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MÓDULO F6 - SOM
DANIEL FERNANDES
SOM
MÓDULO F6 - SOM
DANIEL FERNANDES
É uma sensação auditiva que é produzida por vibrações mecâ-
nicas que podem ser captadas pelo ouvido humano. No vazio
não existe propagação de som. Acústica é a designação do
estudo do som.
Elemento vibratório que origina-se de um meio material. Esse
meio material tem de ter um estimulo ou uma perturbação para
emitir ondas sonoras.
SOM
O que é?
Vibração mecânica
MÓDULO F6 - SOM
DANIEL FERNANDES
Existem vários instrumentos musicais para produzir som/musi-
ca. Estes instrumentos podem reproduzir som de varias manei-
ras. Podemos classifica-los das seguintes formas:
O som é produzido através da vibração de uma ou mais cor-
das. Ex: guitarra e harpa.
PRODUÇÃO DE SOM
Cordofones
MÓDULO F6 - SOM
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O som é produzido através da vibração de todo o instrumento.
Ex: castanholas e maracas.
O som é produzido através de uma membrana esticada. Ex:
tambor e pandeireta;
Idiofones
Membranafones
MÓDULO F6 - SOM
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O som é produzido através de uma coluna de ar. Ex: flauta e
trompete.
O som é produzido através de circuitos elétricos. Ex: guitarra
eléctrica.
Aerofones
Eletrofones
MÓDULO F6 - SOM
DANIEL FERNANDES
As ondas sonoras possuem uma frequência entre 20 e 20000
Hz. Podem se propagar se forma direta, através do ar, ou indi-
reta, através de meios materiais, ate ao ouvido humano.
ONDAS SONORAS
MÓDULO F6 - SOM
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A propagação do som altera-se com a pressão, temperatura e
a sua massa.
O meio de propagação pode ser gasoso, líquido ou sólido.
PROPAGAÇÃO DO SOM
Meio material Velocidade de propagação do som (m/s)
Ar (0 ºC) 331
Ar (20 ºC) 343
Ar (30 ºC) 350
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A propagação do som no ar acontece através das partículas do
ar que estão próximos da fonte sonora. Essas partículas afas-
tam-se da sua posição de equilíbrio e propagam-se por outras
partículas de ar criando zonas mais densas e zonas menos
densas. O som resulta porque a fonte sonora causou alterações
da pressão do ar.
Propagação do som no ar
mais densoparticulas do ar menos denso
MÓDULO F6 - SOM
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Às ondas sonoras, tal como aos raios luminosos, associamos o
período, frequência, amplitude e comprimento de onda.
CARACTERÍSTICAS DAS ONDAS
A
x (m)
t (s)
T
T
A
y (m)
x (m)
λ
λ
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A velocidade do som difere consoante o meio que se propaga.
Quanto mais solido é o meio, mais rápido se propaga.
Velocidade nos meios: gasoso < liquido < solido.
VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO
DO SOM
Meio material Estado físico Velocidade de propagação do som (m/s)
Dioxido de carbono (0 ºC) Gasoso 259
Ar (20 ºC) Gasoso 343
Hidrogénio (0 ºC) Gasoso 1250
Álcool etilico (20 ºC) Liquido 1180
Água doce (20 ºC) Liquido 1482
Água do mar (20 ºC) Liquido 1522
Cobre (20 ºC) Sólido 3750
Vidro (20 ºC) Sólido 4540
Alumínio (20 ºC) Sólido 5700
Ferro (20 ºC) Sólido 5730
Granito (20 ºC) Sólido 6000
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• Intensidade
- Sons fracos
- Sons fortes
• Altura
- Sons agudos
- Sons graves
• Timbre
CARACTERÍSTICAS DO SOM
MÓDULO F6 - SOM
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A intensidade corresponde a energia emitida pelo som, que
também é compreendido por volume. Diz-se som fraco aos
sons menor amplitude (menos intenso) e diz-se som forte aos
sons com maior amplitude (mais intenso).
Intensidade
Som mais forte Som mais fraco
MÓDULO F6 - SOM
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A frequência, como ja dito anteriormente, corresponde ao nu-
mero de ciclos/oscilações de um elemento vibratório da fonte
sonora durante um segundo. Diz-se que um som é mais alto
quando a frequência é mais alta (mais agudo) e diz-se som
baixo quando a frequência é mais baixa (mais grave).
Altura
Som mais baixo (grave) Som mais alto (agudo)
MÓDULO F6 - SOM
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O timbre permite diferenciarmos uma fonte sonora da outra ten-
do elas frequência (altura) e intensidade iguais.
Timbre
MÓDULO F6 - SOM
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• O eco acontece quando se consegue distinguir o som emitido
do som refletido, tendo eles obrigatoriamente um intervalo de
0,1 segundos. Para acontecer eco a fonte sonora tem de estar a
uma distância igual ou superior a 17 metros de um obstáculo.
• A ressonância acontece quando a propagação do som se
reflete e existe uma sobreposição de ondas sonoras causando
um aumento da sua intensidade.
• A reverberação acontece quando se tem a sensação de uma
prolongação do som.
PROPRIEDADE DAS ONDAS
Reflexão do som
MÓDULO F6 - SOM
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A refração acontece quando o som passa de um meio para ou-
tro meio alterando a sua velocidade e a sua direção.
PROPRIEDADE DAS ONDAS
Refração do som
MÓDULO F6 - SOM
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A difração acontece quando uma onda sonora contorna um
obstáculo ou passa entre um orifício.
Também se chama difração quando o som contorna um obstá-
culo tendo a sua dimensão de ser semelhante ou inferior ao ta-
manho com comprimento de onda.
PROPRIEDADE DAS ONDAS
Difração do som
MÓDULO F6 - SOM
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Existem sons puros e sons complexos. Os sons puros, também
compreendidos por sons simples, têm uma frequência bem de-
finida e a representação é de uma onda simples (onda sinu-
soidal). Os sons complexos resultam da combinação de vários
sons simples.
SONS PUROS E SONS
COMPLEXOS
Som puro Som complexo
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EXPECTRO DO SOM
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O ouvido humano é constituído por 3 partes:
• Ouvido externo;
• Ouvido médio;
• Ouvido interno.
PERCEPÇÃO DO SOM PELO
OUVIDO HUMANO
MÓDULO F6 - SOM
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O ouvido humano consegue captar frequências sonoras entre
os 20 Hz e os 20 kHz, mas para se conseguir ouvir som é preci-
so que haja intensidade sonora suficiente. Conseguimos captar
uma intensidade sonora de 0 dB até aos 140 dB.
NIVEL SONORO
140 dB - Descolagem de um avião
130 dB - Metrelhadora
120 dB - Banda de rock
100 dB - Broca pneumática
80 dB - Via rápida
60 dB - Conversa normal
50 dB - Zona residencial
20 dB - Sussurro
10 dB - Limiar da audição
0 dB - Silêncio
Limiar da dor
Limiar da audição
Sons inaudiveis
Sons dolorosos
20 100 500 1000 5000 10000 20000 Hz
MÓDULO F6 - SOM
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É considerado poluição sonora quando o som é incomodativo
ou prejudicial à saúde das pessoas. Pode ser de grande inten-
sidade ou com uma longa duração.
POLUIÇÃO SONORA
Intensidade de pressão acustica Tempo de exposição máxima diaria
85 dB 8 horas
90 dB 4 horas
95 dB 2 horas
100 dB 1 hora
105 dB 30 minutos
110 dB 15 minutos
115 dB 7 minutos
120 dB 3 minutos
> 120 dB Risco imediado de perda de sensibilidade auditiva
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Quando o ouvido humano é sujeito a uma intensidade superior
a 85 dB continuamente e sem repouso, pode vir sofrer efeitos fí-
sicos, efeitos fisiológicos e efeitos psicológicos.
A perda de sensibilidade auditiva vem a diminuir com o enve-
lhecimento de uma pessoa, quando esta não é a causa da per-
da de sensibilidade auditiva então classifica-se de perdas con-
dutivas ou perdas sensasoriais.
EFEITOS DE EXCESSO DE
BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS
Efeitos fisicos
MÓDULO F6 - SOM
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Os efeitos fisiológicos manifestam-se quando existem altera-
ções no corpo humano. Como por exemplo:
- Alterações da pressão sanguínea, do ritmo cardíaco e respira-
tório;
- Aumento da tensão muscular;
- Perda do equilíbrio;
- Alterações do sono;
- Etc.
EFEITOS DE EXCESSO DE
BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS
Efeitos fisiologicos
MÓDULO F6 - SOM
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São os efeitos que se manifestam no comportamento das pes-
soas. Tais como:
- Stress, irritação e fadiga;
- Diminuição da capacidade de concentração;
- Agravamentos de estados de depressão e ansiedade;
- Etc.
EFEITOS DE EXCESSO DE
BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS
Efeitos psicológicos
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SOM
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  • 1. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES SOM
  • 2. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES É uma sensação auditiva que é produzida por vibrações mecâ- nicas que podem ser captadas pelo ouvido humano. No vazio não existe propagação de som. Acústica é a designação do estudo do som. Elemento vibratório que origina-se de um meio material. Esse meio material tem de ter um estimulo ou uma perturbação para emitir ondas sonoras. SOM O que é? Vibração mecânica
  • 3. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES Existem vários instrumentos musicais para produzir som/musi- ca. Estes instrumentos podem reproduzir som de varias manei- ras. Podemos classifica-los das seguintes formas: O som é produzido através da vibração de uma ou mais cor- das. Ex: guitarra e harpa. PRODUÇÃO DE SOM Cordofones
  • 4. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES O som é produzido através da vibração de todo o instrumento. Ex: castanholas e maracas. O som é produzido através de uma membrana esticada. Ex: tambor e pandeireta; Idiofones Membranafones
  • 5. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES O som é produzido através de uma coluna de ar. Ex: flauta e trompete. O som é produzido através de circuitos elétricos. Ex: guitarra eléctrica. Aerofones Eletrofones
  • 6. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES As ondas sonoras possuem uma frequência entre 20 e 20000 Hz. Podem se propagar se forma direta, através do ar, ou indi- reta, através de meios materiais, ate ao ouvido humano. ONDAS SONORAS
  • 7. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A propagação do som altera-se com a pressão, temperatura e a sua massa. O meio de propagação pode ser gasoso, líquido ou sólido. PROPAGAÇÃO DO SOM Meio material Velocidade de propagação do som (m/s) Ar (0 ºC) 331 Ar (20 ºC) 343 Ar (30 ºC) 350
  • 8. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A propagação do som no ar acontece através das partículas do ar que estão próximos da fonte sonora. Essas partículas afas- tam-se da sua posição de equilíbrio e propagam-se por outras partículas de ar criando zonas mais densas e zonas menos densas. O som resulta porque a fonte sonora causou alterações da pressão do ar. Propagação do som no ar mais densoparticulas do ar menos denso
  • 9. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES Às ondas sonoras, tal como aos raios luminosos, associamos o período, frequência, amplitude e comprimento de onda. CARACTERÍSTICAS DAS ONDAS A x (m) t (s) T T A y (m) x (m) λ λ
  • 10. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A velocidade do som difere consoante o meio que se propaga. Quanto mais solido é o meio, mais rápido se propaga. Velocidade nos meios: gasoso < liquido < solido. VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DO SOM Meio material Estado físico Velocidade de propagação do som (m/s) Dioxido de carbono (0 ºC) Gasoso 259 Ar (20 ºC) Gasoso 343 Hidrogénio (0 ºC) Gasoso 1250 Álcool etilico (20 ºC) Liquido 1180 Água doce (20 ºC) Liquido 1482 Água do mar (20 ºC) Liquido 1522 Cobre (20 ºC) Sólido 3750 Vidro (20 ºC) Sólido 4540 Alumínio (20 ºC) Sólido 5700 Ferro (20 ºC) Sólido 5730 Granito (20 ºC) Sólido 6000
  • 11. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES • Intensidade - Sons fracos - Sons fortes • Altura - Sons agudos - Sons graves • Timbre CARACTERÍSTICAS DO SOM
  • 12. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A intensidade corresponde a energia emitida pelo som, que também é compreendido por volume. Diz-se som fraco aos sons menor amplitude (menos intenso) e diz-se som forte aos sons com maior amplitude (mais intenso). Intensidade Som mais forte Som mais fraco
  • 13. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A frequência, como ja dito anteriormente, corresponde ao nu- mero de ciclos/oscilações de um elemento vibratório da fonte sonora durante um segundo. Diz-se que um som é mais alto quando a frequência é mais alta (mais agudo) e diz-se som baixo quando a frequência é mais baixa (mais grave). Altura Som mais baixo (grave) Som mais alto (agudo)
  • 14. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES O timbre permite diferenciarmos uma fonte sonora da outra ten- do elas frequência (altura) e intensidade iguais. Timbre
  • 15. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES • O eco acontece quando se consegue distinguir o som emitido do som refletido, tendo eles obrigatoriamente um intervalo de 0,1 segundos. Para acontecer eco a fonte sonora tem de estar a uma distância igual ou superior a 17 metros de um obstáculo. • A ressonância acontece quando a propagação do som se reflete e existe uma sobreposição de ondas sonoras causando um aumento da sua intensidade. • A reverberação acontece quando se tem a sensação de uma prolongação do som. PROPRIEDADE DAS ONDAS Reflexão do som
  • 16. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A refração acontece quando o som passa de um meio para ou- tro meio alterando a sua velocidade e a sua direção. PROPRIEDADE DAS ONDAS Refração do som
  • 17. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES A difração acontece quando uma onda sonora contorna um obstáculo ou passa entre um orifício. Também se chama difração quando o som contorna um obstá- culo tendo a sua dimensão de ser semelhante ou inferior ao ta- manho com comprimento de onda. PROPRIEDADE DAS ONDAS Difração do som
  • 18. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES Existem sons puros e sons complexos. Os sons puros, também compreendidos por sons simples, têm uma frequência bem de- finida e a representação é de uma onda simples (onda sinu- soidal). Os sons complexos resultam da combinação de vários sons simples. SONS PUROS E SONS COMPLEXOS Som puro Som complexo
  • 19. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES EXPECTRO DO SOM
  • 20. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES O ouvido humano é constituído por 3 partes: • Ouvido externo; • Ouvido médio; • Ouvido interno. PERCEPÇÃO DO SOM PELO OUVIDO HUMANO
  • 21. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES O ouvido humano consegue captar frequências sonoras entre os 20 Hz e os 20 kHz, mas para se conseguir ouvir som é preci- so que haja intensidade sonora suficiente. Conseguimos captar uma intensidade sonora de 0 dB até aos 140 dB. NIVEL SONORO 140 dB - Descolagem de um avião 130 dB - Metrelhadora 120 dB - Banda de rock 100 dB - Broca pneumática 80 dB - Via rápida 60 dB - Conversa normal 50 dB - Zona residencial 20 dB - Sussurro 10 dB - Limiar da audição 0 dB - Silêncio Limiar da dor Limiar da audição Sons inaudiveis Sons dolorosos 20 100 500 1000 5000 10000 20000 Hz
  • 22. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES É considerado poluição sonora quando o som é incomodativo ou prejudicial à saúde das pessoas. Pode ser de grande inten- sidade ou com uma longa duração. POLUIÇÃO SONORA Intensidade de pressão acustica Tempo de exposição máxima diaria 85 dB 8 horas 90 dB 4 horas 95 dB 2 horas 100 dB 1 hora 105 dB 30 minutos 110 dB 15 minutos 115 dB 7 minutos 120 dB 3 minutos > 120 dB Risco imediado de perda de sensibilidade auditiva
  • 23. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES Quando o ouvido humano é sujeito a uma intensidade superior a 85 dB continuamente e sem repouso, pode vir sofrer efeitos fí- sicos, efeitos fisiológicos e efeitos psicológicos. A perda de sensibilidade auditiva vem a diminuir com o enve- lhecimento de uma pessoa, quando esta não é a causa da per- da de sensibilidade auditiva então classifica-se de perdas con- dutivas ou perdas sensasoriais. EFEITOS DE EXCESSO DE BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS Efeitos fisicos
  • 24. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES Os efeitos fisiológicos manifestam-se quando existem altera- ções no corpo humano. Como por exemplo: - Alterações da pressão sanguínea, do ritmo cardíaco e respira- tório; - Aumento da tensão muscular; - Perda do equilíbrio; - Alterações do sono; - Etc. EFEITOS DE EXCESSO DE BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS Efeitos fisiologicos
  • 25. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES São os efeitos que se manifestam no comportamento das pes- soas. Tais como: - Stress, irritação e fadiga; - Diminuição da capacidade de concentração; - Agravamentos de estados de depressão e ansiedade; - Etc. EFEITOS DE EXCESSO DE BARULHO NA SAÚDE DAS PESSOAS Efeitos psicológicos
  • 26. MÓDULO F6 - SOM DANIEL FERNANDES SOM FÍSICA MÓDULO F6 - SOM ESCOLA SECUNDÁRIA POETA ANTÓNIO ALEIXO CURSO PROFICIONAL TÉCNICO DE MULTIMÉDIA 12º K DANIEL FERNANDES