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prática composta de um mini-treinamento de todas as etapas para a realização de um projeto em
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  1. 1. Workshop: Teoria e Pratica de Vídeo Participativo “2ª Edição do Seminário Internacional sobre metodologias visuais participativas - Investigação e intervenção social com imagens" 13 de Setembro de 2013 Fernanda Baumhardt Vídeo Jornalista I MSc Facilitadora e Produtora de Vídeo Participativo Diretora Fundadora da Proplaneta Participatory Video (www.proplaneta.com) Fernnada.baumhardt@proplaneta.com - + 55 21 9878-8488
  2. 2. Background Comunicação Participativa Abordagens e métodos bottom-ups que incluem a comunidade no desenvolvimento de soluções evoluiu muito deste o seu precursor Paulo Freire começou a colocar a sua pedagogia em prática em 1963 em uma comunidade rural de Recife, Paraíba Robert Chambers evoluiu esta abordagem com o seu sistema Participatory Rural Appraisal (PRA) que ele descreve como ”uma crescente família de abordagens e metodologia que permite que comunidades locais destaquem, dividam e analisem seu conhecimento e condição de vida para planejar e agir” (Chambers, 1994, p.1). Um relatório dos dez anos de atividade da agência das Nações Unidas, IFAD produzido por Lineberry concluiu: “quando uma chance é dada às comunidades rurais, elas ficam ansiosas em participar em projetos que irão beneficia-las” (Lineberry, 1989). Os processos que envolvem os membros de comunidades locais podem melhorar não somente o seu bem-estar como também trazer progresso social e cultural (Lineberry, 1989). O conceito de comunicação participativa foi extensivamente analisado por White que destaca o papel da comunicação como uma ferramenta crucial nos processos participativos (White, 1994). A percepção comum de comunicação participativa é “dar voz as pessoas” (Burke, 1999). Vídeo Participativo Vídeo Participativo é uma ferramenta de comunicação participativa que vem sendo cada vez mais utilizada em diversas comunidades por organizações não governamentais internacionais como Cruz Vermelha Internacional, Plan International, Care Internacional, Oxfam International e Action Aid. A metodologia originou-se em 1967 a partir do ‘Experimento Fogo’ com apoio do National Film Board do Canadá nas Ilhas Fogo, uma pequena comunidade de pescadores na costa leste do país. Donald Snowden da Memorial University, Canadá facilitou e liderou o processo com os membros da comunidade para que expressassem as suas ideias e perspectivas dos problemas ambientais locais através de um vídeo feito por eles próprios, posteriormente projetado em comunidades vizinhas impactadas por problemas semelhantes. Desde este primeiro experimento o Vídeo Participativo vem sendo aplicado para diversos objetivos: preparo e prevenção de desastres, adaptação a mudanças climáticas, monitoramento e avaliação de projetos, educação ambiental com crianças entre outros. Em 2006 Lunch e Lunch definiram vídeo participativo como “um conjunto de técnicas que envolve um grupo ou comunidade na formatação e criação do seu próprio filme que propicia o grupo ou comunidade a agir para a resolução dos seus problemas, a comunicar suas próprias necessidades para influenciadores e decisores e/ ou outros grupos e comunidades” (Lunch and Lunch, 2006). Workshop Teoria e Pratica de Vídeo Participativo Duração: 3hs Resumo do conteúdo: A oficina terá duas partes; 1. Uma breve parte teórica incluindo demonstração de exemplos de Vídeos Participativos em diversas aplicações 2. Uma parte
  3. 3. prática composta de um mini-treinamento de todas as etapas para a realização de um projeto em comunidade. Equipamento: O equipamento de filmagem e edição serão levados pela proponente. Resumo da programação (base 3 horas podendo diminuir): 10 min - embasamento teórico de Vídeo Participativo 30 min - apresentação de exemplos práticos de Vídeo Participativo e algumas aplicações 2h20 min - parte prática de vídeo participativo com a facilitação dos seguintes exercícios através de simulação real (os participantes serão tratados como se fossem de uma comunidade rural na África): - Como se introduz câmera - Como se introduz o microfone - Como se introduz o tripé - Como se define roteiro - tema e mensagens - Gravação das mensagens - Edição participativa do vídeo - Planejando e projetando o vídeo em outras comunidades Referências Baumhardt, F. (2009) Farmers and filmmakers: An evaluation of participatory video as a communication tool for transferring community-based climate change adaptation practices in Rural Malawi. Master’s thesis, Institute for Environmental Studies, Vrije Universiteit, Amsterdam, NL. Baumhardt F., Lasage R., Suarez P., Chadza C. (2009) Farmers Become Filmmakers, a villagers’ experience on climate change adaptation in Malawi, (In Press) IIED, Participatory and Learning Action issue 60. Burk (1999) Communications and Development, a practical guide, DFID. Chambers (1994) The origins and practice of participatory rural appraisal. World Development. Vol. 22, No 10. Chambers (2004) Reflections and directions: A personal note. PLA Notes 50 IIED, October 2004, 224 pp. Instituto Paulo Freire (2009) Instituto Paulo Freire website.Websource: http://www.paulofreire.org/Institucional/PauloFreire acessed in 16 July 2009. Lineberry, W.P. (1989) Participatory Development, the IFAD experience, IFAD Lunch, C. & Lunch, N. (2006) Insights into Participatory Vídeo – a handbook for the field. Insight Press. White, Shirley (1994) Participatory Communication Working for Change and Development. United State of America: Sage Publications, 470pp. White, Shirley (2003) Participatory video: images that transform and empower. United States of America: Sage Publications, 416pp.
  4. 4. Snowden (1984) Eyes see; ears hear. Memorial University Newfoundland, Canada.

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