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AS TENTATIVAS DE TO~mnA DO PODER--· SUMÁRIO - Continua9ão ••• II
CAP1TULO IV
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AS TENTATIVAS DE TOMFnA DO PODER - SU~úRIO - Co~tinuação ••• IV
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9. O PC do B inicia a preparação para a ...
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27. O surgimento do Movimento de Ação Revolucionária -
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continuação •••• VII
central .
Preto/SI' e no Ceará •••...
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UMA EXPLICAÇAo NECESSÂRIA
No final dos anos sessenta, diversas organizaçõe5 ...
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o recuo ao passado colocou-nos diante de urnaoutra'visão:
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çarem na aventura militarista, sem antes terem conseguido o
apoio de boa parte da população. ...
(REsERvAnol XV_l_I_I__ 
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R E S E .HV A O O XIX
INTRODUÇlO
A VIOLENCIA EM TR~S ATOS
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Para corrigi-lo, em 20 ~~~_io d~6_6, ~~~i-ª-5 apos esse
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XXIII
R E S E R V A O .0
RESEHVADO
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Ainda em setemb~-odo meSITOano, a VPR emitiu um comunicado "Ao
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RESERVADO, xxv
quarto de pensa0 no bairro de Indianópolis,na capital de são
Paulo. Os bigodes bem aparqdos e as longas suí...
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Com o crescimento de suas indecisões, não aceitou, depro~
to, a função que lhe foi oferecida de ser o c...
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XXIX
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nacional, intranquilizando e enchendo,...
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AEROPORTO DE GUARARAPES
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PELA VIOL~NCIA DE SEUS COHPANIIEIROSMÂRCIO SURPREENDIDO
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1~ P A R T .E
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A TENTATIVA DE TOMADA DO PODER
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A FONTE DA VIOLENCIA
os objetivos
- representado
O esquema, a seguir aprepentado, sintetiza
~s~leninistas, a partir da dem...
RE S E R V 1
2. Os Caminhos da Revolução
'Para atingir seus objetivos estratégicos, a violência tem
sido o caminho apontad...
R E S E 'R V A O O
do na revolução, examina a utilização da violência para a toma-
da do poder, mas considera, tambim, ~ p...
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I-R-.-E,-S-E--R-V-'-A-O--'i o 1
ficientes e vontade de lutar, haverá, fatalmente, o combate. Se
o inimigo, porém,' é fra...
n E S E"R V fi O O
-tar -- o ~ue e norm~l --, ou, se desmor~lizada e sem determin~_
ção, pode, simplesmente, "ca~ pela man...
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CApITULO II
."
7
O PARTIDO COMUNISTA - SEÇÃO BRASILEIRA DA INTERNA_
CIONAL COlvIUNISTA (PC-SBIC)
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8
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40cLal. Veveltã:
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IH!: ~ C H V A O ~~ _
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o marxismo-Ieninismo, ainda pouco conhecido e freqüente-
mente confundido com o anarquismo, procu...
método para agitação e mobilização' das massasll (3).
No final de 1926, modificou-se o quadro político-institu-
·cional, c...
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Ledo engano. Não compreendiam, ainda, os comunistas brasi
leiros, que a curvatura dos dorsos ...
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~o ac~t~~o o resultado das eleições presi-
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ladl~~a o p~ulista Júlio Pre~tes, a Aliança, a
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berto Vieira, Dinarco Reis, Agildo Darata e o próprio Prestes,
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CAPITULO 111
A INTENTONA COMUNISTA
1. A mudança da linha da IC
Induzido pela Internacional ...
v~io com sua
d~tilógrafa.
isso pretendia suprira falta de quadros dirigentes do PC-SDlC
que ,pudessem levar a tarefa a bom...
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O grupo de espiões instalou-se no Rio de Janeiro. De acor 
do com o insuspeito Fernando Morais; ...
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Comunista), usando a sigla PCD. Esse concltive mudou a linha po-
litica do Partido, segundo os ditames da s...
datada
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Em fevereiro de 1935, foi fundada essa frente, sob o nome
de Aliança Nacio...
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Comandei o DOI/CODI/II Exército de 29/09/1970 a 23/01/1974, período em que as organizações terroristas atuaram com maior intensidade.

Neste livro conto como os Órgãos de Segurança as derrotaram.

Na luta armada, lamentavelmente, tivemos cerca de 500 vítimas, de ambos os lados, um número bastante reduzido se o compararmos aos demais países da América Latina que, tembém, enfrentaram o terrorismo.

Além dos relatos, procuro desfazer mitos, farsas e mentiras divulgadas para manipular a opnião pública e para desacreditar e desmoralizar aqueles que as venceram.

Há quarenta anos, em 25/07/1966, a organização terrorista Ação Popular (AP) realizou um atentado no Aeroporto de Guararapes - Recife/PE - que ocasionou duas mortes e treze feridos graves, enre os quais uma criança de seis anos. Esse atentado é considerado o marco inicial da luta armada no Brasil.

Carlos Alberto Brilhante Ustra, Coronel Reformado do Exército Brasileiro, apresenta nas páginas do vibrante “A Verdade Sufocada” a saga de um homem simples, que não pediu para ser herói, mas o foi, como outros que receberam a dura missão de defender o Brasil de homens fanatizados por uma crença e que por ela se lançaram na loucura de uma luta armada fratricida.

Coragem física e moral foram o apanágio desse homem, nos difíceis momentos em que combateu o terrorismo de uma esquerda revolucionária. Orgulho-me de privar de sua amizade e não tenho pejo em revelar que ele, entre outros, foi exemplo para as minhas lides militares, em anos muito mais amenos, quando a luta sangrenta já estava em seu final.

“A Verdade Sufocada”, sem nenhuma dúvida, é quase uma obra biográfica, que carrega consigo um valor inestimável, pois resgata a verdade de um momento histórico totalmente distorcido por aqueles que hoje encobrem os seus reais desígnios de transformar o Brasil em um satélite do comunismo internacional, com a falácia de que lutaram contra uma ditadura militar para promover a liberdade e a Democracia.

O próprio Ustra foi vítima da farsa dessa gente, por ter sofrido na pele a torpeza de uma acusação rocambolesca, que ele destrói, ponto-por-ponto, em determinadas páginas deste trabalho, como já o fizera em seu anterior “Rompendo o Silêncio”.

Em linguagem coloquial, “A Verdade Sufocada” prende o leitor em narrativas ricas em ação, pormenorizando o entrechoque entre os órgãos de segurança – a chamada repressão – e as organizações comuno-terroristas, hoje mitificadas por uma parcela da mídia ainda renitente em abraçar uma causa ultrapassada.

Ustra, com muita clareza e propriedade, apresenta provas irrefutáveis que permitem ao leitor um verdadeiro juízo de valor sobre a realidade dos fatos daqueles anos conturbados. A contundência do seu livro é de extrema valia para os que não vivenciaram aqueles momentos e que hoje são bombardeados por versões enviesadas de uma esquerda revanchista.

Ustra e a sua Jose

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Cel. carlos alberto ustra a verdade sufocada

  1. 1. .' RESERVADOl ( <,Ii'i 1 1'"li', , ~1'::I' i(li I i ,li " li !I, < : 1: li;' . I' '- bI :] I .~ A presente obra é composta de dois volumes, cujos assun~ tos sao os abaixo discriminados: 19 VOLUME - UMA EXPLICAÇÃO NECESS~RIA INTRODUÇÃO • A VIO~NCIA EM TRES ATOS • A TERCEIRA TENTATIVA DETO~ffiDA DO PODER 1964 - ENGAJAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS (1969) ,I 29 VOLUME - 3~ PARTE • A TERCEIRA rfENTATIVA DE TOHADA DO PODER 1970 - 1973 4~ PARTE • A QUARTA! TENTATIVA DE'TOMADA DO PODER 1974 - ••• , , 11 E S E. R V f O O " ,
  2. 2. CAPITULO II ,; I i 4 2 XVII ,-I . ' ., . ----- ..0:' " ~ ............... ......................... ............................... a o., _._u_ .. _.~_. _._ .• , - .......•..•• ..........~ ............................. O Partido Comunista do Brasil (PCB) ••••••••••••••• A Aliança Nacional Libertadora (ANL) ••••••••••••••, A aprovação d~ Internacional Comunista •.•••.•••••• A Intentona •••.••••••••••••••••••••••• ~••••••••••••I: A vinda dos estrangeiros ~••••••••••••.•••••••• ~.~•• 7 8 9 A Íase do obscurantismo e da indefinição •••.•••. ~. 11 As atividades do PC-SBle ••••~••••••••••••••••••••• A formação do PC-SBIC ••••••••••••••••••••••••••••• __ ,_,"4" J.. A mudança da linha da Te •••••••••••••••••••••••..• 14 14 16 17 19 20 A INTENTONA COMUNISTA ~. A Internacional comunis~a 3. O Trabalho de Massa 2 •.Os caminhos da revolução •••••••••••••••••••••••••• :i .2. 3. -4. ...J.. Os obj etivos da Revolução Comunista O ~ARTIDO COMUNISTA - SEÇÃ9 BRASILEIRA DA INTEN~ACIONAL .'"COMUNISTA(PC-SBIC) ,1 . 1 - 'CAP1TULO III ~ PRIMEIRA TENTATIVA DE TOMADA DO PODER ..A .:FONTE DA VIOL~NCIA .- CAPITULO I " " . A VJ:O~NCIA EM T~S ATOS ~. Primeiro ato .- la PARTE , . _ .UMA EXPLICAÇ!O NECESS~IA •••••• _ ••••••••'•••••••••••••• XIII 19 'VOLUME .' , , . ._ J:NTRODU~O ••••• '.......................................... XVII ._--------.,-1R" E S E R V A O O I, SUMARIO AS TENTATIVAS DE TOMADA DO PODER ~. Segundo ato •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• XIX 3. Terceiro ato •••••••.••••••••••••••••••• •••••••••••••• XXII ~. Violência, nunca mais~ •••••••••••••••••••••••••••••• XXVI i I' I I !,I :. i: I I. I;, .I -, t , , . I,[ ,
  3. 3. "r~':~~.. ------I~.E S E··R.VA-;;;; AS TENTATIVAS DE TO~mnA DO PODER--· SUMÁRIO - Continua9ão ••• II CAP1TULO IV J.• A violência comunista ••.••••••••••••••••••••••••• 33 2. Bernardino Pinto de Almeida e Afonso José dos San 'OS CRIMES DO PCB A volta à clandestinidade •••••••••.•••••••••••••• CAPITULO V 25 26 27 28 29 30 Janei~,oli •••••••••••••••••••••••• " . . Agostd" ••••••..•••••••••• "•••••••• IV Congresso •••••.•••• 0 ••••••••••••••• ·•••••••• "Manifesto de "Manifesto de A legalização do PCB •••••••••••••••••••••••••••• o PCB E O CAMINHO DA LUTA ARMADA 1. A reorganização do PCB •••••••••••••••••••••••••• 2. 3. 4. O 5. O 6. O l i1 ) , i 1 I I li !j II ':I;. I I, : I , 1 I J I, tos ... ~..... '.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 34· 3. "Elza Fernandes" •••••••••••••••••••••••••••••••• 35 ~. Ma~ia Silveira e Domingos Antunes Azevedo ••••••• 38 2a PARTE A SEGUNDA TENTATIVA DE TOMADA DO PODER CAPITULO I AS DlVERG~NCIAS NO MOVIMENTO COMUNISTA 'I. A IV Internacional •••••••••••••••••••••••••••••• 42 2. O PORT quebra o exclusivismo do PCB ••••••••••••• 43 3. O XX Congresso do PCUS ••••f' • • •.• • • • • • • • • • • • • • • • •• 45 ·4. O V Congresso do PCB ••••••~••••••••••••• ~••••••• 46" 5. PC do B: a primeira grande cisão no PCB ••••••••• 48 6. POLOP: uma criação da esquerda independente ••••• 50 7. AP: uma criação da esquerda católica •••••••••••• 52 CAPíTULO II A At'1hOCOMUNISTA" '.Y"'"~ -.... -- ...--. -.---- -- ..- .•. -L'. . ~~ O PCB e seus objetivos •••••••.••.•••••••••••••.•••• Reforma ou Revolução? •••••••••••.•.••••:•••••••••• As Ligas Camponesas ••.••••••••••••••••••••••••••• As crises políticas de junho e julho de 1962 •••• Jango obtem plenos poderes •••••••••••••••••••••• 1. 2. 3. 4. --5. '1- 6. A exploração das dificuldades e das ambições • • • • 56 ·57 59 61 63 64 c:: ,: n I ~ n n , 0 _ . I., i
  4. 4. • f'. ~ • •...-..•. ........... 124mandato presidencial iniciais ' 122 desenyolvimento ••••••••••••••• -••:+23 o ideário da Revolução de Março •••••• ~•••••••••• 117 O Ato Institucional n9 1 •••••••• ,••••••••••••••• 118 ~ . A eleição de Castelo Branco ••••••••••••••••••••• ~20 Os desencontros S.A estratégia do 6. A prorrogação do :1. 2. 3. 4. CAP1TULO 111 CAPíTULO IV A'REVOLUÇÃO DEMOCRÂTICA DE 1964 ~. Ascensão e queda de Goulart ••••••••••• ~••••••••• 99 2. A'iniciativa da reação •.••••·••••••.•••••••••••••••100 3. A'reação. no Campo Político ••~•••__••••••••'.••••••102 4. O apoio da imprensa ••••.•.••••••••••••••.•••.•••••••103 5. Amplia-se a reação ••••••••••••••• ~••••••••• ~••••104 6. As mulheres envolvem-se decididamente ••••~••••••106 ,. I 7 •.A evolução da posição ~os militares ••••••.• ~•••l07 8. A vitória· da democracia •••••••.•••••••••••'•••••••111 9. O pronunciamento dos políticos ••••••••••••• ~ ••••112 O ASSALTO AO PODER 7. Crescem as'pressões para muáanç~s ••••••••••••••• 66 8. O Movimento Camponês ••••••••••••••••••••••• ~••.••69 9. Cedendo ãs pressoes •••••••• ~~••••••••••••.•••••~. 71 ~. A rebelião dos sargentos de Brasília •••••••'••••• 74 2. O Estado de sítio •••••• ~••••••••••• ~•••••••••••• 77 3~ A frente 6nica ••••••••••••••••••••••••••• ~•••••~ 79 4. Os Grupos dos Onze ••••••••• ~ •••••••••••••••••••• 80 5. O plano revolucionário ••••••••••••••••••••••••••. 84 6. O comicio das reformas •••••••••'................. 85 7. A rebelião dos marinheiros no Rio de Janeiro ~•••.86 .8. A. reunião no Automóvel Clube ••••••••••.•••••••••• 89 .A TERCEIRA TENTATIVA DE TOl1ADA DO PODER - CAPíTULO I ,1964 -3a PARTE !RESERVAOO AS TENTATIVAS DE'TO~A DO PODER - SUMÂRIO - continuação ••• II1
  5. 5. . -,.'V .-. .~n E S E 'H V A O O 1 AS TENTATIVAS DE TOMFnA DO PODER - SU~úRIO - Co~tinuação ••• IV i , ··· AS ~"P!TULO II 1965 131 132 134 137 139 126 128 128 129 130 .................. ...................... As eleições de governadores •••••• ~••••••••••••••• O Pacto de Montevidéu e a Frente Popular de Liber- tação (FPL) • '.••••••••••••• _.••• ~ •••••••••••••••••• Influências marxistas na Igreja •••••••••••••••••• i I Um mil novecentos e ses~enta e quatro •••••••••••• CUba e o foquisrno . As pri~eiras denúncias de torturas •••••••••••••.•• Pega ladr~o ~ ••••••••••0 .••••••••••••••••••••••••• B i 1 "O - po t °1 11r zo a e a peraçao ~n ass~ go ••••••••••••••• O PORT e suas ligações com o Movimento Rural do ~ror deste e com Brizola •••••••••••••·••••••••••••••••7 o Ato Institucional n9 2 ••••••••••••••••••••••••• O Movimento Estudantil inicia as manifestações ••.• 8. O PCS: uma linha radical ••••••••••••••••••••••••• 9. O PC do B: uma linha revolucionária .••••••••••••• A POLOP e a "Guerrilha de Copacabana" •••••••••••• 7. O restabelecimento da ordem I. A Revolução estreita suas bases 2. 3. 4. 5. 6. 13. 14. 1.5. 16. 10. 11. 12. 7. Jefferson Cardin e as escaramuças das Forças Arma- das de.Libertação.Nacional (FALN)••••••••••••.•••• 8. O ~CB: mudança para a linha de massa •••••••••••• : 9. A AP transforma-se numa organização revolucionária 1~. A POLOP e Brizola •••••••••••••••••••••••••••••••• 11. Um mil novecentos e sessenta e cinco ............. CÃPíTULO III 1966 . . ~ •.A continuidade da política Econômica· ••••••••••••• 160 2. O~umprimento do calendário eleitoral •••••••••••• 161 3. Nova Constituição •-;••••••••••••••••• -~.•••••••••••• 162, 4. O Movimento Estudantil inicia o enfrentamento ••••·164 ~-----------I R F. S E R V AOO~~---------_...J'r (~~) I •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 5. Cuba e a Tricontinental, a OLAS e a OCLAE •••••••• 6. O Movimento de Resistência Militar Nàcionalista (MRMN) e a Resistência Armada Nacionalista (RAN)•• 7. Brizo1a e o Movimento Nacionalista Revolucionário 1 1I II ~ 8. Acirramento da luta interna no PCB ............... 165 168 170 171
  6. 6. . . . IRESERVADO .AS TENTATIVAS DE :'TOMADADO PODER - SUM1RIO - Continuação ••~ V 9. O PC do B inicia a preparação para a luta armada ••• 172 10. O PCR ea AV: duas' dissidências '0.0 PC do B ••••••••• 174 11. A AP intensifica suas a~ividades ••••~••.~•••••••••• ~ 12. O refluxo do PORT •••••••••••••••••••••••••••.••••••• 176 13. A POLOP consolida a sua doutrina ••.••••••••••••••• ~ 177 14. Um mil novecentos e sessenta e seis •••••••••••••••• 177. 182 183 184 187 189 . 190 191 193 195 198 199 200 202 203 204 206 208 209 210 212 .................... CAPiTULO IV 1967 1. 'Inicia-se a volta ã norm~lid~de 7. O MNR, Caparaó e a Guerrilha do Triângulo Mineiro •• • • ~f ~-::----=--:---:-- ----- 8. 1.•.s atividades da RAN•• '••••••••••••••••••••••••••••• 9. As dissidências e o VI Congresso do·PCB ••~••~•••••• 10~ A Dissidência de Niterói e o primeiro.MR-8 ••••••••• 11. A. ~ormação da Dissidência da Guanabara ••••••••••.••• ~ 12. O Agrupamento Comunista de são Paulo ••••••••••••••• 13. O "Encontro" da Corrente Revolucionária .••••• ~.~•••.. . . 14. O PC do B ·fortalece a luta ideológica ••••••.••~••••• 15. A Ala Vermelha do PC do B assume· a posíçãp foquis~a. 16. O Debate teórico e ideológico da AP •••••••.•••~••••• 17. O IV Congreiso e os "rachas" da POLOP •••••••••••••• ~18. A Força Armada de Liber~ação Nacional (FALN).~~ ••••• 19. Atividades do clero na subversão ••.•.••••••.••1 ••••• 20. Um mil novecentos e ses~en~a e sete •••••••••••• w~ •• .3. A Frente Ampla •••••••••••••••• _.•••••••••••••••••• ~• 4. O aparente refluxo do Movimento Estudantil ••••••••.~. .5. A reorganização do Movimento Operário e S'indical ••• 6 •. A OLAS e a I COSPAL ••••••••••••••••••••••••••• l ••••• 1. O "caminho das pedras" •••••••••••••••••••••••••••••• 216 2. A retomada do desenvo1vimento~ ••••••••••••••••••••••• 218 3. As "pedras do caminho" ••••••• ~•••••••••••••••••••••••• 218 . .' '4. O Congresso Cultural de Havana •••••••••••••••••••••• '221. ~ . 5. O Movimento Estudantil.de~encadeia o enfrentamento.g~ neralizado ••••••• _._,•••••••••••••••••••••••••••••••••. 222 6. As manifestações operárias •••••••••••••••.••••••••••• 230 2. As dificuldades políticas •••••••••••••••••••••••••• RESERVA09 CAPíTULO V 1968 ~
  7. 7. I. I " 0-, 27. O surgimento do Movimento de Ação Revolucionária - (MAA) ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 27 6 305 307 308 310 311 278 281 283 286 295 259 257 232 234 Continuação ••••• VI Bcvolucionária • • .e • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • RESERVADO Costa e Silva •••••••••••••••••••• ...........•..4....•.........··.·· fRE SE n V~~' DE TO~mnIDO PODER - SUMÁRIO - eleição de um novo Presidente ••••••••••••••••••• eleição do Presidente Médici e a.novaC':I11stituição.••, Movimento Estudantil entra em descenso •••••••••• o Ato Institucional n9 5 o surgimento do Movimento popular de Libertação (MPL) ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Atuação de padres estrangeiros na subversão ••••••• Expande~se pelo mundo a violência estudantil •••••• Um mil novecentos e sessenta e oito ••••••••••••••• o PCB estrutura-se para o Trabalho de Massa ••••••• A formação do Partido Comunista Brasileir; Revolu- cionirio (PCBR) ••••••••••••••••••••••••••••••••••• 2. O 3. A 4. A 5. O ~ 1. Reflexos do AI-S impedimentolde CAPíTULO VI 1969 29. 30. 31. 32. 28. (VPR) ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 262 22. O assassinato do Capitão Chandler ••••••••~••••••• ; 266 23. A definição ideológica da AP •••••••••••••••••••••• 270 24. Núcleo Marxista-Leninista (NML), uma dissidência da AP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 273 25. O surgiment~ da Fração Bolchevique Trotskista (FBT). 275 26. O surgimento da organização Combate 19 de Maio (OC. 19 Maio) .••••••••• "................................. 276 21. O·surgimento da Vanguarda popular 9. Da Ala Marighela ao Agrupamento Comunista de são Paulo •••••••••••••••••••••• •.••• • •• • • • • • • • • • • • • • ••• 238 10. Frades dominicanos aderem ao Agrupamento Comunista. 244 11. AC!Sp·expande-se além do eixo Rio-são Paulo •••••••~ 12. O surgimento da Corrente em Minas Gerais •••••••••• 247 13. O PC do B recebe adesões •••••••••••••••••••••••••• 251 14. A Ala Vermelha do PC do B inicia os assaltos •••••• 253 .15. O PCR tenta realizar trabalho no campo •••••••••••• 254 16. O MR-8 estende suas atividades ao Paraná •••••••••• 255 17. A DI/GB atua no Movimento Estudantil ••••••••••••• S~i . . 18. A Dissidência da Dissipência •••••••••••••••• :••••• 256 19. O surgimento do Partido Operário Comunista ••••••• ~ 20. O surgimento do Comando de Libertação Nacional (CO- ~INA) •••• 0 ••••••••••• ~ ••••••••••••••••••• ~ ~ ••••••••• 1_') 7. 'XI I '.'~".8.. / AS TEN'l'2'..'l'IVIS
  8. 8. '. " - I I 312 313 318 321 323 326 330 332 335 337 339 343 348 351 continuação •••• VII central . Preto/SI' e no Ceará ••••••••• ~••••• , , na subversão .•...•.....•••••....... 352 Marx, Mao, Marighela e Guevara - M3-G •••••••••••••• 354 O pc do B e a Guerra popularl •••••••••••••••••••••• 357 A consolidação da Ala Vermelha ••••••••••• ,••••• •••• 359 O surgimento do Movimento Revolucionário Tiradentes' (MRT I •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• • ••• 362 ALN: as aç5es na Guanabara •••••••• ~••••••••••••••• ALN: as "quedas" em são Paulo ••.••••••••••••••••••• Os dominicanos levam Marighela à morte •••~•••••.••• ALN: remanescentes reestruturam-se em são Paulo •••• FALN: a aproximação com a Igreja e o seu desmantel~ mento ...•.••.•.•• ,-· . • • . • .. • .....•........ · ..... · .. , ALN em'Ribeirão ALN no Planalto Os dominicanos 'ALN: a guerra psicológica ••••••.••••••••••••••••••• 6. O PCB desencadeia a "guer'ra de papel" ••••••••••••• 7~ A fuga da penitenciária e a desarticulação do MAR •• O PCBR inicia as aç5es armadas~ •••••••••••••.••••••• O fim da Corrente ..•.•••.•..•••••.•..•.••• ~•..•.•• Ação Libertadora Nacional (ALN)••••••• ~•••••••••••• ALN - Ascensão terrorista em são Paulo •••••••••••• 21. 22. 23. 24. RESERVADO 125• O pCR atua no campo •••• ~•••••••••••••••••••••••••• 365 I 26. O fim do primeiro MR-8 ••••••.•••••.••• J-L.A -&-a~-"'-~9-S- -' I 27.'A DI/GB inicia as ações ~rmadas e assume a siglaMR~ . n . 28. O sequestro do Embaixador Charles Burke Elbrick ••• 370. . 29. Os prenúncios da cisão dQ pOC ••••••••••••••••••••• 379 /---- l 30. O COLINA funde-se com a VPR .•••••••••••••• •••••~•••~~ 31. VPR: as "quedas" do primeiro trimestre e a fusão com o COLINA ••••••••. _ •••••• ~ ••. ,••••••••••.••••••• '. • ! • •• 385 AI" d -". . 388~32. A VAR-Pa mares e a ,gran,e açao •••••••••••••• ~,•• ~33. VAR-p: O "congresso do Racha" ••••••••• ~••••••••••• 392 ~4. A VAR-P encerra o seu I Congresso Nacional •••••••• 396 35. O ressurgimento da VPR ••.••••••••••••••••••••••••••~ 398 36. Resistência Bemocrática (REDE) •••••••••••••••••••• 400, 37. A "Corrente Dois'" da AP funda o par·tido Revolucio- nário dos Trabalhadores ••••••••••••••••••••••••••• 403 38. A FBT estrutura-se em nível nacional ••••••••••••• ~. 406,. 39. MPL: ~uta Armada x Conscientização das Massas •••••• 406 40. Do MNR surge o Grupo independência ou Morte ••••• :. 410 41. Um mil novecentos e sessenta e nove ......•.,••.•••• 411 r, 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. X18. 19 • .rx.20. IRESERVADO AS ~ENTATIVAS DE'TOMADA DQ PODER - SUMÁRIO
  9. 9. -------------1' RESERVAOO1P""" I ,1-------------- lo!; TENTA'l'IV1SDE TOMADA DO'PODER - 5UHÂRIO - Continuação... VIII f I I I • -CAPITULO VII o ENGAJAMENTO DAS FORÇAS A~mnAS "1. A intranquilidade crescente ••••••••••••••••••••••• 3. Moleque sabido ••.••••••• o ••••••••••••• ~ ••••••••••• 4. A revelação surpreenden~e .•••••••••••••••••••••••• 5. A cilula subversiva do 49 RI •••••••~ ••••••••••• ~•• 6. O assalto ao 49 RI ••••.••••••••••••••••••••..••••• 458 418 418 420 421 423 426 428 431 434 437 439 443 448 452 453 ...........................................2. O acaso 7. Inexperiência? ..•..•.•.•.••..•.•••.••••.••......•. 8. O fio da meada .••.•••••••••.••••..•.•••...••.•..•• 9. Intensifica-se o trabalho' na Cia PE ••••••••••••••• 10. Modificações no esquema de segurança •••••••••••••• 11. ~ criada a "Operação Bandeirante" - OBAN •••••••••• 12. Dificuldades e desencontros ••••••••••••••••••••••• 13. Os Cent~os de Operações de Defes~ Interna - CODI ••• . I . 14. Evolução na estrutura d9sÇODI/DOI ••••••••• ~•••••• 15. A batalha perdida ~••••••••••••••••• :~ •••••.•~ ••••• 'ANEXO A- QUADRO DE EVOLUÇÃO DAS ORGANIZAÇOES'SUB- VERSIVAS NO BR1SIL ATt: 1973 •••••••••••••••••••••• '. ·i 'i ••••• • I ~ I: iI I I' I I 'I I I' I' , ,',. I . ] I I , I i i
  10. 10. .....----------r~E S E R V A O O]r-- X_'V---, UMA EXPLICAÇAo NECESSÂRIA No final dos anos sessenta, diversas organizaçõe5 clandes tinas de corte comunista iniciaram uma nova tentativa de tomada do poder, desta vez por meio da lu:t-aarmada. Ao iniciarmos as pesquisas para este trabalho, nosso obj~ tivo era estudar os fatos que compoem esse episódio entre os, anos de 1967 e 1973. Pelo conhecimento que tínhamos, tal perío- do enquadrava os anos em que a luta havia sido mais acirrada e violenta. Para a compreensao dessa luta, foram suscitadas muitas peE guntas: Como se formaram? Qual a inspiração ideológica? Quais os objetivos das organizações subversiv~s nela empenhadas? Qual o caráter da revolução que pretendiam fazer? Quais as experiên- cias externas que pr~cu~aram apreender? Quais os modelos e mét~ dos revolucionários que tentaram transplantar para nosso --~ais? Como se estruturaram? Como se compunha sua infra-estrutura de ~poio, de inteligência, etc.? Em!que segmentos sociais e de que forma recrutavam seus quadros e 'como os formavam no País e no exterior? O que buscavam ao perpetrar assaltos, seqüestros, as- sassinatos e outras formas cruentas de terrorismo? Que objeti- vos alcançaram com essas ações? As indagações, porém, .não se esgotavam em torno dessas or- ganizações clandestinas. Envolviam o próprio Estado e o sistema pol~tico vige~te. O nível que as ações terroristas alcançaram polocava em cheque o monopólio da força armada organizada? Tir~ va do sistema político a sua característica de universalidade e a qualidade final de sua força? O seu combate exigia o ~nvolvi- mento das Forças Armadas? Era ~mprescindível que provoc~sse a i ~estriç~o da liberdade e que.,se suprimisse do públiGO as infor- . mações a que tem direito numa sociedade democrática? t,sabid9 que as'açoes ~mpreendidas acabaram por envolver, , ' as Forças Armadas, e a esse resp:ito outras questões tinham que ser levantadas porque fazem ~arte da luta a ser exa~inada. Esta vam as Forças, Armadas preparrdas.e estruturadas para esse comba te insólito? Tiveram que pro~ov~r'alt~rações na sua estrutura, na instrução, nos seus efetivos, na conduta das operacões?:, Que sacrifícios lhes foram impo~toS? Como atuaram? Venceram ai~ .~); , ," -. j 'luta? Mas o fizeram' em todos os seus aspectos? 'i Naturalmente saoíamos que, para responder a es,sa ambicio- sa lista de'indagações e a outras que surgiriam no ~ecorrer do ----------1R E S E R V A. O ,O l----'-------- -.::=====-:---::::_- --'.." 'I li ',I I. I, I i . I , I1 . Ir, " I i, I li
  11. 11. .- o recuo ao passado colocou-nos diante de urnaoutra'visão: a do processo mais amplo da subversão que.se materializa em no~ so País, na seqüência dessas tentativas de tornada do poder pe- los comunistas, nas suas diferentes formas. Se a extrapolação do limite anterior do período iniciálmente fixado mostrou-se im ·portante, muito mais o seria no seu outro extremo, buscando urna visão além de 1974 -- urnavisão dO,hoje. Ai tivemos a percepçao nítida daquilo que consubstan~ia a quarta tentativa da tornada do poder., Essa tentativa de fato já teve início há alguns anos. Ven cida',na forma de luta que escolheU' -- a luta armada _" a es- querda revolucionária tem buscado transformar a derrota militar que lhe foi imposta, em todoswos qua~rantes do territ6rio nacio ..nal, em vit6ria política. Ap6s a autocritica, urnaa uma ,das diferentes organizações envolvidas na luta armada, concluíram Que foi um 'erro se lan- ----------.,--[~.~_sE nV A O O _._ '-a:-:;"'·'J:Zr~F~ E~S·E fi V A ~~ XV,I ltem trabalho, teríamos que ultrapassar os limites do período de po, prevfarnente estipulado, como foco de nossa atenção. Era de nosso conhecimento, por exemplo, que a primeira das organizações da esque~da revolucionária havia sU~gido em 1961 e que outras tiveram origem no período que medeia ess~ ano e 1967. Sabíillnos,também, que quase todas as organizações haviam surgido ou se formado em oposição à linha política do PCB, ten- tando ser, cada urnadelas, urnaalternativa a ele. Sabíamos, pOE tanto, que para conhecer as causas dessas divergências e compr~ ender as disSidências, cis?es e'fus?cs, que'caracterizaram o p~ ríodo de que nos ocuparemos prioritariamente, teríamos que re- cuar no tempo, pelo menos até 1956 -- ano em que se realizou o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS),que foi a geratriz das mais sérias discordâncias no Movimento Comu- nista Internacional. A rigor, esse entendimento teria que nos fazer retroceder até o ano da fundação do Partido Comunis ta - Seção Brasileira da Internacional Comunista (?C-SBIC). Esse retorno no tempo, ainda que feito apenas a pontos es senciais .à comp'reensão da luta a;t"mad.a,que permanecia corno nos- so objetivo prioritário, permitiria que perpassássemos duas ou- tras tentativas de tornada do poder pelos comunistas: a primeira, I , em 1935, pelo caminho da violência, e a segunda, que culminou. . com a Revolução Democrática de 1964, pela chamada via pacífica, ~ cujo limite anterio~, nao muito nitido, pode estar em 1961, 1956 ou mesmo antes. ---~--------~-----
  12. 12. [ ~) XVIIR. ~ S f R V A O~ . çarem na aventura militarista, sem antes terem conseguido o apoio de boa parte da população. A partir desse momento, reini-' ciaram a luta para a tomada do poder mudando de estratégia. Ao op~arem por essa mudança, colocaram-se lado a lado com a esquerda ortodoxa, de que divergia~ desde os 6l~imoi anos da década de cinqüenta, vendo-se perseguindo os mesmos objetivos táticos e valendo-se das mesmas técnicas e processos. Nessa fa- se, encontraram ainda um poderoso aliado, o clero dito "progre~ sistall , que pouco a pouco tirara a máscara e propugnava por urna "nova sociedade", igualitária e sem classes, urna sociedade tam- bém socialista. Se esses fatores já nos induziam a fazer urnapequena modi ficação na estrutura inicialmente imaginada para este livro, dois outros nos levaram à decisão definitiva. , . I O primeiro é que, se boa part r dos possiveis,leitores des te livro viveu essas exp~riências pass~das, muito~ deles, corno nós mesmos, poderão constatar corno nossa memória é fraca. No en ~anto, o que nos preocupava .era o fato de a maioria da popula- ção brasileira ser formada por jovens de menos ~e 30 anos. Ob- viamente, n~o eram nascidos quando se deu.a primeira experiên- cia, e, ou não eram nascidos ou eram muit9 jovens' quando ocor- reu a segunda, que já conheceram deturpada ideologicamente. O seg~ndo fato é que concluimos que, se a terc~ira tenta- tiva da tornada do poder - nosso foco de atenção - foi a mais violenta e a mais nitida, nem por isso foi a mais perigpsa. Assim, sem nos desviarmos da luta armada - 'a terceira tentativa de tomada do poder, cuja históri.a ainda não fpi escri ta --, faremos numa prime~ra e segunda par~es deste livro urna ret~ospectiva dos pontos essenciais, respectivamente da primei-· ra e segunda tentativas de ~omaqa do poder. Aliás, o fracasso de uma tentativa é sempre uma das causas'e o ponto de partida para a tentat~va seguinte. DaI, também, a importância d~ss~ co~ nhecimento anterior para a compreensão da luta armada. fin~lme~ te,' esperamos que as informações que transmitiremos ao longo deste trabalho e as conclusões que comporao uma quarta par~e do , livro sejam suficientes para que o leitor faça a sua pró~ria avaliação da quarta tentativa de tomada do poder, para nos a maip perigosa e, por 'isso, a mais importante. Se conseguirmos transmiti~ e~sa percepcão final para nos- sos leitores, teremos atingido nosso objetivo e ficarem.os com a certeza de haver conse 'uldo prestar uma simples mas' a mais sig- '., RESERVADO "
  13. 13. (REsERvAnol XV_l_I_I__ das homenagens que poderiamos oferecer aos companhei ro~ que tombaram nessa luta, hoje esquecidos c até vilipendia- dos. Suas m5es, esposas, filhos e amigos já não ter50 dúvidas de que eles não morreram em vão. Porque,. ao longo da história, temos a certeza de que a Pátria livre, democrática e justa sera reconhecida a todos os que se empenharam nesse combate. o Coordenador da equipe de pesquisa e redação. RESERVADO
  14. 14. R E S E .HV A O O XIX INTRODUÇlO A VIOLENCIA EM TR~S ATOS ."VÔ.6 na.o 0.6 ve.Jte..t.6 IIla.t.6, pOlLqlle. 0.6 VÚL dOu.ILO.6 .6 e.lLão /IHl.t.tO 1I1a..t.6· v.tO.e.C?.H-tO.6, od.i.!!., . t . ".60.6, v~nga.. ~VO.6 • ( 1 ) 1•.Primeiro ato .O público e as autoridades já estavam reu~idos no. Parque----- '13 de Mai~, .aguardan~o o início das comemoraçoes que seriam le: vàdas a <::.abo,a partir da~ ..'9 horas daquela manhã do último dia d~ março. Um grupo de estuda~tes retardatár~os, com seu alarido habitual, andava apre~~~o. eI!'direçii<:).~o)?arqLl9·tI.i.sso, essas. . milhares de pessoas foram surpreendidas com violenta explosão, seguida de espessa nuvem de .fumaça que envolveu o prédio dos Cor. --- reips e Telégrafos de Recife.. -.' ---.-------,.---, (1) Expressão do jorn~l ista E(}u~rdo DrUIl!OlOllll,no ler -oS his'tor iadores - que pintaram os horror{>s pr~tiC"ados pelos líderes da Comuna de Paris. . ' A~.~esmo te~po, u~a segunda explosão atingiu a residên- cip.do comand~~-te;-do'IV Exército. Mais tarde, foi encontrada uma ------ ..-.....•. -~--, , te~ceira bomba, falhrida,num vaso de flores da Câmara Municipal ' _" - de' Recife, onde havia_sido realiza6a uma sessão solene em come- moração ao segundo aniversárío' da Revolução de'31 de'Março. Es- ~ . .-::; • __ . ._.__ . __. • _ •__!-- J_ . ...;.••••• _. o. •. _ .-""'-' _,_Passados os primeiros momentos, quando a fumaç,ase e~v.aiu, os relógios registravam 8 horas e 47 minutos. Já .podia~ s~r.vi~ tos, na parte externa do prédio, manchas negras, burac9s e fa- lhas de onde havia se desprendido o reboco,tal a viol~ncia da' explosão. A enorme vidraça do. sexto andar do edifício havia se estilhaçado com o deslocamento de ar provocado pel~ petardo de alto teor. ~~t_ªy'a_perpetrado.'o,. primeiro. atentado terr~~j..~_t.:::._~~._capi- tal pernambucana •
  15. 15. tabornba falhada deveria estar sendo vista como um parcial fra- Para corrigi-lo, em 20 ~~~_io d~6_6, ~~~i-ª-5 apos esse ensaio geral, foram lançados dois coquet.éi~olo.toyll e um pe .. - - - tardo de dinami.t.e.__.contra os portões da Assembléia Legislativa --do Estado de Pernambuco. '..,.-. l.n.E S E R v A O 0)_. , As autoridades, desconcertadas, buscavam os autores dos atos terroristas, sem sucesso. O Governo não dispunha de orgaos estruturados para um eficiente c~~Eate .a.-.?_.~_errorisI)lo.A Nação, estarrecida, vislumbrava tempos difíceis que estariam por vir. Em 25 de julho de 1966, nova série de tr~s bombas, com as mesmas características das anteriores, sacode Recife. Uma, na sede da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP), ferindo, com . . . escoriações e queimaduras no rosto e nas mãos, o civil José Lei t.e.Outra, nos escritórios do Serviço de Informações dos Estados Unidos (USIS), causando, apenas, dariosmateriais. A terceira bomba, entretanto, acarretando vítimas fatais, passou a ser o marco balizador do início da luta terrorista no Brasil. Na manhã desse dia, o Marechal Costa e Silva, candidato à Presid~ncia da República, era esperado por cerca de 300 pessoas que lotavam a estação de passageiros do Aeroporto Internacional. . dos Guararapes. Ás 8,30 hora~, poucos minutos antes da chegada do Marechal, o serviço de som anunciou que, em virtude de' pane no 'avião, ele estava se deslocando por via terrestre, de joão Pessoa até Recife, indo diretamen~e para o prédio da SUperinte~ dência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Esse comunicado provocou o início da retirada do público. casso no planejamento terrorista. ! " , I I I :1 J I' I1 Ii o guarda-civil Sebastião Tomaz de Aquino, o "Paraíba", o~, . trora popular jogador de futebol do Santa Cruz, percebeu que uma maleta escura estava abandonada junto à livraria "SODILERIl, lo- calizada no 'saguão do aeroporto. Julgando que alguém a havia es quecido, pegou-a para entregá-la no balcão d~ Departamento de Aviação Civil (DAC). Ocorreu uma forte ex~losão. O som ampliado pelo. recinto, a 'fumaça, os estragos produzidos e os gemidos dos .. feridos provocaram o pânico e a correria do público. Passados os momentos de pavor, o ato terrorista mostrou um trágico saldo de 15 vitimas. ; Morreram o jornalista Edson Régis de Carvalho~ casado· e IR E S. E H V A..O. O .
  16. 16. lO 2. Segundo ato Em seus primeiros depoimentos, Lungaretti revelou a exis- • i , i " I I XXI InESEnVJD~ -'( R E S E R V~-----------_--I i Ficaram, ainda, gravemente fetidos os advogados Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antonio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira'Raposo e Ivancir de Cas tro, os estudantes José Oliveira Silvestre e Amaro Duarte Dias, a professora Anita Ferreira de Carvalho, a comerciária Idallna Maia, o guarda-civil José Severino Pessoa Barreto, além de Euni ce Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de ap~ nas 6 anos de idade. O'acaso, transferindo o local da chegada do futuro Presi- dente, impediu que a tragédia fosse maior. O terrorismo indis- criminado, atingindo pessoas inocentes, inclusive mulher€s e criança~, mostrou a frieza e O.f~natismo de seus executores. Naquela epoca, em Recife, apenas uma organização subversi va, o'P~rtido Comunista Revolucionário (PCR), defendia a luta armada como forma de tomada do poder. Entretanto " os inquéritos abertos nunca conseguiram prov~s para apontar os autores dos atentados. Dois militantes comunistas, então indiciados, vivem, hqje, no Brasil. Um é professor do Departamento de Engenharia Elétrica de uma Universidade Federal. O outro, ex-canq'idatoa D~ putado Estadual, trabal~ava, em 1985, como engenheiro da pre!ei tura de são Paulo. , No dia 16 de abril de 1970, foi preso, no ~io de Janeiro, Celso Lungaretti, militante do Setor de Inteligência da VanguaE' da popular Revolucionária (VRR) , uma das organizações comunis- . tas que seguiam a linha militaris~a cubana. pai de cinco 'filhos, com u~ rombo no abdômen, e o Almirante re- formado Nelson Passos Fernandes, com o crânio esfacelado, doi-I xando viúva e um filho menor. O guarda-civil "Paraíba" sofreu ferimento lácero-contuso no fr~ntal e no maxilar, no membro in- ferior esquerdo e na coxa direita, com exposição óssea, e que resultou na amputação de sua perna direita. O então'Tenente-Co- ronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva sofreu amputação traumática dos ,dedos da mão esquerda, fratura exposta no ombro do mesmo lado, lesões graves na coxa e queimaduras de primeiro e segundo grau,s.
  17. 17. ... !----,----------- .- I~-;'S E R V fi O~ ~ .••..•.I " tência de uma área de treinamento de guerrilhas, organizada e dirigida pela VPR, localizada num sitio da reg~ão de Jacupiràn- ga, próxima a Registro, no Vale da Ribeira, a cerca de 250 qui- lômetros ao sul da Grande são Paulo. Dois dias depois, foi presa, também no Rio de Janeiro, Ma ria do Carmo Brito, militante da VPR, que confirmou a denúncia de Lungaretti. Imediatamente, tropas do Exército e.da Policia Militar do Estado de são Paulo foram deslocadas para a área, a fim de apu- rar a veracidade das declarações dos dois militantes. Desde janeiro de 1970, a VPR, com a colaboração de outras organizações comunistas, instalara essa area de treinamento sob o comando de Carlos Lmnarca ex-Capitão do Exército --, abri- gando duas ba~es, num total de 18 terroristas vindos de. são Pau lo, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. As primeiras tropas, ao chegarem à região, em'20 de abril, encontraram apenas 9 terroristas na área, pois 1 já havia saí- do no inicio do mês e os outros 8, inclu~ive um boliviano, reti rarron-se na manhã daquele dia,.poro~em de Lamarca, e~ decorrê~ cia da prisão de 'Flozino, um dos proprietár.lo,sda área. Permane ceram apenas os elementos necessários para desativar as bases. Na noite do dia 21, um tiroteio marcou o primeiro choque, e, no dia seguinte, foram descobertas uma base e uma área de . . treinamento, encontrando-se armamento, munição, alimentos, medi caméntos, rádios-transmissores, materiaJ. de acampamento~ mapas, f~rdamentos, bússolas, etc. I Em 26 de abril, foi descoberta nova área de treinamento. Darcy Rodrigues e José Lavecchia haviam permanecido em um Posto 'de Observação, a fim de acompanhar os movimentos das tropas re- gulares. Entretanto, a quebra de seu rádio-transmissor os isolou dos demais terroristas, levando-os a tentar a fuga da área cer- ~- cada. No dia seguinte, ambos foram presos, 'quando pediam caro na na BR-116. A partir dai, alguns dias passaram sem que houvesse qual- quer contato. Uma parte da ,tropa da Polícia Militar foi retira- da; permanecendo, apenas, um .pelotão~ Como voluntário para co- mandá-lo, apresentou-se um jovem de 23 anos, o Tenente Alberto Mendes·JÚnior. Com 5 anos de policial Militar, o Tenqnte Mendes ~--------~---JRESERVAOO -- •
  18. 18. .-:-...,. .. ,- -. 'i XXIII R E S E R V A O .0 RESEHVADO Um dos terroristas, com um golpe astucioso, aproveitando- se daquele momento psicológico, gritou-lhes para que se entre- gassem. Julgando-se envolvido, o Oficial aceitou render-se, des de que seus homens pudessem receber o socorro necessário. Tendo os demais componentes da patrulha permanecido corno reféns, o Te. . . nente levou os feridos para Set~ Barras sob a intim~çãq de sus- pender os bloqueios existentes na estrada. De madrugada, a pé e sozipho, o Tenente Mendes b~scou con tato com os terroristas, preocupado que estava com o resta~te de seus homens. Interrogado por Lamarca, afirmou que não havia neQhum bloqueio na direção de Sete Barras. Todos, entãq, gegui- ra~ para lá.'Próximo a essa localidade, foram surpreenqidQspor .-...-' .- . ' . , um tiroteio. Dois terroristas, ~dmauro Gópfert e José ~raújo de Nóbrega, desgarraram-se do grupo (foram presos poucos dias de- '; po;is) e os 5 terroristas restan:tes'e61,brenharam-seno m~to~. le-: va~do o Tenente da polícia Militar. Depois de andarem um dia e ~ , " rne~o, no. início da tqrde do dia 10.de ma~o de 1970, pararam pa- , . .. ra urndescanso. O Ten~nte.Mend~s foi'acusado de tê-los' t~aído, e responsabilizado pelo "d~saparecimento" dos seus c?mp~nhei- ros. Por isso, teria que ser executado. Nesse momento, Carlos I I .. o dia 8 de maio marcou a tentativa de fuga dos 7 terro- ristas restantes. Alugaram uma "pick-up"e, no final da tarde, ao pararem num posto de gasolina, em Eldorado Paulista, foram abor dados por seis policiais militares que lhes exigiram a identifi i cação. Apesar de alegarem a'condição de caçadores, não consegui ram ser convincentes. Os policiais desconfiaram e, ao tentarem sacar suas armas, foram alvejados por tiros que partira~ dos ter roristas que se encontravam na carroceria do veículo. Após o ti roteio, sem mortes, a "pick_up" rumou para Sete Barras. era conhecido, entre seus companheiros, por seu espírito afável c alegre e pelo altruísmo no cumprimento das'missões. Idealis- ta, acreditava que era seu dever permanecer na área, ao lado de seus subordinados. Ciente do ocorrido~ o Tenente Mendes organi~ou uma patru- lha, que, em duas viaturas, dirigiu-se de Sete B~rras para Eld~ ·rado. Cerca das 21 horas,. houve o encontro com os terro~istas. Intenso tiroteio foi travadp. O Tenente Mendes, em dado momen-, to, verificou que díversos de seus comandados estavam feridos à bala, necessitando urgentes socorros médicos.
  19. 19. ... XXIV Dos 5 assassinos do Tenente Mendes, sabe-se que: Ainda em setemb~-odo meSITOano, a VPR emitiu um comunicado "Ao ..Povo Brasilêiro", onde tenta justificar o assassinato do Tenen- te Mendes, no qual aparece o seguinte trecho: "A 6en~enç~ de mo~~e de um T~ibunal Revoluclon~~i~ dev~ 6eJL cumplLid~ pOIL ·6u~ilame.nto. Na entanto, I'lOJ.> encoltt~~vamo6' pILá xim06 ao inimigo, dint~o de um ce~co ~ue p5de. be~ executado em v~lLtude d~ exi~tênci~ de muita~ e~t~~daJ.> na lLegião. O Te.nente Mende.6 60i c.onden~do ~ ntolLlLelL~ c.olLonhada.6 de 6uzil, e. a.6.6im o fio)..,' ·.6éndo depdi.6 entelLlLado". Alguns meses mais tarde, em 8 de setembro de 1970, Ariston Oliveira Lucena, que havia sido preso, apontou o local onde o Tenente Mendes estava enterrado. As fotografias tiradas de seu crânio atestam o horrendo crime cometido. ~a"QQ. m~nutQS ào~ols, QS três terroristas retornaram, e, ';~:"""'~!!f''''.~~~t':f:f~!ti!di:! !?~ili";1,a;L, "o ~l)~!;!'n" F~l imore de s foa" hou- J:tl~ ~ 181:~fi~ag' iif6I!11! ~ lili eitMí{~tt ~~~ill'~'1l2l1!'1~QIÍt- 1''''''~.... -.!:. . do e com a base do crânio partida, o Tenente Mendes gemia e con torcia-se em dores. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe ou- troS golpes na cabeça~ esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça ensanguentada, o Te- nente Mendes foi enterrado •. Lamarca, Yoshitane Fugimore e Diógenes Sobrosa de Souza afasta- ram-se, ficando Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima tornando conta do prisioneiro. I , _ i _ o ex-Cap~tao Carlos: Lamarca morreu na tarde de 17 de se tembro de 1971, no interior da Bahia, durante tiroteio com a forças de segurança; _ Yoshitane Fugimore morreu em 5 de dezembro ~e 1970, em são Paulo, durante tiroteio com as forças ~e segurança; _ Diógenes Sobrosa de Souza e Ariston Oliveira Lucena fo- ram anistiados em 1979 e-vivem livremente no Brasil; e _ Gilberto Faria Lima fugiu para o'e~terior e desconhece- se o ,seu paradeiro atual./ 3•.Terceiro ato A manhã de 23 de março de 1971 encontrou o jovem advogado de 26 anos, sérgio Moura Barbosa, escrevendo uma .carta; em seU c RESERVADO ------'-
  20. 20. RESERVADO, xxv quarto de pensa0 no bairro de Indianópolis,na capital de são Paulo. Os bigodes bem aparqdos e as longas suíças contrastavam com o aspecto conturbado de seu rosto, que nao conseguia escon- der a cris~ pela qual estava passando. I .Três frases foram colocadas 'em destaque na primeira folha da carta: liA Revolução nao tem prazo e nem pressa"; "Não pedi- mos licença a ninguém para pratiç:ar atos revolucionários'; e "Não • I • devemos ter medo de errar. ~ prercrível errar'fazendo do que na da fazer". Em torno de cada frase,. todas de Carlos Marighela, o jovem tecia ilações própriasp tiradas de sua experiência rcvolu cionária corno ativo militante da Ação Libertadora Nacional(AIN). Ao mesmo tempo, lembrava-se das profundas transformações que ocorreram em sua vida e em seu pensamento, desde 1967,quan- do era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e estu- dante de Sociologia Política da Universidade Mackenzie, em são Paulo.·Pensava casar-se com Maria Inês e já estava iniciando a montagem de um apartamento na Rua da Consolação. Naquela epoca, as concepçoes militaristas exportadas por Fidel Castro e Che Guevara empolg~vam os jovens, e Marighela surgia como o líder comunista que os levaria à tomada do poder através da luta armada. Impetuoso, desprendido e idealista, largou o PCB e inte- grou-se ao agrup~mento de Marighela, que, no início ,de 1968, da- ria origem à ALN. ,Naquela manhã, a carta servia como repo$itó- rio de suas dúvidas: "Faço e~~e~ comen~ã~~o~ a p~opõ~~to da ~~_ ~uaçio em que no~ encon~~amo~: cornple~a de6en~~va e ab~olu~a 6al~a de ~mag~naçio pa~a ~a~~mo~ dela. O d~~a6~o, que ~e no~ ap~e~en~a no a~ual mornen~o ~.do~ rna~~ ~~~~o~, na med~da em que e.6~ã: em jogo a plr..õplr..~acon6~ança no m~~odo de luta. que ~dotamo~. :; . O~mpa~~ e em que no~ encon~~amo~ ameaça COmpJLOme~e~ o mov~men~o ~evoluc~onã~~o b~a.6~le~~o, levando-o, no mZn~mo, i e.6tagnação•.... --".. .. .- - .. - ... e, no mã:x~mo, i extinção". Esse ~om pessimista est~va muito longe das esperanças que depositara nos métodos revolucioná~os cubanos. Lembrava-se de sua prisão, em fins de julho de 1968, quando f.ora denunciado por estar pretendendo realizar um curso de guerrilha em Cuba. ~ ' Conseguindo esconder suas lig~9õcs com a ALN, em pouco~ dias foi liberado. Lembrava-s'e, taITbém,da sua primeira tentativa p~ ra ir a Havana, através de ROIt)a,quando foi detido, em ,6 de, .. ,a.. t ' I .._ , R E S E li V A D. O I
  21. 21. : " RESERVADO XXVI Com o crescimento de suas indecisões, não aceitou, depro~ to, a função que lhe foi oferecida de ser o cObrdenador da ALN na Guanabara. Ao aceitá-la, após um período de reflexão, a pro- posta já fora canc~lada. FOi,. então, int,..eg:r::adoa um "Grupo de Fogo" da ALN em são Paulo, no .qual participara de diversos as- saltos~ ati aquela manhã. Seu descoritentamento, entretanto, era SERVADO Codinome: nome falso usado pelos comunistas em suas.atividades rev~lu- cionárins. agosto de 1968, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Con- duzido à Policia do Exército, foi liberado três dias depois. F.!, nalmcnte, conseguindo o seu intento, permaneceu quase dois anos ,em Cuba, usando o codinome (2) de "Carlos". Aprendeu a lidar com armamentos e explosivos, a executar sabotagens, a realizar assaltos e familiarizou-se com as técnicas de guerrilhas urbana e rural •.Em junho,de 1970, voltou ao Brasil, retornando suas li- gações com a ALN. Em face de·'suainteli~ência:.a~uda-e dos conhecimentos que trazia de Cuba, rapidamente ascendeu na hierarquia da ALN, pas- sando a trabalhar a nível de sua Coordenação N·acional. Foi qua!! do, em 23 de outubro de 1970, um segundo golpe atingiu duramen- te a ALN, com a morte de seu líder Joaquim Câmara Ferreira, o "Velho" ou "Toledo", quase um ano após a morte de Marighel.a (em novembro de 1969). 'Lembrava-:-seque, durante 4 meses,. ficou sem ligações com a organização. Premido pela insegurança, não compa receu a vários pontos, sendo destituído da Coordenação Nacio- nal. Nâo ~stava c6ncordando com a direçâo empreendida ã ·ALN e escreveu, na carta, que havia entrado "em e~~endimento com ou- ~~o~ companhei~06 igualmente em de6aco~do com a conduc~o . dada ao nOd~o movimenton. ( 2) No início de fevereiro de 1971, foi chamado para urnadis-' cussao com a Coordenação Nacional e, na carta, assim descreveu. . a reunião: nAo toma~em conhecimento de m~u contato pa~alel9, o~ comp~nhei~o~ do Comando chama~am-me pa~a uma didriu6d~o, a q~al tkan~cok~eu num.clima pouco amidt~~o, includive Com o .emp~ego, pela~ dua~ pa~te~, de palavka~ inconveniente~ paka.uma di6CU~- 4~O polZtica. Con6e~~o que 6iquei ~Ukp~~~o c~m a keacio d06 co~ panhei~o~ po~ n~o denota~em quklque~ ~en~o de autoc~Ztica e ~o- i • men~e en~ende~em a minha condu~a cpmo um ~imple6 a~o de indi6ci p.t..ina n •Não sabia, o jovem,' que a ALN suspeitava de que houves- se traído o "Velho":--' _.'----...-..- ...
  22. 22. J. 1 XXVII visi~l: "FuL Ln~egaado nea.e gaupo, eapeaando que, 6 Lna Lmente • .'pudeaae taabaLhaa dentao de Uma eEll,~a 6aLxa de autonomLa e apLL ca4 meu~ conhec~mento~ e tecn~ca~ em p40l do mov~mento. AZ pe~- . ~ manec~ po~ qua~e