CULTIVO DO GIRASSOL
ORIGEM 
• Lentz et al., (2001): 
México. 
• Dall’agnol et al., 
(2005): 
Indícios da 
domesticação no 
leste dos Estados 
...
Classificação botânica 
• Dicotiledônea anual. 
• Família: Asteraceae. 
• Gênero: Helianthus (49 espécies e 19 
subespécie...
USO 
• Excelente qualidade do óleo comestível. 
• Subprodutos da extração: tortas e/ou farinhas 
para rações animais. 
• P...
Uso 
• Raízes: matéria orgânica e reciclagem de 
nutrientes (melhoria do solo). 
• Caule: construção civil como isolante t...
Alelopatia 
MICRORGANISMOS INSETOS 
ERVAS DANINHAS
Produção 
• Safra de 2008/2009: produção mundial 32 
milhões de toneladas de grãos e produção de 
óleo de 11,5 milhões de ...
Produção 
• Segunda maior fonte de óleo 
vegetal comestível do mundo, 
destacando-se como quarta 
oleaginosa em produção d...
Clima 
• Temperado, subtropical e tropical (BARNI et 
al.,1995). 
• Época de semeadura, variabilidade genética, 
fertilida...
Clima 
• Pouca influência do fotoperíodo. 
• Temperatura: 13 a 30°C e > 5°C germina. 
• Temperaturas altas < desenvolvimen...
Pluviosidade 
• Necessidade de água aumenta com 
desenvolvimento da planta, 0,5 a 0,7 mm 
dia-1, durante a fase da semeadu...
Pluviosidade 
• 200 mm até mais de 900 mm por ciclo da 
cultura. 400 mm a 500 mm de água, bem 
distribuídos ao longo do ci...
RAIZ 
• Principal: pivotante (+ secundárias). 
• Pode atingir até 2 m de profundidade. 
• 80 a 90%: 10 a 15 cm de profundi...
Impedimento físico
Toxidez do Alumínio e pH ácido
Caule 
• Herbáceo, vigoroso (a partir de 30 dias após 
emergência). 
• Cilíndrico, altamente pubescente. 
• Interior aquos...
Caule 
• Heliotropismo: iluminação desigual de um 
lado para outro da planta (lado sombreado 
acumula auxina, determinando...
Folha 
• V4 a V8: disposição oposta. 
• Após: espiral em filotaxia alternada. 
• Mudança: passagem da fase vegetativa para...
Capítulo 
• Inflorescência: 
flores sésseis, 
condensadas em 
receptáculo 
comum discóide e 
rodeada por um 
invólucro de ...
Flores 
• Liguladas: estéreis, amarelas, parte externa 
do capítulo. 
• Tubulares: férteis, parte interna do capítulo. 
• ...
60 DAS. (A) flor do raio estéril para a atração de polinizadores; (B) 
Diferentes estágios das flores do disco. Esquerda p...
Fruto 
• Aquênio: indeiscente, uma só semente. 
• Tamanho: menores no centro, crescendo 
para parte externa (maiores e mai...
Características agronômicas 
• Ciclo vegetativo: 65 a 155 dias. 
• Início do florescimento: 40 a 80 dias. 
• Altura da pla...
Características agronômicas 
• Número de flores: 1000 a 4000. 
• Número de aquênios: 300 a 2500. 
• Comprimento dos aquêni...
Filotaxia – inicialmente em disposição oposta (V4 a 
V8) e posteriormente em espiral alternada 
www.agrosoft.org.br (20.04...
Fenologia 
V - E
Fenologia 
R - 4 
R - 6
Fenologia (estádios) 
• Emergência das plântulas (V - E). 
• Aparecimento folhas verdadeiras (V - 1 a Vn). 
• Inflorescênc...
Adubação 
• 40 a 60 kg ha-1 de nitrogênio, 20 a 80 kg ha-1 
de P2O5 e 20 a 80 kg ha-1 de K2O. 
• Nitrogênio: 30% em fundaç...
Plantio 
• Variedades: Embrapa 122 e Catissol 01. 
• Híbridos: DOW M 734, Agrobel 960, Hélio 
360, Hélio 358, Hélio 863, D...
Espaçamento 
• 70 a 90 cm entre linhas e 30 a 25 cm entre 
plantas na linha. 
• Arranjo de plantio: densidade de 40.000 a ...
Diabrotica speciosa
Spodoptera latifascia
Chlosyne lacinia saundersii
Chlosyne lacinia saundersii 
(alaranjada e preta)
Besouro marrom 
Cyclocephala melanocephala
Euschistus heros
Nezara viridula
Edessa meditabunda
Acrosternum sp.
Mancha de Alternária 
Alternaria helianthi (fungo)
Podridão da raiz e do colo 
Sclerotium rolfsii (fungo)
Colheita 
• Armazenamento: teor de umidade dos grãos 
11%, podendo ser colhido com 14 a 16% de 
umidade para posterior red...
Colheita mecanizada
Deficiência de Boro
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  1. 1. CULTIVO DO GIRASSOL
  2. 2. ORIGEM • Lentz et al., (2001): México. • Dall’agnol et al., (2005): Indícios da domesticação no leste dos Estados Unidos.
  3. 3. Classificação botânica • Dicotiledônea anual. • Família: Asteraceae. • Gênero: Helianthus (49 espécies e 19 subespécies, todas nativas das Américas. • Nome científico: Helianthus annuus L.
  4. 4. USO • Excelente qualidade do óleo comestível. • Subprodutos da extração: tortas e/ou farinhas para rações animais. • Produção de biocombustível. • Planta ornamental.
  5. 5. Uso • Raízes: matéria orgânica e reciclagem de nutrientes (melhoria do solo). • Caule: construção civil como isolante térmico e acústico (UNGARO, 1986). • Folhas: herbicidas naturais (alelopatia) (ALVES, 2007). • Cosméticos.
  6. 6. Alelopatia MICRORGANISMOS INSETOS ERVAS DANINHAS
  7. 7. Produção • Safra de 2008/2009: produção mundial 32 milhões de toneladas de grãos e produção de óleo de 11,5 milhões de toneladas. • Brasil: 157 mil toneladas, em área plantada de 111 mil hectares e produtividade média de 1407 kg ha-1 (BRASIL, 2009).
  8. 8. Produção • Segunda maior fonte de óleo vegetal comestível do mundo, destacando-se como quarta oleaginosa em produção de grão e quinta em área cultivada no mundo (EMBRAPA, 2008).
  9. 9. Clima • Temperado, subtropical e tropical (BARNI et al.,1995). • Época de semeadura, variabilidade genética, fertilidade do solo, disponibilidade de água, estádio de desenvolvimento da planta, número de plantas por unidade de área e suas interações, afetam a produtividade da cultura (TOMICH et al., 2003)
  10. 10. Clima • Pouca influência do fotoperíodo. • Temperatura: 13 a 30°C e > 5°C germina. • Temperaturas altas < desenvolvimento da planta (baixa disponibilidade hídrica). • Temperatura ideal: 20ºC e 25ºC. • Estudos em condições controladas: 27ºC a 28ºC (CASTRO et al., 2005).
  11. 11. Pluviosidade • Necessidade de água aumenta com desenvolvimento da planta, 0,5 a 0,7 mm dia-1, durante a fase da semeadura à emergência, para um máximo de 6 a 8 mm dia-1, na floração e enchimento dos grãos. • Déficit hídrico durante floração e enchimento de grãos: afeta fortemente produção de aquênios e teor de óleo.
  12. 12. Pluviosidade • 200 mm até mais de 900 mm por ciclo da cultura. 400 mm a 500 mm de água, bem distribuídos ao longo do ciclo, resultam em rendimentos próximos ao potencial máximo. • Tolerante à seca, em condições favoráveis para desenvolvimento das raízes. • Baixa eficiência no uso de água: cada litro de água consumido produz menos de 2 gramas de massa de matéria seca (milho produz 4 gramas. (CASTRO e FARIAS, 2005),
  13. 13. RAIZ • Principal: pivotante (+ secundárias). • Pode atingir até 2 m de profundidade. • 80 a 90%: 10 a 15 cm de profundidade. • Solos com impedimentos químicos ou físicos dificultam desenvolvimento. • Raízes laterais: absorção de P e K (difusão).
  14. 14. Impedimento físico
  15. 15. Toxidez do Alumínio e pH ácido
  16. 16. Caule • Herbáceo, vigoroso (a partir de 30 dias após emergência). • Cilíndrico, altamente pubescente. • Interior aquoso e esponjoso (oco e quebradiço na maturação). • Híbridos e variedades comerciais sem ramificações. • Diâmetro: 4 cm (1 a 8 cm). • Altura : 0,7 a 4 m.
  17. 17. Caule • Heliotropismo: iluminação desigual de um lado para outro da planta (lado sombreado acumula auxina, determinando maior crescimento em relação ao iluminado). • Caule e capítulo: inclinam-se na direção do sol.
  18. 18. Folha • V4 a V8: disposição oposta. • Após: espiral em filotaxia alternada. • Mudança: passagem da fase vegetativa para reprodutiva (diferenciação do botão floral). • Codiformes, pecioladas, tricomas. • Número: 20 a 40.
  19. 19. Capítulo • Inflorescência: flores sésseis, condensadas em receptáculo comum discóide e rodeada por um invólucro de brácteas.
  20. 20. Flores • Liguladas: estéreis, amarelas, parte externa do capítulo. • Tubulares: férteis, parte interna do capítulo. • Verdadeiras: originam aquênios são hermafroditas. • 1000 a 4000 férteis por capítulo.
  21. 21. 60 DAS. (A) flor do raio estéril para a atração de polinizadores; (B) Diferentes estágios das flores do disco. Esquerda para direita, 3 primeiras são flores internas imaturas com pétalas unidas, 4ª e 5ª com anteras maduras, 6ª com estigma bífido à mostra e última com flor externa fertilizada; (C) Capítulo com corte radial; (D) Flores do disco dispostas no capítulo. Periferia: flores maduras, com estigma bífido à mostra, na porção intermediária as flores com anteras maduras e, mais ao centro, flores internas imaturas.
  22. 22. Fruto • Aquênio: indeiscente, uma só semente. • Tamanho: menores no centro, crescendo para parte externa (maiores e mais pesados e com menor teor de óleo). • Desenvolvimento: extremidade para o centro do capítulo.
  23. 23. Características agronômicas • Ciclo vegetativo: 65 a 155 dias. • Início do florescimento: 40 a 80 dias. • Altura da planta: 70 a 400 cm. • Diâmetro do caule: 10 a 80 mm. • Número de folhas: 20 a 40. • Comprimento das folhas: 10 a 50 cm. • Largura das folhas: 10 a 55 cm. • Comprimento do pecíolo: 3 a 35 cm. • Diâmetro do capítulo: 7 a 40 cm.
  24. 24. Características agronômicas • Número de flores: 1000 a 4000. • Número de aquênios: 300 a 2500. • Comprimento dos aquênios: 5 a 30 mm. • Largura dos aquênios: 3 a 15 mm. • Teor de óleo nos aquênios: 28 a 60%. • Teor de óleo nas amêndoas: 57 a 70%. • Porcentagem de casca: 20 a 45%. • Peso de 1000 aquênios: 30 a 100g.
  25. 25. Filotaxia – inicialmente em disposição oposta (V4 a V8) e posteriormente em espiral alternada www.agrosoft.org.br (20.04.2008)
  26. 26. Fenologia V - E
  27. 27. Fenologia R - 4 R - 6
  28. 28. Fenologia (estádios) • Emergência das plântulas (V - E). • Aparecimento folhas verdadeiras (V - 1 a Vn). • Inflorescência visível (R – 1). • Alongamento do internódio (R – 2). • Abertura da inflorescência (R – 4). • Início da antese (R – 5). • Antese completa (R – 6). • Maturação fisiológica (R – 9).
  29. 29. Adubação • 40 a 60 kg ha-1 de nitrogênio, 20 a 80 kg ha-1 de P2O5 e 20 a 80 kg ha-1 de K2O. • Nitrogênio: 30% em fundação e restante até 30 dias após emergência das plantas, em solos arenosos. • Boro: 1,0 a 2,0 kg ha-1 do elemento mediante adubação de base ou de cobertura.
  30. 30. Plantio • Variedades: Embrapa 122 e Catissol 01. • Híbridos: DOW M 734, Agrobel 960, Hélio 360, Hélio 358, Hélio 863, DOW MG 52, e VDH 487. • Ciclo: 100 a 110 dias para a produção de grãos e de 80 a 90 dias para silagem. • Produtividade: 800 a 2400 kg ha-1.
  31. 31. Espaçamento • 70 a 90 cm entre linhas e 30 a 25 cm entre plantas na linha. • Arranjo de plantio: densidade de 40.000 a 45.000 plantas ha-1. • Sementes: profundidade de 3 a 5 cm no sulco (acima e ao lado do adubo). • Quantidade de sementes: 2 a 5 kg ha-1 kg.
  32. 32. Diabrotica speciosa
  33. 33. Spodoptera latifascia
  34. 34. Chlosyne lacinia saundersii
  35. 35. Chlosyne lacinia saundersii (alaranjada e preta)
  36. 36. Besouro marrom Cyclocephala melanocephala
  37. 37. Euschistus heros
  38. 38. Nezara viridula
  39. 39. Edessa meditabunda
  40. 40. Acrosternum sp.
  41. 41. Mancha de Alternária Alternaria helianthi (fungo)
  42. 42. Podridão da raiz e do colo Sclerotium rolfsii (fungo)
  43. 43. Colheita • Armazenamento: teor de umidade dos grãos 11%, podendo ser colhido com 14 a 16% de umidade para posterior redução da umidade a 11%. • Limpeza dos grãos: indispensável para obtenção de boa qualidade do óleo e da torta.
  44. 44. Colheita mecanizada
  45. 45. Deficiência de Boro

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