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Aula 6 riscos mecânicos-acidentes 13.05.2011

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Aula 6 riscos mecânicos-acidentes 13.05.2011

  1. 1. BIOSSEGURANÇA RISCOS MECÂNICOS/ ACIDENTES junho 2013
  2. 2. DEFINIÇÃO Probabilidade de ocorrer acidentes, com ou sem lesão, decorrente do manuseio de máquinas e instrumentos, como também outros impactos mecânicos.
  3. 3. SITUAÇÕES DE RISCO MECÂNICO  Derrapagens e/ou quedas, devido ao piso estar molhado e não ser antiderrapante;  A quedas, durante o transporte de cargas ou por estar em escadas, sem a devida proteção;  Acidente elétrico, representado por uso de substâncias liquidas na limpeza de paredes e tomadas, estas últimas, em certas ocasiões, apresentando benjamins que ligam diversos aparelhos.
  4. 4. LABORATÓRIO Instrumentos de trabalho: Vidrarias (erlenmeyer, béquer, pipetas, bastão de vidro, balão volumétrico, funil de extração): Resistência mecânica/química/calor; ÁLCALI x VIDRO EROSÃO CALOR: vidros de borossilicato  Não submeter a chama direta;  Nunca fechar o vidro hermeticamente em caso de aquecimento.
  5. 5. USO DE ROLHAS EM FRASCOS DE VIDRO  Tamanho;  Utilizar lubrificante;  Luvas que não permitam perfuração;  Óculos de proteção;  Nunca utilizar parte do corpo para servir de apoio para introdução da rolha;  Observar fratura e trincas;  Avaliar fragilidade do vidro (uso repetido).
  6. 6. FUNIL DE EXTRAÇÃO
  7. 7. LAVAGEM DE VIDRARIA  Detergente;  Material amortecedor nos locais de lavagem;  Luvas antiderrapantes;  Descartar vidraria quebrada em caixas de papelão/plástico resistente.
  8. 8.  Cromatógrafos líquido e a gás;  Espectrômetros de massa, ressonância magnética nuclear;  Aparelhos de perfusão e de secagem. LABORATÓRIO Instrumentos de trabalho: Equipamentos que utilizam gases comprimidos:
  9. 9. CROMATÓGRAFO LÍQUIDO E GASOSO
  10. 10. Coluna Forno Detector Injetor Controle
  11. 11. CORES DE IDENTIFICAÇÃO DE CILINDROS CILINDROS DE GASES COR OXIGÊNIO PRETA OU VERDE NITROGÊNIO CINZA ACETILENO BORDÔ ACETILENO P/ ABSORÇÃO ATÔMICA BORDÔ COM FAIXA AMARELA AR COMPRIMIDO AMARELA
  12. 12. CUIDADOS COM CILINDROS DE GASES INERTES E COMBUSTÍVEL  Fora do laboratório, locais especialmente projetados, protegidos do calor, umidade, firmemente presos, longe de condicionadores, ventilação adequada;  Obrigatório o uso de identificação e de reguladores de pressão externa e interna (reguladores específicos para cada tipo de gás comprimido).
  13. 13. MANUSEIO  Orientação de uso e regulagem das válvulas para a pressão adequada;  Verificar se o gás que está sendo utilizado é o desejado;  Verificar vazamento após a instalação;  Não permitir que se fume onde se acondiciona os cilindros (sinalização);  Pequeno vazamento: desatarraxar e vedar utilizando teflon;  Teste de vazamento: espuma de sabão neutro ou produtos fornecidos pelas empresas.
  14. 14. EQUIPAMENTOS DE ENGRENAGEM E DE SISTEMA DE TRITURAÇÃO  Nunca aventais desabotoados e de mangas compridas soltas;  Cabelos presos;  Manuseio inadequado  mutilações com invalidez parcial ou total;  Controlar ruído (60 decibéis).
  15. 15. MICROONDAS  Esterilizar meios de cultura/fundir gel de ágar ou de agarose para suporte de eletroforese;  Cuidado com a vedação hermética do frasco: ligar o equipamento com tempo de funcionamento curto e repetido, evitar fervura da água, pode ocorrer explosão por aumento brusco da pressão interna do frasco (ligar equipamento de 20 a 30 segundos por várias vezes).
  16. 16. PLANEJAMENTO Espaço físico: prateleira sob a capela (guardar ácidos, solventes, etc.); Tempo de execução da atividade; Quais vidrarias serão utilizadas.

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