SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 8
Baixar para ler offline
SENAI “Mario Amato”
PROCESSOS MECÂNICOS UTILIZADOS NA
TRANSFORMAÇÃO DO PLÁSTICO
MATÉRIA: Operações Unitárias (OPU)
PROFESSOR: Reinaldo
TURMA: 2QA
INTEGRANTES:
Lucas Brandão
Lucas Vale
Manoel Januário
Maria Aparecida
ÍNDICE
INTRODUÇÃO...................................................................03
TIPOS DE PLÁSTICO........................................................04
SISTEMA DE INJEÇÃO.....................................................05
SISTEMA DE SOPRO.......................................................06
SISTEMA DE EXTRUSÃO.................................................07
CONCLUSÃO....................................................................08
BIBLIOGRAFIA..................................................................08
Introdução
O plástico sem dúvida é um das melhores fontes de produtos
diferenciados,varia desde sacolas plásticas, brinquedos, utensílios,
recipientes diversos, ferramentas, entre outros. Uma das
semelhanças destes produtos é que eles passam por um sistema
de processos mecânicos, este é o tema principal deste trabalho.
Trataremos a seguir sobre os tipos de sistemas mecânicos e como
funciona seu processo, mas primeiramente citaremos alguns tipos
de plásticos.
3
Tipos de plástico:
Utilizados em quase todos os setores da economia, tais como:
construção civil, agrícola, de calçados, móveis, alimentos, têxtil,
lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos,
médico-hospitalar e distribuição de energia.
Nestes setores, os plásticos estão presentes nos mais diferentes
produtos, a exemplo dos geossintéticos, que assumem cada vez
maior importância na drenagem, controle de erosão e reforço do
solo de aterros sanitários, tanques industriais, entre outras
utilidades.
O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se
destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de
suas excelentes características, entre elas: transparência,
resistência, leveza e atoxidade.
Os plásticos são reunidos em sete grupos ou categorias:
1. PET
2. PEAD
3. PVC
4. PEBD/PELBD
5. PP
6. PS
7. Diversos (ABS/SAN,EVA, PA, PC)
4
Sistema de Injeção:
O sistemade injeção consiste em um funil, uma rosca, um cilindro e
um bico de injeção. Este tipo de sistema consiste em transportar o
plástico progressivamente, fazendo que o mesmo passe pelos
estágios de alimentação, compressão, fusão e injeção.
Processo:
O processo de injeção de termoplásticos consiste na plastificação
(derretimento) de um termoplástico na forma de grãos ou pó por
meio de um cilindro de metal aquecido. Dentro deste cilindro
encontra-se uma rosca transportadora reciprocante que plastifica o
material acumulando ele na sua extremidade.Após esse processoo
material é empurrado pela rosca e injetado dentro da cavidade de
um molde projetado e confeccionadocom as dimensões do produto
a ser obtido. Após um período de resfriamento, a peça é extraída
deste molde com suas dimensões desejadas.
Este é o processo mais usado atualmente para transformação de
termoplásticos devido à sua rapidez, à diversidade de peças que
podem ser obtidas e à precisão dimensional. Neste processo
fabricam-se desde pequenas utilidades domésticas sem requisitos
funcionais elevados, até peças automobilísticas ou aeroespaciais
que demandam precisão dimensional e características funcionais
elevadíssimas.Também são injetados desde minúsculas peças até
para-choques de carros, painéis inteiros de veículos e caixas
d'água.
5
Sistema de sopro
O processo de sopro é na verdade uma combinação dos processos
de Injeção e de termoformagem. Os plásticos mais utilizados são:
PEAD,PVC e PP. Têm os mesmos componentesque são utilizados
no processo de injeção, exceto o bico de ar, na qual se injeta o ar
no molde.
Processo:
O processo de sopro em geral é utilizado na obtenção de peças
ocas através da insuflação (ou enchimento) de ar no interior do
molde, de forma a permitir a expansão da massa plástica, até a
obtenção da forma desejada. A unidade de produção para o
processo de sopro é composta pelos seguintes componentes:
1. Máquina sopradora;
2. Molde de sopro;
3. Dispositivos / sistema de acabamento.
O primeiro passo do processo consiste na formação de uma
mangueira de material termoplástico amolecido, chamada de
parison ou trafila. Esta, é depositadadentro do molde de sopro, que
se fecha prensando o parison, em seguida é soprado contra as
paredes do molde adquirindo a forma, sendo refrigerado e extraído
após o estágio de refrigeração. Na maioria dos casos, o produto
necessita passar por um processo de acabamento posterior, como
por exemplo: rebarbação, furação, estampo, etiquetagem,
6
Sistema de extrusão
O sistema de extrusão é muito empregado nas indústrias de
processoscontínuos como na produção de monofilamentos, tubos,
filme, perfis, entre outros.
Processo:
O processo de extrusão é executado de duas maneiras distintas
dependentes da temperatura e da ductilidade. A primeira é a
extrusão a quente, e a segunda extrusão a frio. A extrusão a quente
é semelhante ao processo de injeção, onde o produto é injetado a
alta pressão e temperatura numa forma vazada ou passa através de
um molde de injeção contínua, tomando a forma de peça sólida
semi-acabada ou também a forma de vergalhão, para ser cortado
(fatiado) no comprimento desejado.
A extrusão a frio é semelhante ao processo de extrusão a quente e
é a ductilidade do material a ser trabalhado o principal parâmetro na
escolha do processo.
Pode-se dizer que a extrusão é a produção semi-contínua dos
componentes fabricados, pois, as peças em geral são bastante
longas e seu comprimento é limitado pela quantidade de material
inserido na cavidade onde age o pistão injetor.
Em função da natureza da fabricação, as peças extrudadas são
semiacabadas não necessitando assim posteriores usinagens.
Existe ainda um sistema chamado híbrido, que é a combinação da
extrusão por injeção combinada com operações de forjamento, em
geral executada a frio.
Alguns casos podem exigir extrusões a quente e a frio no mesmo
processo.
7
Conclusão
São de muita importância as transformações mecânicas dos
plásticos na atualidade, pois diversos setores industriais e civis a
utilizam em grande escala, além de serem sistemas de processo
acessíveis podem ser também de alta sustentabilidade, pois há
pouca perda de material nos processo e os resíduos podem ser
reutilizados diversas vezes.
Bibliografia:
http://www.plastivida.org.br. Acesso em 03/02/2015
SORS, László. RADNÓTI, László. Plásticos, Moldes e Matrizes.
http://www.damec.ct.utfpr.edu.br/automotiva/downloadsAutomot/d6
matPolimMod2
8

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (7)

Extrusão
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
 
Extrusão
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
 
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveisProcesso de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
 
Extrusão
Extrusão Extrusão
Extrusão
 
Extrusão [Síntese]
Extrusão [Síntese]Extrusão [Síntese]
Extrusão [Síntese]
 
Extrusão
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
 
OPU
OPUOPU
OPU
 

Semelhante a Opu transformações mecânicas dos plásticos

Semelhante a Opu transformações mecânicas dos plásticos (8)

d6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdfd6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdf
 
Apresentação plastico
Apresentação plasticoApresentação plastico
Apresentação plastico
 
Secagem industrial
Secagem industrialSecagem industrial
Secagem industrial
 
Rotomoldagem
RotomoldagemRotomoldagem
Rotomoldagem
 
Relatorio ufcd 41 trabalho livre
Relatorio ufcd 41 trabalho livreRelatorio ufcd 41 trabalho livre
Relatorio ufcd 41 trabalho livre
 
Slide junto
Slide juntoSlide junto
Slide junto
 
Trabalho sinterização 2015
Trabalho  sinterização   2015Trabalho  sinterização   2015
Trabalho sinterização 2015
 
Tese
TeseTese
Tese
 

Mais de Cristyan Ribeiro (20)

Separação magnetica 1
Separação magnetica 1Separação magnetica 1
Separação magnetica 1
 
Separação magnetica2
Separação magnetica2Separação magnetica2
Separação magnetica2
 
Separação magnetica1
Separação magnetica1Separação magnetica1
Separação magnetica1
 
Separação de misturas sublimação
Separação de misturas sublimaçãoSeparação de misturas sublimação
Separação de misturas sublimação
 
Senai2
Senai2Senai2
Senai2
 
Senai2
Senai2Senai2
Senai2
 
Senai mario amato
Senai mario amatoSenai mario amato
Senai mario amato
 
Reposição de conteúdo bruno luz 2 qa
Reposição de conteúdo bruno luz 2 qaReposição de conteúdo bruno luz 2 qa
Reposição de conteúdo bruno luz 2 qa
 
DESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOLDESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOL
 
Petrquimica
PetrquimicaPetrquimica
Petrquimica
 
Peneiramento
PeneiramentoPeneiramento
Peneiramento
 
Opu tipos-de-separação
Opu tipos-de-separaçãoOpu tipos-de-separação
Opu tipos-de-separação
 
Opu tipos-de-separação
Opu tipos-de-separaçãoOpu tipos-de-separação
Opu tipos-de-separação
 
Opu
OpuOpu
Opu
 
Framaceutica (2)
Framaceutica (2)Framaceutica (2)
Framaceutica (2)
 
Filtração 2 qa-
Filtração 2 qa-Filtração 2 qa-
Filtração 2 qa-
 
Filtração
FiltraçãoFiltração
Filtração
 
Cosméticos 2 qa
Cosméticos 2 qaCosméticos 2 qa
Cosméticos 2 qa
 
Cosméticos 2 qa
Cosméticos 2 qaCosméticos 2 qa
Cosméticos 2 qa
 
OPERAÇÕES UNITARIAS
OPERAÇÕES UNITARIASOPERAÇÕES UNITARIAS
OPERAÇÕES UNITARIAS
 

Último

HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfaulasgege
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfSandra Pratas
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Mary Alvarenga
 
Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesGilbraz Aragão
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.pptDaniloConceiodaSilva
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonRosiniaGonalves
 
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTECAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTEJoaquim Colôa
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturagomescostamma
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 

Último (20)

HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
 
Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das Religiões
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
 
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTECAMINHOS PARA  A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
CAMINHOS PARA A PROMOÇÃO DA INLUSÃO E VIDA INDEPENDENTE
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 

Opu transformações mecânicas dos plásticos

  • 1. SENAI “Mario Amato” PROCESSOS MECÂNICOS UTILIZADOS NA TRANSFORMAÇÃO DO PLÁSTICO MATÉRIA: Operações Unitárias (OPU) PROFESSOR: Reinaldo TURMA: 2QA INTEGRANTES: Lucas Brandão Lucas Vale Manoel Januário Maria Aparecida
  • 2. ÍNDICE INTRODUÇÃO...................................................................03 TIPOS DE PLÁSTICO........................................................04 SISTEMA DE INJEÇÃO.....................................................05 SISTEMA DE SOPRO.......................................................06 SISTEMA DE EXTRUSÃO.................................................07 CONCLUSÃO....................................................................08 BIBLIOGRAFIA..................................................................08
  • 3. Introdução O plástico sem dúvida é um das melhores fontes de produtos diferenciados,varia desde sacolas plásticas, brinquedos, utensílios, recipientes diversos, ferramentas, entre outros. Uma das semelhanças destes produtos é que eles passam por um sistema de processos mecânicos, este é o tema principal deste trabalho. Trataremos a seguir sobre os tipos de sistemas mecânicos e como funciona seu processo, mas primeiramente citaremos alguns tipos de plásticos. 3
  • 4. Tipos de plástico: Utilizados em quase todos os setores da economia, tais como: construção civil, agrícola, de calçados, móveis, alimentos, têxtil, lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos, médico-hospitalar e distribuição de energia. Nestes setores, os plásticos estão presentes nos mais diferentes produtos, a exemplo dos geossintéticos, que assumem cada vez maior importância na drenagem, controle de erosão e reforço do solo de aterros sanitários, tanques industriais, entre outras utilidades. O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de suas excelentes características, entre elas: transparência, resistência, leveza e atoxidade. Os plásticos são reunidos em sete grupos ou categorias: 1. PET 2. PEAD 3. PVC 4. PEBD/PELBD 5. PP 6. PS 7. Diversos (ABS/SAN,EVA, PA, PC) 4
  • 5. Sistema de Injeção: O sistemade injeção consiste em um funil, uma rosca, um cilindro e um bico de injeção. Este tipo de sistema consiste em transportar o plástico progressivamente, fazendo que o mesmo passe pelos estágios de alimentação, compressão, fusão e injeção. Processo: O processo de injeção de termoplásticos consiste na plastificação (derretimento) de um termoplástico na forma de grãos ou pó por meio de um cilindro de metal aquecido. Dentro deste cilindro encontra-se uma rosca transportadora reciprocante que plastifica o material acumulando ele na sua extremidade.Após esse processoo material é empurrado pela rosca e injetado dentro da cavidade de um molde projetado e confeccionadocom as dimensões do produto a ser obtido. Após um período de resfriamento, a peça é extraída deste molde com suas dimensões desejadas. Este é o processo mais usado atualmente para transformação de termoplásticos devido à sua rapidez, à diversidade de peças que podem ser obtidas e à precisão dimensional. Neste processo fabricam-se desde pequenas utilidades domésticas sem requisitos funcionais elevados, até peças automobilísticas ou aeroespaciais que demandam precisão dimensional e características funcionais elevadíssimas.Também são injetados desde minúsculas peças até para-choques de carros, painéis inteiros de veículos e caixas d'água. 5
  • 6. Sistema de sopro O processo de sopro é na verdade uma combinação dos processos de Injeção e de termoformagem. Os plásticos mais utilizados são: PEAD,PVC e PP. Têm os mesmos componentesque são utilizados no processo de injeção, exceto o bico de ar, na qual se injeta o ar no molde. Processo: O processo de sopro em geral é utilizado na obtenção de peças ocas através da insuflação (ou enchimento) de ar no interior do molde, de forma a permitir a expansão da massa plástica, até a obtenção da forma desejada. A unidade de produção para o processo de sopro é composta pelos seguintes componentes: 1. Máquina sopradora; 2. Molde de sopro; 3. Dispositivos / sistema de acabamento. O primeiro passo do processo consiste na formação de uma mangueira de material termoplástico amolecido, chamada de parison ou trafila. Esta, é depositadadentro do molde de sopro, que se fecha prensando o parison, em seguida é soprado contra as paredes do molde adquirindo a forma, sendo refrigerado e extraído após o estágio de refrigeração. Na maioria dos casos, o produto necessita passar por um processo de acabamento posterior, como por exemplo: rebarbação, furação, estampo, etiquetagem, 6
  • 7. Sistema de extrusão O sistema de extrusão é muito empregado nas indústrias de processoscontínuos como na produção de monofilamentos, tubos, filme, perfis, entre outros. Processo: O processo de extrusão é executado de duas maneiras distintas dependentes da temperatura e da ductilidade. A primeira é a extrusão a quente, e a segunda extrusão a frio. A extrusão a quente é semelhante ao processo de injeção, onde o produto é injetado a alta pressão e temperatura numa forma vazada ou passa através de um molde de injeção contínua, tomando a forma de peça sólida semi-acabada ou também a forma de vergalhão, para ser cortado (fatiado) no comprimento desejado. A extrusão a frio é semelhante ao processo de extrusão a quente e é a ductilidade do material a ser trabalhado o principal parâmetro na escolha do processo. Pode-se dizer que a extrusão é a produção semi-contínua dos componentes fabricados, pois, as peças em geral são bastante longas e seu comprimento é limitado pela quantidade de material inserido na cavidade onde age o pistão injetor. Em função da natureza da fabricação, as peças extrudadas são semiacabadas não necessitando assim posteriores usinagens. Existe ainda um sistema chamado híbrido, que é a combinação da extrusão por injeção combinada com operações de forjamento, em geral executada a frio. Alguns casos podem exigir extrusões a quente e a frio no mesmo processo. 7
  • 8. Conclusão São de muita importância as transformações mecânicas dos plásticos na atualidade, pois diversos setores industriais e civis a utilizam em grande escala, além de serem sistemas de processo acessíveis podem ser também de alta sustentabilidade, pois há pouca perda de material nos processo e os resíduos podem ser reutilizados diversas vezes. Bibliografia: http://www.plastivida.org.br. Acesso em 03/02/2015 SORS, László. RADNÓTI, László. Plásticos, Moldes e Matrizes. http://www.damec.ct.utfpr.edu.br/automotiva/downloadsAutomot/d6 matPolimMod2 8