Unidade ii.2 estratégia de distribuição

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Unidade ii.2 estratégia de distribuição

  1. 1. Estratégia de Distribuição Professor: Daniel Moura Disciplina: Logística Industrial Curso: Graduação em Engenharia de Produção
  2. 2. Introdução• Na maioria das vezes, o transporte é escolhido em função das características da carga a ser transportada e da urgência de seu recebimento.• A principal modalidade de transporte de carga no Brasil é o modal rodoviário. Porém, os demais também são praticados. O rodoviário responde por mais da metade (58%) da movimentação de cargas no Brasil, conforme Gráfico 1.
  3. 3. Gráfico 1 - Participação dos modais no transporte de carga no Brasil
  4. 4. Estratégias de distribuição• Remessa direta: os itens são enviados diretamente do fornecedor para o varejo, sem passar pelos centros de distribuição;• Consolidação e fracionamento de carga;• Cross-docking: os itens são distribuídos continuamente, dos fornecedores para os clientes, através dos depósitos. Raramente os depósitos mantêm os itens por mais de 15 horas.• Logística reversa.
  5. 5. Remessa direta• Existem para evitar os depósitos e os centros de distribuição. Com ela, o fabricante ou fornecedor entrega os bens diretamente para os estabelecimentos a varejo ou diretamente para os clientes finais, dependendo do caso.
  6. 6. • Vantagens: – O varejista evita despesas de operação de um centro de distribuição; – Os lead times são reduzidos.
  7. 7. • Desvantagens: – Os custos de transporte do fabricante e do distribuidor aumentam, pois devem enviar caminhões menores para mais destinos.
  8. 8. Case JCPenney• 200 mil itens de mais de 20 mil fornecedores;• As lojas tem total responsabilidade pelas vendas, estoques, lucros, marketing, previsões de vendas. Pedidos => Fornecedores => Pessoal da distribuição (resposta rápida) JCPenney Sistema de controle e rastreamento interno do fluxo de materiais
  9. 9. Consolidação de carga• A consolidação de cargas consiste em criar grandes carregamentos, a partir de vários outros pequenos, a fim de obter economia de escala no custo dos fretes e aumentar o nível do serviço ao cliente (TYAN et al, 2003).
  10. 10. • Lopez (2000) afirma que a consolidação de carga propicia redução do custo de transporte, pela utilização da box rate (rateio em função da fração de contêiner ocupado);
  11. 11. • De acordo com Ballou (2001), a consolidação de cargas pode ser alcançada de quatro maneiras: consolidação do estoque, do veículo, do armazém e temporal.
  12. 12. • Consolidação do estoque: é criado um estoque dos produtos a partir do qual a demanda é atendida. Isto permite embarques maiores e até cargas completas de veículos.• Consolidação do veículo: quando as coletas e as entregas envolvem quantidades incompletas de veículo, mais de uma coleta ou entrega é colocada no mesmo veículo de modo a alcançar um transporte mais eficiente.
  13. 13. • Consolidação do armazém: a razão fundamental para armazenar é permitir o transporte de tamanhos grandes de embarque sobre distâncias longas e o transporte de tamanhos pequenos de embarque sobre distâncias curtas. Um armazém usado para operações de desmembramento de volumes, tipo break bulk ou cross docking, são exemplos.
  14. 14. • Consolidação temporal: neste caso, os pedidos dos clientes são atrasados de modo que embarques maiores possam ser feitos, em vez de vários embarques pequenos. Economias no transporte também podem ser obtidas por meio da roteirização melhorada dos embarques.
  15. 15. Fracionamento de cargas• A carga fracionada é a remessa de pequena quantidade de mercadoria que sozinha não ocupa todo o espaço do equipamento utilizado para realizar o transporte.
  16. 16. • Este modelo de operação consiste na consolidação de embarques de tipo diversificados de mercadorias acondicionadas no mesmo meio de transporte;• Os transportadores se propõem a coletar qualquer fração de uma grande variedade de tipo de cargas compatíveis, para depois agrupar, transportar e entregar, conforme rotas predefinidas.
  17. 17. • Os modais de transporte rodoviário e aéreo são os mais utilizados para embarques de carga fracionada. Este tipo de transporte tem como principal característica o grande fracionamento de lotes de carga numa mesma viagem, que podem ou não ser expedidos pelo mesmo fabricante.
  18. 18. Cross-docking• Estratégia que ficou famosa pela rede Wal-Mart;• O depósito funciona como pontos de coordenação de estoques, em vez de pontos de armazenamento de estoques;• As mercadorias chegam aos depósitos a partir dos fabricantes, são transferidas para veículos que atendem os varejistas e são entregues o mais rápido possível.• Tempo de permanência: menos de 12 horas;
  19. 19. Figura 1 – Cross docking básico
  20. 20. Figura 2 – Cross docking
  21. 21. Vantagens• Limita os custos de estoque;• Diminui o lead time através da diminuição dos tempos de armazenamento.
  22. 22. Desvantagens• Investimento inicial significativo;• Difíceis de gerenciar: – Os centros de distribuição, varejistas e fornecedores devem estar conectados com avançados sistemas de informação para assegurar que todas as retiradas e entregas sejam feitas no tempo necessário; – Um sistema de transporte rápido e responsivo é necessário para um sistema cross-docking funcionar; – As previsões são fundamentais, necessitando do compartilhamento de informações.
  23. 23. • As estratégias cross-docking são eficazes somente para grandes sistemas de distribuição, nos quais um grande número de veículos está entregando e retirando os bens das instalações cross-docking simultaneamente.

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