Gestão do conhecimento

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  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Dado, info e conhecimento
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
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  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Gestão do conhecimento

    1. 1. 2011 Gestão do Conhecimento Diego Penhalber N° 12107476-9 Matheus Souza N° 12209246-3 Bruno Cruz N° 12209147-3 Professor: Mateus Cozer Centro Universitário da FEI – NPA810 – Turma 050 Gestão do Conhecimento
    2. 2. <ul><ul><li>Livros Base </li></ul></ul><ul><ul><li>As principais características do conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Diferença de conhecimento tácito e explicito </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento organizacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Learning organizations </li></ul></ul><ul><ul><li>O valor do conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Mercado do conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Web 2.0 </li></ul></ul>Agenda Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    3. 3. Hirotaka Takeuchi, Ikujiro Nonaka Hirotaka Takeuchi é reitor da Escola de Estratégia Corporativa Internacional na Universidade Hitotsubashi é considerado como um dos dez melhores professores de gerência para programas de educação corporativa no mundo. Ikujiro Nonaka é professor da Universidade Hitotsubashi. É considerado uma das pessoas com pensamento influente da área de negócios Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa
    4. 4. Idalberto Chiavenato Idalberto Chiavenato é conselheiro no conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo. Autor de livros na área de administração e Recursos Humanos. Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    5. 5. Small Pieces Loosely Joined – Weinberger, David <ul><li>David Weinberger é pesquisador sênior do Berkman Center for Internet and Society, doutor em Filosofia pela Universidade de Toronto e co-diretor da Harvard Law School Library Lab. </li></ul><ul><li>Dr. Weinberger escreve sobre o efeito da tecnologia sobre as idéias. </li></ul>Fonte: http://cyber.law.harvard.edu/people/dweinberger
    6. 6. A Crowd of One – Clippinger, John Henry <ul><li>John Henry Clippinger é co-Diretor do Laboratório de Direito da Universidade de Harvard, centro multi-disciplinar fundado para investigar o papel de mecanismos sociais, neurológicas e econômicos sob os parâmetros da lei com o intuito de facilitar a cooperação e a inovação empresarial. </li></ul>
    7. 7. Dado, informação e conhecimento <ul><li>Dado </li></ul><ul><ul><li>Códigos </li></ul></ul><ul><ul><li>Isoladamente sem sentido </li></ul></ul><ul><ul><li>Bits </li></ul></ul><ul><li>Informação </li></ul><ul><ul><li>Dados tratados </li></ul></ul><ul><ul><li>Possuem significado </li></ul></ul><ul><ul><li>Palavras </li></ul></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul><ul><ul><li>Informação trabalhada </li></ul></ul><ul><ul><li>Idéias, experiências </li></ul></ul>
    8. 8. Características do conhecimento Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa <ul><ul><li>Difícil de ser quantificada </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento tácito </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento explicito </li></ul></ul><ul><ul><li>Ganho de produtividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Poder econômico </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior ativo de uma empresa </li></ul></ul>Principais características do conhecimento
    9. 9. Conhecimento Explícito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Ocidentais X Japoneses
    10. 10. Conhecimento Explícito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Comparação da importância de cada conhecimento
    11. 11. Conhecimento Explicito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Como transformar os diferentes tipos de conhecimentos ?
    12. 12. Conhecimento Organizacional Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Quatro modos de conversão do conhecimento
    13. 13. Conhecimento Tácito em Tácito (Socialização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Matsushita Electric Industrial Company <ul><ul><li>Década de 80 </li></ul></ul><ul><ul><li>Equipe multifuncional qualificada </li></ul></ul><ul><ul><li>Desafio de fabricar pão com baixo custo e qualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Tanaka chefe de desenvolvimento sabia que o melhor pão da região era do Osaka International Hotel </li></ul></ul>
    14. 14. Conhecimento Tácito em Explícito (Externalização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Mazda fabricante do carro RX-7 <ul><ul><li>Processo de criação do conhecimento perfeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Utiliza metáforas, analogias conceitos hipóteses ou modelos </li></ul></ul><ul><ul><li>Conceito é criado atraves da combinação de dedução e indução </li></ul></ul><ul><ul><li>Alta gerancia “um autêntico carro esporte que privilegie o prazer e o conforto de dirigir” </li></ul></ul>
    15. 15. Conhecimento Explícito em Explícito (Combinação) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Kraft General Foods (fabricante de derivados do leite) <ul><ul><li>Conhecimentos através documentos, reuniões, conversar ao telefone ou redes computadorizadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconfiguração das informações existentes através da classificação, acréscimo, combinação e categorização </li></ul></ul><ul><ul><li>Kraft utilizou redes de comunicação computadorizadas e banco de dados para tirar proveito da “micromerchandising” </li></ul></ul>
    16. 16. Conhecimento Explícito em Tácito (Internalização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Matsushita em 1993 <ul><ul><li>“ Aprender fazendo” </li></ul></ul><ul><ul><li>Reduzir a carga horária anual para 1800 horas </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivo: inovar mentalidade e a gerência reduzindo as horas de trabalho e aumentando a criatividade individual </li></ul></ul><ul><ul><li>Know-how </li></ul></ul>
    17. 17. Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Vídeo Outros exemplos
    18. 18. Espiral de criação do conhecimento organizacional Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa
    19. 19. Conhecimento Organizacional Qual é a função da organização na criação do conhecimento?
    20. 20. <ul><ul><li>Intenção </li></ul></ul><ul><ul><li>Autonomia </li></ul></ul><ul><ul><li>Flutuação e caos </li></ul></ul><ul><ul><li>Redundância </li></ul></ul><ul><ul><li>Variedade de requisitos </li></ul></ul>Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa A função da organização é falicitar trabalhos em grupo e estimular a criação do conhecimento em nível individual Conhecimento Organizacional
    21. 21. <ul><ul><li>Top-down </li></ul></ul><ul><ul><li>Bottom-up </li></ul></ul><ul><ul><li>Middle-up-down </li></ul></ul>Processo Gerencial Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Existem três modelos de processo gerencial:
    22. 22. <ul><ul><li>Taylor, Fayol e Ford </li></ul></ul><ul><ul><li>Visão exclusivamente empresarial </li></ul></ul><ul><ul><li>Equiparação do homem à máquina </li></ul></ul>Breve histórico... Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    23. 23. <ul><ul><li>Alheamento às novas idéias ou reação negativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Conservadorismo e conformismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apatia e ociosidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Constante retardamento decisório; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ocorrência de discórdia e conflitos em excesso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Decisões rígidas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Preconceito. </li></ul></ul>Sintomas negativos gerados com a aplicação desta teoria de produção: Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    24. 24. <ul><ul><li>Não há mais indústrias que podem ser consideradas 100% racional e/ou nacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Corporações Transnacionais: matéria-prima, equipamentos, técnicas ou conhecimentos originários de várias países diferentes proporcionando um dinamismo social mais elevado e mais proveitoso para a corporação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Situação atual: inovações tecnológicas e comportamentais sendo absorvidas em todos os países através da importação de equipamentos, produtos acabados ou até mesmo conhecimento. </li></ul></ul>Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    25. 25. <ul><ul><li>Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional. </li></ul></ul>Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    26. 26. <ul><ul><li>Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional. </li></ul></ul>Frente às mudanças ambientais e necessidade de sobrevivência face às rápidas inovações tecnológicas. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    27. 27. <ul><ul><li>Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional. </li></ul></ul>Definição de um sistema interno de lideranças e competições. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    28. 28. <ul><ul><li>Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional. </li></ul></ul>Não somente o meio-ambiente econômico mas social e político também onde essas mudanças se operam. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    29. 29. <ul><ul><li>Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional. </li></ul></ul>Necessidades e comportamento dos colaboradores. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    30. 30. Learning Organizations Aprendizagem, atualização e renovação constantes das quatro áreas, desenvolvendo assim não somente o capital técnico mas também o capital humano de cada corporação. Ou seja, somente as corporações flexíveis e adaptáveis às diversas e constantes mudanças em todos os campos conseguirão se sobressair e sobreviver. Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Fusão das quatro áreas
    31. 31. Vídeo O valor do conhecimento Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    32. 32. O valor do conhecimento &quot; QUAL É O VALOR DO CONHECIMENTO? A informação está em todo lugar. Se hoje em dia a informação é de graça, Qual é o valor do conhecimento?“ Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    33. 33. O valor do conhecimento A influência do conhecimento gerado: Fonte: Selcon Empowering Business - São Paulo - SP
    34. 34. O valor do conhecimento “ Para as organizações do século 21, onde conhecimento é o principal ativo não financeiro, compartilhamento é um fator chave para proporcionar vantagem competitiva real e criar a base de uma inteligência empresarial com diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência.” Fonte: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
    35. 35. O valor do conhecimento “ É preciso criar um ambiente onde o poder esteja nas relações e não na quantidade de informações que cada um possui sozinho . Adquira a consciência do que você sabe que sabe, do que você não sabe que sabe e principalmente do que você não sabe, mas precisa saber . Só assim será possível alavancar novas competências essenciais ao sucesso do seu negócio e alinhar sua equipe estrategicamente. ” (SEBRAE) Fonte: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
    36. 36. Mercado do Conhecimento <ul><li>Sociedade Pós-Industrial : obter maior valor agregado: mais tecnologia e conhecimento </li></ul><ul><li>Era do Conhecimento : conhecimento é nova fonte de riqueza, que cresce quando compartilhado. Recursos ilimitados. </li></ul>Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    37. 37. Mercado do Conhecimento <ul><li>Conhecimento como mercadoria intangível </li></ul><ul><ul><li>Sujeito a variação de preços e mercados </li></ul></ul><ul><ul><li>Compradores: possuem algum problema que demanda conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Vendedores: interessado em compartilhar conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Corretores: relacionam as pessoas com conhecimento e aquelas que precisam dele </li></ul></ul>Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    38. 38. Mercado do Conhecimento <ul><li>Sistemas de preços: Transações raramente são financeiras </li></ul><ul><ul><li>Reciprocidade  Banco de Favores </li></ul></ul><ul><ul><li>Reputação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Melhor comprador de conhecimento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estabilidade no emprego </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Promoção, bônus </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Altruísmo </li></ul></ul>Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    39. 39. Mercado do Conhecimento <ul><li>Transações de conhecimento: a confiança é elemento indispensável </li></ul><ul><ul><li>Garantir a credibilidade do vendedor </li></ul></ul><ul><ul><li>Garantir o “pagamento” do fornecedor </li></ul></ul>Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    40. 40. Gestão do Conhecimento e os Sistemas de Informação <ul><li>Como podemos utilizar as ferramentas de tecnologia para acelerar o processo de difusão e criação de conhecimento ? </li></ul>
    41. 41. Groupware: software colaborativo <ul><li>Ferramenta de Gestão de Conhecimento </li></ul><ul><ul><li>Compartilhamento de conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Geração de conhecimento em conjunto </li></ul></ul>Fonte: LEVY.Pierre. As tecnologias da Inteligência . São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição.
    42. 42. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    43. 43. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    44. 44. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    45. 45. <ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Encurtamento de distâncias </li></ul><ul><li>Novos lugares </li></ul><ul><li>Hyperlinks: Proximidade medida pelo interesse </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    46. 46. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    47. 47. <ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Controlado pelo interesse; pode ser parado e continuado de acordo com a vontade do usuário </li></ul><ul><li>Permite reviver o passado </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    48. 48. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    49. 49. <ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>Web é imperfeita por definição </li></ul><ul><li>Web é independente e descentralizada: mantida pelos próprios usuários </li></ul><ul><li>Informalidade </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    50. 50. <ul><li>Um novo mundo </li></ul><ul><li>Espaço </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Perfeição </li></ul><ul><li>União </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul>A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    51. 51. <ul><li>União </li></ul><ul><li>A Web é um novo espaço social que escolhemos construir e habitar para constituir nossa sociabilidade </li></ul><ul><li>Grupos se conectam diante de algum interesse </li></ul><ul><li>Um grupo não é homogêneo </li></ul><ul><li>Todos têm voz na web </li></ul><ul><li>A velocidade de comunicação é diferente. Lenta, mas sempre disponível. </li></ul>A Web Fonte : Small Pieces Loosely Joined
    52. 52. Vídeo Web 2.0 Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    53. 53. Web 2.0 <ul><li>Segunda geração da internet </li></ul><ul><ul><li>Interatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>Produconsumo: conteúdo gerado pelos próprios usuários </li></ul></ul><ul><ul><li>Inteligência Coletiva = Conhecimento compartilhado </li></ul></ul>
    54. 54. Web 2.0
    55. 55. Web 2.0
    56. 56. Soneto da separação   De repente do riso fez-se o pranto  Silencioso e branco como a bruma  E das bocas unidas fez-se a espuma  E das mãos espalmadas fez-se o espanto.  De repente da calma fez-se o vento  Que dos olhos desfez a última chama  E da paixão fez-se o pressentimento  E do momento imóvel fez-se o drama.    De repente, não mais que de repente  Fez-se de triste o que se fez amante  E de sozinho o que se fez contente.    Fez-se do amigo próximo o distante  Fez-se da vida uma aventura errante  De repente, não mais que de repente.
    57. 57. Dúvidas??? Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    58. 58. Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    59. 59. BIBLIOGRAFIA Harvard Business Review . Gestao do Conhecimento , Editora Campos. 2001 . NONAKA,I.; TAKEUCHI,N. Criação de conhecimento na empresa . 1.ed.Rio de Janeiro: Campus. 1997 LUCAS,Henry. Tecnologia da informação 1.ed.Rio de Janeiro: LTC. 2005 CLIPPINGER.J. A crowd of one . 1.ed.New Yorl: Public Affairs 2007 WEINBERGER,D. Small pieces loosely joined . 1.ed.New Yorl: Basic. 2002 Oreilly. Web2.0. Disponível em :<http://oreilly.com/web2/archieve/what-is-web-20.html> LEVY.Pierre. As tecnologias da Inteligência . São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição. CHIAVANETO, Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP

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