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JÉSSICA PORTO DE OLIVEIRA




FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO




          Maringá
           2011
JÉSSICA PORTO DE OLIVEIRA




FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO




           Trabalho apresentado para aprovação na
           disciplina Metodologia de Pesquisa do
           curso de Administração da FCV –
           Faculdade Cidade Verde.


           Profº Dr. Sânderson Reginaldo de Mello




          Maringá
           2011
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico.
6ª ed., São Paulo: Atlas, 2001, p. 99-135.




PROJETO E RELATÓRIO DE PESQUISA



4.1 NOÇÕES PRELIMINARES

“Entretanto, antes de redigir um projeto de pesquisa, alguns passos devem ser dados. Em
primeiro lugar, exigem-se estudos preliminares que permitirão verificar o estado da questão
que se pretende desenvolver sob o aspecto teórico e de outros estudos e pesquisas já
elaborados. Tal esforço não será desperdiçado, pois qualquer tema de pesquisa necessita de
adequada integração na teoria existente e a análise do material já disponível será incluída no
projeto sob o título de “revisão da bibliografia”. A seguir, elabora-se um anteprojeto de
pesquisa, cuja finalidade é a integração dos diferentes elementos em quadros teóricos e
aspectos metodológicos adequados, permitindo também ampliar e especificar os quesitos do
projeto, a “definição dos termos”. Finalmente, prepara-se o projeto definitivo, mais detalhado
e apresentado rigor e precisão metodológicos.” (p.99)




4.2.1 Apresentação

“A apresentação do projeto de pesquisa, respondendo à questão quem¿, inicia-se com a capa,
onde são indicados os elementos essenciais à compreensão do estudo que se pretende realizar,
sob os auspícios de quem ou para quem e ao conhecimento do responsável pelo trabalho. O
nome da entidade (instituição, organização, empresa, escola) pode corresponder àquela à qual
está de algum modo ligado o coordenador e que oferece a pesquisa para ser financiada ou
“comprada” por pessoa(s) eou entidades, ou a que custeia a realização da mesma.” (p.101)




“A primeira página do projeto é dedicada à relação do pessoal técnico. Inicia-se com a
repetição do nome da entidade, seguido do endereço completo, incluindo o(s) telefone(s),
precedido(s) do prefixo da cidade para contatos pelo sistema de DDD, quando necessário. O
mesmo cuidado deve ser seguido na indicação do endereço do coordenador, que é o
responsável direto por contatos com entidades às quais ou à qual o projeto é dirigido. A
seguir, vem a relação completa do pessoal técnico, discriminando os cargos, seguidos do
nome, endereço e telefone de cada um. (...).” (p.101)




4.2.2.1 TEMA

“É o assunto que se deseja provar e desenvolver. Pode surgir de uma dificuldade prática
enfrentada pelo coordenador, da sua curiosidade científica, de desafios encontrados na leitura
de outros trabalhos ou da própria teoria. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela
parte financeira, portanto, “encomendado”, o que não lhe tira o caráter científico, desde que
não se interfira no desenrolar da pesquisa; ou se “encaixar” em temas muito amplos,
determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma
concorrência entre pesquisadores, distribuído a verba de que dispõe entre os que apresentam
os melhores projetos. Independentes de sua origem, o tema é , nessa fase, necessariamente
amplo, precisando bem o assunto geral sobre o qual se deseja realizar a pesquisa.” (p.102)




4.2.3 Justificativa

“A justificativa difere da revisão da bibliografia e, por este motivo, não apresenta citações de
outros autores. Difere, também, da teoria de base, que vai servir de elemento unificador entre
o concreto da pesquisa e o conhecimento teórico da ciência qual se insere. Portanto, quando se
trata de analisar as razões de ordem teórica ou se referir ao estágio de desenvolvimento da
teoria, não se pretende explicitar o referencial teórico que se irá dotar, mas apenas ressaltar a
importância da pesquisa no campo da teoria.
Deduz-se, dessas características, que ao conhecimento científico do pesquisador soma-se boa
parte de criatividade e capacidade de convencer, para a redação da justificativa.” (p.103)




4.2.4.2 HIPÓTESE BÁSICA

“O ponto básico do tema, individualizado e especificado na formulação do problema, sendo
uma dificuldade sentida, compreendida e definida, necessita de uma resposta, “provável,
suposta e provisória”, isto é, uma hipótese. A principal resposta é denominada hipótese
básica, podendo ser complementada por outras, que recebem a denominação de secundárias.
Há diferentes formas de hipóteses; entre elas:
- as que afirmam, em dada situação, a presença ou ausência de certos fenômenos;
- as que se referem à natureza ou características de dados fenômenos, em uma situação
específica;
- as que apontam a existência ou não de determinadas relações entre fenômenos;
- as que prevêem variação concomitante, direta ou inversa, entre certos fenômenos etc.”
(p.104)




4.2.4.5 RELAÇÃO ENTRE VARIÁVEIS

“Os principais tipos de relações entre variáveis são: simétrica, em que nenhuma das variáveis
exerce influência sobre a outra, quando então pouco interesse tem para a ciência; recíproca
onde cada uma das variáveis é, alternadamente, causa e efeito, exercendo contínuo efeito
sobre a outra, condição sobre até certo ponto frequente em ciências sociais; assimétrica, onde
uma variável (independente) exerce efeito sobre a outra (dependente). A relação assimétrica é
o cerne da análise nas ciências sociais: deve-se sempre procurar pelo menos uma relação
assimétrica, mesmo que a maioria das hipóteses prediga relações de reciprocidade. (...).”
(p.105)




4.2.5.2 MÉTODOS DE PROCEDIMENTO

“Constituem etapas mais concretas de investigação, com finalidade mais restrita em termos de
explicação geral dos fenômenos menos abstratos. Pressupõem uma atitude concreta em
relação ao fenômeno e estão limitadas a um domínio particular. Nas ciências sociais, os
principais métodos de procedimento são:
- histórico
- comparativo
- monográfico ou estudo de caso
- estatístico
- tipológico
- funcionalista
- estruturalista
- etnográfico.” (p.106)
4.2.5.6 TRATAMENTO ESTATÍSTICO

“Os dados colhidos pela pesquisa apresentar-se ao “em bruto”, necessitando da utilização da
estatística para seu arranjo, análise e compreensão. Outra parte importante é a tentativa de
determinação da fidedignidade dos dados, por intermédio do grau de certeza que se pode ter
acerca dos mesmos. A estatística não é um fim em si mesma, mas instrumento poderoso para
a análise e compreensão de um grande número de dados, cuja visão global, pela
complexidade, torna-se difícil. Nesta etapa de pesquisa deve-se explicitar:
- se se pretende realizar um experimento, e de que tipo. (...);
- se se exercerá controle sobre determinadas variáveis e quais. (...);
- qual o nível de significância que se exigirá; (...);
- que medidas estatísticas utilizará. (...);
- que testes de hipóteses empregará. (...).” (p.108 e 109)




4.2.6.1 TEORIA DE BASE

“A finalidade da pesquisa científica não é apenas um relatório ou descrição de fatos
levantados empiricamente, mas o desenvolvimento de um caráter interpretativo, no que se
refere aos dados obtidos. Para tal, é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universo
teórico, optando-se por um modelo teórico que sirva de embasamento à interpretação do
significado dos dados e fatos colhidos ou levantados.
Todo projeto de pesquisa deve conter as premissas ou pressupostos teóricos sobre os quais o
pesquisador (o coordenador e os principais elementos de sua equipe) fundamentará sua
interpretação.” (p.110)




4.2.6.3 DEFINIÇÃO DOS TERMOS

“Outro fato que deve ser levado em consideração é que os conceitos podem ter significados
diferentes de acordo com o quadro de referência ou a ciência que os emprega; por exemplo,
“cultura” pode ser entendida como conhecimento literário (popular), conjunto dos aspectos
materiais, espirituais e psicológicos que caracteriza um grupo (Sociologia e Antropologia) e
cultivo de bactérias (Biologia). Além disso, uma mesma palavra, por exemplo, “função”, pode
ter vários significados dentro da própria ciência que a utiliza. Dessa forma, a definição dos
termos esclarece e indica o emprego dos conceitos na pesquisa.” (p.111)
4.2.7 Cronograma

“A elaboração do cronograma responde à pergunta quando. A pesquisa deve ser dividida em
partes, fazendo-se a previsão do tempo necessário para passar de uma fase a outra. Não
esquecer que, se determinadas partes podem ser executadas simultaneamente, pelos vários
membros da equipe, existem outras que dependem das anteriores, como é o caso da análise e
interpretação, cuja realização depende da codificação e tabulação, só possíveis depois de
colhidos os dados.” (p.112)




4.4 PESQUISA – PILOTO OU PRÉ – TESTE

“Uma vez terminado o projeto de pesquisa definitivo, a tentação de iniciar imediatamente a
pesquisa é muito grande. Todas as etapas foram previstas, as hipóteses enunciadas, as
variáveis identificadas, a metodologia minuciosamente determinada, incluindo as provas
estatísticas a que serão submetidos os dados colhidos; portanto, por que não começar
incontinenti a coleta de dados.
Ainda em relação ao questionário, o pré-teste poderá evidenciar se ele apresenta ou não três
elementos de suma importância.
- fidedignidade – isto é, obter-se-ão sempre os mesmos resultados, independentemente da
pessoa que o aplica
- validade – os dados obtidos são todos necessários à pesquisa. Nenhum fato, dado ou
fenômeno foi deixado de lado na coleta.
- operatividade – o vocabulário é acessível a todos os entrevistados, e o signifquicado das
questões é claro.” (p.129)




4.5.8 Apresentação dos Dados e sua Análise

“A quantidade e a natureza dos dados a serem apresentados irão determinar a divisão dessa
parte em capítulos, tanto no que se refere ao número quanto à extensão dos mesmos. A ordem
da divisão deve estar relacionada com a colocação das hipóteses, isto é, das sucessivas
afirmações nelas contidas.
É importante lembrar que a função de um relatório não é aliciar o leitor, mas demonstrar as
evidências a que se chegou através da pesquisa. Portanto, na seleção do material a ser
apresentado (e terá de haver uma seleção), o pesquisador não pode ser dirigido pelo desejo
natural de ver confirmadas suas previsões à custa de dados que as refutam. (...).” (p.132)
4.5.10 Conclusões

“A apresentação e análise dos dados, assim como a interpretação dos resultados, encaminham
naturalmente às conclusões. Estas devem:
- evidenciar as conquistas alcançadas com o estudo;
- indicar as limitações e as reconsiderações;
- apontar a relação entre os fatos verificados e a teoria;
- representar “a súmula em que os argumentos, conceitos, fatos, hipóteses, teorias, modelos se
unem e se completam” (Trujillo Ferrari, 1982:295).” (p.133 – 134)

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Fichamento de Transcrição

  • 1. JÉSSICA PORTO DE OLIVEIRA FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO Maringá 2011
  • 2. JÉSSICA PORTO DE OLIVEIRA FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO Trabalho apresentado para aprovação na disciplina Metodologia de Pesquisa do curso de Administração da FCV – Faculdade Cidade Verde. Profº Dr. Sânderson Reginaldo de Mello Maringá 2011
  • 3. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6ª ed., São Paulo: Atlas, 2001, p. 99-135. PROJETO E RELATÓRIO DE PESQUISA 4.1 NOÇÕES PRELIMINARES “Entretanto, antes de redigir um projeto de pesquisa, alguns passos devem ser dados. Em primeiro lugar, exigem-se estudos preliminares que permitirão verificar o estado da questão que se pretende desenvolver sob o aspecto teórico e de outros estudos e pesquisas já elaborados. Tal esforço não será desperdiçado, pois qualquer tema de pesquisa necessita de adequada integração na teoria existente e a análise do material já disponível será incluída no projeto sob o título de “revisão da bibliografia”. A seguir, elabora-se um anteprojeto de pesquisa, cuja finalidade é a integração dos diferentes elementos em quadros teóricos e aspectos metodológicos adequados, permitindo também ampliar e especificar os quesitos do projeto, a “definição dos termos”. Finalmente, prepara-se o projeto definitivo, mais detalhado e apresentado rigor e precisão metodológicos.” (p.99) 4.2.1 Apresentação “A apresentação do projeto de pesquisa, respondendo à questão quem¿, inicia-se com a capa, onde são indicados os elementos essenciais à compreensão do estudo que se pretende realizar, sob os auspícios de quem ou para quem e ao conhecimento do responsável pelo trabalho. O nome da entidade (instituição, organização, empresa, escola) pode corresponder àquela à qual está de algum modo ligado o coordenador e que oferece a pesquisa para ser financiada ou “comprada” por pessoa(s) eou entidades, ou a que custeia a realização da mesma.” (p.101) “A primeira página do projeto é dedicada à relação do pessoal técnico. Inicia-se com a repetição do nome da entidade, seguido do endereço completo, incluindo o(s) telefone(s), precedido(s) do prefixo da cidade para contatos pelo sistema de DDD, quando necessário. O mesmo cuidado deve ser seguido na indicação do endereço do coordenador, que é o responsável direto por contatos com entidades às quais ou à qual o projeto é dirigido. A
  • 4. seguir, vem a relação completa do pessoal técnico, discriminando os cargos, seguidos do nome, endereço e telefone de cada um. (...).” (p.101) 4.2.2.1 TEMA “É o assunto que se deseja provar e desenvolver. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador, da sua curiosidade científica, de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira, portanto, “encomendado”, o que não lhe tira o caráter científico, desde que não se interfira no desenrolar da pesquisa; ou se “encaixar” em temas muito amplos, determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores, distribuído a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. Independentes de sua origem, o tema é , nessa fase, necessariamente amplo, precisando bem o assunto geral sobre o qual se deseja realizar a pesquisa.” (p.102) 4.2.3 Justificativa “A justificativa difere da revisão da bibliografia e, por este motivo, não apresenta citações de outros autores. Difere, também, da teoria de base, que vai servir de elemento unificador entre o concreto da pesquisa e o conhecimento teórico da ciência qual se insere. Portanto, quando se trata de analisar as razões de ordem teórica ou se referir ao estágio de desenvolvimento da teoria, não se pretende explicitar o referencial teórico que se irá dotar, mas apenas ressaltar a importância da pesquisa no campo da teoria. Deduz-se, dessas características, que ao conhecimento científico do pesquisador soma-se boa parte de criatividade e capacidade de convencer, para a redação da justificativa.” (p.103) 4.2.4.2 HIPÓTESE BÁSICA “O ponto básico do tema, individualizado e especificado na formulação do problema, sendo uma dificuldade sentida, compreendida e definida, necessita de uma resposta, “provável, suposta e provisória”, isto é, uma hipótese. A principal resposta é denominada hipótese básica, podendo ser complementada por outras, que recebem a denominação de secundárias. Há diferentes formas de hipóteses; entre elas:
  • 5. - as que afirmam, em dada situação, a presença ou ausência de certos fenômenos; - as que se referem à natureza ou características de dados fenômenos, em uma situação específica; - as que apontam a existência ou não de determinadas relações entre fenômenos; - as que prevêem variação concomitante, direta ou inversa, entre certos fenômenos etc.” (p.104) 4.2.4.5 RELAÇÃO ENTRE VARIÁVEIS “Os principais tipos de relações entre variáveis são: simétrica, em que nenhuma das variáveis exerce influência sobre a outra, quando então pouco interesse tem para a ciência; recíproca onde cada uma das variáveis é, alternadamente, causa e efeito, exercendo contínuo efeito sobre a outra, condição sobre até certo ponto frequente em ciências sociais; assimétrica, onde uma variável (independente) exerce efeito sobre a outra (dependente). A relação assimétrica é o cerne da análise nas ciências sociais: deve-se sempre procurar pelo menos uma relação assimétrica, mesmo que a maioria das hipóteses prediga relações de reciprocidade. (...).” (p.105) 4.2.5.2 MÉTODOS DE PROCEDIMENTO “Constituem etapas mais concretas de investigação, com finalidade mais restrita em termos de explicação geral dos fenômenos menos abstratos. Pressupõem uma atitude concreta em relação ao fenômeno e estão limitadas a um domínio particular. Nas ciências sociais, os principais métodos de procedimento são: - histórico - comparativo - monográfico ou estudo de caso - estatístico - tipológico - funcionalista - estruturalista - etnográfico.” (p.106)
  • 6. 4.2.5.6 TRATAMENTO ESTATÍSTICO “Os dados colhidos pela pesquisa apresentar-se ao “em bruto”, necessitando da utilização da estatística para seu arranjo, análise e compreensão. Outra parte importante é a tentativa de determinação da fidedignidade dos dados, por intermédio do grau de certeza que se pode ter acerca dos mesmos. A estatística não é um fim em si mesma, mas instrumento poderoso para a análise e compreensão de um grande número de dados, cuja visão global, pela complexidade, torna-se difícil. Nesta etapa de pesquisa deve-se explicitar: - se se pretende realizar um experimento, e de que tipo. (...); - se se exercerá controle sobre determinadas variáveis e quais. (...); - qual o nível de significância que se exigirá; (...); - que medidas estatísticas utilizará. (...); - que testes de hipóteses empregará. (...).” (p.108 e 109) 4.2.6.1 TEORIA DE BASE “A finalidade da pesquisa científica não é apenas um relatório ou descrição de fatos levantados empiricamente, mas o desenvolvimento de um caráter interpretativo, no que se refere aos dados obtidos. Para tal, é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universo teórico, optando-se por um modelo teórico que sirva de embasamento à interpretação do significado dos dados e fatos colhidos ou levantados. Todo projeto de pesquisa deve conter as premissas ou pressupostos teóricos sobre os quais o pesquisador (o coordenador e os principais elementos de sua equipe) fundamentará sua interpretação.” (p.110) 4.2.6.3 DEFINIÇÃO DOS TERMOS “Outro fato que deve ser levado em consideração é que os conceitos podem ter significados diferentes de acordo com o quadro de referência ou a ciência que os emprega; por exemplo, “cultura” pode ser entendida como conhecimento literário (popular), conjunto dos aspectos materiais, espirituais e psicológicos que caracteriza um grupo (Sociologia e Antropologia) e cultivo de bactérias (Biologia). Além disso, uma mesma palavra, por exemplo, “função”, pode ter vários significados dentro da própria ciência que a utiliza. Dessa forma, a definição dos termos esclarece e indica o emprego dos conceitos na pesquisa.” (p.111)
  • 7. 4.2.7 Cronograma “A elaboração do cronograma responde à pergunta quando. A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão do tempo necessário para passar de uma fase a outra. Não esquecer que, se determinadas partes podem ser executadas simultaneamente, pelos vários membros da equipe, existem outras que dependem das anteriores, como é o caso da análise e interpretação, cuja realização depende da codificação e tabulação, só possíveis depois de colhidos os dados.” (p.112) 4.4 PESQUISA – PILOTO OU PRÉ – TESTE “Uma vez terminado o projeto de pesquisa definitivo, a tentação de iniciar imediatamente a pesquisa é muito grande. Todas as etapas foram previstas, as hipóteses enunciadas, as variáveis identificadas, a metodologia minuciosamente determinada, incluindo as provas estatísticas a que serão submetidos os dados colhidos; portanto, por que não começar incontinenti a coleta de dados. Ainda em relação ao questionário, o pré-teste poderá evidenciar se ele apresenta ou não três elementos de suma importância. - fidedignidade – isto é, obter-se-ão sempre os mesmos resultados, independentemente da pessoa que o aplica - validade – os dados obtidos são todos necessários à pesquisa. Nenhum fato, dado ou fenômeno foi deixado de lado na coleta. - operatividade – o vocabulário é acessível a todos os entrevistados, e o signifquicado das questões é claro.” (p.129) 4.5.8 Apresentação dos Dados e sua Análise “A quantidade e a natureza dos dados a serem apresentados irão determinar a divisão dessa parte em capítulos, tanto no que se refere ao número quanto à extensão dos mesmos. A ordem da divisão deve estar relacionada com a colocação das hipóteses, isto é, das sucessivas afirmações nelas contidas. É importante lembrar que a função de um relatório não é aliciar o leitor, mas demonstrar as evidências a que se chegou através da pesquisa. Portanto, na seleção do material a ser apresentado (e terá de haver uma seleção), o pesquisador não pode ser dirigido pelo desejo natural de ver confirmadas suas previsões à custa de dados que as refutam. (...).” (p.132)
  • 8. 4.5.10 Conclusões “A apresentação e análise dos dados, assim como a interpretação dos resultados, encaminham naturalmente às conclusões. Estas devem: - evidenciar as conquistas alcançadas com o estudo; - indicar as limitações e as reconsiderações; - apontar a relação entre os fatos verificados e a teoria; - representar “a súmula em que os argumentos, conceitos, fatos, hipóteses, teorias, modelos se unem e se completam” (Trujillo Ferrari, 1982:295).” (p.133 – 134)