<ul>História da TV e comunicação digital </ul><ul>AULA 1 Trânsitos  <li>da visualidade analógica
à visualidade digital
Prof. Daniel Hora
[email_address] </li></ul>
preâmbulo: captura de sinais <ul><li>Sinais captados em ondas eletroeletrônicas
Curva vermelha = registro analógico
Linhas retas = passagem para o digital </li></ul>
valores descontínuos e contínuos
<ul>registro de tempo contínuo e descontínuo </ul>
<ul>do analógico ao digital da representação à simulação </ul><ul><li>Fotografia como ponto de partida </li></ul><ul><li>-...
- Desdobramentos no cinema e vídeo
- Destino na imagem numérica (digital) </li></ul>
<ul>automatização </ul><ul>Desde o  Quattrocento  (século XV) </ul><ul><ul><li>pesquisa quase obsessiva para automatizar a...
pintores e artistas também eram engenheiros: Brunelleschi, Alberti e Da Vinci
Perspectiva de projeção central </li></ul></ul>
<ul>A Escola de Atenas (1510-11), Rafael </ul>
<ul>A Escola de Atenas (1510-11), Rafael </ul>
<ul>lógicas figurativas </ul><ul>Lógica ótica – Edmond Couchot </ul><ul><ul><li>Desenvolvimento da câmara escura e outros ...
Morfogênese por projeção: raio luminoso que emana do objeto e bate no fundo da caixa preta
Implica a presença de um objeto real preexistente à imagem
Homogeneidade de espaço e tempo: objeto, imagem e sujeito alinhados </li></ul></ul>
<ul>camara obscura </ul>
<ul>camara obscura </ul><ul>Cômodo permanente (XVI) Cômodo móvel (XVII) Caixa portátil (XVII-XIX) </ul>
<ul>processos analógicos </ul><ul>Busca da (de)composição da imagem </ul><ul><ul><li>Automatização acompanhada por pesquis...
Grãos argênticos da placa fotossensível
Fotogramas da imagem em movimento - cinema
Linhas de varredura eletrônica – televisão </li></ul></ul>
<ul>Vista da janela em Le Gras, Niepce, 1826 </ul>
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Do Analogico ao Digital

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Aula da disciplina de História da TV e Comunicação Digital. Curso de Cinema e Mídias Digitais. IESB, Brasília. Agosto, 2011.

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Do Analogico ao Digital

  1. 1. <ul>História da TV e comunicação digital </ul><ul>AULA 1 Trânsitos <li>da visualidade analógica
  2. 2. à visualidade digital
  3. 3. Prof. Daniel Hora
  4. 4. [email_address] </li></ul>
  5. 5. preâmbulo: captura de sinais <ul><li>Sinais captados em ondas eletroeletrônicas
  6. 6. Curva vermelha = registro analógico
  7. 7. Linhas retas = passagem para o digital </li></ul>
  8. 8. valores descontínuos e contínuos
  9. 9. <ul>registro de tempo contínuo e descontínuo </ul>
  10. 10. <ul>do analógico ao digital da representação à simulação </ul><ul><li>Fotografia como ponto de partida </li></ul><ul><li>- Precedentes no Renascimento
  11. 11. - Desdobramentos no cinema e vídeo
  12. 12. - Destino na imagem numérica (digital) </li></ul>
  13. 13. <ul>automatização </ul><ul>Desde o Quattrocento (século XV) </ul><ul><ul><li>pesquisa quase obsessiva para automatizar a criação e reprodução da imagem
  14. 14. pintores e artistas também eram engenheiros: Brunelleschi, Alberti e Da Vinci
  15. 15. Perspectiva de projeção central </li></ul></ul>
  16. 16. <ul>A Escola de Atenas (1510-11), Rafael </ul>
  17. 17. <ul>A Escola de Atenas (1510-11), Rafael </ul>
  18. 18. <ul>lógicas figurativas </ul><ul>Lógica ótica – Edmond Couchot </ul><ul><ul><li>Desenvolvimento da câmara escura e outros engenhos como anteparo de vidro, pano semitransparente esticado, perspectivadores...
  19. 19. Morfogênese por projeção: raio luminoso que emana do objeto e bate no fundo da caixa preta
  20. 20. Implica a presença de um objeto real preexistente à imagem
  21. 21. Homogeneidade de espaço e tempo: objeto, imagem e sujeito alinhados </li></ul></ul>
  22. 22. <ul>camara obscura </ul>
  23. 23. <ul>camara obscura </ul><ul>Cômodo permanente (XVI) Cômodo móvel (XVII) Caixa portátil (XVII-XIX) </ul>
  24. 24. <ul>processos analógicos </ul><ul>Busca da (de)composição da imagem </ul><ul><ul><li>Automatização acompanhada por pesquisa para o domínio do elemento mínimo da imagem
  25. 25. Grãos argênticos da placa fotossensível
  26. 26. Fotogramas da imagem em movimento - cinema
  27. 27. Linhas de varredura eletrônica – televisão </li></ul></ul>
  28. 28. <ul>Vista da janela em Le Gras, Niepce, 1826 </ul>
  29. 29. grãos de prata
  30. 30. <ul>Sallie Gardner at a Gallop, Muybridge, 1878 </ul>
  31. 31. <ul>Sallie Gardner at a Gallop, Muybridge, 1878 </ul>
  32. 32. <ul>Imagem de desenho animado nos primórdios da TV </ul>
  33. 33. padrão para teste – TV P&B
  34. 34. Monitores de televisão em cores
  35. 35. padrão para teste – TV em cores
  36. 36. <ul>modelos morfogenéticos </ul><ul>Da fotografia à televisão </ul><ul><ul><li>Rapidez do registro e reprodutibilidade (Benjamin) automatizada pelo negativo
  37. 37. Aderência ao real (Barthes): impressão pelos raios de luz, inscrição do tempo
  38. 38. Modo de percepção do mundo: concepção comum e homogênea desde o Renascimento é alterada e levada à máxima eficácia com a fotografia
  39. 39. Movimento (cinema) // simultaneidade e sobrerrepresentação (TV) </li></ul></ul>
  40. 40. <ul>processos digitais </ul><ul>Cálculo da imagem </ul><ul><ul><li>Ordenação do mosaico eletrônico de pontos da imagem – pixel: convergência do automatismo na geração com o domínio de seu elemento mínimo
  41. 41. Transcodificação: passagem da imagem ao número e vice-versa (Lev Manovich) </li></ul></ul>
  42. 42. <ul>Mona Lisa Sintetizada, Jean-Pierre Yvaral, 1989 </ul>
  43. 43. <ul>Pixels </ul>
  44. 44. <ul>ordem visual numérica </ul><ul>Computação </ul><ul><ul><li>Enquanto cada ponto da imagem ótica corresponde a um ponto do objeto real
  45. 45. Nenhum ponto de qualquer objeto real preexistente corresponde ao pixel
  46. 46. O que é preexistente apenas é o programa
  47. 47. Imagem não mais projetada, mas ejetada
  48. 48. Sujeito, Imagem e Objeto se desalinham
  49. 49. Simulação, virtualização, eventualidades </li></ul></ul>
  50. 50. <ul>A Cidade Legível, Jeffrey Shaw. 1989-91 </ul>
  51. 51. <ul>o artista e seus modelos </ul><ul>Modelização como requisito - Couchot </ul><ul><ul><li>ótica Renascentista: regras da transposição do tridimensional para o bidimensional
  52. 52. Ruptura parcial a partir da arte cubista: não mais representação, mas sim presentação
  53. 53. Destino numérico das imagens automáticas: registro, tratamento, difusão, conservação
  54. 54. Produção é numérica não apenas como cálculo: seus modelos são interativos, moduláveis </li></ul></ul>
  55. 55. <ul>o artista e seus modelos </ul><ul><li>Ruptura com o modelo - Couchot </li></ul><ul><ul><li>Representação: penetrar o real além das aparências, tornar visível o inteligível
  56. 56. Simulação: só é visível o que é inteligível
  57. 57. Automatização do pensamento x alteração da finalidade originária dos modelos
  58. 58. Hibridação de tempos e de tipos de imagem, entre o simbólico e o instrumental </li></ul></ul>

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