Eletrotecnica integrado[1]ifpe

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Eletrotecnica integrado[1]ifpe

  1. 1. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO UNIDADE PESQUEIRA PLANO DO CURSO TÉCNICO INDUSTRIAL EM ELETROTÉCNICA (INTEGRADO) PESQUEIRA / 2008
  2. 2. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 2 CEFETPE CNPJ 02.816.789/0001-89 Razão Social: Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco Nome de Fantasia CEFET-PE / UNED - PESQUEIRA Esfera Administrativa Federal Endereço (Rua, No) Rodovia BR 232, km 214 – Prado Pesqueira – PE CEP: 55.200-000 Telefone/Fax (87) 38351682 / 3835 3002 Fax: (87) 3835 1796 E-mail de contato direcao@cefetpesqueira.edu.br Site da unidade www.cefetpesqueira.edu.br Área do Plano Indústria Habilitação 1 Habilitação : Técnico em Eletrotécnica Carga Horária: 3.510 horas / curriculares Estagio - Horas 420 horas / curriculares
  3. 3. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 3 EQUIPE GESTORA DIREÇÃO GERAL: Sérgio Gaudêncio Portela de Melo DIREÇÃO DE ENSINO: Maria Tereza Duarte Dutra DIREÇÃO DA UNED PESQUEIRA: Erivan ..... DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA: Gláuria Maria Simões Maia COORDENADOR DA ÁREA INDUSTRIAL: Manoel Henrique de O. P. Filho ASSESSORIA TÉCNICO-PEDAGÓGICA .................
  4. 4. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 4 DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO ATIVIDADES PRINCIPAIS: Ensino Médio, Construção Civil, Indústria, Saúde, Ensino Superior. CURSOS OFERECIDOS: Ensino Médio, Técnico em Edificações,Técnico Industrial em Eletroeletrônica, Técnico Industrial em Eletrotécnica, Técnico em Enfermagem, Licenciatura em Matemática. DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO ÀREA: Indústria DENOMINAÇÃO: Curso Técnico em Eletrotécnica REGIME DE MATRÍCULA: Por Módulo PERIODICIDADE LETIVA: Semestral TOTAL DE VAGAS ANUAIS TURNOS DE FUNCIONAMENTO VAGAS POR TURMA NÚMERO DE TURMAS TOTAL DE VAGAS ANUAIS MATUTINO 35 01 35 VESPERTINO 35 01 35 NOTURNO TOTAL 70 02 70 CARGA HORÁRIA: CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA LIMITE MÍNIMO (anos/ semestres) LIMITE MÁXIMO (anos/semestres) 3.510 h / c + 420 h/ c (estágio) 4 / 8 7,5 / 15
  5. 5. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 5 ÍNDICE 01 – Justificativa e Objetivos do Curso 1.1. Justificativa 1.2. Objetivos 02 - Requisitos de acesso 03 - Perfil profissional de conclusão 3.1. Perfil profissional de conclusão Final 3.2. Perfil Referente a Cada Qualificação Prevista para Certificação Parcial 04 - Organização curricular 4.1. Fundamentação legal 4.2. Estrutura curricular 4.2.1. Fluxograma 4.2.2. Matriz Curricular 4.2.3. Matriz Referencial 4.2.4. Práticas Pedagógicas Previstas 4.3. Campo de atuação 4.4. Prática Profissional 05 - Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores 06 - Critérios de avaliação da aprendizagem 07 - Instalações e equipamentos 08 – Pessoal docente e técnico envolvido no curso 09 – Certificados e diploma 10 - Anexos
  6. 6. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 6 1. Justificativa e Objetivos do Curso 1.1. Justificativa: O Projeto Pedagógico do curso em tela está fundamentado nas bases legais e nos princípios norteadores explicitados na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e no conjunto de leis, decretos, pareceres, referenciais e diretrizes curriculares que normalizam a Educação Profissional e o Ensino Médio Integrado no sistema educacional brasileiro, bem como nos documentos que versam sobre a integralização destes dois níveis que têm como pressupostos a formação integral do profissional-cidadão. Estão presentes também, como marco orientador desta proposta, as decisões institucionais traduzidas nos objetivos desta instituição e na compreensão da educação como uma prática social, os quais se materializam na função social do IFPE Campus Pesqueira de promover educação científico- tecnológico-humanística visando à formação integral do profissional-cidadão crítico- reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido efetivamente com as transformações sociais, políticas e culturais e em condições de atuar no mundo do trabalho na perspectiva da edificação de uma sociedade mais justa e igualitária, através da formação inicial e continuada de trabalhadores; da educação profissional técnica de nível médio; da educação profissional tecnológica de graduação e pós- graduação; e da formação de professores fundamentadas na construção, reconstrução e transmissão do conhecimento. Estamos em uma nova era de crescimento industrial em Pernambuco e mais especificamente na Região do Agreste. A industrialização representa hoje uma das parcelas mais significativas dos investimentos e esforços administrativos dos setores econômicos, visando soluções concretas para a melhoria da qualidade de vida e ampliação das competências profissionais que relacionam a atividade industrial com o desenvolvimento econômico e também humano, além da conservação do meio ambiente. Nesse sentido, o plano do Curso Técnico em Eletrotécnica, objetiva o atendimento da crescente demanda de profissionais qualificados, gerando assim o crescimento da produção industrial e, conseqüentemente, o desenvolvimento social e econômico além dos novos investimentos na Região.
  7. 7. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 7 O planejamento para a implantação do Curso Técnico em Eletrotécnica foi iniciado após a constatação, através da pesquisa de dados do Cadastro Institucional dos Municípios, de um percentual de 39,1% da população economicamente ativa da região circunvizinha como mão de obra potencial na área industrial, vislumbrando possibilidades de um mercado de trabalho capaz de absorver os egressos do curso. As indústrias e empresas da Mesoregião do Agreste estão em processo de modernização técnico-organizacional em relação ao nível de emprego e de demanda por técnicos em todos os segmentos industriais. Desta forma, em relação à mão de obra qualificada, a expectativa é de expansão em todas as áreas de execução, produção e manutenção. Com o impacto das inovações tecnológicas é necessária à elevação do nível de qualificação do trabalhador, justificando desta forma a viabilidade da oferta desse curso pelo IFPE Campus Pesqueira que preparará técnicos de qualidade para contribuírem para o desenvolvimento social, econômico, cultural e ético da Região.
  8. 8. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 8 1.2. Objetivos Objetivo Geral: Formar técnicos com sólidos conhecimentos, capazes de transitar por diversas atividades e setores industriais, capacitados a suprir as carências do mercado de trabalho regional, de acordo com o perfil profissional solicitado pelas novas estruturas curriculares determinadas pelo governo e pela necessidade de promover o crescimento sócio-econômico e cultural da região. Objetivo Específico:  Interpretar a legislação e as normas técnicas;  Elaborar e interpretar projetos de instalações elétricas residenciais, comerciais e industriais, porteiro eletrônico, alarme, sinalização e sistemas de iluminação;  Execução, supervisão e controle de manutenção de sistemas elétricos de potência;  Ler e interpretar catálogos, manuais e tabelas;  Realizar execução, supervisão, inspeção e controle em serviços de manutenção eletroeletrônica, máquinas e equipamentos e em sistemas automatizados de controle de processos industriais;  Realizar execução técnica de trabalhos profissionais, bem como orientação e coordenação de equipes de trabalho em instalações, montagens, operação reparo ou manutenção de sistemas de distribuição elétricos;  Planejar, executar e manter projetos e instalações de sistemas elétricos prediais e industriais;  Planejar, executar e manter projetos e instalações de sistemas de distribuição elétricos;  Reconhecer e avaliar as técnicas de conservação de energia. 02. Requisitos de Acesso Para integração ao curso Técnico em Eletrotécnica, o candidato deverá ter concluído o ensino fundamental ou equivalente e a admissão ocorrerá através de: a) exame de seleção aberto, onde os classificados serão matriculados compulsoriamente em todas disciplinas do primeiro módulo; b) transferência de alunos oriundos de outras instituições de ensino profissional, mediante a existência de vagas, salvo nos casos determinados por Lei, respeitando-se as competências adquiridas na Unidade de origem; c) convênios com instituições públicas e/ou privadas regulamentados na forma da Lei.
  9. 9. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 9 03. Perfil Profissional de Conclusão 3.1. Perfil de Conclusão Geral Esperado: 1. Utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. 2. Identificar a gênese, a transformação e os múltiplos fatores que interferem na sociedade, como produtos da ação humana e do seu papel como agente social. 3. Conhecer os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber. 4. Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e articulando os conhecimentos das várias ciências e outros campos dos saber. 5. Construir competências para articular, mobilizar e colocar em ação valores, conhecimento e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza de cada área profissional específica. 3.2. Perfil Profissional de Conclusão Final: Ao concluir o curso Técnico em Eletrotécnica e após o estágio curricular, o egresso deverá apresentar competências que permitam a sua atuação na área indústria, respeitando as atribuições legais e atendendo as exigências no mundo do trabalho que requer uma sólida base de conhecimentos tecnológicos, aliados ao desempenho com competência, vocação para qualidade e segurança. São também requeridas capacidades de criatividade e adaptação a novas situações para executar trabalhos nas atividades: 1. Coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalação, operação e manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas; 2. Aplicar normas técnicas de saúde e segurança no trabalho e de controle de qualidade; 3. Aplicar normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas em projetos na instalação de máquinas, de equipamentos e na manutenção industrial; 4. Elaborar planilha de custos de manutenção de máquinas e equipamentos considerando a relação custo-benefício; 5. Aplicar métodos processos e logística na instalação, operação e manutenção; 6. Aplicar técnicas de desenho de máquinas, de equipamentos e de instalações com representação gráfica e seus fundamentos matemáticos e geométricos; 7. Elaborar projetos, leiautes, diagramas e esquemas, correlacionando-os com as normas técnicas e com os princípios científicos e tecnológicos;
  10. 10. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 10 8. Aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de produtos e serviços; 9. Avaliar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas, correlacionando-as com seus fundamentos matemáticos, físicos e químicos para aplicação nos processos de controle de qualidade; 10. Desenvolver projetos de manutenção de instalações e de sistemas industriais, caracterizando e determinando aplicações de materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos, equipamentos e máquinas; 11. Projetar melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias; 12. Identificar os elementos de conversão, transformação, transporte e distribuição de energia aplicando-os nos trabalhos de implantação e manutenção do processo produtivo; 13. Coordenar atividades de utilização e conservação de energia, propondo a racionalização de uso e de fontes alternativas; 14. Utilizar adequadamente a linguagem oral e escrita como instrumento de comunicação e interação social necessária ao desempenho profissional; 15. Ter iniciativa e exercer liderança. 4. Organização Curricular 4.1. Fundamentação Legal Este plano de curso encontra-se definido a partir da observância aos princípios norteadores da educação profissional, segundo critérios estabelecidos pela seguinte legislação: a) Constituição Federal de 1988 b) LDB nº 9394 / 96 c) Decreto federal nº 5.154/04 d) Parecer CNE / CEB nº 12 / 97 e) Parecer CNE / CEB nº 16 / 99 f) Parecer CNE / CEB nº 39 / 04 g) Resolução CNE/ CEB nº 04 / 99 h) Resolução CNE/ CEB nº 01 / 05 i) Parecer CNE / CEB nº 35 / 03 4.2. Estrutura Curricular
  11. 11. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 11 O Curso Técnico de Nível Médio Integrado é presencial, seu currículo está organizado em períodos semestrais e sua integralização dar-se-á em 04 (quatro) anos, não havendo saídas intermediárias. Os componentes curriculares estão organizados em disciplinas que evoluirão gradativamente da formação geral para a profissional e cujos conteúdos terão como princípio orientador à formação por competência, entendida como a capacidade de articular, mobilizar e colocar em ação valores, conhecimento e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho.
  12. 12. 4.2.1. Fluxograma
  13. 13. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 13 4.2.2. Matriz Curricular
  14. 14. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 14 4.2.3. Matriz Referencial FORMAÇÃO GERAL E COMPLEMENTAR DISCIPLINAS PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS Língua Portuguesa - Consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; - Preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; - Aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; - Compreensão dos fundamentos científico- tecnológico dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1.996)) Artes Língua Estrangeira (Inglês) Educação Física Filosofia Sociologia História Geografia Filosofia Sociologia Química Física Biologia Matemática Língua Estrangeira (Espanhol) Informática Básica Desenho Relações Humanas no Trabalho Empreendedorismo Higiene e Seg. do Trabalho
  15. 15. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 15 FORMAÇÃO TÉCNICA DISCIPLINAS PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS Fundamentos de Eletrotécnica I - Elaborar projetos elétricos residenciais, prediais e industriais; - Executar, supervisionar e controlar a manutenção de sistemas elétricos; - Prestar assistência técnica; - Executar, supervisionar e controlar serviços de manutenção eletroeletrônica, máquinas e equipamentos, e sistemas automatizados de controle de processos industriais; - Treinar pessoal; - Realizar compra e venda de equipamentos e materiais pertinentes a área; - Avaliar instalações elétricas residenciais, prediais e industriais, subsidiando parecer técnico de profissionais de nível superior; - Planejar atividades, tendo em vista uma melhoria de qualidade dos serviços; - Elaborar orçamentos de serviços. Fundamentos de Eletrotécnica II Instalações Elétricas I Fundamentos de Eletrotécnica III Instalações Elétricas II Higiene e Seg. do Trabalho II Eletrônica Básica Comandos Eletro-eletrônicos Máquinas Elétricas I Instalações Elétricas III Medidas Elétricas I Máquinas Elétricas II Manutenção de Máq. Elétricas Aterramento Elétrico Proteção de Sistemas Elétricos I Controle e Ac. de Máquinas I Metodologia da Manutenção Desenho Técnico - CAD Medidas Elétricas II Máquinas Elétricas III Ensaios de Máquinas Elétricas Controle e Ac. de Máquinas II Proteção de Sistemas Elétricos II Desenho Técnico Aplicado Automação Pneumática e Hidráulica Projeto de Instalações Elétricas I Projeto de Instalações Elétricas II Conservação e Efic. Energética
  16. 16. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 16 4.2.4.Práticas Pedagógicas Previstas 1. Adoção da Pedagogia de Projetos como procedimento metodológico como procedimento metodológico compatível com uma prática formativa, contínua e processual, na sua forma de instigar seus sujeitos a procederem com investigações, observações, confrontos e outros procedimentos decorrentes das situações – problema propostas e encaminhadas.  Aulas teóricas com utilização de retroprojetor, vídeos, slides, etc. Visando a apresentação do assunto (problematização) a ser trabalhado e posterior discussão e troca de experiências.  Aulas práticas em laboratório e instalações industriais para melhor vivência e compreensão dos tópicos teóricos.  Seminários.  Pesquisas.  Elaboração de projetos diversos.  Visitas técnicas à empresas e indústrias da região.  Palestras com profissionais da área. 4.3. Campo de Atuação Para o técnico industrial em eletrotécnica, na região metropolitana do Recife, destacam-se os seguintes empreendimentos: * Concessionárias de energia elétrica e telecomunicações; * Parques industriais; * Grandes empresas (Shopping Center, Hospitais, Hotéis, Bancos); * Microempresas; * Empresas de construção civil; * Escritórios de projetos (consultores); * Empresas de representações, vendas e assistência técnica; * Empreiteiras de serviços elétricos. * Empresas de projetos e instalações elétricas, telefônicas, de antenas de TV / FM e Tv a cabo, porteiro eletrônico, alarme e sinalização.
  17. 17. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 17 4.4. Prática Profissional O estágio, sendo um exercício orientado da profissão de natureza curricular obrigatória, é obrigação acadêmica supervisionada por um professor da área específica, com uma duração de 420h/c, posterior a conclusão do 6º (sexto) período, sem dependências em disciplinas da formação técnica dos períodos anteriores. O acompanhamento, o controle e a avaliação das atividades desenvolvidas no estágio serão feitos conforme normativa da instituição.
  18. 18. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 18 CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO LOCAL : Empresas e indústrias PERÍODO : posterior a conclusão do 6º (sexto) período, sem dependências em disciplinas da formação técnica dos períodos anteriores. RESPONSÁVEIS : Coordenador do curso e professores supervisores CHT : 420 horas curriculares CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO : O acompanhamento, o controle e a avaliação das atividades desenvolvidas no estágio serão feitos conforme normativa da instituição. 5. Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores O IFPE Campus Pesqueira seguirá o exposto na sua Organização Didática aprovada por Resolução CONDIR. 6. Critérios de avaliação da aprendizagem A avaliação será composta por instrumentos formais, aplicados ao final de cada etapa de ensino, e também pela observação das atitudes inerentes ao trabalho demonstradas pelo aluno durante o processo. A estratégia e de criar “situações problemas” e estimular o aprendiz a resolve-las. Feita de forma pontual durante o processo de desenvolvimento das atividades planejadas, prevalecendo sempre o aspecto qualitativo sobre o quantitativo. Os seguintes instrumentos serão utilizados para avaliação, que será realizada pelos professores e pelo próprio aluno (auto-avaliação):  Avaliação Atitudinal, baseada nas atitudes formadas com relação à assiduidade, pontualidade, participação, organização, iniciativa, criatividade, ética e liderança.  Avaliação de Competências, baseada nas habilidades desenvolvidas através de atividades de pesquisa, elaboração de relatórios, exercícios escritos e orais, seminários, execução de projetos, trabalhos práticos individuais e em grupo.
  19. 19. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 19 Para fins de registro de desenvolvimento das competências, o resultado da avaliação deverá expressar o grau de desempenho de cada componente curricular, quantificado em nota de 0 (zero) a 10 (dez), considerando aprovado o aluno que obtiver média igual ou superior a 6,0 (seis). A recuperação, quando necessária para suprir as deficiências de aprendizado, será aplicada paralelamente aos estudos para correções indispensáveis e enriquecimento do processo de formação. 7. Instalações e Equipamentos A infra-estrutura que a Instituição oferece aos professores e alunos para que os objetivos previstos no plano de curso sejam alcançados, tais como, instalações (laboratórios, sala de aula e biblioteca), equipamentos e acervo bibliográfico, dentre outros, que geram oportunidade de aprendizagem assegurando a construção das competências, conta-se com os espaços e utensílios abaixo listados. DEPENDÊNCIAS QUANTIDADE Sala de direção 01 Sala de coordenação 01 Sala de professores 01 Salas de aula para o curso 05 Sanitários 09 Área de lazer coberta 01 Setor de atendimento 01 Auditório 01 Sala de áudio / vídeo 02 Setor de registro escolar 01 Sala de informática 03 Laboratórios 05 Biblioteca 01 7.1. EQUIPAMENTOS ITENS QUANTIDADE Televisores 08 Telão 04 Quadro branco 06 Projetor multimídia 04 Equip. de som/ CD 02
  20. 20. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 20 7.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA LABORATÓRIO ÁREA (M²) M² POR ESTAÇÃO M² POR ALUNO C - 5 32 1,47 1,77 EQUIPAMENTOS ( HARDWARES INSTALADOS) QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 23 COMPUTADORES COM KIT MULTIMÍDIA 01 Switch LABORATÓRIO ÁREA (M²) M² POR ESTAÇÃO M² POR ALUNO C - 9 48 2,18 1,8 EQUIPAMENTOS ( HARDWARES INSTALADOS ) QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 22 COMPUTADORES COM KIT MULTIMÍDIA LABORATÓRIO ÁREA (M²) M² POR ESTAÇÃO M² POR ALUNO C - 10 48 2,82 1,8 EQUIPAMENTOS ( HARDWARES INSTALADOS ) QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 21 COMPUTADORES COM KIT MULTIMÍDIA 7.3 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS DA ÁREA DO CURSO Laboratório de Controle e Automação SALA ÁREA (M²) M² POR ALUNO E -5 64 1,03 EQUIPAMENTOS INSTALADOS QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 01 Extintor CO2 (6Kg) 02 Bancada Eletrohidropneumática FESTO 01 Bancada de Controle de Processos EXSTO 10 Microcomputador Pentium Compac c/ multimídia
  21. 21. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 21 Laboratório de Comandos Elétricos SALA ÁREA (M²) M² POR ALUNO E - 6 64 1,10 EQUIPAMENTOS INSTALADOS QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 07 Autotransformadores de partida 08 Transformadores de comando - EQUACIONAL 08 Bancadas energizadas - EQUACIONAL 10 Transformadores trifásicos - EQUACIONAL 10 Transformadores monofásicos - EQUACIONAL 06 Motores DAHLANDER - EQUACIONAL 08 Motores de indução (2 velocidades) 08 Motores de indução (3 velocidades) 10 Motores de indução trifásicos c/ freio - EQUACIONAL 06 Motores de indução trifásicos - EQUACIONAL 01 Motor de indução trifásico MOD. 80189 WEG-1 01 Motor de indução monofásico MOD. BK 71 01 Motor de indução EBERLE 08 Motores monofásicos - EQUACIONAL 08 Motores trifásicos c/ 12 terminais - EQUACIONAL 01 Motor CC (380v – 480 h2) 01 Termômetro analógico 07 Bancadas didáticas de comandos elétricos 34 Cadeiras s/ braço 25 Carteiras escolares 01 Computador com kit multimídia 01 Inversor WEG MOD. CFW-07.9.3/3 AC 01 Inversor WEG MOD. CFW-07.7.3/1 AC 06 Motores monofásicos abertos WEG (4 pólos) Laboratório de Eletrônica SALA ÁREA (M²) M² POR ALUNO E -8 64 1,03 EQUIPAMENTOS INSTALADOS QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 01 Extintor CO2 (6Kg) 01 Mesa de madeira 02 Quadros brancos 01 Gravador de CD ROM 01 Projetor de multimídia SVGA Ultra 01 Kit treinamento (5x CPU 222 c/ 5 cabos + 1 software) 01 Estabilizador MICROSOL
  22. 22. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 22 02 Medidores de temperatura 04 Cocientímetros 01 FCC 3010 06 Amperímetros 01 Aparelho telefônico 02 Watímetros 03 Voltímetros MOD. 7.1 03 Voltímetros 01 Projetor 1800 RELECTA 01 Osciloscópio 20Mhz MO. 12215 01 Osciloscópio digitalizador TDS 220 02 Ohmímetros 03 Multímetros 02 Geradores de função digitais MFG-4200 01 Frequencímetro 01 Fonte EMG 18135 01 Fonte EMG 18134 02 Cadeiras s/ braço 46 Carteiras escolares 02 Conversores de Freqüência 16 Bancos de madeira 01 Bancada energizada EQUACIONAL 01 Bancada de madeira 04 Geradores de função digitais 09 Multímetros digitais MIC 03 Fontes de alimentação ajustável analógicas 01 Fonte de alimentação ajustável digital 10 Multímetros analógicos MOD. ET 20221 10 Protoboard MOD. MP-2420 04 Alicates amperímetro digital 01 Computador com kit multimídia 05 Osciloscópios analógicos MO-1222 01 Osciloscópio digitalizado TDS-220 02 Geradores de função MEG-4201 Laboratório de Máquinas Elétricas LABORATÓRIO ÁREA (M²) M² POR ALUNO E - 9 64 2.5 QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 13 Motores monofásicos abertos WEG ( G aberto ) - 2 pólos 6 Motores monofásicos abertos WEG (4 pólos) 24 Bancos de madeira 02 Bancadas de madeira 01 Quadro branco
  23. 23. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 23 03 Motores de indução monofásicos EBERLE (BK 80 - B4 CV 1) 02 Motores de indução monofásicos EBERLE (BK 71 - B2 CV ¾) 03 Motores de indução trifásicos EBERLE (B 80 – A6 CV ½) 06 Motores de indução trifásicos EBERLE ( B 71 – B2 CV 1) 02 Motores de indução trifásicos EBERLE ( B 80 – B6 CV ¾) 01 Motor de indução trifásico EBERLE ( B 80 – A4 CV 1) 01 Motor de indução trifásico EBERLE ( B 80 – B4 CV 1,5) 09 Mesas de madeira 09 Micrômetros MITUTOYO 01 Luxímetro 11 Paquímetros MITUTOYO 01 Tacômetro 06 Tornos de bancada ( fixo nº 3 ) 10 Esquadros 25mm 10 08 Escalas 30 cm 12” 01 Esmeril MOD. MB96 06 Paquímetros - MITUTOYO 02 Decibelímetros digitais 02 Bancadas didáticas de medidas elétricas 02 Décadas resistivas MDR-610 02 Megômetros digitais MI-2650 03 Luxímetros digitais MLM-1332 Laboratório de Instalações Elétricas SALA ÁREA (M²) M² POR ALUNO E -10 64 2,13 QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 01 Bancada de madeira 01 Torno de bancada (fixo nº 3) 01 Quadro branco 28 Carteiras escolares 02 Bancos de madeira 05 Cubículos para instalação elétrica residencial 8. BIBLIOTECA 8.1. ESPAÇO FÍSICO E MATERIAL ÁREA TOTAL (M²) ÁREA PARA USUÁRIO (M²) CAPACIDADE ( N°DE USUÁRIO) 144 96 288
  24. 24. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 24 EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA QUANTIDADE ESPECIFICAÇÕES 07 COMPUTADORES COM KIT MULTIMÍDIA 8.2. ACERVO BIBLIOGRÁFICO ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente alternada. 10. ed. São Paulo: Érica, 1998. 141p. ______. Análise de circuitos em corrente contínua. 12. ed. atual. rev. São Paulo: Érica, 1999. 175p. ______. Circuitos em corrente alternada. 4. ed. São Paulo: Érica, 2000. 261p. ALMEIDA, José Luiz Antunes de. Eletrônica industrial. 4. ed. São Paulo: Érica,1988. 214p. ANDREY, João Michel. Eletrônica básica: teoria e prática. São Paulo: Rideel, 1999. 425p. BAPTISTELLA, Luiz Fernando B. Rede digital de serviços integrados: a infra- estrutura para a sociedade da informação. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. 313p. BARBALHO, Arnaldo Rodrigues. Energia e desenvolvimento no Brasil. Rio de Janeiro: Centrais Elétricas Brasileira; Eletrobrás, 1987. 324p. BARTKOWIAK, Robert. Circuitos elétricos. Tradução de Noema Sant`Anna Belo. 2. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 199. 591p. BENTO, Celso Roberto. Sistemas de controle: teoria e projetos. São Paulo: Érica, 1989. 191p. BOGART Jr., Theodore. Dispositivos e circuitos eletrônicos. Tradução de Romeu Abdo. São Paulo: Makron Books, 2001. 2v. BOYLESTAD, Robert. Introdução à Análise de Circuitos. São Paulo: Editora Pearson – Prentice Hall, 2003. BRASIL. Ministério da Aeronáutica. Escola de Especialistas de Aeronáutica. Eletricidade básica: instrução científica. Guaratinguetá: 1978. 269p. BRASIL. SUDENE. Conservação de energia no setor industrial: cerâmica ITEM QUANTIDADE TÍTULOS 82 VOLUMES 91 PERIÓDICOS 02
  25. 25. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 25 estrutural. Recife, 1988. 113p. CABRAL, Ligia Maria Martins. Panorama do setor de energia elétrica no Brasil. Rio de Janeiro: Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, 1988. 333p. CARDÃO, Celso. Instalações elétricas. Belo Horizonte: Edições Arquitetura e Engenharia, 1963. 402p. CAVALCANTI, Paulo João Mendes. Fundamentos em eletrotécnica para técnicos em eletrônica. 17. ed. rev. e melhorada. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. 218p. CAVALIN, Geraldo. Instalações elétricas prediais. 6. ed. rev. e atual. São Paulo: Érica, 2001. 388p. CENTRO da Memória da Eletricidade no Brasil. Octávio Marcondes Ferraz, um pioneiro da engenharia nacional. Rio de Janeiro: Memória da Eletricidade, 1993. 374p. CHUTE, George. Eletronics in industry. 5. ed. Singapore: McGraw-Hill Book, 1988. 561p. CIPELLI, Antonio Marco Vicari. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 11. ed. São Paulo: Érica, 1986. 580p. COMPONENTES elétricos 97/98. Jaraguá do Sul: WEG, s.d. COTRIM, Ademaro. Instalações elétricas. 3. ed. São Paulo: Makron Books, l993. 887p. CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1986. 439p. CUNHA, Ivano José. Eletrotécnica: auxiliar técnico para projetos e manutenção elétrica. São Paulo: Hemus Editora, s.d. 192p. CUTLER, Phillip. Análise de circuitos CA. Tradução de Adalton Pereira de Toledo. São Paulo: McGraw-Hill, 1976. 351p. DEPARTAMENTO Técnico Occidental Schools. Eletrônica digital. 3. ed. São Paulo, s.d. 103p. EDMINISTER, Joseph. Circuitos elétricos. Tradução de Lauro Santos Blondy. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1985. 421p. Eletricidade Moderna (Periódico) FERRARA, Arthenio Aurélio Pompeu. Circuitos elétricos 1. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984. 357p. FILIPPO FILHO, Guilherme. Motor de indução. São Paulo: Érica, 2000. 234p. FITZGERALD, A. E. Máquinas elétricas: conversão eletromecânica da energia,
  26. 26. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 26 processos, dispositivos e sistemas. Tradução de Josafá A. Neves. São Paulo:McGraw- Hill, 1975. 623p. FROHN, Friedrich. Técnicas de controle eletrônico: controle automático para acionamentos reguláveis de corrente contínua. Tradução de Harold Kreidel. São Paulo: Nobel, Siemens, 1990. 330p. GASPAR, Alberto. História da eletricidade. São Paulo: Ática, 1996. 48p. GOMES, Daisy Spolidoro Ferreira. Aterramento e proteção contra sobretensões em sistemas aéreos de distribuição. Niteroi: EDUFF Editora Universitária, 1990. 358p. v7. GRUITER, Arthur François de. Amplificadores operacionais: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1988. 251p. GUERRINI, Délio Pereira. Eletrotécnica aplicada e instalações elétricas industriais. 2. ed. ampl. rev. e atual. São Paulo: Érica, 1996. 188p. GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Tradução de Aracy Mendes da Costa. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books,1997. 639p. IDOETA, Ivan Valeije. Elementos de eletrônica digital. 30. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Érica, 2000. 524p. ______. Elementos de eletrônica digital. 6. ed. São Paulo: Érica, 1984. 350p. IRWIN, J. David. Análise de circuitos em engenharia. Tradução de Luis Antonio Aguirre e Janete Furtado Ribeiro Aguiar. São Paulo: Makron Books. 848p. LAFRAIA, João Ricardo Barusso. Manual de Confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade. Rio de Janeiro: Editora Qualitymark, 2001. LANDER, Cyril W. Eletrônica industrial: teoria e aplicações. Tradução de Maurício Eduardo Bernardino Ribeiro. 2. ed. São Paulo: Makron Books, l988. 647p. LANDO, Roberto Antonio. Amplificador operacional. 2. ed. São Paulo: Érica, 1985. 269p. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 6. ed. São Paulo: Érica, 2001. 256p. LOURENÇO, Antonio Carlos de. Circuitos em corrente contínua. 3. ed. São Paulo: Érica, 1998. 309p. LOWENBERG, Edwin. Circuitos eletrônicos. Tradução de Ostend A. Cardim. São Paulo: McGraw-Hill, 1974. 377p. LUNA, Anadite Maria de. Manutenção em instalações energizadas. Recife: CCON 1998. 470p. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Tradução de Romeu Abdo e José Lucimar do
  27. 27. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 27 Nascimento. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2v. ______. Eletrônica digital: princípios e aplicações. Tradução de Carlos Richards Jr. São Paulo: McGraw-Hill, 1988. 2v. MANUAL de conservação de energia elétrica na industria: alta tensão. CODI - Comitê de Distribuição; Eletrobrás, s.d. 79p. MARKUS, Otávio. Eletricidade: circuitos em corrente alternada. São Paulo: Érica, 2000. 232p. ______. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada. São Paulo: Érica, 2001. 286p. MARTIGNONI, Alfonso. Máquinas de corrente alternada. Porto Alegre: Globo, 1970. 410p. ______. Eletrotécnica. Porto Alegre: Globo, 1971. 490p. MASCHERONI, José M.; LICHTBLAU, Marcos; GERARDI, Denise. Guia de aplicação de inversores de frequência. Jaraguá do Sul: WEG Automação, s.d. 238p. MELLO, Hilton Andrade de. Dispositivos semicondutores. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1974. 225p. MELLO, Luiz Fernando Pereira de. Projetos de fontes chaveadas. 2.ed. São Paulo: Érica, 1988. 292p. MELVILLE, D.R.G. Eletricidade. Tradução de Alzira Machado Rawal e Jayme Helio Dick. 3. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1982. 160p. (Série Prisma 21) MIDDLETON, Robert G. 101 usos para o seu osciloscópio. Tradução de Ronaldo B. Valente. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 1982. 181p. ______. 101 usos para o seu multímetro. Tradução de Oswaldo de Albuquerque Lima. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 1983. 141p. NORMAS e padrões da Companhia Elétrica de Pernambuco – CELPE. CELPE – PE. s.d. O`MALLEY, John. Análise de circuitos. Tradução de Noema Santa`Anna Belo. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 679p. PEDROSA FILHO, Manoel Henrique de O. Análise de confiabilidade em equipamentos de estações rádio-base: o caso TIM Pernambuco. Recife. 2006. p. Monografia (Especialização em Gestão da Manutenção) – Escola Politécnica de Pernambuco, Universidade de Pernambuco. PENNA JR., Gilberto Affonso (Coord.) Fontes, carregadores e outros circuitos de alimentação para eletroeletrônica. Rio de Janeiro: Seleções Eletrônicos Editora, 1990. 64p.
  28. 28. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 28 RAMOS, Dorel Soares. Sistemas elétricos de potência: regime permanente. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. 247p. v.1 RASHID, Muhammad. Eletrônica de potência: circuitos, dispositivos e aplicações. Tradução de Carlos Alberto Favato. São Paulo: Makron Books, 1999. 828p. RELVAS, J. A. Moura. Introdução à electrónica digital. Porto: Livraria Figueirinhas, s.d. 307p Revista Lumière (periódico) ROMANO, Cláudio. Eletrônica geral. São Paulo: Brasiliense, 1977. 231p. v.2 SIEMENS, A. G. Instrumentação industrial. Tradução de German Steppat. São Paulo: Siemens, 1988. 346p. SILVA JÚNIOR, Vidal Pereira da. Microcontroladores. São Paulo: Érica, 1988. 187p. SIMONE, Gilio Aluisio. Transformadores: teoria e exercícios. São Paulo, Érica, 1998. 314p. ______. Conversão eletromecânica de energia. São Paulo: Érica, 1999. 324p. ______. Máquinas de corrente contínua: teoria e exercícios. São Paulo: Érica, 2000. 325p. ______. Máquinas de indução trifásicas: teoria e exercícios. São Paulo: Érica, 2000. 328p. SITTERDING, Herbert. Noções de eletrotécnica prática. Tradução de Maria Madalena Wurth Teixeira. Rio de janeiro: Ediouro, 1979. 207p. TAUB, Herbert. Eletrônica digital. Tradução de Paulo Elyot Meirelles Villela, Jorge Guedes de Silveira, Juarez Sagebin Correa. São Paulo: McGraw-Hill, 1982. 582p. TORREIRA, Raul Peragallo. Manual básico de motores elétricos. 2. ed. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 1980. 103p. U.S. NAVY, Bureau of Naval Personnel, Training Publications Division. Curso completo de eletrônica. Tradução de Márcio Pugliesi e Norbeto de Paula Lima. São Paulo: Hemus, 1976. 631p. VAN VALKENBURGH, Nooger. Eletricidade básica. Tradução de J.C.C. Waeny. 12. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1976. v.1 ______. Eletricidade básica. Tradução de Paulo João Mendes Cavalcanti. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1982. 2v. WILSON, J. A. Eletrônica básica: teoria e prática. Traduções Heffes. São Paulo: Rideel, s.d. 3v.
  29. 29. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 29 9. Pessoal docente e técnico envolvido no curso Na estrutura organizacional composta de docentes e pessoal técnico envolvido no curso, conta-se com as seguintes funções:  Gerente Educacional de Ensino Técnico I;  Assistente Pedagógico;  Coordenador do curso;  Docentes;  Assistentes Administrativos As informações quantitativas e qualitativas (escolaridade, experiência profissional, formação pedagógica) do corpo docente e pessoal técnico então descritas abaixo: CORPO DOCENTE Nome Formação Profissional Componentes Curriculares 1. Gilmário dos Anjos Lima - Graduação em Engenharia Elétrica - modalidade Eletrônica - Mestrado em Tecnologias Energéticas e Nucleares - Comandos Eletroeletrônicos - Controle e acionamento de máquinas - 2. Manoel Henrique de Oliveira Pedrosa Filho - Graduação em Engenharia Elétrica - modalidade Eletrônica - Especialização em Gestão da Manutenção - Mestrado em Tecnologias Energéticas e Nucleares - Projetos de Instalações Elétricas 1 e 2 - Instalações Elétricas 1 e 3 - Aterramento Elétrico 3. Marlesson Castelo Branco do Rego - Graduação em Engenharia Elétrica - Especialização em Engenharia Nuclear - Máquinas Elétricas 1, 2 e 3 - Ensaios de máquinas elétricas - Luminotécnica 4. Renato Wagner da Silva Barros - Graduação em Engenharia Elétrica - Mestrado em Engenharia Mecânica - Medidas Elétricas - Instalações Elétricas 3 - Proteção de sistemas elétricos 5. Rivaldo Lopes Fernandes Filho - Graduação em Engenharia Eletrônica - Mestrado em Eletrônica -Eletrônica Básica - Fundamentos de eletrotécnica 2 6. Helber Elias Paz de Souza - Graduação em Engenharia Eletrônica - Mestrado em Eletrônica - Controle e acionamento de máquinas - Fundamentos de eletrotécnica 3 7. Ygo Batista Neto - Graduação em Engenharia Eletrônica - Mestrado em Eletrônica - Conservação e Eficiência Energética - Instalações Elétricas 2 8. Bruno Gomes Moura de Oliveira - Graduação em Engenharia Eletrônica - Mestrado em Eletrônica - Fundamentos de eletrotécnica 1 - Instalações Elétricas 1 9. Valdemir Mariano - Graduação em Engenharia Mecânica - Mestrado em Engenharia Mecânica - Doutorado em Engenharia Mecânica - Metodologia da Manutenção - Automação pneumática e hidráulica 10. Fernando Edier França Freitas - Graduação em Engenharia Elétrica - Mestrado em Engenharia Elétrica - Desenho técnico – CAD - Desenho técnico aplicado - Manutenção de máquinas elétricas
  30. 30. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 30 CORPO TÉCNICO Nome Formação Profissional Função Glaúria Maria Simões Maia - Graduação em Psicologia - Especialização em Educação Especial - Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa 10. Certificados e Diplomas Ao final, com todas as competências adquiridas, e a conclusão do estágio obrigatório e aprovação do relatório final, será expedido o diploma de TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA. HABILITAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Eletrotécnica P1+P2+P3+P4+P5+P6+P7+P8 + Estágio 11. ANEXOS: 11.1 EMENTAS NÚCLEO COMUM E DA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
  31. 31. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 31
  32. 32. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 32 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: I (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Artes I ( Artes Plásticas) CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS: - Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte. - Analisar e compreender os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas. - Conhecer, analisar e compreender critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros. - Analisar, refletir e preservar as diversas manifestações de Arte – em suas múltiplas funções – utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio- histórica. - Reconhecer e aplicar a linguagem artística como forma de expressão e comunicação. - Criticar os conceitos da arte pré-histórica, relacionando-os com a concepção da figura humana ao longo da história. - Justificar importância da arte na construção da cidadania. - Identificar os principais elementos da estética grego-romana para a compreensão da arte ocidental. -Descrever os principais aspectos da Estética Medieval e da Renascentista, relacionando-as à concepção atual da figura humana. - Identificar os elementos formativos da arte brasileira. - Identificar os principais elementos do Impressionismo e sua importância para as transformações artísticas do final do século XIX. - Descrever o significado psicológico das cores. - Conceituar escultura figurativa e a abstrata. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. Desenho – Arte Pré-Histórica e Cubismo:  Desenho com percepção do lado direito do cérebro.  Diferentes modalidades de desenho.  Desenho baseado em formas geométricas.  Desenho de observação. 2. Figura Humana – Arte Greco-Romana, Arte Medieval e Renascimento:  A arte e as proporções do corpo humano.  Desenho da cabeça – olhos, nariz, boca e orelha.  Posições do rosto. 3. Cor - Fauvismo, Impressionismo, Abstracionismo e Cubismo:  Classificação das cores.  Monocromia e policromia.  Significados psicológicos das cores.  Pintura – paisagem. 4. Pintura:  Monotipia.  Molde vazado.  Carimbos. 08 08 10 10
  33. 33. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 33 BIBLIOGRAFIA: BERTELLO, Maria Augusta. Palavra em ação: Mini-manual de pesquisa - Arte. São Paulo: Claranto Editora, 1999. DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Por que arte-educação? São Paulo: Editora Papirus, 1983. ____________. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Editora Papirus, 1988. EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. São Paulo: Ed. Tecnoprint, 1984. HADDAD, D. Akel e MORBIN, D. Gonçalves. A arte de fazer artes. São Paulo: Ed. Saraiva, 1999. OLIVEIRA, Jô Gracês. Explicando Arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuiais. Rio de Janeiro: Ediuoro, 2001. PEREGRINO, Yara Rosas (Coord.). Da camiseta ao museu: o ensino das artes na democratização da cultura. João Pessoa: Editora Universitária, UFPB, 1995. SOUZA, Alcídio M. de. Artes plásticas na escola. 6ª ed., Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1977.
  34. 34. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 34 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: II (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Artes II ( Artes Plásticas) CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS: - Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas nas linguagens da arte. - Apreciar produtos de arte em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética. - Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas. - Conhecer e analisar os critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros. - Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de Arte – em suas múltiplas funções – utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica. - Aplicar a linguagem artística como forma de expressão e comunicação. - Criticar os conceitos da arte pré-histórica, relacionando-os com a concepção da figura humana ao longo da história. - Justificar a importância da arte na construção da cidadania. - Identificar os principais elementos da estética greco-romana para a compreensão da arte ocidental. -Descrever os principais aspectos da Estética Medieval e da Renascentista, relacionando-as à concepção atual da figura humana. - Descrever e destacar os principais elementos da Arte Barroca Européia e sua influência na Arte Colonial Brasileira. - Identificar os elementos formativos da arte brasileira. - Identificar os principais elementos do Impressionismo e sua importância para as transformações artísticas do final do século XIX. - Conceituar escultura figurativa e a abstrata. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 5. Mosaico – Arte Bizantina:  Diferentes aplicações do mosaico.  Técnicas de mosaico. 6. Composição Plástica – Arte Moderna e Arte Contemporânea:  Elementos da composição plástica: cor, forma, textura e ritmo. 7. Folclore:  O que é folclore.  As diferentes manifestações folclóricas no Brasil.  O artesanato e o folclore regional.  A importância do artesanato regional para o turismo e a economia. 8. Escultura - Arte Barroca, Arte Colonial e Arte Pós-Moderna no Brasil:  Escultura figurativa e escultura abstrata.  Entalhe.  Instalação. 10. Arte e Tecnologia:  Artes visuais.  Artes Audiovisuais. 08 08 08 08 04
  35. 35. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 35 BIBLIOGRAFIA: BERTELLO, Maria Augusta. Palavra em ação: Mini-manual de pesquisa - Arte. São Paulo: Claranto Editora, 1999. DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Por que arte-educação? São Paulo: Editora Papirus, 1983. ____________. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Editora Papirus, 1988. HADDAD, D. Akel e MORBIN, D. Gonçalves. A arte de fazer artes. São Paulo: Ed. Saraiva, 1999. OLIVEIRA, Jô Gracês. Explicando Arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuiais. Rio de Janeiro: Ediuoro, 2001. PEREGRINO, Yara Rosas (Coord.). Da camiseta ao museu: o ensino das artes na democratização da cultura. João Pessoa: Editora Universitária, UFPB, 1995. SOUZA, Alcídio M. de. Artes plásticas na escola. 6ª ed., Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1977.
  36. 36. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 36 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: I (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Artes I (Música) CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS: - Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas nas linguagens da arte. - Apreciar e analisar a estética dos produtos de arte, em suas várias linguagens identificando suas transformações e relação com a tecnologia - Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas. - Analisar, refletir e preservar as diversas manifestações de Arte – em suas múltiplas funções – utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio- histórica. - Desenvolver a linguagem musical compreendendo sua simbologia através da leitura musical. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. Elementos Musicais:  Elementos formais.  Percepção auditiva.  Elementos de duração.  Improviso.  Noções de pulso. 2. Notação Musical:  Simbologia.  Valores.  Compasso.  Divisão Proporcional.  Acentuação.  Alterações. 18 18 BIBLIOGRAFIA: ABRAHÃO, Luiz Martins. Música e Comunicação. MASCARENHAS, Mário. Minha Doce Flauta Doce. 2ª Ed. São Paulo: Irmãos Nitale Editores. 2º vol. S.d. MONKEMEYER, Helmut. Método para flauta doce soprano. Curso Básico – parte I. São Paulo: Ed. Musicatia S/A. PRIOLLI, Maria Luiza de Matos. Princípios básicos da música para a juventude. 19ª ed. São Paulo: Casa Oliveira de Música Ltda. S. d.
  37. 37. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 37 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: II (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Artes II (Música) CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS: - Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas nas linguagens da arte. - Analisar os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas. - Analisar e preservar as diversas manifestações de Arte – em suas múltiplas funções. - Desenvolver a linguagem musical compreendendo sua simbologia através da leitura musical. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1 – Leitura musical:  Tonalidade.  Leitura rítmica.  Leitura melódica.  Dedilhado. 2 – Flauta Doce – Técnica:  Introdução.  Leitura rítmica e melódica.  Canções folclóricas e populares.  Construção sonora.  Prática instrumental.  Apresentação musical 16 20 BIBLIOGRAFIA: ABRAHÃO, Luiz Martins. Música e Comunicação. MASCARENHAS, Mário. Minha Doce Flauta Doce. 2ª Ed. São Paulo: Irmãos Nitale Editores. 2º vol. S.d. MONKEMEYER, Helmut. Método para flauta doce soprano. Curso Básico – parte I. São Paulo: Ed. Musicatia S/A. PRIOLLI, Maria Luiza de Matos. Princípios básicos da música para a juventude. 19ª ed. São Paulo: Casa Oliveira de Música Ltda. S. d.
  38. 38. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 38 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: I ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia I CHT: 72H/A COMPETÊNCIAS:  Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu.  Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia.  Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou processos biológicos (lógica externa).  Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações intencionais por ele produzidas no seu ambiente.  Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Introdução à Biologia  Origem da vida  Níveis de organização  Características dos seres vivos  Bioquímica celular  Microscopia  Estrutura celular  Membrana  Citoplasma  Organelas  Metabolismo celular  O núcleo e a síntese de proteínas  Divisão celular 10.1Mitose 10.2Meiose 02 04 04 04 12 02 20 08 08 08
  39. 39. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 39 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  40. 40. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 40 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: II ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia II CHT: 72 H/A COMPETÊNCIAS:  Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações intencionais por ele produzidas no seu ambiente.  Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Histologia animal  Tecido epitelial  Tecidos conjuntivos  Tecido muscular  Tecido nervoso 2. Fisiologia animal 2.1. Sistemas esquelético e muscular 2.2. Sistema digestório 2.3. Sistema respiratório 2.4 Sistema cardiovascular 2.5. Sistema urinário 2.6. Sistema endócrino 2.7. Sistema nervoso 2.8. Reprodução 2.9. Desenvolvimento embrionário 04 12 05 05 07 05 05 05 03 05 05 07 04
  41. 41. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 41 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  42. 42. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 42 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: III ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia III CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS:  Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações intencionais por ele produzidas no seu ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Biodiversidade  Classificação dos seres vivos  Sistemática  Os reinos mais simples  Reino Monera  Reino Protista  Reino Fungi  Os Vírus 04 04 06 08 08 06 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  43. 43. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 43 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: IV ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia IV CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS:  Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações intencionais por ele produzidas no seu ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Reino Animalia  Porifera  Cnidaria  Platelmintos  Nematoda  Anelida  Moluscos  Artropodes  Equinodermas  Cordados  Reino Plantae  Briófitas  Pteridófitas  Gimnospesmas  Angiospesmas  Morfologia e fisiologia vegetal  Ecologia  Fluxo de energia  Relações ecológicas  Sucessão ecológica  Ecossistemas 01 01 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 04 02 02 01 01 02
  44. 44. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 44 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  45. 45. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 45 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: V ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia V CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS:  Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Reconhecer a Biologia como um fazer humano e, portanto, histórico, fruto da conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e tecnológicos.  Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Genética 1.1. Conceitos básicos 1.2. Noções sobre probalidade 1.3. Primeira Lei de Mendel 1.4. Segunda Lei de Mendel  Polialelia  Interação Gênica  Ligação Gênica  Genes ligados  Permutação  Mapas cromossômicos  Herança do sexo  Determinação cromossômica do sexo  Sistema XY  Sistema X0  Sistema ZW  Sistema Z0  Alterações cromossômicas  Biotecnologia 02 02 06 02 02 02 02 02 02 02 08 04
  46. 46. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 46 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  47. 47. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 47 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: VI ANO: 2006 DISCIPLINA: Biologia VI CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS:  Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo.  Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.  Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.  Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc.  Relacionar e aplicar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos.  Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados.  Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar).  Identificar a interferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos do senso comum relacionados a aspectos biológicos.  Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.  Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA  Teorias evolutivas  Lamarkismo  Darwinismo  Neodarwinismo  Genética de populações  Freqüências genotípicas e fenotípicas  Equilíbrio de Hardy-Winberg  Especiação  Anagênese e Cladogênese  Especiação por isolamento geográfico  Especiação por isolamento reprodutivo 04 04 04 06 06 04 04 04 BIBLIOGRAFIA: AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia. São Paulo: Moderna, 2ª ed, 2005. vol.1- JUNIOR, C. S. & SASSON, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 8ª ed, 2005, vol.1-3. LINHARES, S. & FERNANDO, G. Biologia. São Paulo: Ática, 1ª ed. 2005. LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1ª ed, 2005.
  48. 48. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 48 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular ANO: 2006 PERÍODO: IV CHT: 90 H/A DISCIPLINA: Desenho COMPETÊNCIAS: - Aplicar os sistemas gráficos representativos utilizados na Linguagem dos projetos de Desenho Técnico. - Aplicar as simbologias e as convenções técnicas utilizadas no Desenho Técnico. - Desenhar e interpretar projetos industriais, utilizando simbologia e convenções, segundo as normas técnicas. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. Desenho à Mão Livre: 1.1.Tipos e traçados de linha:  Caligrafia. 2. Noções de Desenho Geométrico: 2.1. Segmentos. 2.2. Ângulos. 2.3. Polígonos. 2.4. Circunferência. 2.5. Arcos. 2.6. Elipse. 2.7. Concordância. 3. Normas Técnicas: 3.1. Formatos. 3.2. Legendas. 3.3. Linhas convencionais. 3.4. Cotagem. 3.5. Escala. 4. Desenho Projetivo 4.1. Projeções ortogonais. 4.2. Representação técnica. 4.3. Perspectivas:  Perspectiva isométrica e perspectiva isométrica da circunferência.  Perspectiva cavaleira e perspectiva cavaleira da circunferência.  Perspectiva cônica 4.4. Cortes:  Total.  Meio corte.  Corte em desvio.  Corte rebatido.  Corte parcial.  Corte sobre a vista 10 20 20 40 BIBLIOGRAFIA:
  49. 49. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 49 MARMO, Carlos e MARMO, Nicolau. Desenho Geométrico. Vol. I, II e III. São Paulo: Editora Scipione, 1995. ABBOTT, W. Fundamentos do Desenho Técnico. Editora Ediouro, 1981. OLIVEIRA, Marina S. Marques, CARDOSO, Arnaldo de Souza e CAPOZZI, Delton. Desenho Técnico. São Paulo: Editora FTD, 1990. BONGIOVANNI, Helder Luciano. Desenho Geométrico para o 2º Grau. 2ª edição. São Paulo: Editora Ática, 1994. PUTINOKI, José Carlos. Elementos de Geométrica e Desenho Geométrico. São Paulo: Editora Scipione, 1989. ESTEPHANIO, Carlos. Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus, Rio de Janeiro: Editora Ao Livro Técnico. 1995. ESTEPHANIO, Carlos. Desenho Técnico: u ma Linguagem Básica. Rio de Janeiro: Edição Independente, 1994. LOPES, Elisabeth Texeira e KAMGAL, Cecília Fugiko. Desenho Geométrico. Vol. 1 a 6. São Paulo:Editora Scipione, 1995. GIOVANNI, José Ruy; MARANGONI, Tereza e OGASSAWARA, Elenice Lumico. Desenho Geométrico. Vol. 1 a 8. São Paulo: editora FTD, s.d. FRENCH, Thomas E. Desenho Técnico. Vol. 1 a 5. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1962. VOLLMER, D. Desenho Técnico. São Paulo: Editora Ao Livro Técnico, 1982. PENTEADO, José de Arruda, Curso de Desenho. São Paulo: Editora São Paulo, 10ª Edição, 1972. CADERNOS DO MEC_ Introdução ao Desenho Técnico COLETÂNEA DE NORMAS TÉCNICAS_SENAI NORMAS TÉCNICAS_ABNT.
  50. 50. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 50 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: I (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física I CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni- las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1.HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA  Geral  Brasil 2. CONCEPÇÃO E IMPORTÂNCIA SOCIAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA  Educação como cultura corporal.  Elementos da cultura corporal: jogos, esportes, lutas, ginástica e dança.  Cultura corporal e cidadania.  Aspectos éticos e sociais.  Princípios educacionais: cooperação, totalidade, co- educação, emancipação, participação e regionalismo. 3. INICIAÇÃO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL.  Jogos, esportes, ginástica e dança 36
  51. 51. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 51 BIBLIOGRAFIA:  BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987.  ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987.  FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.  HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994.  MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994.  TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  52. 52. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 52 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: II (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física II CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Demonstrar na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Explicar o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Desenvolver as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Desenvolver as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. CONHECIMENTO SOBRE O CORPO  Concepção e imagem de corpo/ corporeidade.  Conhecimentos básicos de estrutura corporal.  Sistema locomotor (ossos, músculos, articulações)  Hábitos posturais e atitudes corporais.  Conhecimentos básicos de fisiologia.  Alterações que ocorrem durante e após atividades físicas.  Benefícios da prática regular da atividade física a curto, médio e longo prazo. 2. ESTUDO DAS QUALIDADES FÍSICAS  Agilidade, coordenação, flexibilidade, força, equilíbrio, ritmo, resistência e velocidade. 3. INICIAÇÃO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL.  Jogos, esportes, ginástica e dança 36
  53. 53. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 53 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2. ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. 4. HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994. 5. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 6. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  54. 54. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 54 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: III (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física III CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Demonstrar na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni- las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. ATIVIDADE FÍSICA  Conceito.  Classificação.  Características. 2. IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA PARA QUALIDADE DE VIDA  Consciência corporal.  Prevenção de doenças.  Manutenção da saúde.  Controle do peso corporal.  Alimentação.  Gasto calórico. 3. APROFUNDAMENTO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL - Jogos, esportes, ginástica e dança 36
  55. 55. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 55 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2. ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. 4. HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994. 5. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 6. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  56. 56. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 56 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: IV (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física IV CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Explicar o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Descrever as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Identifica as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. IMPORTÂNCIA DO ALONGAMENTO E RELAXAMENTO. 2. RENDIMENTO E LAZER NO DESPORTO. 3 APROFUNDAMENTO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL - Jogos, esportes, ginástica e dança 36 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2. ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. 4. HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994. 5. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 6. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  57. 57. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 57 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: V (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física V CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Elaborar atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor.  Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni- las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Identificar as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. PRÁTICA PERMANENTE DE ATIVIDADES FÍSICAS  Estilo de vida.  Sedentário: características e conseqüências.  Ativo: características e conseqüências. 2. LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO (LER) / DORT.  Tipos de LER/ DORT.  Exercícios preventivos e corretivos. 3. ANÁLISE DE PROGRAMAS DE ATIVIDADE FÍSICA.  Critérios para julgamento, escolha e realização. 4. APROFUNDAMENTO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL - Jogos, esportes, ginástica e dança 36 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2. ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
  58. 58. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 58 4. HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994. 5. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 6. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  59. 59. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 59 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: VI (todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física VI CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate.  Explicar o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Descrever as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Identificar as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. APLICAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DESPORTIVA.  Elaboração de torneios, competições e gincanas. Noções de arbitragem. 2. DESPORTO E CULTURA NA MÍDIA: ÉTICA E CIDADANIA.  Tabagismo, drogas.  Violência  Liberdade  Preconceito 3. APROFUNDAMENTO DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL - Jogos, esportes, ginástica e dança 36 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2. ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. 4. HIPPOLYTE, Ralph. Strategies of team management. Londres, Epidote, 1994.
  60. 60. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 60 5. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 6. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  61. 61. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 61 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: VII(todos) ANO: 2006 DISCIPLINA: Educação Física VII CHT: 36 H/A COMPETÊNCIAS:  Elaboração de atividades corporais, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.  Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.  Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs.  Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor.  Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas aptidões físicas.  Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais.  Utilizar as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.  Identificar as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. APROFUNDAMENTO DA PRÁTICA DOS ELEMENTOS DA CULTURA CORPORAL 2. ATIVIDADE FÍSICA RELACIONADA AO MEIO AMBIENTE.  Ecologia pessoal: auto estima, cuidado com o corpo e alimentação.  Ecologia social: respeito mútuo e solidariedade.  Ecologia ambiental: respeito pelo equilíbrio e harmonia da natureza. 36 BIBLIOGRAFIA: 1. BENTO, João Borges. O voleibol na escola. Lisboa, Livros Horizontes, 1987. 2.ESCOBAR, Micheli Ortega. Metodologia esportiva e psicomotricidade. Recife, Editora Universitária, 1987. 3. FARIA JR., Alfredo Gomes de. Didática de educação física: formulação de objetivos. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. 4. MUTTI, Daniel. Futebol de salão, arte e segredos. São Paulo, Hermes, 1994. 5. TAFFAREL, Celi Neuza Zulke. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro:Ao Livro Técnico, 1984.
  62. 62. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 62 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular ANO: 2006 PERÍODO: VI CHT: 54 H/A DISCIPLINA: Empreendedorismo COMPETÊNCIAS: - Identificar oportunidades de negócios. - Avaliar, planejar e elaborar projeto de criação de pequenas empresas. - Gerir negócios. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1-EMPREENDEDORISMO: Conceituação, importância, oportunidades de negócios e cenários 2-Habilidades e Competências do Empreendedor 3-PLANO DE NEGÓCIOS: Conceituação, Importância, Estrutura, o Plano de Negócios como ferramenta de gerenciamento, criando um plano de negócios 4-CRIANDO A EMPRESA: Aspectos Legais, Tributos, Questão Burocrática, outros aspectos relevantes 10 10 24 10 BIBLIOGRAFIA:  DORNELAS, José Carlos de Assis, Transformando idéias em negócios, 2001, Rio de Janeiro, Editora Campos.  LEITE, Emanoel, O Fenômeno do Empreendedorismo, 2000, Recife, Editora BAGAÇO.  CHIAVENATO, Idalberto, Vamos Abrir um Novo Negócio, 1995, São Paulo, Editora Macgrw-Hill.  GARCIA, Luiz Fernando e outros, Formação Empreendedora na Educação Profissional, Projeto Integrado MEC/SEBRAE de Técnicos Empreendedores.
  63. 63. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 63 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular ANO: 2006 PERÍODO: V DISCIPLINA: Língua Espanhola I CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS: - Utilizar a Língua Espanhola em contextos e situações diversas. - Usar corretamente os fundamentos da conversação, leitura, escrita e tradução de textos em espanhol. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. 1.1. Presentaciones, saludos y despedidas. 1.2. Datos personales y tratamiento formal e informal – La identidad. 1.3. Vocabulario básico. 1.4. Países hispanohablantes. 1.5. Pronombres personales sujeto / pronombre complemento. 1.6. Algunos verbos en presente de indicativo. 1.7. El alfabeto. 1.8. Los interrogativos. 1.9. Pronombres de tratamiento. 1.10. Los gentilicios. 1.11. La lengua española en el mundo. 1.12. Países e nacionalidades. 1.13. Nombre / apellido / apodo. 1.14. El origen de los apellidos. 2. 2.1. Hablar de acciones cotidianas – la rutina – las profesiones. 2.2. Apuntar nombres y uso de objetos del aula – las asignaturas. 2.3. Días de la semana. 2.4. Algunos verbos en presente de indicativo que indican acciones cotidianas. 2.5. Numerales cardinales. 2.6. Horas y fechas. 2.7. Diferencia y semejanza (r,rr,j,g). 2.8. La siesta. 3. 3.1. Caracterización de personas y prendas de vestir – los colores. 3.2. Identificar personas. 3.3. Género y número de sustantivos y adjetivos. 3.4. Verbos preferir e llevar en presente de indicativo. 3.5. Artículos determinantes e indeterminantes, neutro y las contracciones. 3.6. El cuidado del cuerpo. 3.7. La salud y la belleza. 4. La familia. 4.1. Expresar relaciones familiares y hablar de los miembros de la familia. 4.2. Los meses del año. 4.3. Los posesivos. 4.4. Los sonidos de las consonantes l, ll, r, rr. 4.5. Adjetivos cualitativos. 4.6. Verbo gustar y otro de igual modo ( medir / preferir …). 4.7. Relaciones padres e hijos. 4.8. La fuerza de la genética. 5. 5.1. Describir la vivienda y sus habitaciones. 5.2. Situar en el espacio. 07 07 06 06
  64. 64. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 64 5.3. Describir mobiliarios y enseres de la casa. 5.4. Adverbios de lugar. 5.5. Los demostrativos. 5.6. Los sonidos de las consonantes d, t, g, j. 5.7. Imperativo. 5.8. Uso de los verbos ser e tener. 5.9. Verbos de cambio. 5.10. Las viviendas en el mundo. 5.11. Casas viviendas y hogares. . 6.1. Expresar las sensaciones que deja una obra de arte. 6.2. Adverbios y locuciones adverbiales. 6.3. Artistas famosos – Velásquez, Salvador Dalí, Picasso y otros. 06 04 BIBLIOGRAFIA: GARCÍA, María de Los Ángeles Jiménez & HERNÁNDEZ, Josephine Sánchez. Español Sin Fronteras: Curso de lengua Española. São Paulo: Editora Scipione, 2002. SANTILLANA. Viaje ao l Español – versão internacional. Salamanca: Universidad de Salamanca – Radiotelevisión española, 1993. RODRIGUES, Ivan Martín. Espanhol – Série Brasil. São Paulo: Editora Ática, 2005. FLAVIAN, Eugênia; FERNÁNDEZ, Gratel Eres. Minidicionário Español/Português, Português/ Espanhol. São Paulo: Editora Ática, 2004.
  65. 65. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 65 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: VI ANO: 2006 DISCIPLINA: Língua Espanhola II CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS: - Utilizar a Língua Espanhola em contextos e situações diversas. - Usar corretamente os fundamentos da conversação, leitura, escrita e tradução de textos em espanhol. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1.1. Hablar de hábitos o gustos alimentarios. 1.2. Pedir en un restaurante, expresar gustos y preferencias. 1.3. Describir locales donde comer, ingredientes, platos y recetas. 1.4. Verbo gustar. 1.5. Forma impersonal con “se”. 1.6. Cantidades, pesos y medidas. 1.7. Pretérito Perfecto compuesto – verbos regulares /irregulares / participio. 1.8. La pirámide alimentaría. 1.9. El derroche de alimentos. 1.10. Alimentación y salud. 2.1. Establecimientos comerciales y situaciones de compras. 2.2. Establecer comparaciones, valorar productos y precios. 2.3. Imperfecto de cortesía y condicional simple. 2.4. Los comparativos. 2.5. Futuro de indicativo. 2.6. Acentuación. 2.7. El consumismo. 2.8. Los regalos en las diferentes culturas. 3.1. Caracterización de la ciudad y dirección. 3.2. Los servicios públicos. 3.3. Expresar opiniones, acuerdos y desacuerdos. 3.4. Hacer propuestas y defenderlas. 3.5. Conjunciones de coordinación – y, o, pero. 3.6. Los indefinidos. 3.7. Usos de los verbos – ser, estar y tener. 3.8. Los sonidos de las consonantes s, c, z. 3.9. Pretérito indefinido. 3.10. Nuestros derechos y deberes. 3.11. Ciudades del mundo hispano. 4.1. Pedir y dar informaciones. 4.2. Reservar billetes y hotel. 4.3. Razonar ventajas e inconvenientes. 4.4. Vocabulario de los turistas. 4.5. Viajes y rutas. 4.6. Perífrasis de futuro. 4.7. Preposiciones relacionadas a los medios de transporte. 4.8. Algunos verbos en presente de subjuntivo. 4.9. Pretérito imperfecto de indicativo – verbos regulares e irregulares. 4.10. Ciudades turísticas. 4.11. Consejos de viajes. 5.1. Hablar sobre los diferentes deportes. 04 05 05 06
  66. 66. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 66 5.2. Expresar la frecuencia de un determinado hecho o acción. 5.3. Perífrasis estar + gerundio. 5.4. Perífrasis para expresar obligación. 5.5. Los deportes y la salud. 5.6. Aprovechar el tiempo libre. 6.1. Hablar sobre algunas películas y sus géneros. 6.2. Expresar opiniones, gustos y preferencias musicales y cinematográficas 6.3. Preposiciones y régimen preposicional. 6.4. Estructuras para expresar opiniones: creo, pienso y otras. 6.5. Interjecciones. 6.6. Pretérito indefinido. 6.7. Historia del cine. 6.8. Directores, actores, autores y productores cinematográficos. 6.9. Noticias sobre cantantes españoles. 7.1. Describir personas, lugares, objetos del pasado. 7.2. Expresar acciones habituales en el pasado. 7.3. Pretérito imperfecto de indicativo. 7.4. Comparativos y superlativos. 7.5. Futuro imperfecto de indicativo y de subjuntivo – verbos regulares e irregulares. 06 06 04 BIBLIOGRAFIA: GARCÍA, María de Los Ángeles Jiménez & HERNÁNDEZ, Josephine Sánchez. Español Sin Fronteras: Curso de lengua Española. São Paulo: Editora Scipione, 2002. SANTILLANA. Viaje ao l Español – versão internacional. Salamanca: Universidad de Salamanca – Radiotelevisión española, 1993. RODRIGUES, Ivan Martín. Espanhol – Série Brasil. São Paulo: Editora Ática, 2005. FLAVIAN, Eugênia; FERNÁNDEZ, Gratel Eres. Minidicionário Español/Português, Português/ Espanhol. São Paulo: Editora Ática, 2004.
  67. 67. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 67 EMENTA CURSO: Técnico Integrado Regular PERÍODO: VII ANO: 2006 DISCIPLINA: Língua Espanhola III CHT: 36H/A COMPETÊNCIAS: - Utilizar a Língua Espanhola em contextos e situações diversas. - Usar corretamente os fundamentos da conversação, leitura, escrita e tradução de textos em espanhol. CONTEÚDOS CARGA HORÁRIA 1. ¿Qué te pasa? 1.1. Expresar estados físicos, emociones y sentimientos. 1.2. Expresar dolores e síntomas. 1.3. Preguntar y opinar sobre actividades físicas. 1.4. Expresiones temporales que incluyen el presente. 1.5. Causa del estrés. 1.6. Actividades físicas y buenos hábitos para una vida sana. 2. La naturaleza en peligro. 2.1. Expresar apreciaciones sobre el medio ambiente. 2.2. Expresiones utilizadas en la argumentación. 2.3. Pretérito imperfecto de subjuntivo. 2.4. Pretérito perfecto de subjuntivo. 2.5. Los movimientos ecológicos. 2.6. Ecología y medio ambiente. 2.7. Cuidados con el agua. 2.8. Fenómeno “El niño”. 3. Vamos de fiestas. 3.1. Hablar sobre algunas fiestas. 3.2. Describir ropas y adornos. 3.3. Invitar, aceptar y rechazar invitaciones. 3.4. Pretérito indefinido de indicativo. 3.5. Expresiones temporales que incluyen e no incluyen el presente. 3.6. Colocación de pronombres (énclisis / proclisis). 3.7. Las fiestas populares alrededor del mundo. 4. ¡Comuniquémonos! 4.1. Dar instrucciones sobre el funcionamiento o realización de algo. 4.2. Correspondencia comercial. 4.3. Presente de subjuntivo. 4.4. Expresiones de deseo. 4.5. Internet. 4.6. El móvil y nosotros. 4.7. Etiqueta en la era de Internet. 4.8. El diario en las páginas web. 5. El mundo de la literatura. 5.1. Hablar de los géneros literarios. 5.2. Pronombre complemento. 5.3. Los géneros literarios. 5.4. Autores del mundo hispano (Pablo Neruda, Gabriel G. Márquez y otros) 6. ¿Qué pasará? 6.1. Hablar de hechos futuros. 6.2. Hacer suposiciones sobre el futuro. 05 05 06 04 06 06
  68. 68. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO 68 6.3. Expresar cambios personales. 6.4. Verbos en futuro. 6.5. Verbos de cambio (quedarse, ponerse y otros). 6.6. Discurso directo e indirecto. 6.7. Celebración de la voz humana. 7. Nuestras conquistas. 7.1. Para expresar impresiones y sentimientos. 7.2. Perfeccionamiento del lenguaje oral. 7.3. Modo subjuntivo. 7.4. Las conjunciones e interjecciones. 7.5. Manifestaciones culturales hispánicas. 04 BIBLIOGRAFIA: GARCÍA, María de Los Ángeles Jiménez & HERNÁNDEZ, Josephine Sánchez. Español Sin Fronteras: Curso de lengua Española. São Paulo: Editora Scipione, 2002. SANTILLANA. Viaje ao l Español – versão internacional. Salamanca: Universidad de Salamanca – Radiotelevisión española, 1993. RODRIGUES, Ivan Martín. Espanhol – Série Brasil. São Paulo: Editora Ática, 2005. FLAVIAN, Eugênia; FERNÁNDEZ, Gratel Eres. Minidicionário Español/Português, Português/ Espanhol. São Paulo: Editora Ática, 2004.

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