INTERVENÇÕES MODERNISTAS EM EDIFÍCIOS E
SÍTIOS HISTÓRICOS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UnUCET – Anápolis
Faculdade de A...
JUSTIFICATIVA

Percorrer o século XX e conhecer o legado deixado pela arquitetura e urbanismo
modernistas no já existente ...
1931

1930

Pierre Chareau. Maison de Verre.
Paris-FRA

Prestes Maia. Anhangabaú.
São Paulo-SP

1938

Lúcio Costa. Museu d...
2ª Guerra Mundial

1941

Alcides da Rocha Miranda. Mercado
Municipal de Diamantina.
Diamantina-MG

1942

Attílio Côrrea Li...
1953

1956

Louis Kahn. Galeria de Arte
de Yale. New Haven-EUA

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Edvaldo Paiva, Edgar Graef,
Demétrio Ribeiro. Plano ...
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1965

Hermann Henselmann.
Alexanderplatz. Berlim-ALE

1963

Lina Bo Bardi. Solar do
Unhão. Salvador-BA

1965

1969

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O Modernismo passa a ser passado

1977

Lina Bo Bardi. SESC Pompéia.
São Paulo-SP

Contexto Histórico
A Crise do Petróleo ...
O Modernismo é passado

1982

1983

Diógenes Rebouças. Solar Alcides da Rocha Miranda. Museu
Berquó. Salvador-BA
do Folclo...
Intervenções Contemporâneas em edifícios Modernistas

1991

Alcides da Rocha Miranda. Casa
dos Romeiros. Kubitschek-MG

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REFERÊNCIAS
ANDRADE JUNIOR, Nivaldo Vieira. Arquitetura moderna e preexistência edificada: intervenções sobre o patrimônio...
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Intervervenções modernistas em edifícios e sítios históricos cronologia

  1. 1. INTERVENÇÕES MODERNISTAS EM EDIFÍCIOS E SÍTIOS HISTÓRICOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UnUCET – Anápolis Faculdade de Arquitetura e Urbanismo TCTH 1 – Maíra Teixeira Daniela José da Silva
  2. 2. JUSTIFICATIVA Percorrer o século XX e conhecer o legado deixado pela arquitetura e urbanismo modernistas no já existente legado histórico de épocas anteriores. Este é o objetivo desta cronologia que se inicia na década de 30 por acreditar que neste momento o modernismo encontra-se mundialmente difundido e tem seu fim na década de 90. Esta última data determinada pelo fato de no Brasil ainda se produzir uma arquitetura com características modernistas. Como o título sugere farei uma passagem através de intervenções realizadas pelos modernistas e essa escolha faz com que as obras realizadas na Europa do pósguerra não sejam aqui elencadas na proporção em que foram executadas, pois acredito que em virtude da destruição causada pela guerra as obras neste caso possuem muito mais um caráter de reconstrução que de intervenção. Através de um julgamento pessoal selecionei alguns exemplos que julgo serem representativos das idéias existentes sobre a relação do modernismo com o patrimônio preexistente. Idéias estas que vão desde a intervenção com materiais e técnicas semelhantes as originais até aquelas que interferem de forma drástica no edifício ou sítio preexistente negando-o veementemente, passando por aqueles que demonstram um diálogo harmonioso entre passado e moderno.
  3. 3. 1931 1930 Pierre Chareau. Maison de Verre. Paris-FRA Prestes Maia. Anhangabaú. São Paulo-SP 1938 Lúcio Costa. Museu das Missões. São Miguel das Missões-RS Contexto Histórico Em 1931 surge a primeira carta patrimonial internacional “Carta do Restauro de Atenas”, durante o I Congresso Internacional de Arquitectos e Técnicos em Monumentos; Em 1933 é escrita a Carta de Atenas com os preceitos de uma arquitetura baseada numa sociedade fordista; No Brasil em 1936 é criado, durante o governo Vargas, o SPHAN, atualmente denominado IPHAN. 30’s
  4. 4. 2ª Guerra Mundial 1941 Alcides da Rocha Miranda. Mercado Municipal de Diamantina. Diamantina-MG 1942 Attílio Côrrea Lima. Av. Amaral Peixoto. Niterói-RJ 1945 Lúcio Costa. Largo do Coimbra. Ouro Petro-MG Contexto Histórico De 1939 a 1945 ocorre a 2ª Guerra Mundial, fato que garante a destruição de muitas cidades e a morte de inúmeras pessoas; O Estado Novo no Brasil, como é comum aos governos ditatoriais, investe em obras arquitetônicas e urbanísticas monumentais. 40’s
  5. 5. 1953 1956 Louis Kahn. Galeria de Arte de Yale. New Haven-EUA 1952 Edvaldo Paiva, Edgar Graef, Demétrio Ribeiro. Plano para Florianópolis. Florianópolis. SC 1957 Josef Kaiser, Günter Kunert. TeatroGerhard Jobst, Willy kreuer. Cinema Kosmos. Berlim-ALE Reconstrução Hansavierte. Berlim-ALE 1954 Acácio Gil Borsoi. Conjunto Residencial e Praça Professor Fleming. Recife-PE 1956 Alcides da Rocha Miranda. Casa de Celso Rocha Miranda. Petrópolis-RJ 1959 Delfim Amorim. Edifício Luciano Costa. Recife-PE Contexto Histórico É a década da revolução científica e do pós-guerra, mesmo dividido o mundo começa a se reerguer apesar da sombra da Guerra Fria; Os Beatniks e Elvis Presley são algumas das provas de que o comportamento humano está mudando; Por aqui essa mudança surge ao som de bossa nova e surge também uma nova capital federal, Brasília, que vem consolidar definitivamente o modernismo no Brasil. 50’s
  6. 6. 1964 1965 Hermann Henselmann. Alexanderplatz. Berlim-ALE 1963 Lina Bo Bardi. Solar do Unhão. Salvador-BA 1965 1969 Egon Eiermann. Torre Lager Eugen. Bona-ALE Governo municipal. Plano de 1969 Bolonha. Bolonha-Itália Paulo Ormindo. Edifício Ipê. Salvador. BA Gama d’Eça. Projeto para Florianópolis. Florianópolis-SC Contexto Histórico As revoluções culturais e comportamentais surgidas na década de 50 são aqui consolidadas, é o período da contra-cultura, da liberdade e dos Beatles; Em 1964 a Carta de Veneza traz preceitos fundamentais sobre a questão da preservação patrimonial; No Brasil, em contra partida ocorre o Golpe Militar em 1964 e o AI 5 em 1968, é o fim da liberdade e o início dos anos de chumbo. 60’s
  7. 7. O Modernismo passa a ser passado 1977 Lina Bo Bardi. SESC Pompéia. São Paulo-SP Contexto Histórico A Crise do Petróleo desacelera a economia americana sem perder os embalos de sábado a noite; O Japão sacode a poeira atômica e começa a se destacar no mercado mundial; Por aqui, Odorico Paraguaçu e nada se pode dizer do governo militar. 70’s
  8. 8. O Modernismo é passado 1982 1983 Diógenes Rebouças. Solar Alcides da Rocha Miranda. Museu Berquó. Salvador-BA do Folclore. Rio de Janeiro-RJ 1987 1988 Lina Bo Bardi. Ladeira da Misericórdia e Casa do Bebin. Salvador-BA Lina Bo Bardi. Casa do Olodum. Salvador-BA Contexto Histórico O mundo deixa a Era industrial e se abre para a Era da informação com uma lágrima do ursinho Misha; No final da década podemos finalmente ver o que existe do outro lado do muro; E finalmente os brasileiros podem sair dos porões e “votar pra presidente” e pedir para o Brasil mostrar sua cara. 80’s
  9. 9. Intervenções Contemporâneas em edifícios Modernistas 1991 Alcides da Rocha Miranda. Casa dos Romeiros. Kubitschek-MG 1992 Lina Bo Bardi. Palácio das Industrias. São Paulo-SP 1994 1995 Diógenes Rebouças. Diógenes Rebouças. Paço do Mosteiro de São Bento. Saldanha. Salvador-BA Salvador-BA Contexto Histórico Pintamos nossas caras e finalmente começamos e ter realmente poder econômico. 90’s
  10. 10. REFERÊNCIAS ANDRADE JUNIOR, Nivaldo Vieira. Arquitetura moderna e preexistência edificada: intervenções sobre o patrimônio arquitetônico de Salvador a partir dos anos 1950. In: DOCOMOMO BRASIL, 6., 2005, Niterói. Anais eletrônicos DOCOMOMO: arquitetura e urbanismo moderno e nacional. Disponível <http://www.docomomo.org.br/seminario%206%20pdfs/Nivaldo%20Vieira%20de%20Andrade%20Junior.pdf> em: BIERRENBACH, Ana Carolina de Souza. Os restauros de Lina Bo Bardi: inspirações para a preservação da arquitetura do movimento moderno. In: DOCOMOMO BRASIL, 5., 2003, São Carlos. Anais eletrônicos DOCOMOMO: arquitetura e urbanismo modernos. Disponível em: <http://www.docomomo.org.br/seminario%205%20pdfs/012R.pdf>. BRITTO, Marcelo. Pressupostos da reabilitação urbana de sítios históricos no contexto brasileiro. In: Seminário Internacional: Reabilitação Urbana de Sítios Históricos. Brasília, dez. 2002. DIAS, Adriana Fabre. A REUTILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO EDIFICADO COMO MECANISMO DE PROTEÇÃO: uma proposta para os conjuntos tombados de Florianópolis. Dissertação de mestrado. Florianópolis. UFSC. 2005. FLÔRES, Anelis Rotão. Núcleo da Praça da Alfândega de Porto Alegre: Requalificação e convergência. Dissertação de mestrado. Porto Alegre. UFRGS. 2005. GIL, Brigite Eunice Duarte. Mobilidade Pedonal No Espaço Público: Caso de Estudo e Aplicação ao Projecto em Sete Rios. Dissertação de mestrado. Lisboa. IST-Universidade Técnica de Lisboa. 2009. INSTITUTO DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/ IPHAN (Brasil). Plano de Preservação. Sítio Histórico Urbano. Termo Geral de Referência. Brasília: IPHAN/ Ministério da Cultura, 2003. OLIVEIRA, Rogério de Castro. Modernismo intramuros: a maison de verre (1927-1931). Porto Alegre. 2007. PEREIRA, Juliano Aparecido. Lina Bo Bardi Bahia 1958-1964. Uberlândia. EDUFU.2007. PEREZ, Vanessa Baggio Franco. SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DA HISTÓRIA DA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL NO BRASIL: OS CONFLITOS DE UMA TRAJETÓRIA. Dissertação de mestrado. Belo Horizonte. UFMG. 2009. PESSÔA, José. (coord.) Lucio Costa: Documentos de trabalho. Rio de Janeiro: IPHAN, 1999. 325 p. (Edições do patrimônio). SITES: www.docomomo.org.br www.vitruvius.com.br www.imagens.google.com

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