UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 
Curso de Letras 
Metodologia de Ensino de Língua Inglesa 
Daniele Ferreira da Silva ...
Introdução: p. 13 – 16 
Capítulo 5: Algumas questões 
comunicacionais para o terceiro 
milênio 
p. 71- 78
INTRODUÇÃO 
P. 13-16
 “Cultura é comunicação e comunicação é 
cultura” (Hall, Edward T. 1959); 
 A percepção de Edward T. Hall provocou mudan...
 Ensino de língua e cultura considerados indivisíveis; 
 Busca por uma metodologia que refletisse os princípios da língu...
UMA ERA PÓS-METODO 
 A chegada de novas tecnologias hoje em dia, insere-se diretamente nas 
práticas do ensino de línguas...
CONCLUSÃO
 O ensino de uma língua estrangeira deve sempre estar atrelado ao ensino da 
cultura dos países falantes em questão; 
 É...
Capítulo 5 
Algumas questões 
comunicacionais para o 
terceiro milênio 
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Algumas questões comunicacionais para o 
terceiro milênio 
Para início de conversa 
 O enfoque comunicacional-cultural no...
GLOBISH? 
 Termo criado por Jean-Paul Nerrière; 
 GLOBISH: o dialeto mundial do terceiro milênio. É o inglês usado como ...
Globalização, Cultura e Línguas: 
Glocalização, o global e o local 
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Chinglish, Japlish, Konglish, Spanglish 
 Há uma grande possibilidade de outras línguas associarem-se à língua inglesa, 
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O Ciberespaço e o ensino de línguas 
 A internet possibilita que todos os falantes que possuem um computador, 
tenham um ...
CONCLUSÃO
 O aprendizado de uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é de suma 
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RESENHA - LÍNGUAS ESTRANGEIRAS CAP 1 E 5

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Resenha dos capítulo 1 e 5 do livro 'Línguas Estrangeiras - o ensino em um contexto cultural' (VERA LUCIA HARABAGI HANNA)

MACKENZIE 09/2014

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RESENHA - LÍNGUAS ESTRANGEIRAS CAP 1 E 5

  1. 1. UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Curso de Letras Metodologia de Ensino de Língua Inglesa Daniele Ferreira da Silva Renato Martins de Oliveira Setembro/2014 RESENHA DO LIVRO HANNA, Vera L. Harabagi. Línguas estrangeiras: o ensino em um contexto cultural. São Paulo: Editora Mackenzie. 2012. (Coleção Conexão Inicial; v.2)
  2. 2. Introdução: p. 13 – 16 Capítulo 5: Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio p. 71- 78
  3. 3. INTRODUÇÃO P. 13-16
  4. 4.  “Cultura é comunicação e comunicação é cultura” (Hall, Edward T. 1959);  A percepção de Edward T. Hall provocou mudanças nas pesquisas sobre aquisição de uma segunda língua;  Comunicação e cultura incorporadas nessa nova visão. Edward T. Hall. Antropólogo americano.
  5. 5.  Ensino de língua e cultura considerados indivisíveis;  Busca por uma metodologia que refletisse os princípios da língua como comunicação;  Surge em 1970 a ABORDAGEM COMUNICATIVA que pode ser definida como “ter conhecimento do uso da língua para uma variedade de diferentes propósitos e funções e de saber como servir-se dela adequadamente, de acordo com o ambiente e seus participantes.” (HANNA, 2012, p.15)
  6. 6. UMA ERA PÓS-METODO  A chegada de novas tecnologias hoje em dia, insere-se diretamente nas práticas do ensino de línguas;  Questões como globalização, pluralidade cultural entre outros fazem parte da contemporaneidade e devem ser inseridos em sala de aula;  O professor passa a adotar nesse momento um novo papel. O de “catalisador de uma sempre crescente competência cultural crítica” (HANNA, 2012, p.15);  Interação com outras culturas processo social;  Busca por um ENSINO mais REFLEXIVO e EFETIVO
  7. 7. CONCLUSÃO
  8. 8.  O ensino de uma língua estrangeira deve sempre estar atrelado ao ensino da cultura dos países falantes em questão;  É preciso adaptar o ensino às novas tecnologias, à globalização e ao multiculturalismo existentes hoje em dia;  O professor deve inspirar no aluno uma consciência cultural crítica;  A abordagem comunicativa vem como uma alternativa para um ensino de línguas mais voltados para a comunicação, uma visão da língua como processo social, e não somente como código.
  9. 9. Capítulo 5 Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio p. 71- 78
  10. 10. Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio Para início de conversa  O enfoque comunicacional-cultural no ensino de línguas estrangeiras;  A necessidade da aquisição de uma língua estrangeira (em especial o inglês) por conta da globalização e do multiculturalismo a esta relacionado;  Não saber uma língua estrangeira atualmente pode significar uma nova fronteira de exclusão (HANNA, 2012, p.73)
  11. 11. GLOBISH?  Termo criado por Jean-Paul Nerrière;  GLOBISH: o dialeto mundial do terceiro milênio. É o inglês usado como língua franca;  NÃO É uma língua, mas sim uma FERRAMENTA, um meio de comunicação;
  12. 12. Globalização, Cultura e Línguas: Glocalização, o global e o local  O neologismo glocal – glocalização, glocalismos, glocalidade – refere-se à presença da dimensão local na produção de uma cultura global;  Termo que simplifica o lema “pensar globalmente e agir localmente”;  Conceito que admite muitas combinações, muitas misturas, muitas adaptações, e recomenda o local como um de seus componentes mais ativos;  A ideia do “pensar global agir local”, tem como exemplo de adaptação a um ambiente local, o McDonalds, que tem uma ética global homogeneizada mas adapta o produto a uma realidade local heterogênea. O McBifana é um produto adaptado em Portugal, um país que consume carne suína em maior escala.
  13. 13. Chinglish, Japlish, Konglish, Spanglish  Há uma grande possibilidade de outras línguas associarem-se à língua inglesa, o que sinaliza que ela, batizada de língua mundial, atravessa um processo de mudanças que a fragmenta em várias outras, em novos ingleses (HANNA, 2012, p.75);  Localismos presentes nos “novos ingleses”, surgem a partir da língua local sobreposta ao inglês;
  14. 14. O Ciberespaço e o ensino de línguas  A internet possibilita que todos os falantes que possuem um computador, tenham um lar em comum para todas as línguas, o que possibilita novas possibilidades de expressão e novas maneiras de enfocar o uso da língua;  Utilizar o ciberespaço no aprendizado de novas línguas corrobora em uma perspectiva sociocultural;  No ciberespaço, dá-se lugar para a construção do conhecimento por meio de práticas colaborativas. O professor deixa de ocupar o centro do processo e, assim, dúvidas que surgem dos alunos são, também, respondidas por outros colegas. Há uma troca entre os aprendizes e o que costumava ser responsabilidade exclusiva do professor passa a ser de todos os participantes das comunidades virtuais de aprendizagem. Todos podem sugerir fontes de informação e até indicar tarefas.
  15. 15. CONCLUSÃO
  16. 16.  O aprendizado de uma língua estrangeira, especialmente o inglês, é de suma importância em um mundo totalmente globalizado e do multiculturalismo que advém dele ;  “Goblish” - inglês básico, reduzido a um vocabulário precisamente utilitário e a uma gramática essencial. Permite que nativos de qualquer lugar do mundo se comuniquem por essa “língua” comum;  A Glocalização é uma Globalização que estabelece limites, isto é, adapta-se às realidades locais sem as ignorar ou destruir. Protege o local do “transtorno” causado pelo movimento da globalização e respeita as diferenças culturais de certo lugar;  O ciberespaço no ensino de línguas facilita o desenvolvimento da capacidade comunicativa do aluno que está aprendendo um novo idioma, já que este se encontra em um ambiente de interação real de comunicação. Recursos como chats, e-mail, blogs e grupos de discussão, que são gratuitamente utilizáveis, auxiliam na construção do conhecimento desenvolvendo, principalmente, a leitura e a escrita. Esses recursos ainda permitem que o aluno fortaleça seu aprendizado tendo em vista que, no ciberespaço, ele amplia o tempo de atividades presenciais.
  17. 17. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  HANNA, Vera L. Harabagi. Línguas estrangeiras: o ensino em um contexto cultural. São Paulo: Editora Mackenzie. 2012. (Coleção Conexão Inicial; v.2)  <http://www.bootheando.com/2011/04/28/preparados-para-el-globish/> Acessado em: 10 set.2014  <http://www.intercambioaz.com.br/tag/spanglish/> Acessado em: 10 set.2014

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