O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES NO CONTEXTO DA
                                ESCOLA/AGRUPAMENTO



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PLANO DE ACÇÃO



Áreas de Intervenção                                            Acções                       2009/2010  ...
Áreas de Intervenção                                                  Acções                       2009/2010   2010/2011  ...
Criação de instrumentos / divulgação



    LEITURA E LITERACIA
                          Formação do      dos já existent...
PARCERIAS      Grupo de    Trabalho em rede com as BE do              X   X   X   X
               Trabalho    Concelho.
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SessãO3 Tarefa2

  1. 1. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES NO CONTEXTO DA ESCOLA/AGRUPAMENTO 1. Análise da realidade do Agrupamento de Escolas de Montargil O Agrupamento de Escolas de Montargil integra três estabelecimentos de ensino que se repartem pelas duas freguesias de Montargil e de Foros do Arrão: - Escola Básica Integrada de Montargil (Sede do Agrupamento); - Escola do 1º ciclo do Ensino Básico com Jardim de Infância de Montargil; - Escola do 1º ciclo do Ensino Básico com Jardim de Infância de Foros do Arrão. Entre os problemas diagnosticados no seu Projecto Educativo, podemos destacar os seguintes: “ - Elevado insucesso escolar ao nível do Inglês no 3º ciclo e da Matemática nos 2º e 3º ciclos; - Pouca participação de um número significativo de encarregados de educação no acompanhamento escolar dos seus educandos; - Elevado número de alunos com baixas expectativas relativamente ao futuro, apresentando pouca ambição a nível profissional.” No que diz respeito aos pontos fortes do Agrupamento, pode ler-se, no Projecto Educativo: “- o Agrupamento, apesar do pequeno número de docentes, tem apresentado um enorme dinamismo no que diz respeito à elaboração e desenvolvimento de projectos e à participação em concursos. Tem apresentado um Plano Anual de Actividades bastante rico e diversificado com várias actividades de grande envergadura e que têm alcançado um reconhecido sucesso;
  2. 2. - o pequeno número de alunos e o reduzido número de habitantes das povoações servidas pelo agrupamento têm permitido uma maior relação de proximidade e um melhor conhecimento individual de cada aluno e da respectiva família; - o reduzido número de docentes do agrupamento tem facilitado a coordenação dos trabalhos e a transmissão das informações dentro do Agrupamento. Tem também criado condições especiais de convivência e cooperação entre os docentes dos vários ciclos; - o órgão de gestão tem seguido linhas de acção bem definidas, que têm permitido a concretização dos vários projectos e objectivos a que a escola se tem proposto; - um número significativo de professores, nomeadamente os pertencentes ao órgão de gestão, mantêm geralmente relações de convívio com elementos dos mais variados sectores da comunidade envolvente. Tal tem facilitado bastante as relações com o meio; - as relações estabelecidas entre o Agrupamento e o poder autárquico têm sido excelentes; - as actividades desenvolvidas para a comunidade local têm tido grande apoio por parte desta. Quase sempre ultrapassaram as expectativas mais positivas; - existe uma boa articulação entre os vários órgãos do Agrupamento; - a existência de turmas geralmente pequenas, quando comparadas com as médias nacionais, facilitam em muito o trabalho dos professores; - o aumento significativo da estabilidade do corpo docente tem influência na continuidade dos rumos a seguir e do trabalho a desenvolver; - os problemas de indisciplina existentes no Agrupamento devem-se à actuação de um reduzido número de alunos; - as instalações e equipamentos do Agrupamento, de um modo geral, apresentam um bom estado de conservação e um aspecto cuidado;
  3. 3. - o pessoal operacional tem demonstrado uma postura muito boa no que diz respeito à colaboração nas várias actividades e à higiene e conservação dos edifícios. Muitas vezes têm-se disponibilizado para a realização de tarefas que em muito ultrapassam o seu conteúdo funcional.” Como se pode verificar, são muitos os pontos fortes apontados. No entanto, os problemas diagnosticados são preocupantes. O insucesso escolar, sobretudo ao nível da Matemática e do Inglês, a fraca participação dos Encarregados de Educação no acompanhamento escolar dos seus educandos; o “elevado número de alunos com baixas expectativas relativamente ao futuro” e, consequentemente, a fraca “ambição a nível profissional”, merecem especial atenção, devendo estar presentes no Plano de Acção a apresentar. 2 – Plano de Acção O plano de Acção constitui-se como um documento orientador de linhas de acção estratégicas, a desenvolver num referencial de quatro anos, no sentido de dar resposta às necessidades e deficiências detectadas relativamente à missão e objectivos da Biblioteca Escolar. Feito o diagnóstico da forma como a BE se tem assumido na escola e a avaliação dos pontos fortes e dos pontos a optimizar, estabeleceram-se áreas de intervenção prioritárias e metas a atingir que serão operacionalizadas através do plano Anual de Actividades. Um dos pontos fortes da nossa BE é o espaço. A BE, tendo um espaço relativamente amplo (para as dimensões do Agrupamento), bem iluminado, acolhedor, com agradáveis áreas de trabalho e de lazer, tem sido, cada vez mais, procurada pela comunidade educativa, o que permite afirmar que o número dos seus utilizadores tem vindo a aumentar de ano para ano. No entanto, as exigências dos que a procuram são, também elas, em número crescente, nomeadamente no que diz respeito à utilização dos computadores e ao acesso à Internet, que começam a revelar-se insuficientes, pelo que, futuramente, terá de ser feito um investimento neste sector de modo a responder às necessidades de informação/conhecimento em permanente desenvolvimento.
  4. 4. As actividades de promoção e animação da leitura têm sido uma das principais áreas de intervenção da BE e, com o alargamento do Plano Nacional de Leitura ao 3º ciclo, continuarão a ser uma das prioridades. Na área da articulação curricular, tem-se verificado, apesar da envolvência da comunidade educativa e das boas relações existentes, a existência de uma fraca dinâmica de trabalho de grupo, tornando-se, por isso, necessário investir no desenvolvimento de estratégias de cooperação com as várias estruturas da escola. A criação de instrumentos de avaliação das actividades da BE e a produção de materiais conducentes ao desenvolvimento da literacia da informação são outros dos aspectos onde urge intervir de forma organizada e sistematizada.
  5. 5. PLANO DE ACÇÃO Áreas de Intervenção Acções 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013 Automatização do catálogo a 100%. X Automatização do serviço de GESTÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR Gestão documental empréstimo a 100%. X Elaboração da Política de Desenvolvimento da Colecção. X Constituição da equipa com elementos Equipa de áreas disciplinares diversificadas com competência nos domínios X pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das ciências documentais. Renovação de postos de pesquisa. Espaço e X X equipamentos Renovação da sinalética. X Actualização / Integração da BE no Projecto X criação de Educativo. documentos Actualização do Regulamento da BE e reguladores X sua inclusão no Regulamento Interno da actividade do Agrupamento. da BE Elaboração do Manual de Procedimentos. X
  6. 6. Áreas de Intervenção Acções 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013 Reuniões com as várias estruturas do Agrupamento (Direcção; Conselho X X X X Pedagógico; Departamentos APOIO AO DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Colaboração Curriculares; Directores de Turma; Pedagógica Equipa PTE) para articulação de actividades. Aprofundar a interacção com os professores das Áreas Curriculares Não Disciplinares: Área de Projecto; X X X X Formação Cívica; Estudo Acompanhado. Levantamento das oportunidades de colaboração com os professores das X X X X várias disciplinas a partir da análise das planificações fornecidas pelos departamentos. Articulação com os Clubes do Agrupamento. X X X X
  7. 7. Criação de instrumentos / divulgação LEITURA E LITERACIA Formação do dos já existentes de forma a Utilizador autonomizar, o mais possível, X X X X professores e alunos (Guia do Utilizador da BE; Guia de Pesquisa no Catálogo, CDU – lista de assuntos). Produção de materiais de apoio em vários suportes (on-line, folhetos, apresentações ppt,...): guião de X X X X pesquisa e tratamento da informação; guias de estudo... Áreas de Intervenção Acções 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013 Desenvolvimento de sessões X X X X informativas com os alunos. LITERACIA DA Formação do INFORMAÇÃO Actividades de pesquisa no âmbito da Utilizador X X X X comemoração de efemérides. Utilização das Promoção da formação inter pares – Tecnologias criação de ateliers dinamizados por X X X X da Informação professores da escola com competências na área das TIC. Desenvolvimento de actividades que impliquem o recurso às tecnologias de X X X X informação. Promoção da Continuação de actividades Leitura dinamizadas pela BE e organização de X X X X novas actividades em articulação com as várias estruturas pedagógicas e com o PNL.
  8. 8. PARCERIAS Grupo de Trabalho em rede com as BE do X X X X Trabalho Concelho. Concelhio Criação de instrumentos de recolha e registo sistemático de dados para a X X X X AVALIAÇÃO avaliação dos serviços e melhoria dos mesmos (inquéritos aos utilizadores, levantamento de dados estatísticos,...). Relatório Anual de Actividades. X X X X

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