ARQUITETURA POR ESCRITO

A primeira obra de Lina Bo Bardi em Salvador e seu discurso sobre o
patrimônio
Daniela José da Si...
Introdução
INTRODUÇÃO

A PRIMEIRA OBRA
DE LINA EM
SALVADOR
CULTURA E NÃO
CULTURA
OLHO SÔBRE A
BAHIA
DOCUMENTOS
ANTOLOGIA
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• Relevância da arquitetura escrita;
• Movimento moderno const...
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CULTURA E NÃO
CULTURA
OLHO SÔBRE A
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• Relevância da arquitetura escrita;
• Movimento moderno const...
A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR
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• A chegada ao Brasil;

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• A chegada ao Brasil;
• Bahia;

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• Crítica aos agentes cultu...
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Referências
BARDI, Lina Bo. Lina Bo Bardi. Marcelo Ferraz (org.). São Paulo: Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, 1993.
. Lina ...
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Arquitetura por escrito - a primeira obra de Lina Bo Bardi em Salvador e seu discurso patrimonial

  1. 1. ARQUITETURA POR ESCRITO A primeira obra de Lina Bo Bardi em Salvador e seu discurso sobre o patrimônio Daniela José da Silva (FAU-UnB) - danijdesigner@gmail.com Dra. Ana Elisabete de Almeida Medeiros (FAU-UnB) - ana@unb.br
  2. 2. Introdução INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • Relevância da arquitetura escrita;
  3. 3. Introdução INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR • Relevância da arquitetura escrita; • Movimento moderno construído por palavras; CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA “(...) foi CONCLUSÃO um novo vocabulário e REFERÊNCIAS por escrito que os arquitetos modernos se municiaram de mudaram o modo de falar sobre arquitetura” (Silvana Rubino, 2008, p. 22. Grifo nosso)
  4. 4. Introdução INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • Relevância da arquitetura escrita; • Movimento moderno construído por palavras; • Chateaubriand, Vargas e o Estado nacional brasileiro;
  5. 5. Introdução INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR • Relevância da arquitetura escrita; • Movimento moderno construído por palavras; • Chateaubriand, Vargas e o Estado nacional brasileiro; • Lina Bo Bardi e a arquitetura com palavras. CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS Sentíamos que era preciso fazer alguma coisa para tirar a arquitetura do pântano. Começamos a pensar, então, sobre uma revista ou um jornal que estivesse ao alcance de todos e que pautasse sobre os erros típicos dos italianos... Levar o problema da arquitetura ao viver de cada um. (Lina Bo Bardi, 1993, p. 11. Grifo nosso)
  6. 6. A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR INTRODUÇÃO • A chegada ao Brasil; A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS Chateaubriand convida Pietro para fundar e dirigir um Museu de Arte no Brasil: Rio ou São Paulo. Torci pelo Rio, mas o dinheiro estava em são Paulo. Disse a Pietro que queria ficar, que reencontrava aqui as esperanças das noites de guerra. Assim ficamos no Brasil. (Lina Bo Bardi, 1993, p. 12. Grifo nosso)
  7. 7. A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • A chegada ao Brasil; • Bahia;
  8. 8. A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • A chegada ao Brasil; • Bahia; • Valorização do popular;
  9. 9. A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR • A chegada ao Brasil; • Bahia; • Valorização do popular; • Aproximações com o Restauro Crítico e a Carta de Veneza CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA (1964) A conservação de um monumento antigo não significa a conservação de uma vitrina de museu, mas a integração do antigo na vida de hoje. Nesse sentido um edifício não tem que ser isolado, monumentalizado, ao contrário tem que ser humanizado. (...) A integração do antigo na vida de hoje e a valorização cuidada das correntes CONCLUSÃO REFERÊNCIAS autenticamente populares, separadas do folclore barato, são os problemas fundamentais do homem moderno. (Lina Bo Bardi, 1993, p. 12. Grifo nosso)
  10. 10. A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  11. 11. CULTURA E NÃO CULTURA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  12. 12. CULTURA E NÃO CULTURA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR • Exaltação do popular; • Crítica aos agentes culturais; • União entre preservação e desenvolvimento. CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA Importante é não impor violentamente o problema histórico crítico, mas apenas aceitar as realidades existentes, levando em conta todas as correntes, tomando conhecimento de que a (...), conduzindo uma ação política efetiva, falência dos esforços precedentes foi devida às posições de vanguarda ou “igrejinhas” CONCLUSÃO REFERÊNCIAS que, excluindo a realidade existente, combatiam na abstração, obtendo por consequência medíocres resultados. (Lina Bo Bardi, 1958. Grifo nosso)
  13. 13. CULTURA E NÃO CULTURA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS TARDE MECANIZADA – LINA B. BARDI
  14. 14. OLHO SÔBRE A BAHIA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  15. 15. OLHO SÔBRE A BAHIA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR • Editorial da página; • Tema e tom similares ao artigo “Cultura e não cultura”; • Crítica à especulação imobiliária; • Chamada aos produtores da cidade para ação. CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS “salvaguardar o patrimônio espiritual do povo” Arquitetos, urbanistas, precisamos defender-nos da invasão Precisamos impedir que os valores do Qualquer. da cultura sejam destruídos pela indiferença à Humanidade, à História, à Tradição. (Grifo nosso)
  16. 16. OLHO SÔBRE A BAHIA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS PELOURINHO – SILVIO ROBATTO
  17. 17. DOCUMENTOS INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  18. 18. DOCUMENTOS INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  19. 19. ANTOLOGIA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  20. 20. ANTOLOGIA INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  21. 21. CONCLUSÃO INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • Vida + Coletividade + Cultura + Popular = Patrimônio;
  22. 22. CONCLUSÃO INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • Vida + Coletividade + Cultura + Popular = Patrimônio; • História como algo vivo e peça chave na construção patrimonial;
  23. 23. CONCLUSÃO INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS • Vida + Coletividade + Cultura + Popular = Patrimônio; • História como algo vivo e peça chave na construção patrimonial; • O popular como força geradora.
  24. 24. CONCLUSÃO INTRODUÇÃO A PRIMEIRA OBRA DE LINA EM SALVADOR CULTURA E NÃO CULTURA OLHO SÔBRE A BAHIA DOCUMENTOS ANTOLOGIA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  25. 25. Referências BARDI, Lina Bo. Lina Bo Bardi. Marcelo Ferraz (org.). São Paulo: Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, 1993. . Lina por escrito: textos escolhidos de Lina Bo Bard. Silvana Rubino, Marina Grinover (org.). São Paulo: Cosac Naify, 2009. BALANDIER, Georges. Dédalo: Para finalizar o século XX. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 1989. BRANDÃO, C. A. L.. Linguagem e Arquitetura: o problema do conceito. Interpretar Arquitetura, Belo Horizonte, v. 1, n.1, p. 1-8, 2001. EAGLETON, Terry. Marxismo e Crítica Literária. Tradução Matheus Côrrea. São Paulo: Editora Unesp, 2011. ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL DE ARTES VISUAIS. Chateaubriand, Assis (1892 - 1968). 2010. Disponível em: <http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_ verbete=3176&cd_idioma=28555> Acesso em 02/2013. HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006. HUYSSEN, Andreas. Seduzidos pela memória: arquitetura, monumentos, mídia. 2ªed. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2000. PEREIRA, Juliano Aparecido. Lina Bo Bardi Bahia 1958-1964. Uberlândia: EDUFU, 2007. VELLOSO, Mônica Pimenta. Os intelectuais e a política cultural do Estado Novo. Rio de Janeiro: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, 1987.

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