Colossenses – cap. 01 parte 02
Versos: 09-12
O PODER ATRAVÉS DA ORAÇÃO
Quando nos ajoelhamos entendemos a majestade de Deus e a
limitação humana. Um santo de joelhos enxerga mais longe que
um f...
D.A Carson levanta uma questão solene quando escreve: Devemos
nos perguntar o quanto de nossos pedidos que normalmente
apr...
02) A oração deve incluir aqueles que conhecemos – As orações de
Paulo não eram egoístas. Ele ora pelos cristãos em Coloss...
03) A oração deve ser regida por uma atitude perseverante – Paulo
não conhecia os irmãos em Colossos mas, orou por eles se...
Os frutos de uma vida digna - (10,11)
Paulo cita que há 4 maneiras de vivermos uma vida digna diante
de Deus:
Em primeiro ...
Segundo lugar: Vivemos uma vida digna quando frutificamos em
toda a boa obra. Boas intenções e belas palavras nada valem. ...
A capacitação por meio da oração – 11-12
A oração nos capacita para enfrentarmos os grandes desafios da
vida. No verso 11 ...
É orar pelos inimigos e abençoar aqueles que nos perseguem. É a
atitude de alguém que jamais perde a paciência. Além disso...
Próxima semana:
Capítulo 01:13-17
A MAGNÍFICA OBRA DE CRISTO!
Colossenses - Cap. 01 parte 02
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Colossenses - Cap. 01 parte 02

938 visualizações

Publicada em

Estudo do Livro de Colossenses

Publicada em: Espiritual
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
938
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
27
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Colossenses - Cap. 01 parte 02

  1. 1. Colossenses – cap. 01 parte 02 Versos: 09-12 O PODER ATRAVÉS DA ORAÇÃO
  2. 2. Quando nos ajoelhamos entendemos a majestade de Deus e a limitação humana. Um santo de joelhos enxerga mais longe que um filósofo na ponta dos pés! Abaixo vamos listar 4 pontos essenciais sobre a oração: 01) A oração deve expressar nossas necessidades – Embora Paulo estivesse preso, algemado ao corredor da morte, prestes a ser decapitado, ele não perde tempo com orações sobre necessidades físicas ou materiais. Ele concentra suas orações nas bênçãos espirituais. Warren Wiersbe escreveu: “As necessidades espirituais são imensamente mais importantes do que as necessidades materiais”. Se nossas orações estiverem distantes dos exemplos de Jesus Cristo e do apóstolo Paulo, nos tornamos pagãos em nossas atitudes e pensamentos.
  3. 3. D.A Carson levanta uma questão solene quando escreve: Devemos nos perguntar o quanto de nossos pedidos que normalmente apresentamos a Deus são diferentes dos pedidos de Paulo. Suponha que 80 ou 90% das nossas petições pedem a Deus boa saúde, segurança nas estradas, um bom emprego, sucesso em uma prova, pelas necessidades de nossos filhos, sucesso na solicitação de um financiamento, e muitas outras coisas deste tipo. Quanto as orações de Paulo se parecem com as nossas? Se em nada se parecem algo vai muito mal em nossa vida espiritual.
  4. 4. 02) A oração deve incluir aqueles que conhecemos – As orações de Paulo não eram egoístas. Ele ora pelos cristãos em Colossos que não conhecia e jamais havia visto. Podemos amar, chorar e erguer nosso clamor aos céus por aqueles que nossos olhos ainda não viram. Pela oração podemos alcançar o mundo inteiro e não apenas nosso “próprio mundo”. Pela oração podemos abençoar vidas que nunca conhecemos ou pessoas que estão fora de nosso círculo de amizade , familiar ou profissional. Gastamos muito tempo pedindo por nós mesmos ou pelas pessoas que amamos e nos esquecemos totalmente de orarmos pelo próximo, até mesmo quando este “próximo” é um irmão ou irmã de nossa própria comunidade de fé. Oramos muito pouco pelas reais necessidades das pessoas e pelos outros.
  5. 5. 03) A oração deve ser regida por uma atitude perseverante – Paulo não conhecia os irmãos em Colossos mas, orou por eles sem cessar. Ele não desistia no meio do caminho. Embora tivesse muitos assuntos pessoais para se preocupar, seu foco estava em rogar a Deus a favor de outras pessoas. Paulo nunca usou a velha desculpa tão comum para nós: “Eu estava sem tempo para orar”. 04) A oração deve ser ousada na busca pela plenitude – Paulo orava com ousadia e coragem! Ele não orava desconfiando do poder de Deus. Ele busca a face do Senhor cheio de confiança e pede para a Igreja de Colossos: pleno conhecimento da Vontade de Deus - (09); plena dignidade; plenitude na boa obra; pleno conhecimento - (10); plena perseverança ; plena paciência com alegria – (11). Este é o modo como Paulo orava! Ele confiava no poder de Deus!
  6. 6. Os frutos de uma vida digna - (10,11) Paulo cita que há 4 maneiras de vivermos uma vida digna diante de Deus: Em primeiro lugar: Quando vivemos para agradar a Deus em todas as coisas. Devemos nos esforçar para agradar a Deus em tudo o que fazemos, falamos e pensamos. O fim principal do homem é glorificar a Deus em tudo! Quem busca apenas agradar aos homens não pode agradar a Deus. Tenhamos muito cuidado para não ajustar nossas vidas para alcançar apenas elogios humanos. Olhemos para o alto e digamos: Preciso agradar a Deus e somente a Ele, mesmo que isto me custe críticas e perseguições da parte dos homens.
  7. 7. Segundo lugar: Vivemos uma vida digna quando frutificamos em toda a boa obra. Boas intenções e belas palavras nada valem. O cristão precisa dar bons frutos! Sua união com Cristo é comprovada através dos frutos (João 15:08). Terceiro lugar: Vivemos uma vida digna quando crescemos no conhecimento de Deus. Esse conhecimento não é teórico, mas experimental. É levar Deus a sério! É andar face a face com Deus, e esse conhecimento é dinâmico e progressivo. O profeta Oséias diz que devemos conhecer e prosseguir em conhecer a Deus (06:03). Quarto lugar: Vivemos uma vida digna quando somos fortalecidos no poder de Deus. Por que muitas vezes não fazemos o que é certo? Porque falta poder de Deus em nossas vidas! Por meio da oração alcançamos não apenas conhecimento da vontade de Deus, mas também poder para realizá-la.
  8. 8. A capacitação por meio da oração – 11-12 A oração nos capacita para enfrentarmos os grandes desafios da vida. No verso 11 aparece a palavra grega “hupomone” que significa perseverança. Esta palavra é uma das mais ricas do Novo Testamento, ela fala de perseverança em meio às tribulações. O comentarista bíblico Willian Barclay esclarece que “hupomone” não só significa perseverança, mas também uma capacidade de suportar as dificuldades para transformar as lutas em vitórias. Trata-se de uma perseverança triunfadora! É a capacidade de sair triunfante de qualquer problema ou situação. Depois o apóstolo Paulo usa outra palavra no grego muito importante: makrothymia. Esta palavra significa paciência, longanimidade. É um tipo de ânimo levado ao máximo de seu potencial. É a atitude de abençoar , de acolher e pagar o mal com o bem.
  9. 9. É orar pelos inimigos e abençoar aqueles que nos perseguem. É a atitude de alguém que jamais perde a paciência. Além disso, esta pessoa não perde a alegria. A alegria cristã deve estar presente em todas as circunstâncias da vida e diante de todas as pessoas. Paulo ora pedindo que os cristãos em Colossos tenham perseverança, paciência extrema e alegria. É o cristão que passa pela tempestade da vida cantando e louvando. É o cristão que atravessa o vale do sofrimento e das lágrimas exultando a Deus. É o cristão que canta na prisão assim como Paulo e Silas – Atos 16:25. Como Jó este cristão sabe que Deus inspira canções de louvor até nas noites mais escuras. É importante ressaltar que esta alegria não é um sentimento natural que nós mesmos criamos, mas algo que o Espírito Santo produz em nós. Alegria é fruto do Espírito! E depois de tanta alegria vem a gratidão. Os cristãos em Colossos eram gratos assim como o apóstolo Paulo. Alegria e gratidão... marcas de um cristão verdadeiro.
  10. 10. Próxima semana: Capítulo 01:13-17 A MAGNÍFICA OBRA DE CRISTO!

×