Teoria do Hipertexto

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Base de toda a forma de comunicação em ambientes digitais, a Teoria do Hipertexto é subestimada por importantes players, como os Portais de Informação.

Compreender o seu significado poderá mudar o status de consumo do conteúdo, de um momento de simples navegação (noção de superfície) para outro, de aprofundamento, contextualização e relacionamento.

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Teoria do Hipertexto

  1. 1. A importância da Teoria do Hipertexto Por um ‘novo’ modelo de produção de conteúdo – digital
  2. 2. suporte GRAPHIC USER INTERFACE
  3. 3. Interfaces governam nosso cotidiano Relacionar-se bem com ela = relacionar-se bem com conteúdo
  4. 4. MAS ANTES, PENSE
  5. 5. Em algum lugar do passado... Philip K. Dick projeta o mundo intermediado por interfaces touch
  6. 6. Trecho do filme Minority Report [http://vimeo.com/1739970]
  7. 7. O primeiro ano do resto de nossas vidas Microsoft (quem diria?) aposta alto na visão futurista de K. Dick
  8. 8. Vídeo de apresentação do Project Natal, do XBox (Microsoft)
  9. 9. De volta para o futuro Ou novos horizontes para as relações mediadas pela interface
  10. 10. OK. MAS E O HIPERTEXTO?
  11. 11. CERTO. E O HIPERTEXTO? Lévy e o Princípio do Encadeamento Metáfora do Dicionário: a definição de uma palavra leva a outra
  12. 12. “ A memória humana é estruturada de tal forma que compreendemos bem melhor tudo que esteja organizado de acordo com relações espaciais
  13. 13. O conceito, para Pierre Lévy Hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões
  14. 14. “ Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmo ser hipertextos
  15. 15. O enorme poder de construir relações Potencial hipertextual está na capacidade de construir nós
  16. 16. Construir nós implica conhecer o Meio Quanto maior a intimidade, maior capacidade de transcendência
  17. 17. UMA NOVA PAUSA
  18. 18. The Machine is Us/using Us, de Michael Wesch [http://www.youtube.com/watch?v=NLlGopyXT_g]
  19. 19. Então, Meio e Interface são importantes No Digital, a relação é menos nuclear e mais distribuída
  20. 20. Rede de nós da Wikipedia Nós formam centros que se ligam a outros nós por conexões
  21. 21. “ Os itens de informação não são ligados linearmente, como em uma corda com nós, mas cada um deles, ou a maioria, estende suas conexões em estrela, de modo reticular
  22. 22. Hipertexto | Nova forma de ESCRITA Linear vs Multilinear: autor delega poder de escolha ao leitor
  23. 23. Novas condições de produção-consumo Leitura se constrói a partir da ligação de fragmentos (nós) Links se convertem em extensões de microconteúdo (chunk) Conjunto de nós forma um novo texto: novos significados
  24. 24. Foco e atenção no texto do leitor Texto não tem um sentido que pré-exista à leitura AaGaláxia de Gutenberg | 1962 É artificialização da leitura que constrói o texto Invenção só se torna texto na relação a figura da audiência E o texto dos tipos móveis ‘inaugura’ construída com o leitor
  25. 25. Sistema hipertextual é dependente Aprendizado do produtor estimula novas ações no receptor
  26. 26. Hipertexto | Nova forma de PONTUAÇÃO Hiperlink é a materialização dos nós através das conexões
  27. 27. O Link e a atribuição de significado Primeira forma de pontuação a surgir em séculos Contribuição para o processo de entendimento do texto A Galáxia de novo sentido é atribuído à palavra Ao criar um link, um Gutenberg | 1962
  28. 28. Hipertexto = Ligações Semânticas Forma e ordenamento modificam resultado final da leitura
  29. 29. VEJA + NO EXEMPLO
  30. 30. Texto do jornal FSP no site do FSP Transposição de suporte, sem operação hipertextual
  31. 31. Texto do blog de Steven Johnson ‘Stories like this one’ ganha reforço no significado a partir do link
  32. 32. Uso enciclopédico do Hipertexto Múltiplas operações ‘apagam’ valor das Ligações Semânticas
  33. 33. Este conteúdo pode ser amplamente distribuído desde que seja citada a autoria
  34. 34. Daniel Bittencourt Coordenador | Curso de Comunicação Digital twitter.com/DBittencourt twitter.com/ComDig daniel.bittencourt@gmail.com facebook.com/daniel.bittencourt unisinos.br/digital danielb@unisinos.br

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