PROF. LUIZ HENRIQUE - Cultivo de soja doenças 1

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PROF. LUIZ HENRIQUE - Cultivo de soja doenças 1

  1. 1. Cultivo de Soja (doenças 1)
  2. 2. Ferrugem americana Phakopsora meibomiae Arth. • Brasil (Lavras/MG – 1979): mais comum no final da safra "safrinha" (restrita às áreas de clima mais ameno). • Danos econômicos: raros. • Infecta: diversas leguminosas soja perene (Glycine javanica) Neonotonia wightii . • Porto Rico (Caribe) ao sul do Estado do Paraná.
  3. 3. Ocorrência mundial 2004 2001 1902 1957 1934 2002 2004 2001 2004 1940 1934 www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  4. 4. Ferrugem asiática • Sintoma: "americana" difere do da "asiática" apenas pela predominância da coloração castanho-avermelhada ("reddish-brown - RB") das lesões. • Asiática: lesões das cultivares suscetíveis são predominantemente castanho-claras ("TAN").
  5. 5. Ferrugem asiática • Alta incidência: pode causar crestamento foliar (semelhante ao crestamento foliar de Cercospora). • Cultivares resistentes ou tolerantes: lesões são predominantemente castanho-avermelhadas ("reddish-brown - RB").
  6. 6. Ferrugem asiática • Rápido amarelecimento ou bronzeamento e queda prematura das folhas: impede plena formação dos grãos. • Quanto mais cedo ocorre desfolha: < tamanho dos grãos e > perda do rendimento e qualidade (grãos verdes).
  7. 7. Ferrugem asiática • Fase de formação das vagens ou início da granação: pode causar aborto e queda das vagens (até perda total do rendimento). • Perdas de rendimento: Austrália (80%), Índia (90%) e Taiwan (70% - 80%).
  8. 8. Sintomas • Minúsculos pontos (1 – 2 mm de diâmetro): mais escuros que tecido sadio da folha (esverdeado a cinza-esverdeado). • Hábito biotrófico (nutre-se do tecido vivo das plantas): células infectadas morrem somente após ter ocorrido abundante esporulação.
  9. 9. Ferrugem asiática • Lesões: não são facilmente visíveis no início da infecção. • Nesse estádio: olhar folha através do limbo foliar pela face superior (adaxial) contra um fundo claro.
  10. 10. Sintomas • Ponto suspeito (1 – 2 mm de diâmetro): lupa (10x a 30x aumento) ou microscópio estereoscópico (formação das urédias). • Inicialmente: minúscula protuberância (ferida - bolha - por escaldadura, estrutura de frutificação do fungo. • Morte dos tecidos infectados: manchas aumentam de tamanho (1 - 4 mm) castanho-avermelhada.
  11. 11. Sintomas • Visualização da presença do fungo nas lesões pela face inferior da folha (abaxial): coletar folhas suspeitas colocá-las em saco plástico (antes que murchem) em incubação de 12 a 24 horas. • Umidade do ambiente na coleta muito baixa: borrifar água sobre folhas ou colocar papel umedecido para manter turgidez.
  12. 12. Ferrugem asiática • Não colocar folha: com excesso de umidade no saco plástico. • Após incubação: observar presença de urédias (lente ou luz tangente sobre superfície abaxial da folha).
  13. 13. Pontuações minúsculas nas folhas www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  14. 14. Sintomas observados contra luz www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  15. 15. Saliências no fundo das folhas www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  16. 16. Visualização das saliências (urédias) com auxílio de lupa www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  17. 17. Urédias www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  18. 18. A e B – 9 dias e C e D – 25 dias (após inoculação) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  19. 19. Folha amarelece e cai com avançar dos sintomas www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  20. 20. Contraste entre áreas TRATADA NÃO TRATADA www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  21. 21. Detecção em plantas voluntárias Foz do Iguaçu/PR/2001 - J.T. Yorinori www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  22. 22. Desfolha precoce e vagens vazias www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  23. 23. Menor peso de grãos, baixa qualidade e grãos verdes www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  24. 24. Mancha olho de rã ou Cerosporiose (Cercospora sojina) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  25. 25. Mancha olho de rã ou Cerosporiose (Cercospora sojina) • Brasil: 1ª doença epidêmica (final década 80). • Lesões: folhas, hastes, vagens e sementes. • Sintomas primários: pontuações (5 mm de diâmetro) com centro castanho-claro e bordas amarronzadas na face adaxial das folhas. • Face abaxial: lesões acinzentadas e pode haver (queda do tecido no centro da lesão). • Vagens: manchas circulares castanho-escuras.
  26. 26. Mancha olho de rã ou Cerosporiose (Cercospora sojina) • Hastes: manchas elípticas ou alongadas, cinza com bordas castanho-avermelhadas. • Sementes: tegumento com rachaduras e manchas pardas a acinzentadas de tamanho variáveis. • Predomina: anos chuvosos e quentes (produção de esporos). • Sobrevivência patógeno: restos culturais (novas áreas através de sementes infectadas).
  27. 27. Mancha olho de rã ou Cerosporiose (Cercospora sojina) • Manejo: cultivares resistentes. • Introdução em áreas onde não ocorra: tratamento de sementes com fungicidas sistêmicos e uso de diferentes variedades (fontes de resistência distintas). • Rotação de culturas: diminuir inóculo no local.
  28. 28. Oídio (Microsphaera diffusa) • Folhas, hastes, pecíolos e vagens. Sintoma: fina camada de micélio e esporos (conídios) pulverulentos pequenos pontos brancos ou cobrir toda parte aérea da planta (menor severidade nas vagens). • Folhas: branca para castanho-acinzentada (aparência de sujeira nas faces).
  29. 29. Oídio (Microsphaera diffusa) • Infecção severa: cobertura de micélio e frutificação (dano direto ao tecido das plantas e < fotossíntese. • Folhas: secam e caem prematuramente (aparência de desseca por herbicida e castanho-acinzentada a bronzeada.
  30. 30. Oídio (Microsphaera diffusa) • Haste e pecíolos: branca a bege (epiderme da planta arroxeada a negra). • Infecção severa e cultivares altamente suscetíveis: colonização das células da epiderme das hastes impede expansão do tecido cortical (engrossamento do lenho, rachadura das hastes e cicatrizes superficiais).
  31. 31. Oídio (Microsphaera diffusa) • Qualquer estádio de desenvolvimento da planta: mais visível no início da floração. • Quanto mais cedo iniciar infecção: > efeito sobre rendimento. • Baixa umidade relativa do ar e temperaturas amenas (entressafra): altamente favoráveis.
  32. 32. Oídio (Microsphaera diffusa) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  33. 33. Oídio (Microsphaera diffusa) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  34. 34. Oídio (Microsphaera diffusa) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  35. 35. Oídio (MicroOsípdhioaera diffusa) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  36. 36. Oídio (MicroOsípdhioaera diffusa) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  37. 37. Cancro da haste - fungo (Diaporthe phaseolorum f.sp. meridionalis; Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis) • Altamente dependente de chuvas: para disseminar esporos dos restos de cultura para plântulas em desenvolvimento. • Frequência > chuvas nos primeiros 40 a 50 dias após semeadura: > quantidade de esporos do fungo (liberados dos restos de cultura e atingirão hastes das plantas). • Após esse período: plantas estarão desenvolvidas e folhagens estarão protegendo solo e restos de cultura do impacto das chuvas (liberando menos inóculo).
  38. 38. Cancro da haste - fungo (Diaporthe phaseolorum f.sp. meridionalis; Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis) • Além das condições climáticas: níveis de danos dependem da suscetibilidade, ciclo da cultivar e momento em que ocorrer a infecção. • Doença de desenvolvimento lento (demora de 50 a 80 dias para matar planta): quanto mais cedo ocorrer infecção e quanto mais longo ciclo da cultivar, maiores serão danos.
  39. 39. Cancro da haste - fungo (Diaporthe phaseolorum f.sp. meridionalis; Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis) • Cultivares mais suscetíveis: desenvolvimento da doença é mais rápido (podendo causar perda total). • Infecções tardias (após 50 dias da semeadura) e em cultivares mais resistentes: menos plantas mortas, (maioria afetada parcialmente).
  40. 40. Cancro da haste - fungo (Diaporthe phaseolorum f.sp. meridionalis; Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  41. 41. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) • Alta umidade: apodrecimento e queda vagens, abertura vagens imaturas e germinação grãos em formação. • Pode causar perda total da produção: alta redução nº de vagens e induz retenção foliar e haste verde. • Além das vagens: infecta haste e outras partes da planta (manchas castanho escuras).
  42. 42. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) • Possibilidade: ser principais causadoras da necrose da base do pecíolo (severas perdas nos Cerrados e etiologia ainda não esclarecida). • Anos com período prolongado de chuvas: após semeadura direta, sobre palha do trigo, em solo compactado, é comum morte de plântulas nos primeiros 30 dias. • Alguns casos: necessária ressemeadura.
  43. 43. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) • Alta intensidade nas lavouras dos Cerrados: > precipitação e altas temperaturas. • Outros fatores: excesso de população de plantas, cultivo contínuo, estreitamento nas entrelinhas (35 - 43 cm), uso de sementes infectadas, infestação e dano por percevejo e deficiências nutricionais (K). • Manejo da população de percevejo: importante na redução de danos.
  44. 44. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) • Redução da incidência (Cerrados): rotação de culturas, maior espaçamento entre linhas (50 a 55 cm), população adequada (250.000 a 300.000 plantas ha-1), tratamento químico de semente e manejo adequado do solo (adubação potássica). • Observações (campo): sob semeadura direta e áreas com cobertura morta, incidência de menos severa.
  45. 45. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  46. 46. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) www6.ufrgs.br/agronomia/fitos san/fitopatologia/ficha.php?id=259
  47. 47. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  48. 48. Antracnose (CAonlletrtoatrcicnhoumse dematium var. truncata) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  49. 49. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  50. 50. Mancha alvo ou Podridão radicular de corynespora Corynespora cassiicola (Berk. e Curtis) Weir • Surtos severos: esporadicamente (zonas mais frias do Sul às chapadas dos Cerrados). • Cultivares suscetíveis: podem sofrer completa desfolha prematura, apodrecimento vagens e intensas manchas nas hastes. • Vagem: atinge semente (dissemina para outras áreas). • Infecção (sutura das vagens em desenvolvimento: pode resultar em necrose, abertura das vagens e germinação ou apodrecimento dos grãos ainda verdes.
  51. 51. Mancha alvo ou Podridão radicular de corynespora Corynespora cassiicola (Berk. e Curtis) Weir • Principalmente: áreas de semeadura direta. • Severas infecções folhas, vagens e hastes: geralmente não associadas com correspondente podridão de raiz. • Estudos: espécie do fungo que causa mancha foliar é a mesma que infecta sistema radicular. • Podridão de raiz: mais freqüente e aumenta com expansão das áreas em semeadura direta.
  52. 52. Mancha alvo ou Podridão radicular de corynespora Corynespora cassiicola (Berk. e Curtis) Weir www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  53. 53. Mancha púrpura da semente ou crestamento foliar Cercospora Kikuchii (Matsu e Tomoyasu) Gardner. • Crestamento foliar e mancha parda (Septoria glycines): pode reduzir rendimento em mais de 20%. • Doenças: "complexo de doenças de final de ciclo". • Cercospora kikuchii: também causa mancha púrpura na semente (pode reduzir qualidade e germinação). • Estudos: não haver efeito negativo desse fungo na qualidade da semente (contraditórios).
  54. 54. Mancha púrpura da semente ou crestamento foliar Cercospora Kikuchii (Matsu e Tomoyasu) Gardner. • Sintoma mais evidente: sementes manchas roxa bastante típica (teste de sanidade de sementes). • Folhas: final da granação com pontuações castanhos-avermelhadas (coalescem e formam grandes manchas escuras resultam em severo crestamento e desfolha prematura. • Vagens: pontuações vermelhas para manchas castanho-avermelhadas.
  55. 55. Mancha púrpura da semente ou crestamento foliar Cercospora Kikuchii (Matsu e Tomoyasu) Gardner. • Regiões mais quentes e chuvosas: 22 a 30ºC. • Sobrevivência: sementes e restos culturais. • Controle: tratamento químico sementes, incorporação restos culturais e rotação com espécies não suscetíveis (milho e milheto).
  56. 56. Mancha púrpura da semente ou crestamento foliar Cercospora Kikuchii (Matsu e Tomoyasu) Gardner. • Desequilíbrios nutricionais e baixa fertilidade do solo: plantas mais susceptíveis. • Fungicidas: estádios de enchimento de grãos (estágios de R5) - condições climáticas favoráveis à ocorrência das doenças.
  57. 57. Mancha púrpura da semente ou crestamento foliar Cercospora Kikuchii (Matsu e Tomoyasu) Gardner. www6.ufrgs.br/agronomia/fitossan/fitopatologia/ficha.php?id=259
  58. 58. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Transmissão: sem disseminação por sementes (solo e restos culturais fontes de inóculo inicial). • Pré-emergência até fase adulta: mais jovens mais suscetíveis (morrem mais rapidamente). • Fase inicial do ciclo da planta: apodrecimento de sementes ou flacidez na radícula progride ao cotilédone (tecidos afetados marrom).
  59. 59. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Sementes infectadas germinam lentamente: plântulas morrem durante (emergência) e hipocótilo (anasarca) e marrom escuro. • Emissão das primeiras folhas trifolioladas: extremidade da raiz principal torna-se flácida e marrom (descoloração estende-se e envolve hipocótilo ate o cotiledonar, com colapso do tecido). • Folhas: amareladas, murcham (planta seca e morre).
  60. 60. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Plantas mais desenvolvidas morrem lentamente: folhas amareladas e tecido seco entre nervuras, murcha completa e seca dos tecidos (folhas presas as plantas, voltadas para baixo). • Destruição quase total: raízes secundárias e apodrecimento da principal (marrom escura). • Nesta fase: exterior da haste (marrom escura) circundando desde o solo ao longo desta (hastes laterais em direção ao topo da planta até 10º nó).
  61. 61. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Planta adulta: tecidos apodrecidos da raiz e haste permanecem firmes. • Plantas afetadas: ocorrem entre sadias ou locais de solo mais compactado (bordas de lavouras). • Plantas afetadas: diferentes estádios de desenvolvimento.
  62. 62. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Ausência de plantas na linha de semeadura (mortas precocemente pela doença): podem ser compensadas pelo crescimento de plantas vizinhas. • Tecido escurecido na haste geralmente e coberto de micélio de fungos saprófitos, principalmente de Fusarium spp.: confusão na identificação do agente causal.
  63. 63. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) • Cultivares menos suscetíveis ou moderada resistência parcial: danos podem ficar restritos as raízes (plântulas cloróticas e menor desenvolvimento - similares leve deficiência de N ou solo encharcado). • Plantas adultas: apodrecimento da raiz principal (lesões longas, lineares, levemente aprofundadas e marrom, em apenas um dos lados da haste - parecidas com lesões de Cancro da haste Diaporthe phaseolorum).
  64. 64. EMBRAPA. Podridão radicular po f itóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  65. 65. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) Fonte: http://www.genetica.esalq.usp.br/semina.php Prof. Dr. VELLO, A.VNatal Antonio Vello e Aluno: OLIVEIRA, I.J.
  66. 66. Sintomas de podridão radicular de fitóftora em plântulas (emergência). EMBRAPA. Podridão radicular po fitóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  67. 67. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) Fonte: http://www.genetica.esalq.usp.br/semina.php Prof. Dr. VELLO, A.VNatal Antonio Vello e Aluno: OLIVEIRA, I.J.
  68. 68. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) Fonte: http://www.genetica.esalq.usp.br/semina.php Prof. Dr. VELLO, A.VNatal Antonio Vello e Aluno: OLIVEIRA, I.J.
  69. 69. Fitóftora (plantas jovens): amarelecimento e seca de folhas e hipocótilo escurecido. EMBRAPA. Podridão radicular po fitóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  70. 70. Fitóftora (planta joven): morte EMBRAPA. Podridão radicular po fitóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  71. 71. Fitóftora em planta adulta EMBRAPA. Podridão radicular po fitóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  72. 72. Fitóftora em planta adulta EMBRAPA. Podridão radicular po fitóftora em soja. COSTAMILAN, L.M., BERTAGNOLLI, P.F. e MORAES, R.M.A. Doc. 79 - Dez, 2007.
  73. 73. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) Fonte: http://www.genetica.esalq.usp.br/semina.php Prof. Dr. VELLO, A.VNatal Antonio Vello e Aluno: OLIVEIRA, I.J.
  74. 74. Podridão radicular de fitóftora Phytophthora sojae (Kaufm e Gerd.) Fonte: http://www.genetica.esalq.usp.br/semina.php Prof. Dr. VELLO, A.VNatal Antonio Vello e Aluno: OLIVEIRA, I.J.
  75. 75. Estes slides são concedidos sob uma Licença Creative Commons sob as condições de Atribuição, Uso Não- Comercial e Compartilhamento pela mesma Licença, com restrições adicionais: • Se você é estudante, você não está autorizado a utilizar estes slides (total ou parcialmente) em uma apresentação na qual você esteja sendo avaliado, a não ser que o professor que está lhe avaliando: a) lhe peça explicitamente para utilizar estes slides; b) ou seja informado explicitamente da origem destes slides e concorde com o seu uso. Mais detalhes sobre a referida licença veja no link: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/ Autor: Prof. Luiz Henrique Batista Souza Disponibilizados por Daniel Mota (www.danielmota.com.br) sob prévia autorização.

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