O modelo atômico de dalton

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O modelo atômico de dalton

  1. 1. O modelo atômico de Dalton Fernando J. Guilger
  2. 2. John Dalton • *06/09/1766 • + 27/07/1844 • Filósofo Natural Inglês Nascido em Eaglesville, Inglaterra, John Dalton provinha de uma família de cristãos protestantes pertencentes a Sociedade dos Amigos, mais conhecidos como quakers. Com doze anos de idade, começou a dar aulas, substituindo seu professor. Demonstrava muito interesse por filosofia natural e metereologia. Viveu durante o começo da 1ª Revolução Industrial. Morreu em Manchester, em 1844, tendo sido encontrado caído fora de sua cama por sua atendente, após uma sequência de AVC’s.
  3. 3. John Dalton • Você consegue enxergar os números abaixo?
  4. 4. Daltonismo • Dalton padecia de uma deficiência visual congênita, que ficou conhecida como daltonismo, em sua homenagem.
  5. 5. Perguntas... • Seu interesse pelos fenômenos atmosféricos o levou aos estudos de Newton (1642-1727) e de Robert Boyle (1626-1691). • A grande questão de seu tempo era a natureza da atmosfera: Os fluídos gasosos que a compunham estavam ligados quimicamente ou apenas misturados?
  6. 6. Perguntas... • Partindo do pressuposto que a atmosfera se constitui de gases misturados, outra pergunta surgia: • Por que os gases não estão separados em camadas de acordo com suas densidades?
  7. 7. Influências • Para lidar com essa questão, Dalton adotou a concepção de matéria que lhe parecia mais condizentes com a realidade: o corpuscularismo Newtoniano.
  8. 8. Influências • Segundo Newton, a matéria era corpuscular, ou seja formada por partículas. • Resgatando o pensamento dos gregos atomistas, (presente nos trabalhos de Boyle) haveria uma partícula tão diminuta de matéria que seria indivisível. A essa partícula, denominava-se “átomo” (a=não; tomo= divisível)
  9. 9. Estudando o problema dos gases, e a partir tantos das ideias de Newton e Boyle, quanto dos trabalhos com gases de Lavoisier (1743-1794), Priestley(1733-1804), Cavendish (1731-1810), Joseph Black (1728-1799), entre outros, Dalton tinha acesso a dados relativos a massas de diversos gases, como o “azotic gas” (nitrogênio), “carbonic acid gas” (gás carbônico), oxigênio, hidrogênio, etc.
  10. 10. Características da teoria atômica de Dalton • * Toda matéria é feita de átomos. Esses corpos, indivisíveis e indestrutíveis, constituem as partículas finais da química.
  11. 11. Características da teoria atômica de Dalton • * Todos os átomos de um dado elemento são idênticos, não só quanto à massa, mas também quanto às outras propriedades. Átomos de elementos diferentes têm massas diferentes e propriedades diferentes.
  12. 12. Características da teoria atômica de Dalton • * Os compostos se formam pela combinação de duas ou mais espécies diferentes de átomos. Os átomos se combinam na razão de números inteiros pequenos, por exemplo, um átomo de A com um átomo de B, dois átomos de A com um átomo de B.
  13. 13. Características da teoria atômica de Dalton • * Os átomos são as unidades das mudanças químicas. Uma reação química envolve apenas combinação, separação e rearranjo de átomos, mas os átomos não são criados, nem destruídos, nem divididos, ou convertidos em outras espécies durante uma reação química.
  14. 14. Lei de Dalton • O estudo dessas massas e densidades era importante para que ele se debruçasse sobre o problema da composição e organização da atmosfera. • Ele chega ao seguinte postulado: • “Em uma mistura gasosa, a pressão de cada componente é independente da pressão dos demais, a pressão total ( P) é igual à soma das pressões parciais dos componentes.”
  15. 15. Bibliografia ALFONSO-GOLDFARB, A. M. Da Alquimia à Química. São Paulo: Landy, 2001 ________. O que é História da Ciência. São Paulo: Brasiliense, 1994 AVENI, Anthony. Conversando com os Planetas: Como o Mito e a Ciência inventaram o Cosmo. Tradução: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo. Mercuryo, 1993 FORATO, Thaís C. M. Os "poderes ocultos" da matéria e a gravitação universal. Edição especial scientific American Brasil, v. 6, p. 38-43, 2006 GIL PÉREZ, D.; MONTORO, I. F.; ALIS, J. C.; CACHAPUZ, A.; PRAIA, J. Para uma imagem não deformada do trabalho científico. Ciência & Educação 7 (2): 125-153, 2001. MARTINS, Roberto de Andrade. Sobre o papel da História da ciência no ensino. Boletim da Sociedade Brasileira da História da Ciência. 9: 3-5, 1990. _______. O universo: teorias sobre sua origem e evolução. São Paulo: Editora Moderna, 1994. _______. Introdução: A história da ciência e seus usos na educação. SILVA, Cibelle C. (Org.). Estudos de história e filosofia das ciências: subsídios para aplicação no ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006 _______. A torre de Babel científica. Os grandes erros da ciência - Edição especial scientific American Brasil, v. 6, p. 6- 13, 2006. MATTHEWS, M. R (1992) History, philosophy and science education: the present reapproachment. Science & Education 1: 11-47 PORTO, P. A. O Alquimista Sendivogius e o Salitre. Química Nova na escola, v. 8, p. 28-30, 1998. _______. Um debate seiscentista - A transmutação do ferro em cobre. Química Nova na Escola, v. 19, p. 24-26, 2004. VIANA, Helio. Processo de elaboração da teoria de Dalton. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/07/a03.pdf YATES, Francis. Giordano Bruno e a Tradição Hermética. Tradução: Yolanda Steidel de Toledo. São Paulo. Círculo do Livro,1964

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