estrutura. -Aços patináveis: Aços que tem sua composição química alterada com adição de cobre e níquel principalmente. Eles, quando sujeitos à corrosão, formam espontaneamente uma camada protetora chamada pátina que impede a progressão da corrosão. -Aços comuns: Que não tem a propriedade acima mencionada. - RESISTÊNCIA AO INCÊNDIO - No Brasil nós temos a norma técnica NBR14432 “Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento” e a NBR14323 “Dimensionamento de estruturas de aço de edifício em situação de incêndio - Procedimento”. A primeira ajuda a determinar o TRRF enquanto a segunda orienta como dimensionar a estrutura e o seu sistema de revestimento para que atinja o TRRF durante o incêndio. Nov/13
  12. 12. Estruturas Metálicas como alternativa economicamente viável face a necessidade de industrialização: - RESPEITO AO MEIO AMBIENTE - Baixo índice de desperdício: Na construção civil convencional, cerca de 20% dos materiais empregados vão para o lixo. Durante a construção de uma obra com aço, a matéria prima é adquirida no tamanho exato em quantidades precisas e a estrutura é fabricada em milímetro reduzindo a praticamente zero o desperdício. - Redução de formas e escoramentos: Sem as formas e escoramentos, muita madeira deixa de ser retirada da natureza e jogada fora. - O aço é reciclável: O aço pode retornar aos fornos siderúrgicos após a vida útil da edificação para ser reutilizado para um novo fim como estruturas metálicas novamente, automóveis, geladeiras tubos de condução etc. - Uso de carvão vegetal de reflorestamento na fabricação do aço: Já é uma realidade o fato de que usinas siderúrgicas estejam substituindo o carvão mineral por carvão vegetal originário de reflorestamento para a fabricação do aço. Nov/13
  13. 13. UNIMED Goiânia O Desafio, O Planejamento, A Solução A ALTERNATIVA DESENVOLVIDA PELA FERENGE Nov/13
  14. 14. Nov/13
  15. 15. Nov/13
  16. 16. Análise Econômica do Mercado de Construção Civil O CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO Nov/13
  17. 17. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil 1.6 Comportamento do Fator de Total de Gastos com Pessoal 1.4 1.2 Gastos de pessoal (total) - soma dos gastos com salários, retiradas e outras remunerações; contribuições para previdência social; FGTS; contribuições para previdência privada; indenizações trabalhistas e por dispensas incentivadas; e benefícios concedidos aos empregados. 1 0.8 0.6 0.4 0.2 0 1 2 Brasil 3 4 Sudeste 5 Centro-Oeste Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  18. 18. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil 1.6 Comportamento do Fator de Total de Custos com Obras e Serviços da Construção 1.4 1.2 1 Brasil 0.8 Sudeste Centro-Oeste 0.6 0.4 0.2 0 1 2 3 4 5 Custos das obras e/ou serviços da construção (total) - variável derivada, obtida pela soma do consumo de combustíveis e lubrificantes, materiais de construção, custos das obras e/ou serviços contratados a terceiros, custos dos serviços de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos ligados à atividade de construção, prestados por terceiros, e o custo dos terrenos (parte apropriada no ano). Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  19. 19. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil 1.4 Comportamento do Fator de Total de Empresas Ativas 1.2 1 0.8 Empresas Ativas – Empresas abertas que encerraram o ano com registro ativo. 0.6 0.4 0.2 0 1 2 Brasil 3 4 Sudeste 5 Centro-Oeste Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  20. 20. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil 1.4 Comportamento do Fator de Avanço da Receita Bruta 1.2 1 0.8 Brasil Sudeste 0.6 Centro-Oeste 0.4 0.2 Receita Bruta (Total) - Receita bruta total variável derivada, obtida pela soma das seguintes receitas brutas: obras e/ou serviços da construção executados; serviços técnicos de escritório, de campo e de laboratório; venda de materiais de construção e de demolição; revenda de imóveis; locação de mão-de-obra e outras atividades. 0 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  21. 21. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Comportamento do Fator do Avanço do Total de Pessoal Ocupado Pessoal ocupado (em 31.12) - número de pessoas ocupadas, com ou sem vínculo empregatício. Inclui as pessoas afastadas em gozo de férias, licenças, seguros por acidentes, etc., mesmo que estes afastamentos sejam superiores a 15 dias. Não inclui os membros do conselho administrativo, diretor ou fiscal, que não desenvolvem qualquer outra atividade na empresa, os autônomos, e, ainda, o pessoal que trabalha dentro da empresa, mas é remunerado por outras empresas. As informações referem-se à data de 31.12 do ano de referência da pesquisa. O pessoal ocupado é a soma do pessoal assalariado ligado e não ligado à atividade de construção e do pessoal não assalariado. Ver itens específicos. 1.3 1.25 1.2 1.15 Brasil Sudeste 1.1 Centro-Oeste 1.05 1 0.95 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  22. 22. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Série Comparativa Comparativo do Comportamento do Fator da Receita Bruta e do Custo de MO - Brasil 1.6 1.4 1.2 1 0.8 Receita Bruta Custo MO Fator de alteração da curva de comportamento da Receita Bruta e do Custo de Mão de Obra 0.6 0.4 0.2 0 1 2 3 4 5 - No biênio 2010/2011, o crescimento da receita bruta recuou mais do que o custo da mão de obra. Isso equivale a dizer que as curvas de Receita e Mão de Obra estão tendendo à convergência. Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  23. 23. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Série Comparativa Comparativo do Comportamento do Fator da Receita Bruta e do Custo de MO – Centro-Oeste 1.6 1.4 1.2 1 0.8 Receita Bruta Custo MO Fator de alteração da curva de comportamento da Receita Bruta e do Custo de Mão de Obra 0.6 0.4 0.2 0 1 2 3 4 5 - No biênio 2008/2009, o crescimento da mão-de-obra foi menos acentuado do que o da receita bruta. No entanto, nos biênios 2009/2010 e 2010/2011, o avanço foi estimulado. Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  24. 24. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Série Comparativa 1.6 Comportamento do Fator de Avanço da Mão de Obra e Custo Total – Brasil 1.4 1.2 1 Percebe-se que o comportamento da curva de Mão de Obra tem comportamento menos elástico do que a dos demais custos, tendendo, neste momento, para não deixar que o custo total diminua ainda mais. 0.8 Custo MO Custo Total 0.6 0.4 0.2 0 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  25. 25. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Série Comparativa 1.6 Comportamento do Fator de Avanço da Mão de Obra e Custo Total – Centro-Oeste 1.4 1.2 1 Percebe-se que o comportamento da curva de Mão de Obra no Centro-Oeste, ao contrário do comportamento médio nacional, sempre manteve-se muito próximo (e abaixo) da tendência de custo total. No entanto, tal tendência mudou bruscamente no biênio 2010/2011. 0.8 Custo MO Custo Total 0.6 0.4 0.2 0 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  26. 26. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Comparativos Comparativo do Fator de Comportamento da Receita Bruta e Número de Empresas Ativas - Brasil 1.4 1.2 1 0.8 Empresas Ativas 0.6 Receita Bruta 0.4 O crescimento do número de empresas ativas no Brasil não tem correspondido ao aumento da Receita Bruta do setor, o que permite estimar que o ganho médio por empresa têm diminuído e a concorrência aumentado. 0.2 0 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  27. 27. Alguns Dados Econômicos Sobre o Setor de Construção Civil Comparativos Comparativo do Fator de Comportamento da Receita Bruta e Número de Empresas Ativas – Centro-Oeste 1.35 1.3 1.25 1.2 Empresas Ativas 1.15 Receita Bruta 1.1 O crescimento do número de empresas ativas no Centro-Oeste sofreu diminuição, mas a queda da receita bruta do setor foi muito mais acentuado do que no resto do País. 1.05 1 1 2 3 4 5 Fonte: IBGE – PAIC – 2007/2011 Nov/13
  28. 28. Conclusões Preliminares - O custo com a Mão de Obra tem apresentado tendência à convergência com a Receita Bruta das empresas do segmento da construção civil. - O custo com a Mão de Obra tem apresentado uma resistência maior do que os demais custos quando se trata de diminuição, embora seja mais sensível ao aumento. - O maior número de empresas entrantes tem provocado maior competitividade, o que se revela pela diminuição brutal no crescimento da Receita Bruta e na queda mais tímida do número de empresas entrantes. - O Centro-Oeste, e principalmente Goiás, é um Estado que inicia a sua experiência pelo setor de infraestrutura, o que poderá contribuir para o encarecimento da mão de obra do setor. - Dessa forma, faz todos sentido a adoção da solução de estruturas metálicas. Nov/13
  29. 29. Aspectos Jurídico-Financeiros REFLEXÕES Nov/13
  30. 30. Gabarito, Índice de Aproveitamento do Solo e a Apropriação dos Valores de um novo pavimento Plano Diretor de Goiânia – Lei Complementar n. 171/2007 Seção V – Parâmetros Urbanísticos Art. 102. Os parâmetros urbanísticos adotados se subordinam aos limites definidos pelas sub-bacias, hierarquizações viárias, pelas densidades de ocupação populacional e pelas exigências de natureza de proteção ambiental. Art. 103. A ocupação e o aproveitamento máximo do solo serão determinados pelos seguintes instrumentos normativos, mediante os quais se define a relação dos espaços vazios e dos espaços construídos: I – dimensionamento mínimo dos lotes; II – Coeficiente de Aproveitamento Básico Não Oneroso, pelo qual se define o total de construção admitido por superfície de terreno, isento da aplicação da Outorga Onerosa de Direito de Construir; III – Índice de Ocupação, pelo qual são estabelecidos os limites de ocupação do terreno, isto é, a relação entre a área ocupada pela projeção horizontal da construção e a área do terreno; IV- Índice de permeabilidade, pelo qual se define a parcela mínima de solo permeável no lote, destinada à infiltração de água com a função principal de realimentação do lençol freático; V – Recuos ou afastamentos, que designam as distâncias medidas entre o limite externo da projeção horizontal da edificação e a divisa do lote, classificados em (...) VI – Altura máxima da edificação, determinada pela cota máxima de altura da edificação, medida em relação a laje de piso do pavimento térreo e a laje de cobertura do último pavimento útil e designada em metros lineares. Nov/13
  31. 31. Coeficiente de Aproveitamento Básico Não Oneroso – Outorga Onerosa de Direito de Construir Lei Federal n. 10.257/01 – Estatuto das Cidades Art. 30. Lei municipal específica estabelecerá as condições a serem observadas para a outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso, determinando: I – a fórmula de cálculo para a cobrança; II – os casos passíveis de isenção do pagamento da outorga; III – a contrapartida do beneficiário. Lei Municipal n. 8.616/08 – Outorga Onerosa do Direito de Construir Art. 2º Para o cálculo da contrapartida financeira a ser oferecida quando da Outorga Onerosa do Direito de Construir, considerase tabela de Preço Público o valor Referencial do Custo Unitário Básico de Construção (CUB) constante da Tabela elaborada pelo Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás – SINDUSCON-GO. § 1º Para a determinação do valor do metro quadrado da área (Vm), será utilizada uma razão do CUB, Valor Referencial de acordo com o grupo em que se encontra a área ou a construção, nos seguintes moldes: Grupo I: Razão de 50% (cinqüenta por cento) do CUB; Grupo II: Razão de 40% (quarenta por cento) do CUB; Grupo III: Razão de 30% (trinta por cento) do CUB; Grupo IV: Razão de 20% (vinte por cento) do CUB. Nov/13
  32. 32. Coeficiente de Aproveitamento Básico Não Oneroso – Outorga Onerosa de Direito de Construir Plano Diretor de Goiânia – Lei Complementar n. 171/2007 Outorga Onerosa do Direito de Construir – Art. 146 e seguintes. Art. 150. A Outorga Onerosa do Direito de Construir será concedida mediante o pagamento pelo beneficiário, de uma contrapartida financeira de preço público, calculada de acordo com a aplicação da seguinte fórmula: VOO = (Vm x VI) x QSC. Onde: VOO = valor da outorga onerosa; Vm = valor do metro quadrado da área representada na Tabela de Preço Público, constante de Lei Própria; VI = valor do índice QSC = quantidade de metro quadrado de solo criado. Nov/13
  33. 33. Novas Tecnologias de Construção e a Legislação de Contratações Públicas Lei n. 8.666/93 – Lógica Licitatória Art. 7º As licitações para a execução de obras e para a prestação de serviços obedecerão ao disposto neste artigo e, em particular, à seguinte seqüência: I - projeto básico; II - projeto executivo; III - execução das obras e serviços. § 1º A execução de cada etapa será obrigatoriamente precedida da conclusão e aprovação, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos às etapas anteriores, à exceção do projeto executivo, o qual poderá ser desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e serviços, desde que também autorizado pela Administração. § 2º As obras e os serviços somente poderão ser licitados quando: I - houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório; II - existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários; III - houver previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício financeiro em curso, de acordo com o respectivo cronograma; IV - o produto dela esperado estiver contemplado nas metas estabelecidas no Plano Plurianual de que trata o art. 165 da Constituição Federal, quando for o caso.
  34. 34. Novas Tecnologias de Construção e a Legislação de Contratações Públicas Lei n. 8.666/93 – Lógica Licitatória Art. 9º Não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens a eles necessários: I - o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica; II - empresa, isoladamente ou em consórcio, responsável pela elaboração do projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente, acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou subcontratado; III - servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação. § 1º É permitida a participação do autor do projeto ou da empresa a que se refere o inciso II deste artigo, na licitação de obra ou serviço, ou na execução, como consultor ou técnico, nas funções de fiscalização, supervisão ou gerenciamento, exclusivamente a serviço da Administração interessada.
  35. 35. Novas Tecnologias de Construção e a Legislação de Contratações Públicas Lei 11.079/04 – Lei de PPP Art. 2º Parceria público-privada é o contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa. § 1º Concessão patrocinada é a concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a Lei no 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, quando envolver, adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado. § 2º Concessão administrativa é o contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de obra ou fornecimento e instalação de bens. Art. 4o Na contratação de parceria público-privada serão observadas as seguintes diretrizes: I – eficiência no cumprimento das missões de Estado e no emprego dos recursos da sociedade; II – respeito aos interesses e direitos dos destinatários dos serviços e dos entes privados incumbidos da sua execução; III – indelegabilidade das funções de regulação, jurisdicional, do exercício do poder de polícia e de outras atividades exclusivas do Estado; IV – responsabilidade fiscal na celebração e execução das parcerias; V – transparência dos procedimentos e das decisões; VI – repartição objetiva de riscos entre as partes; VII – sustentabilidade financeira e vantagens socioeconômicas dos projetos de parceria.
  36. 36. Muito Obrigado Paulo Sérgio Ribeiro Danilo de Morais Veras Ferenge Soluções em Estruturas Metálicas www.ferenge.com.br Danilo@navarroprado.com.br (61) 3321-1985 (62) 8589-9889 Paulo.Sergio@ferenge.com.br (62) 3255-2777 (62) 8402-2777 Nov/13

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