Egito: o senhor das duas terras de Ré

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Conteúdos relativos ao programa de História do 7º ano, com diversos exercícios

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Egito: o senhor das duas terras de Ré

  1. 1. O SENHOR DAS DUAS TERRAS DE RÉ TUDO O QUE ACONTECE EM CADA REGIÃO É-TE RELATADO, MESMO QUANDO NÃO ESTÁS NO PALÁCIO. POSSUIS MILHÕES DE ORELHAS. O TEU OLHO VÊ TUDO O QUE ESTÁ OCULTO. Papiro Anastasi IV
  2. 2. EU SOU UM FARAÓ. SOU O GARANTE DA ORDEM NO ANTIGO EGIPTO. SEM MIM NÃO HÁ VIDA, SÓ O CAOS EXISTE! Ó PEQUENOS DEUSES ILUMINADOS POR RÉ, ENTREM NO MEU REINO…
  3. 3. Tot é o meu nome. Sou o deus da sabedoria, da cultura e protejo os escribas. Tot quer saber os vossos conhecimentos sobre o Egipto: 1. QUAL O RIO QUE BANHA O EGIPTO: A=Nilo; B=Eufrates; C=Tigre 2. ONDE DESAGUA O RIO? A=Mar Vermelho; B=Mar Mediterrâneo 3. EM QUE SENTIDO CORRE O RIO: A=NorteSul; B=SulNorte 4. COMO SE DIVIDE O EGIPTO: A=Norte e Sul; B=Baixo e Alto 5. QUAL A FORMA DE RELEVO QUE ACOMPANHA O RIO QUE CORRE NO EGIPTO? A= Planície; B=Montanha; C=Deserto VÊ NA PÁG. 38 O FRISO CRONÓGICO
  4. 4. Vamos conhecer o espaço e o tempo desta civilização Baixo Egipto Deserto Oriental Deserto Ocidental Mar Vermelho Alto Egipto 3.500 a.C. 2575-2134 a.C. 2040-1640 a.C. 1550-1070 a.C. Império Antigo Império Médio Império Novo 380-343 a.C.
  5. 5. EGITO localização geográfica O Egito fica situado no nordeste do continente africano. O território é atravessado pelo rio Nilo e a estreita faixa fértil está limitada, de ambos os lados, por desertos. O Nilo desagua no mar Mediterrâneo, num vasto e fecundo delta. Joana Cirne | Marília Henriques
  6. 6. Imagem de satélite do delta do rio Nilo (atualidade). Google earth Joana Cirne | Marília Henriques
  7. 7. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS
  8. 8. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS O Nilo foi, para toda a Antiguidade, um mistério, ou melhor, um milagre. Era incompreensível que o rio tivesse a sua cheia anual na época mais quente do ano, que deveria ser, normalmente, a mais seca. (…) Sabe-se hoje, que as águas do Nilo vêm, em parte, dos lagos equatoriais onde o rio nasce, e da Etiópia. (…) A cheia é provocada pelas chuvas da monção que caem nos planaltos da Etiópia em Maio e Junho. As águas chegam ao Egipto em Julho, em plena estação quente: cobrem o vale e fertilizam a terra e, quando se retiram em Outubro, basta semear para colher. A parte do Homem está longe de ser secundária nesta fecundação da terra do Egito. Em meados de Março é época de se fazer as colheitas Se o egípcio pode fazer três colheitas por ano é graças a um sistema de canais muito desenvolvido e que exige cuidados permanentes. Em suma, o Egito nasceu da estreita colaboração do Homem e do Nilo. E. Drioton e J. Vandier, L Égipte (Adaptado)
  9. 9. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS VEJAM COM ATENÇÃO AS IMAGENS E REPAREM NAS DIFERENÇAS. O QUE ACONTECE EM CADA FASE? Esquema das inundações do rio Nilo Fase A Fase B Fase C
  10. 10. O Egito é um dom do Nilo Sem o Nilo, o Egito seria um deserto, devido às chuvas raras e aos seus terrenos arenosos. O Nilo, com as suas cheias periódicas (entre agosto e setembro), invade as margens e fertiliza os solos para as sementeiras nos meses de Inverno (fevereiro e março). O rio fornece água e alimento (pesca) às populações. É uma excelente via fluvial que facilita as comunicações e o transporte de produtos entre o Norte e o Sul. Joana Cirne | Marília Henriques (Heródoto)
  11. 11. Sem o Nilo, o Egito seria um deserto Salve, ó Nilo! Que brotas da terra E vens dar vida ao Egito! Misteriosa é a tua saída das trevas Ao irrigares os campos criados por Rá Tu – inesgotável – que dás de beber à terra!… Tu crias o trigo, fazes nascer o grão, Garantindo a riqueza dos templos. Se paras a tua tarefa e o teu trabalho, tudo o que existe cai no desespero. Espalha as tuas águas, ó Nilo! Margens do rio Nilo. Joana Cirne | Marília Henriques Hino ao Nilo
  12. 12. O PODER DO FARAÓ Quem sou eu? O que faço aqui?
  13. 13. O PODER DO FARAÓ A vossa tarefa é saber reconhecer os símbolos utilizados por um faraó e que o tornavam único no Antigo Egito. Quais as insígnias de poder que eram utilizadas pelo faraó? Que significado tinham? Será que ao longo da história do Antigo Egito as insígnias mudaram ou permaneceram sempre iguais? Ai, ai, ai… se eu descubro quem mexeu no protocolo real…
  14. 14. O PODER DO FARAÓ AS COROAS DO FARAÓ – COMPLETEM OS BALÕES DE FALA (PÁG. 36) A minha coroa é da cor Sou rei do A minha coroa é da cor Sou rei do Sou rei do
  15. 15. O PODER DO FARAÓ IDENTIFIQUEM AS COROAS DO FARAÓ Fonte 1 Fonte 2
  16. 16. O PODER DO FARAÓ IDENTIFIQUEM AS COROAS DO FARAÓ Fonte 3 Fonte 4
  17. 17. O PODER DO FARAÓ IDENTIFIQUEM AS COROAS DO FARAÓ Fonte 6 Fonte 5
  18. 18. O PODER DO FARAÓ IDENTIFIQUEM AS INSIGNÍAS DE PODER E PREENCHAM OS QUADROS (pág. 39) Nekhet: deusa protetora do Alto Egito Barba postiça: símbolo da imortalidade Nekhakha (chicote): símbolo da justiça e autoridade Uraéus: serpente protetora dos faraós Nemés: toucado real Heka (ceptro): símbolo da governação
  19. 19. O PODER DO FARAÓ “Volta a tua face para mim, Sol Nascente (o faraó), disco cintilante que fazes viver o Egito. Não há lugares que não conheças, não há razão que não governes, não há ninguém que não ouça as tuas palavras. Senhor, que a todos dás o sopro da vida. Proporciona a abundância aos que te servem; alimenta quem trilha Teu caminho, tudo o que existe é criação TUA”. Papiro Anastasi cit in BARREIRA, Aníbal; MOREIRA, Mendes, Sinais da História FaraóTutankhamon, XVIII Dinastia (1333-1323 a.C.)
  20. 20. O PODER DO FARAÓ Paleta de Narmer
  21. 21. O PODER DO FARAÓ PODERES Sacralizado e absoluto FUNÇÕES Governa o Egito Sumo-sacerdote (chefiava os sacerdotes) Juiz supremo (administrava a justiça) Chefe do exército MONARQUIA TEOCRÁTICA
  22. 22. A SOCIEDADE EGÍPCIA
  23. 23. EGITO Sociedade •A sociedade egípcia era estratificada. A posição social de cada um dependia da riqueza e das funções que desempenhava. •A sociedade estava hierarquizada, dos estratos sociais privilegiados para os não privilegiados. Joana Cirne | Marília Henriques
  24. 24. A SOCIEDADE EGÍPCIA ESTAVA DIVIDIDA EM DOIS GRANDES GRUPOS PRIVILEGIADOS Correspondia à minoria da população NÃO PRIVILEGIADOS Correspondia à maioria da população Nobres Sacerdotes Escribas Soldados Comerciantes/artesãos Camponeses Escravos Escriba Joana Cirne | Marília Henriques Camponeses
  25. 25. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  26. 26. A ESCRITA E A CIÊNCIA “Se examinares um homem que tem o maxilar inferior deslocado e que não consegue fechar a boca, meterás os teus polegares dentro da boca do doente, um de cada lado, ao mesmo tempo que, com os dedos restantes firmemente apoiados sobre o seu queixo, empurrarás para trás, com força. O maxilar irá ao seu lugar. (…) Remédio para a tosse: cominhos mergulhados em mel. Dar ao doente durante quatro dias. (…) Para a dor de garganta: leite de vaca e tâmaras. Deitar num recipiente que será posto ao lume (…). À noite o doente mastigará as tâmaras e beberá o leite durante quatro dias. Remédio para as constipações: moer mirra, resina aromática e polpa de tâmaras até fazer uma pasta. Em seguida, arranjar uma pedra e aquecê-la muito bem. Colocar a pasta em cima da pedra quente e, por cima de tudo, um recipiente sem fundo, para conduzir os vapores para cima. Com uma cana, o doente deverá aspirar os vapores que vão subindo.” Papiros médicos egípcios, citados em Dicionário do Antigo Egipto
  27. 27. A ESCRITA E A CIÊNCIA Hi hi, hi, alguém sabe o nome desta planta?
  28. 28. A ESCRITA E A CIÊNCIA ORDENAR Hi, hi, hi
  29. 29. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  30. 30. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  31. 31. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  32. 32. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  33. 33. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  34. 34. A ESCRITA E A CIÊNCIA
  35. 35. EGITO EM SÍNTESE - Ciências Medicina (vastos conhecimentos do corpo humano propiciados pela dissecação levada a cabo para a mumificação). Geometria e Matemática (dominavam a subtração, a adição, a multiplicação, a raiz quadrada e as frações). Astronomia (no calendário egípcio o ano estava dividido em 365 dias, o dia em 24 horas e a hora em 60 minutos). Joana Cirne | Marília Henriques
  36. 36. A RELIGIÃO EGÍPCIA
  37. 37. EGITO Religião Politeísmo (os egípcios acreditavam em vários deuses). Antropomorfismo (os deuses egípcios tinham, geralmente, aspeto humano mas, por vezes, eram representados sob a forma de animal ou híbrida). Julgamento da alma Joana Cirne | Marília Henriques
  38. 38. A RELIGIÃO EGÍPCIA O julgamento dos mortos – O Tribunal de Osíris 42 deuses Morto Anúbis Ammut Tot Hórus Osíris Isís e Néftis Se o prato do morto era colocado num dos pratos da balança, sob a O coração onde estava o coração pesasse mais, significava que o morto O pelo de conduzido Tot, viveria para e e no e poderia regressar tinha cometido muitos erros, não era puro, sempre outroà ao "Grande uma vigilânciaera Anúbis e debom,o deus escriba,era lançadoprato da plena ao Se,mortocontrário, fossepor Anúbis (deus da Morte) até Sala estava Justiça A pena pertence a a pena defunto seria levado por Hórus presença Devorador" ou Ammut, um monstro híbrido do Nilo, mistura de crocodilo, pena de viver no além. O(deusa da justiça, da verdade, doàequilíbrio).de Osíris corpo e avestruz, Maet da verdade. leão e hipopótamo que estava presente no julgamento ao lado da balança. para ouvir a decisão final.
  39. 39. O tribunal de OSÍRIS E MAET Papiro de Hunefer, Tebas, Império Novo, XIX dinastia, c. 1285 a. C.; papiro pintado; alt. 39 cm. Londres, Museu Britânico, EA 9901/3. Passagem 125 do Livro dos Mortos. SCHULZ, Regine; SEIDEL, Mathias, 2001 – Egito. O Mundo dos Faraós. Colónia: Konemann, p. 350-351.
  40. 40. O tribunal de Osíris
  41. 41. O tribunal de Osíris O defunto, Hunefer, é conduzido pelo deus Anúbis à balança da deusa Maet.
  42. 42. O tribunal de Osíris Anúbis (representado com corpo de chacal ou por homem com cabeça de chacal) era o deus ligado ao embalsamamento, mumificação, protetor dos mortos e dos espaços funerários. "Nós, os Chacais, sacerdotes de Anúbis, somos os guardiães dos seus túmulos gloriosos ou sepulturas humildes. Somos os guardiães dos mortos. Somos os servos de Anúbis.” Livro dos Mortos.
  43. 43. O tribunal de Osíris A balança de Maet, deusa da ordem cósmica e equilíbrio universais. Também simbolizava a justiça e a verdade. Era dever do faraó manter a ordem e o equilíbrio de Maet, para impedir o regresso da desordem, da injustiça e da mentira. Quando morria também ele devia responder perante o tribunal de Osíris e de Maet.
  44. 44. O tribunal de Osíris O coração do defunto era colocado num dos pratos da balança; tinha de proclamar a sua inocência e declarar que tinha seguido o caminho da virtude durante a sua passagem pela Terra.
  45. 45. O tribunal de Osíris A pena de avestruz da deusa Maet era colocada num dos pratos da balança. Se as declarações do defunto fossem verdadeiras o seu coração não pesaria mais do que a pena, símbolo da verdade, e seria então considerado puro.
  46. 46. O tribunal de Osíris Anúbis presidia à cerimónia da “pesagem do coração”, verificando o bom funcionamento da balança.
  47. 47. O tribunal de Osíris No caso de a pesagem não ser favorável ao defunto, o seu coração seria devorado pelo monstro Ammut (cabeça de crocodilo, corpo de leão e hipopótamo). Para os egípcios, o “inferno” resumia-se a Ammut, que destruía as almas dos pecadores que não agiram de maneira correta em vida, fazendo-as desaparecer definitivamente.
  48. 48. O tribunal de Osíris Tot, escrivão do tribunal, deus patrono da escrita e dos escribas, era responsável pela elaboração do relatório final da pesagem do coração do defunto, registando os movimentos da balança. O deus representava a inteligência divina, sempre presente e omnisciente, sendo representado como um homem com cabeça de íbis.
  49. 49. O tribunal de Osíris Depois do veredito favorável anunciado pelo deus Tot, o defunto era conduzido pelo deus Hórus ao santuário de Osíris.
  50. 50. O tribunal de Osíris Hórus, o deus representado com corpo de homem e cabeça de falcão ou simplesmente o deus falcão. Na religião egípcia era considerado o deus protetor da monarquia, símbolo da união entre o Alto e o Baixo Egipto, o vencedor de Set, da desordem e da injustiça. Neste tribunal Hórus conduzia o morto até seu pai, Osíris.
  51. 51. O tribunal de Osíris Em frente a Osíris, e pousados sobre uma flor de lótus, encontram-se os quatro filhos de Hórus, os deuses que protegiam os órgãos internos do defunto: fígado, estômago, pulmões e intestinos.
  52. 52. O tribunal de Osíris Osíris, juiz supremo do tribunal, confirmava o veredito anunciado pelo deus Tot e permitia a entrada do defunto no seu reino.
  53. 53. O tribunal de Osíris Ísis e Neftis assistem ao tribunal. No Antigo Egito, Ísis representava o modelo de uma mulher perfeita, filha, irmã, esposa, rainha e mãe dedicada. Neftis era também irmã de Osíris, Ísis e Set, sendo igualmente esposa deste último. Estava associada ao culto dos mortos o que explica a sua presença no julgamento.
  54. 54. O tribunal de OSÍRIS E MAET Papiro de Hunefer, Tebas, Império Novo, XIX dinastia, c. 1285 a. C.; papiro pintado; alt. 39 cm. Londres, Museu Britânico, EA 9901/3. Passagem 125 do Livro dos Mortos. SCHULZ, Regine; SEIDEL, Mathias, 2001 – Egito. O Mundo dos Faraós. Colónia: Konemann, p. 350-351.
  55. 55. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Anúbis, estás preparado para a grande entrevista? Sim Tot, podes começar!
  56. 56. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA A quem pertence este sarcófago, Anúbis? A Tutankhamon, é uma preciosidade!
  57. 57. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Vejo que já perceberam que é um faraó quem eu estou a embalsamar. Muito bem!
  58. 58. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Estes são os vasos canopos ou os vasos das vísceras. São divindades e filhos de Hórus.
  59. 59. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Agora fica em repouso durante 40 dias.
  60. 60. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Para envolver o defunto com tiras de linho é necessária muita paciência, sabedoria e mestria!
  61. 61. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Esse sarcófago é meu!!! Vou queixar-me a Osíris!!! Agora é com os sacerdotes. O meu trabalho está completo! E está perfeito!
  62. 62. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Vejam se o faraó Tutankhamon não está parecido! Este foi um trabalho magnífico!
  63. 63. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Depois do meu trabalho os artistas criaram esta obra de arte!!
  64. 64. A RELIGIÃO EGÍPCIA UTILIZEM AS IMAGENS PARA A ENTREVISTA Este é um outro trabalho que executei!
  65. 65. A RELIGIÃO EGÍPCIA - ALGUNS DEUSES PREENCHAM O QUADRO DE ACORDO COM O EXEMPLO APRESENTADO, ver pág. 41 Amon Deus criador… Rá Deus criador… Hórus Deus do Além e do reino dos mortos Osíris Deus da Deus dos morte e escribas da fertilidade Anúbis Tot Deus do embalsamento Isís Deusa da maternida de e da fertilidade
  66. 66. EGITO A religião e o culto dos mortos Crença: Na vida para além da morte Na imortalidade da alma A pesagem da alma. De um lado da balança o coração, e do outro uma pena (Livro dos Mortos). Joana Cirne | Marília Henriques Necessidade de conservar o corpo (técnica de embalsamamento ou mumificação dos cadáveres) Anubis prepara o corpo do defunto para a mumificação.
  67. 67. UM CORPO EMBALSAMADO E MUMIFICADO Múmia egípcia (National Museum, Londres). Joana Cirne | Marília Henriques
  68. 68. SARCÓFAGOS Arqueólogos egípcios descobrem túmulos em necrópole, perto do Cairo. Joana Cirne | Marília Henriques Sarcófago
  69. 69. A ARTE Ora bolas, lá se vai o meu nariz!! A vossa tarefa é descobrir as principais características da arte egípcia. Em honra de quem se construíram palácios, templos e túmulos? Que outras expressões artísticas podemos encontrar no Antigo Egipto?
  70. 70. A ARTE
  71. 71. A ARTE De que modo o artista exprimiu a harmonia conjugal? Que atitude das crianças é representativa da infância? Descubram as semelhanças entre as fontes 1 e 2 Fonte 1 Fonte 2
  72. 72. A ARTE Com base nas fontes 3 a 5: identifiquem o baixo relevo, médio relevo e alto relevo Fonte 5 Fonte 4 Fonte 3 Templo a Sobek e a Haroéris Escultor Bak e a esposa Templo de Karnak
  73. 73. A ARTE
  74. 74. A ARTE Fonte 6
  75. 75. A ARTE Fonte 7 Templo de Philae
  76. 76. A ARTE Fonte 8 Templo de Luxor
  77. 77. A ARTE Fonte 9 Templo de Luxor
  78. 78. A ARTE
  79. 79. A ARTE Fonte 10 Corte da mastaba Mastaba
  80. 80. A ARTE
  81. 81. A ARTE Fonte 12 Corte da Grande Pirâmide Pirâmides de Gizé
  82. 82. A ARTE
  83. 83. A ARTE Fonte 13
  84. 84. A ARTE Fonte 14 Hipogeu do Vale dos reis Fonte 15 Interior de um Hipogeu
  85. 85. A ARTE Fonte 19 Fonte 16 Fonte 17 Uraeus do faraó Senusert II Fonte 18 Bracelete da rainha Ahhotep Bracelete do faraó Tutankhamon Par de sandálias de ouro do faraó Tutankhamon
  86. 86. A ARTE Fonte 21 Fonte 23 Fonte 20 Pingente com escaravelho alado Peitoral da rainha Ahhotep Peitoral do faraó Amenemop Fonte 22 Pingente da tumba do faraó Tutankhamon
  87. 87. A ARTE
  88. 88. A ARTE justifiquem o facto das personagens terem diferentes tamanhos. Senhores e servos, pintura tumular egípcia, C. 1450 a.C.
  89. 89. A ARTE
  90. 90. Agrupamento de Escolas de Montenegro Professoras Cristina Barcoso Lourenço e Ana Paula St. Aubyn Agradecimentos: Areal Editores Dezembro 2011
  91. 91. SE QUISERES SABER MAIS SOBRE O EGITO… Joana Cirne | Marília Henriques
  92. 92. CIDADE DO CAIRO - ATUALIDADE População: Cairo, capital do Egito -7 milhões de habitantes (dados de 2010) Joana Cirne | Marília Henriques
  93. 93. CIDADE DO CAIRO - ATUALIDADE ECONOMIA EGÍPCIA (dados de 2010) Produtos Agrícolas: algodão, arroz, trigo, cana-de-açúcar, milho, tomate. Pecuária: búfalos, ovinos, caprinos, aves. Indústria da extração: petróleo, gás natural, petróleo. Joana Cirne | Marília Henriques
  94. 94. CIDADE DO CAIRO - ATUALIDADE Paisagem: Vista das pirâmides, ao fundo, a partir da cidade do Cairo. Joana Cirne | Marília Henriques

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