Zenão de eleia

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Zenão de eleia

  1. 1. ZENÃO DE ELEIA
  2. 2. HISTORIAL  Nome completo: Ζήνων ὁ Ἐλεάτης  Data de nascimento: ca. 490 a.C.  Data de falecimento: ca. 430 a.C. (60 anos)  Local: Eleia  Escola: Escola eleata  Trabalhos Notáveis: Considerado por Aristóteles como o criador da Dialética  Influenciado por: Parmênides de Eleia
  3. 3. VIDA  Filósofo pré-socrático da escola eleática que nasceu em Eleia, atualmente Vélia, Itália.  Parmênides foi um seguidor e defensor apaixonado da filosofia, e segundo esta paixão, elaborou um método que consistia na formação dos paradoxos.
  4. 4. VIDA  Assim, ao invés do combate direto contra as teses das quais não concordava, Zenão preferia mostrar a falsidade e os absurdos dos estudos que julgava inválidos.  Pai de Zenão, chamava-se Teletágoras, mas foi adotado por Parmênides na Escola de Eleia. Criou- se um ótimo professor, muito respeitado na sua cidade, e com tudo isso, envolveu-se muito com a política.
  5. 5. VIDA  Zenão foi preso e torturado até a morte, mas com tudo isto, tornou-se um herói, deixando uma enorme lembrança de seus compatriotas contemporâneos.  Surgiram muitas versões, em como tudo aconteceu na realidade. Uma das versões conta que, Zenão ao ser torturado como nunca visto pelo tirano, em praça pública, e querem obriga-lo a confessar todos os nomes dos seus companheiros conspiradores.
  6. 6. VIDA  Zenão demostrou que queria dizer algo ao ouvido do tirano, e com o resto das suas forças, mordeu-lhe ferozmente a orelha e cerrando tão firmemente os dentes, que para Zenão o largar, os guardas tiveram que o matar, nesse mesmo instante.  Uns dizem que, em vez da orelha, Zenão teria ferrado seus dentes contra o nariz do tirano. E outros dizem ainda que, após enormes torturas, Zenão cortou sua própria língua com os dentes e a cuspiu no rosto do tirano, para lhe mostrar que jamais delataria nenhum de seus companheiros.  Uma história de sofrimento e de muita coragem, espalhou-se muito rapidamente pela cidade de Eleia. Com isto tudo, a população revoltou-se contra a tirania, e ergueram-se contra o seu governante e ganharam a liberdade.
  7. 7. LINHA DE PENSAMENTO  A primeira teoria de Zenão, para descrever o conceito de Deus, é a eternidade. Porque Zenão assim nos diz: “É impossível que algo surja; pois teria que surgir ou do igual ou do desigual. Ambas as coisas são, porém, impossíveis; pois não se pode atribuir, ao igual, que dele se produza mais do que deve ser produzido, já que os iguais devem ter entre si as mesmas determinações. Tampouco pode surgir o desigual do desigual; pois se do mais fraco se originasse o mais forte, ou do menor o maior, ou do pior o melhor, ou se, inversamente, o pior viesse do melhor, originar-se-ia o Não-Ser do Ser, o que é impossível; portanto, Deus é Eterno.”
  8. 8. LINHA DE PENSAMENTO  A segunda teoria de Zenão é atribuir à divindade a Unidade, como pode ser visto nesse argumento: “Se Deus é o mais poderoso de tudo, então lhe é próprio que seja Um; pois, na medida em que dele houvesse dois ou ainda mais, ele não teria poder sobre eles; mas enquanto lhe faltasse o poder sobre os outros não seria Deus. Se, portanto, houvesse mais deuses, eles seriam mais poderosos e mais fracos um em face do outro; não seriam, por conseguinte, deuses; pois faz parte da natureza de Deus não ter acima de si nada mais poderosos; pois o igual não é nem pior nem melhor que o igual – ou não se distingue dele. Se, portanto, Deus é e se ele é de tal natureza, então só há um Deus; não seria capaz de tudo o que quisesse, se houvesse mais deuses.”
  9. 9. LINHA DE PENSAMENTO  Quanto à figura, Zenão propõe que Deus tem a forma de uma esfera: “Sendo Um, é em toda parte igual, ouve, vê e possui também, em toda a parte, os outros sentimentos, pois, não fosse assim, as partes de Deus dominariam uma sobre a outra, o que é impossível. Como Deus é em toda parte igual, possui ele a forma esférica, pois não é aqui assim, em outra parte de outro modo, mas em toda parte igual.”
  10. 10. LINHA DE PENSAMENTO  Então Zenão, conclui que Deus não é nem limitado nem ilimitado, nem móvel nem imóvel. Zenão diz que: “O Um, portanto, não está nem em repouso nem se movimenta; pois não se parece nem com o Não-Ser nem com o Múltiplo. Em tudo isso, Deus se comporta assim; pois ele é eterno e uno; idêntico a si mesmo e esférico, nem ilimitado nem limitado, nem em repouso nem em movimento.”
  11. 11. ARGUMENTOS CONTRA A PLURALIDADE  ”Se a pluralidade existe, as coisas são ao mesmo tempo limitadas e infinitas em número.”  ”Se a pluralidade existe, as coisas, ao mesmo tempo, serão infinitas em tamanho e não terão tamanho algum.”
  12. 12. ARGUMENTOS CONTRA O MOVIMENTO  Paradoxo da dicotomia  Paradoxo de Aquiles
  13. 13. ARGUMENTOS CONTRA O MOVIMENTO  Paradoxo da flecha imóvel  Paradoxo do estádio
  14. 14. BIBLIOGRAFIA  http://www.infoescola.com/filosofos/zenao/  http://pt.wikipedia.org/wiki/Zen%C3%A3o_de_Eleia  http://matcalculo.blogspot.pt/2013/06/paradoxo-de- aquiles.html  http://questoesultimas.blogspot.pt/2013/05/posso- usar-o-argumento-cosmologico.html
  15. 15. Trabalho Realizado por: Daniel Malheiro Nº9 10ºA Joaquim Silva Nº15 10ºA Rodrigo Azevedo Nº24 10ºA Professor: Paulo Teixeira FIM

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