Mãe Sozinha Irene de Souza Pinto
Dizem  ¨mulher da alegria¨,  quando ela passa na rua.
A pobre mãe continua, os olhos fitos no chão!...
Quanto fel, quanta agonia nessa mulher que condenas!...
Ninguém lhe conhece  as penas cravadas no coração...
Tristeza no desconforto,  sem palavra que a revele, trapos dourados na pele, trás angústia por dever...
Viúva de um vivo morto, ei-la que segue sozinha,  tem ao longe, a pobrezinha um filho quase a morrer.
Já bateu a tanta porta, já pediu a tanta gente!...
Dói-lhe a ferida pungente de ter sido mãe sem lar...
Abatida, semi-morta, apenas vê no caminho a febre e a dor do filhinho que a morte lhe quer roubar...
Tu que cresceste na estrada,  desde o berço de ouro e rendas, entre mimos e oferenda de paz, segurança e luz,
fita essa mãe desolada, na penúria que a consome...
Talvez ela tenha fome ao peso da própria cruz...
Não lhe zombes da amargura, também foi criança um dia, brincava, estudava e ria feliz ao fulgor da manhã...
Também foi bela e foi pura...
Hoje, nas mágoas que trilha, poderia ser nossa filha, assim como é nossa irmã.
Mãe na dor!... Bendita seja!...
Escrava de toda hora, honra as lágrimas que chora, nas dores por onde vai!...
Sem esposo que a proteja, sem arrimo, sem tutela, encontre a bênção do Pai. Psic. Chico Xavier
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  1. 1. Mãe Sozinha Irene de Souza Pinto
  2. 2. Dizem ¨mulher da alegria¨, quando ela passa na rua.
  3. 3. A pobre mãe continua, os olhos fitos no chão!...
  4. 4. Quanto fel, quanta agonia nessa mulher que condenas!...
  5. 5. Ninguém lhe conhece as penas cravadas no coração...
  6. 6. Tristeza no desconforto, sem palavra que a revele, trapos dourados na pele, trás angústia por dever...
  7. 7. Viúva de um vivo morto, ei-la que segue sozinha, tem ao longe, a pobrezinha um filho quase a morrer.
  8. 8. Já bateu a tanta porta, já pediu a tanta gente!...
  9. 9. Dói-lhe a ferida pungente de ter sido mãe sem lar...
  10. 10. Abatida, semi-morta, apenas vê no caminho a febre e a dor do filhinho que a morte lhe quer roubar...
  11. 11. Tu que cresceste na estrada, desde o berço de ouro e rendas, entre mimos e oferenda de paz, segurança e luz,
  12. 12. fita essa mãe desolada, na penúria que a consome...
  13. 13. Talvez ela tenha fome ao peso da própria cruz...
  14. 14. Não lhe zombes da amargura, também foi criança um dia, brincava, estudava e ria feliz ao fulgor da manhã...
  15. 15. Também foi bela e foi pura...
  16. 16. Hoje, nas mágoas que trilha, poderia ser nossa filha, assim como é nossa irmã.
  17. 17. Mãe na dor!... Bendita seja!...
  18. 18. Escrava de toda hora, honra as lágrimas que chora, nas dores por onde vai!...
  19. 19. Sem esposo que a proteja, sem arrimo, sem tutela, encontre a bênção do Pai. Psic. Chico Xavier
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