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21                   WWW.CURSORAIZES.COM.BR                REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASALVES, G. O novo (e precário) mundo d...
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  1. 1. 1 WWW.CURSORAIZES.COM.BRUNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ – UVA CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA EQUILIBRIO ECOLÓGICO TOBIAS BARRETO-SE WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  2. 2. 2WWW.CURSORAIZES.COM.BR 2008WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  3. 3. 3 WWW.CURSORAIZES.COM.BR AMANDA GOIS SANTOSGRAZIELE DE JESUS MENEZESJOSÉ MESSIAS P. DO NASCIMENTO MARIA PAIXÃO DA CRUZMARIA ZORAIDE ALMEIDA SANTOS NICELMA SANTANA EQUILIBRIO ECOLÓGICO Trabalho apresentado a disciplina Ciências, Tecnologia, Meio Ambiente e Qualidade de vida do Prof.° José Oliveira Santana. Do Curso em Pedagogia da Universidade do Vale do Acaraú - UVA TOBIAS BARRETO-SE 2008 WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  4. 4. 4WWW.CURSORAIZES.COM.BR DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a meus queridos amigos, companheiros de todos os momentos, bons e ruins; muito obrigado vocês são as pessoas que mais amo neste mundo.WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  5. 5. 5 WWW.CURSORAIZES.COM.BR SUMÁRIOAGRICULTURA, PECUÁRIA E SEDENTARIZAÇÃO 05AS TRANSFORMAÇÕES URBANAS E OS PROBLEMAS AMBIENTAIS 07O TRABALHO E A RELAÇÃO HOMEM-NATUREZA: O PARADOXO 12O CRESCIMENTO POPULACIONAL E OS DESEQUILIBRIOS NO AMBIENTE 15REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19 WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  6. 6. 6 WWW.CURSORAIZES.COM.BR AGRICULTURA, PECUÁRIA E SEDENTARIZAÇÃO As áreas de exploração com agricultura e a pecuária de corte no Brasil têmapresentado sintomas sérios de ruptura na sustentabilidade dos recursos naturais. Adegradação das pastagens, a queda na produtividade das lavouras, o empobrecimento dafertilidade do solo, a baixa retenção de água no solo e o aumento do processo erosivo sãosintomas do manejo inadequado que prejudica o meio ambiente. As tecnologias para a recuperação e manejo sustentável dos solos degradados dosCerrados, tanto para as áreas de pastagens como de agricultura, visam à melhoria daspropriedades do solo, evitando a erosão, como também a quebra do equilíbrio que facilita aocorrência de pragas, doenças e plantas invasoras e uma maior diversificação das atividadeseconômicas no meio rural.Principais requisitos para a integração agricultura e pecuária Para a produção de grãos em áreas de pastagens, considerando-se que o uso daagricultura é uma atividade de maior risco e requer certa especialização por parte dosprodutores, o pecuarista deve considerar alguns parâmetros para fazer uso da agricultura, taiscomo: a. Solos favoráveis para a produção de grãos, em áreas de clima propício. b. Infra-estrutura mínima para a produção de grãos (máquinas, equipamentos e instalações). c. Acesso facilitado para a entrada de insumos e a saída de produtos. d. Recursos financeiros para os investimentos na produção. e. Domínio da tecnologia requerida para a produção. f. Assistência técnica. g. Possibilidade de arrendamento da terra ou de parceria com produtores tradicionais de grãos. No caso do uso da agricultura para recuperação e renovação de pastagens, em geral, oscustos podem, em anos normais, serem amortizados total ou parcialmente, já no primeiro ano WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  7. 7. 7 WWW.CURSORAIZES.COM.BRde cultivo. Uma menor quantidade de insumos, operações de preparo de solo, conservação dosolo, a partir do segundo ano, possibilitam também obter margens positivas. Para a produção de carne em áreas de lavoura de grãos, os principais requisitos são: a. Infra-estrutura mínima para pecuária de corte (curral, cercas, água e outras). b. Recursos financeiros para os investimentos na atividade. c. Domínio das tecnologias requeridas para o sistema. d. Assistência técnica. e. Possibilidade de arrendamento da terra e/ou parceria com produtores tradicionais de pecuária de corte. A exploração intensiva da atividade de pecuária de corte, principalmente na recria eengorda de animais cruzados, em solos corrigidos e adequado manejo sanitário e nutricional,poderá apresentar uma maior rentabilidade econômica, com menor risco, quando comparadocom a produção de soja, milho, feijão, arroz, sorgo e outras. Principais vantagens do uso de integração agricultura e pecuária a. Recuperação mais eficiente da fertilidade do solo - como as culturas anuais são mais exigentes em fertilidade do solo, uma atenção maior a esse aspecto é certamente dada. b. Facilidade de aplicação de práticas de conservação de solo - esta é uma prática corriqueira entre os agricultores, os quais também possuem equipamentos apropriados. c. Recuperação com custos mais baixos - o lucro obtido com a cultura amortiza os gastos da recuperação. d. Facilidade na renovação da pastagem - em geral no plantio de culturas anuais o preparo do solo é mais intensivo, com o uso de herbicidas, proporcionando uma redução no potencial de sementes no solo, possibilitando a troca de espécie forrageira, principalmente as braquiárias. e. Melhoria nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo - com a rotação lavoura-pastagem, evitando-se a monocultura, eliminam-se camadas compactadas, bem como incorporam-se resíduos animais (esterco), raízes e palhada de grãos e forrageira, estimulando-se a vida do solo pelo incremento de material orgânico. f. Controle de pragas, doenças e invasoras - pela quebra do ciclo de pragas e doenças. g. Aproveitamento de adubo residual - parte do adubo fertilizante aplicado à cultura permanece no solo, sendo depois aproveitado pela pastagem. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  8. 8. 8 WWW.CURSORAIZES.COM.BR h. Maior eficiência na utilização de máquinas, equipamentos e mão-de-obra na fazenda, os quais terão uma otimização do uso por maior período de tempo no ano. i. Diversificação do sistema produtivo - possibilita a diversificação de pastagens. A empresa pode explorar tanto as fases de cria, recria e engorda, como a produção de grãos. Isto lhe dá maiores garantias contra os riscos climáticos e flutuações de mercado. j. Aumento da produtividade do negócio agropecuário, tornando-o sustentável em termos econômicos e agroecológicos. SEDENTARIZAÇÃO Na antropologia evolucionária, sedentarismo é um termo aplicado à transição culturalda colonização nômade para a permanente. Na transição para o sedentarismo, as populaçõessemi-nômades possuíam um acampamento fixo para a parte sedentária do ano. Osedentarismo se tornou possível com novas técnicas agrícolas e pecuárias. O desenvolvimentodo sedentarismo aumento a agregação populacional e levou à formação de vilas, cidades eoutras formas de comunidades. Sedentarismo forçado, ou sedentarização ocorre quando um grupo dominanterestringe os movimentos de um grupo nômade. Este é um processo pelo qual as populações nomádicas têm passado desde o início daagricultura, até hoje, onde a organização da sociedade moderna impôs demandas queforçaram as populações aborígenes a adotar um habitat fixo.AS TRANSFORMAÇÕES URBANAS E OS PROBLEMAS AMBIENTAIS Por cerca de 4 bilhões de anos o balanço ecológico do planeta esteve protegido. Com osurgimento do homem, meros 100 mil anos, o processo degradativo do meio ambiente temsido proporcional à sua evolução. No Brasil, o início da influência do homem sobre o meio ambiente pode ser notada apartir da chegada dos portugueses. Antes da ocupação do território brasileiro, os indígenasque aqui habitavam (estimados em 8 milhões) sobreviviam basicamente da exploração derecursos naturais, por isso, utilizavam-nos de forma sustentável (WALLAVER, 2000). WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  9. 9. 9 WWW.CURSORAIZES.COM.BR Após a exterminação de grande parte dos índios pelos portugueses, o número dehabitantes do Brasil se reduziu a três milhões no início do século XIX. Foi nesse período quecomeçaram as intensas devastações do nosso território. À época, o homem se baseava emcrenças religiosas que pregavam que os recursos naturais eram infindáveis, então, o términode uma exploração se dava com a extenuação dos recursos do local. Infelizmente, essa culturatem passado de geração em geração e até os dias de hoje ainda predomina (WALLAVER,2000). Com a descoberta do petróleo em 1857 nos EUA, o homem saltou para uma nova era:o mundo industrializado, que trouxe como uma das principais conseqüências a poluição. Ouseja, além de destruirmos as reservas naturais sobrecarregamos o meio ambiente compoluentes. Os acontecimentos decorrentes da industrialização dividiram o povo em duasclasses econômicas: os que espoliavam e os que eram espoliados. A primeira classeacumulava economias e conhecimento, enquanto a segunda vivia no estado mais precáriopossível. A segunda classe pela falta de recursos, utilizava desordenadamente as reservasnaturais, causando a degradação de áreas agricultáveis e de recursos hídricos e, com isso,aumentando a pobreza. O modelo econômico atual está baseado na concentração–exclusão derenda. Ambos os modelos econômicos afetam o meio ambiente. A pobreza pelo fato de sósobreviver pelo uso predatório dos recursos naturais e os ricos pelos padrões de consumoinsustentáveis. As causas das agressões ao meio ambiente são de ordem política, econômica ecultural. A sociedade ainda não absorveu a importância do meio ambiente para suasobrevivência. O homem branco sempre considerou os índios como povos “não civilizados”,porém esses “povos não civilizados” sabiam muito bem a importância da natureza para suavida. O homem “civilizado” tem usado os recursos naturais inescrupulosamente priorizando olucro em detrimento das questões ambientais. Todavia, essa ganância tem um custo alto, jávisível nos problemas causados pela poluição do ar e da água e no número de doençasderivadas desses fatores. A preocupação com o meio ambiente caminha a passos lentos no Brasil, ao contráriodos países desenvolvidos, principalmente em função de prioridades ainda maiores como, p.ex., a pobreza. As carências em tantas áreas impedem que sejam empregadastecnologias/investimentos na área ambiental. Dessa forma, estamos sempre atrasados comrelação aos países desenvolvidos e, com isso, continuamos poluindo. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  10. 10. 10 WWW.CURSORAIZES.COM.BR A única forma para evitar problemas futuros, de ainda maiores degradações do meioambiente, é através de legislações rígidas e da consciência ecológica. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  11. 11. 11 WWW.CURSORAIZES.COM.BRPROBLEMAS AMBIENTAIS ATUAIS Embora estejam acontecendo vários empreendimentos por parte de empresas, novasleis tenham sido sancionadas, acordos internacionais estejam em vigor, a realidade apontadapelas pesquisas mostra que os problemas ambientais ainda são enormes e estão longe deserem solucionados. É preciso lembrar que o meio ambiente não se refere apenas as áreas de preservação elugares paradisíacos, mas sim a tudo que nos cerca: água, ar, solo, flora, fauna, homem, etc.Cada um desses itens está sofrendo algum tipo de degradação. Em seguida serão apresentadosalguns dados dessa catástrofe.FAUNA A fauna brasileira é uma das mais ricas do mundo com 10% das espécies de répteis(400 espécies) e mamíferos (600 espécies), 17% das espécies de aves (1.580 espécies) a maiordiversidade de primatas do planeta e anfíbios (330 espécies); além de 100.000 espécies deinvertebrados. Algumas espécies da fauna brasileira se encontram extintas e muitas outras correm orisco. De acordo com o IBGE há pelo menos 330 espécies e subespécies ameaçadas deextinção, sendo 34 espécies de insetos, 22 de répteis, 148 de aves e 84 de mamíferos. Asprincipais causas da extinção das espécies faunísticas são a destruição de habitats, acaça/pesca predatórias, a introdução de espécies estranhas a um determinado ambiente e apoluição (WALLAVER, 2000). O tráfico de animais silvestres movimenta cerca de 10 bilhõesde dólares/ano, sendo que 10% corresponde ao mercado brasileiro, com perda de 38 milhõesde espécimes. A poluição, assim como a caça predatória, altera a cadeia alimentar e dessa formapode haver o desaparecimento de uma espécie e superpopulação de outra. P. ex., o gafanhotoserve de alimento para sapos, que serve de alimento para cobras que serve de alimento paragaviões que quando morrem servem de alimento para os seres decompositores. Se houvesseuma diminuição da população de gaviões devido à caça predatória, aumentaria a população decobras, uma vez que esses são seus maiores predadores. Muitas cobras precisariam de maisalimentos e, conseqüentemente, o número de sapos diminuiria e aumentaria a população degafanhotos. Esses gafanhotos precisariam de muito alimento e com isso poderiam atacaroutras plantações, causando perdas para o homem. É importante lembrar que o WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  12. 12. 12 WWW.CURSORAIZES.COM.BRdesaparecimento de determinadas espécies de animais interrompe os ciclos vitais de muitasplantas.FLORA Desde o princípio de sua história o homem tem exercido intensa atividade sobre anatureza extraindo suas riquezas florestais, pampas e, em menor intensidade, as montanhas.As florestas têm sido as mais atingidas, devido ao aumento demográfico elas vêm sendoderrubadas para acomodar as populações, ou para estabelecer campos agricultáveis (pastagensartificiais, culturas anuais e outras plantações de valor econômico) para alimentar as mesmas.Essa ocupação tem sido realizada sem um planejamento ambiental adequado causandoalterações significativas nos ecossistemas do planeta. As queimadas, geralmente praticadaspelo homem, são atualmente um dos principais fatores que contribuem para a redução dafloresta em todo o mundo, além de aumentar a concentração de dióxido de carbono naatmosfera, agravando o aquecimento do planeta. O fogo afeta diretamente a vegetação, o ar, osolo, a água, a vida silvestre, a saúde pública e a economia. Há uma perda efetiva de macro emicronutrientes em cada queimada que chega a ser superior a 50% para muitos nutrientes.Além de haver um aumento de pragas no meio ambiente, aceleração do processo de erosão,ressecamento do solo entre vários outros fatores. A queimada não é de todo desaconselhadadesde que seja feita sob orientação e facilmente controlada. Apesar do uso de sistemas demonitoramento via satélite, os quais facilitam a localização de focos e seu combate, ainda égrande o número de incêndios ocorridos nas florestas brasileiras. 150 mil Km2 de floresta tropical são derrubados por ano, sendo que no Brasil, são emtorno de 20 mil km2 de floresta amazônica. Além desta, a mata Atlântica é a mais ameaçadano Brasil e a quinta no mundo, já tendo sido devastados 97% de sua área (VITOR, 2002).RECURSOS HÍDRICOS Já ouvimos falar muito sobre a guerra do petróleo e os países da OPEP. Como se sabe,a maior concentração de petróleo conhecida está localizada no Golfo Pérsico. Porém, opetróleo deste novo século que também causará muitas guerras é outro: a água. Mais dametade dos rios do mundo diminuíram seu fluxo e estão contaminados, ameaçando a saúdedas pessoas. Esses rios se encontram tanto em países pobres quanto ricos. Os rios aindasobreviventes são o Amazonas e o Congo. A Bacia do Amazonas é o maior filão de água docedo planeta, correspondendo a 1/5 da água doce disponível. Não é à toa que há um interesse WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  13. 13. 13 WWW.CURSORAIZES.COM.BRmundial na proteção dessa região. Não é porque a Amazônia é o pulmão do mundo, isso já foicomprovado que todo o oxigênio produzido por essa floresta é consumido por ela mesma. Emum futuro próximo o mundo sedento virá buscar água na Bacia do Amazonas e o Brasil será aOPEP da água. Por isso, temos que ter muito cuidado para não sermos surpreendidos edominados por nações mais poderosas. Apenas 2% da água do planeta é doce, sendo que90% está no subsolo e nos pólos. Cerca de 70% da água consumida mundialmente, incluindoa desviada dos rios e a bombeada do subsolo, são utilizadas para irrigação. Aproximadamente20% vão para a indústria e 10% para as residências. Atualmente a água já é uma ameaça a pazmundial, pois, muitos países da Ásia e do Oriente Médio disputam recursos hídricos.Relatórios da ONU apontam que 1 bilhão de pessoas não tem acesso a água tratada e com isso4 milhões de crianças morrem devido a doenças como o cólera e a malária (DIAS, 2000). Aexpectativa é de que nos próximos 25 anos 2,76 bilhões de pessoas sofrerão com a escassez deágua. A escassez de água se deve basicamente à má gestão dos recursos hídricos e não à faltade chuvas. Uma das maiores agressões para a formação de água doce é a ocupação e o usodesordenado do solo. Para agravar ainda mais a situação são previstas as adições de mais de 3bilhões de pessoas que nascerão neste século, sendo a maioria em países que já tem escassezde água, como Índia, China, Paquistão.OCUPAÇÃO DO SOLO O acesso a terra continua sendo um dos maiores desafios de nosso país. O modelourbanístico brasileiro praticamente se divide em dois: a cidade oficial (cidade legal, registradaem órgãos municipais) e a cidade oculta (ocupação ilegal do solo). A cidade fora da lei, semconhecimento técnico e financiamento público, é onde ocorre o embate entre a preservação domeio ambiente e a urbanização. Toda legislação que pretende ordenar o uso e a ocupação dosolo, é aplicada à cidade legal, mas não se aplica à outra parte, a qual é a que mais cresce. As conseqüências dessa ocupação desorganizada já são bastante conhecidas:enchentes, assoreamento dos cursos de água devido ao desmatamento e ocupação dasmargens, desaparecimento de áreas verdes, desmoronamento de encostas, comprometimentodos cursos de água que viraram depósitos de lixo e canais de esgoto. Esses fatores ainda sãoagravados pelo ressurgimento de epidemias como dengue, febre amarela e leptospirose.Outro fator que está afetando o solo é o mau uso na agricultura. 24 milhões de toneladas desolo agricultável são perdidos a cada ano correspondendo, no momento, a 30% da superfícieda Terra. E o pior é que a situação tende a agravar-se. Trata-se de um fenômeno mundial WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  14. 14. 14 WWW.CURSORAIZES.COM.BRcujos prejuízos chegam a 26 bilhões de dólares anuais, e, com isso a sobrevivência de 1 bilhãode pessoas está ameaçada. As maiores causas da desertificação são o excesso de cultivo e depastoreio e o desmatamento, além das práticas deficientes de irrigação (MOREIRA, 2000). O TRABALHO E A RELAÇÃO HOMEM-NATUREZA: O PARADOXO No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e anatureza, onde o ritmo de trabalho e da vida dos homens associava-se ao ritmo da natureza.No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antesum meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção doqual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, através dotrabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se então, o mediadoruniversal na relação do homem com a natureza. (…) o trabalho é, num primeiro momento,um processo entre a natureza e o homem, processo em que este realiza, regula e controla pormeio da ação, um intercâmbio de materiais com a natureza. Partindo desse pressuposto, aseparação do homem de suas condições naturais de existência não é "natural", mas histórica,tendo em vista que a prática humana encontra-se vinculada a sua história. Para CASSETI (1991), as transformações sofridas pela natureza, através do empregodas técnicas no processo produtivo, são um fenômeno social, representado pelo trabalho, e asrelações de produção mudam conforme as leis, as quais implicam a formação econômico-social e, por conseguinte, as relações entre a sociedade e a natureza. A sociedade contemporânea, consubstanciada numa dinâmica complexa econtraditória, possui uma organização interna, a qual representa um conjunto de mediações erelações fundamentadas no trabalho. Sob o capitalismo, o qual se identifica com a reproduçãoampliada do capital e que necessita da produção de mercadorias como veículo de produção damais-valia para possibilitar a sua expansão, a relação homem-meio apresenta-se comocontradição capital-trabalho, pois se pensarmos do ponto de vista abstrato, os homens serelacionam com a natureza para a transformar em produtos. Se pensarmos do ponto de vistareal, o trabalho é um processo de produção/reprodução de mercadorias. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  15. 15. 15 WWW.CURSORAIZES.COM.BR No capitalismo, portanto, o acesso aos recursos existentes na natureza passam porrelações mercantis, visto que sua apropriação pelo capital implica a eliminação de sua"gratuidade natural". Portanto, a incorporação da natureza e do próprio homem ao circuitoprodutivo é a base para que o capital se expanda. No processo de acumulação do capital, o trabalhador tem sido despojado do conjuntodos meios materiais de reprodução de sua existência e forçado a transformar sua força detrabalho em mercadoria, a serviço do próprio capital, em troca de um salário. O capital separaos homens da natureza, em seu processo de produção/reprodução e impõe que o ritmo dohomem não seja mais o ritmo da natureza, mas o ritmo do próprio capital. Sabemos que na relação capital x trabalho há um antagonismo, haja visto que o capitalnutre-se da exploração do trabalho do homem. Nesta relação, como o homem realiza otrabalho capitalizado, ao entrar em contradição com o capital, ele entra em contradição com aprópria natureza. Segundo Moreira, quando o capital busca cada vez mais a produtividade do trabalho e,assim, a elevação da taxa de exploração do trabalho e da natureza, ele amplia a base dealienação do trabalho e da própria natureza, gerando uma dicotomia entre sociedade enatureza. "A alienação do trabalho reproduz-se a todas as instâncias da sociedade capitalista: aliena-se o homem da natureza, dos produtos, do saber, do poder e dos próprios homens. Se o poder sobre os homens nas „sociedades naturais‟ passa pelo controle da terra, sob o capital o poder passa pela alienação do trabalho". A perda da identidade orgânica do homem com a natureza, se dá a partir do capital,que gera a contradição e que, na contradição, gera a perda da identificação do homem com anatureza e, conseqüentemente, a degradação ambiental. O processo social de produção, cuja referência está na produção de valores de uso,submete a força de trabalho e os meios de produção aos seus desígnios, impulsionando autilização irracional dos recursos naturais, o desperdício de matérias-primas, de energia e detrabalho, provocando assim, a destruição da natureza e a conseqüente "crise ecológica". Essa "crise ecológica", constitui-se num dos aspectos desse „mundo às avessas‟ que aalienação mercantil e capitalista do ato social de trabalho institui. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  16. 16. 16 WWW.CURSORAIZES.COM.BR Assim, o processo de constituição da classe proletária, que se dá a partir da separaçãodas condições objetivas de produção, ou seja, dos meios de produção (especialmente da terrae, através dela a natureza) e de sua inserção no trabalho fabril, explica, em primeira instância,a subordinação do proletariado à lógica capitalista de exploração da natureza. Essa separação,pressupõe a perda do domínio sobre as técnicas agrícolas e a compreensão dos processosnaturais por parte do proletariado, distanciando-o assim da natureza. Na atividade produtiva, própria do capitalismo, prevalece a fragmentação e aatomização do trabalhador, reificando (coisificando) o homem e suas relações. Dessa forma,ela não realiza adequadamente a interação do homem com a natureza. O proletariado, despossuído dos meios de produção, só realiza a sua subjetividade namedida em que aliena sua capacidade de trabalho a quem detém as condições objetivas, ouseja, ao capitalista. Segundo ANTUNES, o modo de produção capitalista, o trabalhador é reduzido a umamercadoria, à medida que vende sua força de trabalho para o capitalista em troca de umsalário. Assim, o trabalho "que deveria ser a forma humana de realização do indivíduo reduz-se à única possibilidade de subsistência do despossuído". A dimensão abstrata que o trabalho adquire, conduz ao mascaramento da suadimensão concreta (de trabalho socialmente necessário) e, conseqüentemente, à fetichizaçãoda mercadoria, encobrindo assim, "(...) as dimensões sociais do próprio trabalho, mostrando-as como inerentes aos produtos do trabalho". (Op.cit.127) Segundo Thomaz Jr.(1995), "O procedimento do cientificismo fetichizou os riscos a que a sociedade foi submetida, tendo em vista que o desenvolvimento incomensurado das ciências e das técnicas põe em xeque o futuro da humanidade, socializando de forma profunda e ampla todas as mazelas do produtivismo, conclamando a todos à preservação da natureza, todavia virando as costas para o chamamento lançado pelos movimento ecológicos e alguns partidos políticos comprometidos que se vinculam à tese da insubordinação da práxis social à lógica da reprodução do capital". Nesse sentido, a luta de classe do proletariado (e demais segmentos da sociedade)deveria suscitar uma reformulação profunda da sociedade e colocar em xeque a estruturaorganizacional da sociedade capitalista, ampliando a "luta anticapitalista". Mas, para que esta WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  17. 17. 17 WWW.CURSORAIZES.COM.BRluta ganhe uma dimensão ecológica, se faz necessário uma "verdadeira revolução cultural nomovimento operário". Dada a indiferença do trabalhador com o trabalho que exerce. Já a tecnologia não é indiferente aos propósitos de sua criação, ou seja, ela está àserviço do capital e, portanto, voltada para a produção de mais-valia. Assim, quanto maisaumenta a capacidade de extração de sobretrabalho, maior é a quantidade de recursos naturaisexplorados, de matéria-prima transformada. A crise ecológica requer um repensar sobre a forma como está estruturada e comofunciona a sociedade contemporânea. O modo como é gerida a natureza, o modo de produçãoe de consumo, os meios de produção, o modo de vida, as técnicas aplicadas, a tecnologiautilizada e a ciência a seu serviço, no sentido de reaproximar o homem da natureza (Bihr,1999). Dito de outro modo, essa crise ecológica/ ambiental evidenciada através de doiselementos característicos da sociedade contemporânea: tecnologia e crescimento, nos incita aoquestionamento de um estilo de desenvolvimento internacionalizado, que revela-se enquantomodelo de desenvolvimento ambientalmente predatório e socialmente injusto, manifestado,principalmente nos processos de modernização da agricultura, de urbanização e de exploraçãodesenfreada dos recursos naturais. O CRESCIMENTO POPULACIONAL E OS DESEQUILIBRIOS NO AMBIENTE Os estudiosos de todos os tempos têm se dedicado ao problema dos conglomerados deseres humanos e seus reflexos na economia, sociologia e política, desenvolvidos por estascomunidades. Sabe-se que as populações vivem de acordo com as condições daqueleambiente em termos de alimentação, vestimentas, habitação e muitos outros elementos que acomunidade precisa. Pois, isto conduziu a preocupações incomensuráveis por pessoas quesentiam que, se as coisas continuassem do jeito como estavam, os problemas iriam causardificuldades bem mais catastróficas do que pensavam. Estas questões têm deixado asautoridades ligadas aos problemas populacionais, numa situação de grande perplexidade econstante vigilância quanto à população urbana e/ou rural, numa ligação direta com aprodução de alimentos para esta população que cresce descontroladamente. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  18. 18. 18 WWW.CURSORAIZES.COM.BR A superfície da Terra está em constante processo de transformação e, ao longo de seus4,5 bilhões de anos, o planeta registra drásticas alterações ambientais. Há milhões de anos, aárea do atual deserto do Saara, por exemplo, era ocupada por uma grande floresta e osterrenos que hoje abrigam a floresta amazônica pertenciam ao fundo do mar. As rupturas nacrosta terrestre e a deriva dos continentes mudam a posição destes ao longo de milênios. Emconseqüência, seus climas passam por grandes transformações. As quatro glaciações járegistradas – quando as calotas polares avançam sobre as regiões temperadas – fazem atemperatura média do planeta cair vários graus. Essas mudanças, no entanto, são provocadaspor fenômenos geológicos e climáticos e podem ser medidas em milhões e até centenas demilhões de anos. Com o surgimento do homem na face da Terra, o ritmo de mudançasacelera-se. AGENTES DO DESEQUILÍBRIO A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo seu poder de controlare transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmode alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelohomem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção damáquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo dedesmatamento. A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gasesna atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias-primas e substâncias não-biodegradáveis, como alguns plásticos. Crescimento populacional – O aumento da população mundial ao longo da históriaexige áreas cada vez maiores para a produção de alimentos e técnicas de cultivo queaumentem a produtividade da terra. Florestas cedem lugar a lavouras e criações, espéciesanimais e vegetais são domesticadas, muitas extintas e outras, ao perderem seus predadoresnaturais, multiplicam-se aceleradamente. Produtos químicos não-biodegradáveis, usados paraaumentar a produtividade e evitar predadores nas lavouras, matam microrganismosdecompositores, insetos e aves, reduzem a fertilidade da terra, poluem os rios e águassubterrâneas e contaminam os alimentos. A urbanização multiplica esses fatores de WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  19. 19. 19 WWW.CURSORAIZES.COM.BRdesequilíbrio. A grande cidade usa os recursos naturais em escala concentrada, quebra ascadeias naturais de reprodução desses recursos e reduz a capacidade da natureza de construirnovas situações de equilíbrio. Economia do desperdício – O estilo de desenvolvimento econômico atual estimula odesperdício. Automóveis, eletrodomésticos, roupas e demais utilidades são planejados paradurar pouco. O apelo ao consumo multiplica a extração de recursos naturais: embalagenssofisticadas e produtos descartáveis não-recicláveis nem biodegradáveis aumentam aquantidade de lixo no meio ambiente. A diferença de riqueza entre as nações contribui para odesequilíbrio ambiental. Nos países pobres, o ritmo de crescimento demográfico e deurbanização não é acompanhado pela expansão da infra-estrutura, principalmente da rede desaneamento básico. Uma boa parcela dos dejetos humanos e do lixo urbano e industrial élançada sem tratamento na atmosfera, nas águas ou no solo. A necessidade de aumentar asexportações para sustentar o desenvolvimento interno estimula tanto a extração dos recursosminerais como a expansão da agricultura sobre novas áreas. Cresce o desmatamento e asuperexploração da terra. Lixo – Acúmulo de detritos domésticos e industriais não-biodegradáveis na atmosfera,no solo, subsolo e nas águas continentais e marítimas provoca danos ao meio ambiente edoenças nos seres humanos. As substâncias não-biodegradáveis estão presentes em plásticos,produtos de limpeza, tintas e solventes, pesticidas e componentes de produtoseletroeletrônicos. As fraldas descartáveis demoram mais de cinqüenta anos para se decompor,e os plásticos levam de quatro a cinco séculos. Ao longo do tempo, os mares, oceanos emanguezais vêm servindo de depósito para esses resíduos. Resíduos radiativos – Entre todas as formas de lixo, os resíduos radiativos são osmais perigosos. Substâncias radiativas são usadas como combustível em usinas atômicas degeração de energia elétrica, em motores de submarinos nucleares e em equipamentos médico-hospitalares. Mesmo depois de esgotarem sua capacidade como combustível, não podem serdestruídas e permanecem em atividade durante milhares e até milhões de anos. Despejos nomar e na atmosfera são proibidos desde 1983, mas até hoje não existem formas absolutamenteseguras de armazenar essas substâncias. As mais recomendadas são tambores ou recipientesimpermeáveis de concreto, à prova de radiação, que devem ser enterrados em áreasgeologicamente estáveis. Essas precauções, no entanto, nem sempre são cumpridas e os WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  20. 20. 20 WWW.CURSORAIZES.COM.BRvazamentos são freqüentes. Em contato com o meio ambiente, as substâncias radiativasinterferem diretamente nos átomos e moléculas que formam os tecidos vivos, provocamalterações genéticas e câncer. Ameaça nuclear – Atualmente existem mais de quatrocentas usinas nucleares emoperação no mundo – a maioria no Reino Unido, EUA, França e Leste europeu. Vazamentosou explosões nos reatores por falhas em seus sistemas de segurança provocam gravesacidentes nucleares. O primeiro deles, na usina russa de Tcheliabínski, em setembro de 1957,contamina cerca de 270 mil pessoas. O mais grave, em Chernobyl , na Ucrânia, em 1986,deixa mais de trinta mortos, centenas de feridos e forma uma nuvem radiativa que se espalhapor toda a Europa. O número de pessoas contaminadas é incalculável. No Brasil, umvazamento na Usina de Angra I, no Rio de Janeiro, contamina dois técnicos. Mas o pioracidente com substâncias radiativas registrado no país ocorre em Goiânia, em 1987: oInstituto Goiano de Radioterapia abandona uma cápsula com isótopo de césio-137, usada emequipamento radiológico. Encontrada e aberta por sucateiros, em pouco tempo provoca amorte de quatro pessoas e a contaminação de duzentas. Submarinos nucleares afundadosdurante a 2a Guerra Mundial também constituem grave ameaça. O mar Báltico é uma dasregiões do planeta que mais concentram esse tipo de sucata. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  21. 21. 21 WWW.CURSORAIZES.COM.BR REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASALVES, G. O novo (e precário) mundo do trabalho: Reestruturação produtiva e crisedo sindicalismo. São Paulo: Ed. Boitempo/Fapesp, 2000.ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade domundo do trabalho. Campinas/SP: Ed.Cortez, 1997.ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação dotrabalho. Campinas/SP: Boitempo, 4a edição, 2001.BIHR, A . Da Grande Noite à Alternativa:O Movimento Operário Europeu em Crise.São Paulo: Boitempo, 1999.CASSETI, Valter. Ambiente e apropriação do relevo. São Paulo: Contexto, 1991.MALTHUS, Robert. Princípios de Economia Política e Ensaio sobre a População..São Paulo, VICTOR CIVITA, 1983, p. 315.MOREIRA, M. Brasil será destaque em Joanesburgo, Revista Ecologia eDesenvolvimento, 100: 2002.MOREIRA, M. Desertificação, o grito da terra, Revista Ecologia e Desenvolvimento,76: 2000.THOMAZ Jr., A. Gestão territorial da relação capital-trabalho na agroindústriasucroalcooleira: os desafios para o movimento sindical. Presidente Prudente:FCT/Unesp (Mimeogr.), 1999.VITOR, C. A questão ambiental deve estar no centro de tudo, Revista Ecologia eDesenvolvimento, 100: 2002.WALLAVER, J. P., ABC do meio ambiente, fauna brasileira, Editora IBAMA,Brasília, DF (2000). WWW.CURSORAIZES.COM.BR

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