MARKETING	  EMPREENDEDOR	  Para	  empresas	  de	  tecnologia	                    	                     	                  ...
99%	  das	               	  empresas	  no	  Brasil	               	    são	  micro	  e	     pequenas	                	    ...
MICRO	  E	  PEQUENAS	  EMPRESAS	  ü 	  Microempresas	  –	  Faturamento	  bruto	  anual	  até	  R$	  240.000,00	  	  ü 	 ...
ü A s	   micro	   e	   pequenas	   empresas	   vêm	  ganhando	   cada	   vez	   mais	   destaque	   no	   cenário	  econô...
 ü  	   As	   MPEs	   são	   empresas	   com	   destacada	  importância	   para	   as	   economias	   por	   serem	  g r ...
ü  	   É	   inegável	   a	   importância	   das	   MPEs	   para	   o	  crescimento	   econômico,	   muitas	   delas	   en...
CONCEITOS	  DE	  MARKETING	                 	  
ü 	  De	  modo	  geral,	  o	  markeeng	  surgiu	  para	  incenevar	  a	  economia	   de	   consumo,	   a	   qual	   foi	 ...
O	  MarkeBng	  no	  tempo…..	  É	  só	  isso?	                                                            	               ...
São	  muitas	  as	  definições	  de	    markeeng	  descritas	  por	  vários	  autores.	  Selecionaram-­‐se	  algumas	    pa...
Segundo	  Kotler	  (2000,	  p.	  30),	  markeeng	  pode	  ser	  definido	  como:	  “Markeeng	  é	  um	  processo	  social	 ...
Levin	  (1990),	  um	  clássico	  da	  literatura	  de	   markeeng,	  não	  chega	  a	  dar	  uma	  definição	   pontual	  ...
Segundo	  a	  Associação	  Americana	  de	  Markeeng	     (2007),	  markeeng	  pode	  ser	  definido	  como	  	  	  	   “[....
Para	  Kotler	  (2000),	  as	  empresas	  passam	  por	  três	          estágios	  baseados	  nas	  práecas	  de	  markeen...
Como	  nem	  todas	  as	  MPEs	  crescem	  e	  se	  profissionalizam,	  muitas	  dessas	  não	  saem	  do	  primeiro	  está...
CONCEITOS	  DE	  EMPREENDEDORISMO	           	  
Os	  estudos	  de	  empreendedorismo	       também	  servem	  de	  base	  para	  estudarmos	  o	  markeeng	  empreendedor....
Por	  volta	  do	  ano	  de	  1725,	  Richard	    Canelion	  disenguiu	  o	  empreendedor	  daquele	  que	  fornece	  capi...
Em	  1934,	  Shumpeter	  (1988)	  definiu	  o	      empreendedor	  como	  	  um	  sujeito	  inovador,	  que	  desenvolve	  ...
Peter	  Drucker,	  afirmou	  que	  empreendedor	  não	  é	  o	  sujeito	  que	  abre	  uma	  empresa,	  mas	  aquele	  que	...
MARKETING	  E	  EMPREENDEDORISMO	  
Os	  Estados	  Unidos	  foram	  os	  pioneiros	  na	  publicação	    de	  trabalhos	  cienuficos	  que	  tratam	  da	  cone...
Alguns	  autores:	                                    	  ü Carson	   (1990)	   enfaeza	   em	   suas	   pesquisas	   o	  ...
MARKETING	  EMPREENDEDOR	  
ü 	  Campo	  de	  estudo	  amplo;	  	  ü  	   Associa	   conceitos	   até	   então	   estudados	  separadamente;	  	  ü...
O	  modelo	  econômico	  	  Americano	  é	  enraizado	  nas	  forças	  associadas	  com	  a	  filosofia	  da	  exploração	  ...
Nas	  palavras	  de	  Burskirk	  e	  Lavik	  (2004),	  	  	  	  	    “o	  estudo	  do	  markeeng	  empreendedor	      pass...
Duas	  correntes	  ü Para	   Carson	   (1990),	   o	   markeeng	   empreendedor	   é	  f r u t o	   d o	   m o d e l o	  ...
Carson	  (1990),	  dividiu	  as	  estratégias	  de	  Markeeng	  das	  MPEs	  em	  quatro	  estágios:	                     ...
Nas	  palavras	  de	  Carson	  (1990),	  os	  teóricos	        deveriam	  ter	  cuidado	  para	  não	  criecar	   markeeng...
Aprofundando	  o	  tema,	  Stokes	  (2000a,	  2000b)	    direcionou	  sua	  atenção	  aos	  gestores	  com	   perfil	  empr...
Para	  Stokes	  (2000b),	  o	  processo	  de	  markeeng	    empreendedor	  está	  inemamente	  ligado	  à	     intuição	  ...
Conforme	  Stokes	  (2000b)	  o	  processo	  de	  markeeng	  empreendedor	  divide-­‐se	  nas	  etapas	  descritas	  a	  s...
O	  markeeng	  empreendedor	  é	  quase	  100%	   intuievo,	  pouco	  analíeco,	  em	  constante	       interação	  com	  ...
 Figura	  1	  –	  MarkeBng	  empreendedor	  segundo	  Stokes	  (2000a,	  2000b).	  
De	  modo	  geral,	  a	  literatura	  considera	  que	  muitos	  aspectos	  do	  markeeng	  empreendedor	  emergem	  do	  ...
Alguns	  exemplos...	             	  
Qual	  é	  o	  custo	  para	  divulgar	  sua	  empresa?	                                 	                                ...
É	  possível	  criar	  um	  programa	  de	  fidelidade	  em	                      pequenas	  empresas?	                    ...
Pipoca	  do	  Valdir	  –	  Quantas	  lições	  de	  MarkeBng	  Empreendedor	  podemos	  aprender	  com	  este	  exemplo?	  ...
Chilli	  Beans,	  uma	  história	  de	  MarkeBng	             Empreendedor	  de	  sucesso	                             Fon...
Qual	  é	  o	  custo	  para	  divulgar	  sua	  empresa?	                                 	                                ...
De	  maneira	  geral	  conclui-­‐se	  que	  o	   markeBng	  tradicional	  que	  fora	  criado	  para	  aplicação	  em	  gr...
Pequenas	  empresas	  têm	   recursos	  escassos,	  sejam	  eles	     financeiros	  ou	  de	  pessoal,	  portanto	  não	  t...
As	  pessoas	  não	    compram	  mais	  produtos	  e	  serviços,	     elas	  compram	     “HISTÓRIAS”.	  
A	  propaganda	  não	     resolve	  mais,	  os	     clientes	  querem	  “RELACIONAMENTO”.	  
Vamos	  exercitar?	      Quem	  é	  o	  principal	  cliente	  de	  uma	  escola	  ou	          faculdade?	                ...
1	  –	  Professor	  Se	  o	  professor	  for	  bem	  tratado	  ele	  irá	                tratar	  bem	  os	  alunos.	     ...
Acredite	  na	  sua	       INTUIÇÃO!	  Observação	  +	  intuição	  
MarkeBng	  empreendedor	  é	  a	  arte	   de	  fazer	  perguntas!	  
Voice	  of	  the	   customer...	  	                      	      (Voz	  do	  consumidor)	  O	  que	  é	  isso?	  
Voice	  of	  the	  customer	  -­‐	  Voz	  do	  consumidor	          ü  Fazer	  perguntas	  ao	  cliente...	        ü  Qu...
Você	  pode	  coçar	  sua	  própria	  ferida!	  
Você	  DEVE	  construir	  e	  culBvar	     seu	  CAPITAL	       SOCIAL	  
Algumas	  idéias...	  
Fonte:	  	  hqp://www.microsot.com/windowsazure/pt/br/	  	  
Fonte:	  	  	  hqp://aws.amazon.com/	  	  	  
Fonte:	  	  hqp://code.google.com/intl/pt-­‐BR/appengine/	  
Fonte:	  	  	  hqp://www.lovemachineinc.com/	  	  
Customer	  Development	       Bootstrapping	    Lean	  Startup	  
Ciclo	  de	  vida	  de	  produtos/serviços	                               E	  daí?	  
Estudos	  de	  caso...	  
Prontas	  para	  crescer	  	  e	  sem	  perder	  a	  forma	               enxuta	  
Fábrica	  de	   Clones...	  
 	  Fonte:	  Panorama	  setorial	  TI	  –	  SEBRAE	  2010
Onde	  encontrar	  idéias	  de	  negócio	    para	  o	  Brasil?	  
hnp://www.epipheostudios.com/	                	  
Lições	  do	  livro:	  REWORK	         Por:	  Jason	  Fried	  e	  David	  Hansson	                               ..	      ...
Como	  ser	  bem	  sucedido?	  
MUITO	  OBRIGADO	  !	        Criseano	  Tossulino	  Machado	                        	           criseanotmachado@gmail.com...
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Marketing empreendedor para empresas de tecnologia

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Estes são os slides utilizados no Curso "Marketing Empreendedor Para Empresas de Tecnologia" o qual desenvolvi e ministrei no TECSul/ENASP 2011. Foram abordados temas como: Porque o Marketing Empreendedor é diferente do Marketing Tradicional, como pequenas empresas de tecnologia podem utilizar ferramentas de Marketing Empreendedor, estudos de casos e oportunidades entre outros.

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Marketing empreendedor para empresas de tecnologia

  1. 1. MARKETING  EMPREENDEDOR  Para  empresas  de  tecnologia       TECSul  2011   CrisBano  Tossulino  Machado    
  2. 2. 99%  das    empresas  no  Brasil     são  micro  e   pequenas     Fonte:  Sebrae  
  3. 3. MICRO  E  PEQUENAS  EMPRESAS  ü   Microempresas  –  Faturamento  bruto  anual  até  R$  240.000,00    ü   Pequenas  empresas  –  Faturamento  bruto  anual  até  R$  2.400.000,00                            Lei  Federal  n.  9.841/99  –  Estatuto  da  Micro  e  Pequena  Empresa     modificada  pelo  Decreto  n.  5.028/04    ü   Empreendedor  Individual  –  Faturamento  bruto    anual  até  R$  36.000,00                                                Lei  Complementar  n.  128  de  19/12/2008    
  4. 4. ü A s   micro   e   pequenas   empresas   vêm  ganhando   cada   vez   mais   destaque   no   cenário  econômico   nacional   e   internacional,   devido   a  importante   contribuição   para   a   economia   dos  países.   No   Brasil,   segundo   o   SEBRAE,   elas  correspondem  a  mais  de  99%  das  empresas.          
  5. 5.  ü    As   MPEs   são   empresas   com   destacada  importância   para   as   economias   por   serem  g r a n d e s   g e r a d o r a s   d e   e m p r e g o s ,   d e  d i s t r i b u i ç ã o   d e   r e n d a ,   d e   i n o v a ç õ e s  tecnológicas,   além   de   absorverem   e  qualificarem   mão   de   obra   menos   experiente   e  proporcionarem   desenvolvimento   econômico  especialmente   para   as   regiões   onde   estão  inseridas  (DRUCKER,  1993).      
  6. 6. ü    É   inegável   a   importância   das   MPEs   para   o  crescimento   econômico,   muitas   delas   enfrentam  problemas   para   se   manter   compeeevas   e  sobreviver   nos   mercados   onde   atuam   em   função  de   caracterísecas     comuns   a   este   epo   de   negócio.  Dentre   tais   caracterísecas,   podemos   citar   a  restrição   a   acesso   ao   crédito,   de   pessoal  especializado,   de   infra-­‐estrutura,   além   da  administração  personalizada  e  pouco  profissional.  (STOKES,  2000).    
  7. 7. CONCEITOS  DE  MARKETING    
  8. 8. ü   De  modo  geral,  o  markeeng  surgiu  para  incenevar  a  economia   de   consumo,   a   qual   foi   desencadeada   pela  Revolução   Industrial,   quando   a   associação   entre   a  produção   em   massa   e   a   economia   de   escala   reduziu  os   custos   de   fabricação,   tornando   o   produto   final  acessível  à  população  em  geral.    ü    Segundo   Richers   (2003),   o   conceito   de   markeeng,  de   maneira   formal,   começou   a   ser   trabalhado   no  Brasil   a   parer   de   1954,   na   mesma   escola   que   iniciou   o  empreendedorismo,  enquanto  curso  de  capacitação.    
  9. 9. O  MarkeBng  no  tempo…..  É  só  isso?       Fonte:    O  Markeeng  na  era  do  Nexo  p.  54  
  10. 10. São  muitas  as  definições  de   markeeng  descritas  por  vários  autores.  Selecionaram-­‐se  algumas   para  análise  e  conhecimento.    
  11. 11. Segundo  Kotler  (2000,  p.  30),  markeeng  pode  ser  definido  como:  “Markeeng  é  um  processo  social   por  meio  do  qual  pessoas  e  grupos  de  pessoas   obtêm  aquilo  que  necessitam  e  o  que  desejam   com  a  criação,  oferta  e  livre  negociação  de   produtos  e  serviços  de  valor  com  outros”.    
  12. 12. Levin  (1990),  um  clássico  da  literatura  de   markeeng,  não  chega  a  dar  uma  definição   pontual  de  markeeng,  mas  sinteeza  que  o   objeevo  dele  é  o  de  simplesmente  atrair  e  manter  clientes;  fazer  com  que  eles  comprem   de  sua  empresa  e  não  dos  concorrentes.    
  13. 13. Segundo  a  Associação  Americana  de  Markeeng   (2007),  markeeng  pode  ser  definido  como         “[...]  é  a  aevidade,  conjunto  de  insetuições,  e  processos  para  a  criação,  comunicação,  entrega   e  trocas  que  têm  valor  para  o  consumidor,   clientes,  parceiros  e  sociedade  em  geral.”    
  14. 14. Para  Kotler  (2000),  as  empresas  passam  por  três   estágios  baseados  nas  práecas  de  markeeng:    ü   O  primeiro  é  denominado  markeeng  empreendedor      ü   O  segundo  estágio  trata  do  markeeng  profissionalizado      ü    O   terceiro   e   úlemo   estágio   é   denominado   de   markeeng  burocráeco    
  15. 15. Como  nem  todas  as  MPEs  crescem  e  se  profissionalizam,  muitas  dessas  não  saem  do  primeiro  estágio  que,  segundo  Kotler  (2000),   caracteriza-­‐se  pelo  markeeng  informal.    
  16. 16. CONCEITOS  DE  EMPREENDEDORISMO    
  17. 17. Os  estudos  de  empreendedorismo   também  servem  de  base  para  estudarmos  o  markeeng  empreendedor.   Em  virtude  disso,  faz-­‐se  necessário   conhecer  os  principais  aspectos  do   empreendedorismo  e  sua  significação.    
  18. 18. Por  volta  do  ano  de  1725,  Richard   Canelion  disenguiu  o  empreendedor  daquele  que  fornece  capital,  definindo-­‐o   como  sujeito  que  assume  riscos,   aventurando-­‐se  em  novos  negócios   (HIRISCH;  PETERS,  2004)  
  19. 19. Em  1934,  Shumpeter  (1988)  definiu  o   empreendedor  como    um  sujeito  inovador,  que  desenvolve  e  testa  novas  tecnologias  capazes  de  destruir  a  ordem   econômica  existente  e  de  mover  a   economia  capitalista.    
  20. 20. Peter  Drucker,  afirmou  que  empreendedor  não  é  o  sujeito  que  abre  uma  empresa,  mas  aquele  que  cria  um   negócio  capaz  de  proporcionar  novas   formas  de  saesfação  ao  consumidor   (DRUCKER,  1998).  
  21. 21. MARKETING  E  EMPREENDEDORISMO  
  22. 22. Os  Estados  Unidos  foram  os  pioneiros  na  publicação   de  trabalhos  cienuficos  que  tratam  da  conexão   markeeng-­‐empreendedorismo.  Isso  ocorreu  na   década  de  noventa,  quando  diferentes  autores   everam  por  objeevo  demonstrar  que  os  preceitos  do  markeeng  tradicional,  obedos  pelo  estudo  e  pela   consideração  da  realidade  das  grandes  empresas,   não  se  aplicavam  adequadamente  às  pequenas   empresas  (COLLINSON;  SHAW,  2001).    
  23. 23. Alguns  autores:    ü Carson   (1990)   enfaeza   em   suas   pesquisas   o  markeeng   em   pequenos   negócios   como   função  administraeva.  ü    Stokes   (2000a;   2000b)   se   interessa   pelo  markeeng   praecado   por   dirigentes   de   perfil  empreendedor.  
  24. 24. MARKETING  EMPREENDEDOR  
  25. 25. ü   Campo  de  estudo  amplo;    ü    Associa   conceitos   até   então   estudados  separadamente;    ü    Grande   importância   para   as   MPEs   que  possuem  recursos  escassos;    
  26. 26. O  modelo  econômico    Americano  é  enraizado  nas  forças  associadas  com  a  filosofia  da  exploração  da   produção  de  massa  e  no  gerenciamento  de   markeeng  de  massa,  demonstrado  por   corporações  como  Ford,  General  Motors,  Procter  &  Gamble,  Coca  Cola  e  McDonald’s.  As  operações  destas  organizações  forneceram  as  fundações  em  que  as  escolas  americanas  de  negócios  constroem   a  sua  abordagem  para  ensinar  (CHASTON  2000).  
  27. 27. Nas  palavras  de  Burskirk  e  Lavik  (2004),           “o  estudo  do  markeeng  empreendedor   passa  por  uma  encruzilhada  entre  a   disciplina  do  empreendedorismo  e  a   disciplina  do  markeeng.  A  intersecção  destas  duas  disciplinas  é  conhecido  como  o   domínio  do  markeeng  empreendedor”.      
  28. 28. Duas  correntes  ü Para   Carson   (1990),   o   markeeng   empreendedor   é  f r u t o   d o   m o d e l o   d e   g e s t ã o ,   u m a   f u n ç ã o  administraeva,   ou   seja,   os   resultados   obedos   pela  empresa   são   proporcionais   às   ferramentas   de  markeeng  que  ele  agrega  e  aplica  em  seu  coediano.    ü    Para   Stokes   (2000a,   2000b),   o   markeeng  empreendedor   está   ligado   ao   perfil   empreendedor   do  gestor,  que,  com  sua  criaevidade,  intuição  e  redes  de  relações,  promove  o  sucesso  do  negócio.    
  29. 29. Carson  (1990),  dividiu  as  estratégias  de  Markeeng  das  MPEs  em  quatro  estágios:     ü   markeeng  reaevo,     ü   markeeng  de  ajustes,     ü   markeeng  empreendedor     ü   markeeng  pró-­‐aevo  
  30. 30. Nas  palavras  de  Carson  (1990),  os  teóricos   deveriam  ter  cuidado  para  não  criecar   markeeng  de  pequenas  empresas,  afirmando  não  ser  estruturado  corretamente,  através  de  aproximações  feitas  com  o  markeeng  clássico.    O  moevo  dessa  oposição  do  autor  é  de  que,  da  mesma  maneira  que  uma  companhia  tem  de  se   conformar  às  necessidades  do  mercado,  para   ter  êxito,  o  markeeng  deve  se  conformar  às   capacidades  da  empresa  para  ser  efeevo.    
  31. 31. Aprofundando  o  tema,  Stokes  (2000a,  2000b)   direcionou  sua  atenção  aos  gestores  com   perfil  empreendedor,  pois  segundo  o  autor,  eles  empregam  seu  aprendizado,  sua  rede  de  relações  e  seus  poucos  recursos  para  adaptar   as  práecas  do  markeeng  à  realidade  de  sua   pequena  e  média  empresa.  
  32. 32. Para  Stokes  (2000b),  o  processo  de  markeeng   empreendedor  está  inemamente  ligado  à   intuição  dos  empreendedores  sobre  as   expectaevas  do  mercado.  
  33. 33. Conforme  Stokes  (2000b)  o  processo  de  markeeng  empreendedor  divide-­‐se  nas  etapas  descritas  a  seguir:     ü   Ações  voltadas  para  a  inovação;   ü   Ideneficação  de  potenciais  consumidores  e  suas   necessidades;   ü   A  comunicação  boca  a  boca;   ü   As  redes  de  relações  ou  networking;   ü Inovações  incrementais  e  ajustes.            
  34. 34. O  markeeng  empreendedor  é  quase  100%   intuievo,  pouco  analíeco,  em  constante   interação  com  o  cliente,  com  poucos  planos  formais  de  negócios,  uma  pequena   estrutura,  pró-­‐aevidade  e  oportunismo.   (HILLS,  2004,  p.  6).    
  35. 35.  Figura  1  –  MarkeBng  empreendedor  segundo  Stokes  (2000a,  2000b).  
  36. 36. De  modo  geral,  a  literatura  considera  que  muitos  aspectos  do  markeeng  empreendedor  emergem  do  contexto  e  das  necessidades  das   organizações,  em  especial  das  micro  e   pequenas,  evoluindo  posteriormente  para  o   markeeng  tradicional.      
  37. 37. Alguns  exemplos...    
  38. 38. Qual  é  o  custo  para  divulgar  sua  empresa?     Fonte:  hnp://www.markeengempreendedor.com.br/blog/?p=237  
  39. 39. É  possível  criar  um  programa  de  fidelidade  em   pequenas  empresas?   Fonte:  hnp://www.markeengempreendedor.com.br/blog/?p=330  
  40. 40. Pipoca  do  Valdir  –  Quantas  lições  de  MarkeBng  Empreendedor  podemos  aprender  com  este  exemplo?   Fonte:  hnp://www.markeengempreendedor.com.br/blog/?p=203  
  41. 41. Chilli  Beans,  uma  história  de  MarkeBng   Empreendedor  de  sucesso   Fonte:  hnp://www.markeengempreendedor.com.br/blog/?p=281  
  42. 42. Qual  é  o  custo  para  divulgar  sua  empresa?     Fonte:  hnp://www.markeengempreendedor.com.br/blog/?p=237  
  43. 43. De  maneira  geral  conclui-­‐se  que  o   markeBng  tradicional  que  fora  criado  para  aplicação  em  grandes  empresas,  deve  ser  adaptado  para  uBlização  em   pequenas  empresas,  as  MPEs  tem  caracterísBcas  diferentes  de  empresas   e  organizações  de  grande  porte.  
  44. 44. Pequenas  empresas  têm   recursos  escassos,  sejam  eles   financeiros  ou  de  pessoal,  portanto  não  tem  condições  de  aplicar  todas  as  ferramentas  do   markeBng  tradicional.    
  45. 45. As  pessoas  não   compram  mais  produtos  e  serviços,   elas  compram   “HISTÓRIAS”.  
  46. 46. A  propaganda  não   resolve  mais,  os   clientes  querem  “RELACIONAMENTO”.  
  47. 47. Vamos  exercitar?   Quem  é  o  principal  cliente  de  uma  escola  ou   faculdade?    
  48. 48. 1  –  Professor  Se  o  professor  for  bem  tratado  ele  irá   tratar  bem  os  alunos.   2  –  O  administraBvo   3  -­‐  Aluno  
  49. 49. Acredite  na  sua   INTUIÇÃO!  Observação  +  intuição  
  50. 50. MarkeBng  empreendedor  é  a  arte   de  fazer  perguntas!  
  51. 51. Voice  of  the   customer...       (Voz  do  consumidor)  O  que  é  isso?  
  52. 52. Voice  of  the  customer  -­‐  Voz  do  consumidor   ü  Fazer  perguntas  ao  cliente...   ü  Quais  são  os  problemas  que  ele   precisa  resolver;   ü  Não  venda  nada  durante  a   entrevista.  
  53. 53. Você  pode  coçar  sua  própria  ferida!  
  54. 54. Você  DEVE  construir  e  culBvar   seu  CAPITAL   SOCIAL  
  55. 55. Algumas  idéias...  
  56. 56. Fonte:    hqp://www.microsot.com/windowsazure/pt/br/    
  57. 57. Fonte:      hqp://aws.amazon.com/      
  58. 58. Fonte:    hqp://code.google.com/intl/pt-­‐BR/appengine/  
  59. 59. Fonte:      hqp://www.lovemachineinc.com/    
  60. 60. Customer  Development   Bootstrapping   Lean  Startup  
  61. 61. Ciclo  de  vida  de  produtos/serviços   E  daí?  
  62. 62. Estudos  de  caso...  
  63. 63. Prontas  para  crescer    e  sem  perder  a  forma   enxuta  
  64. 64. Fábrica  de   Clones...  
  65. 65.    Fonte:  Panorama  setorial  TI  –  SEBRAE  2010
  66. 66. Onde  encontrar  idéias  de  negócio   para  o  Brasil?  
  67. 67. hnp://www.epipheostudios.com/    
  68. 68. Lições  do  livro:  REWORK   Por:  Jason  Fried  e  David  Hansson   ..   Fonte:  Revista  EXAME  PME  Agosto  2010  –  Páginas  96,  97,  98  
  69. 69. Como  ser  bem  sucedido?  
  70. 70. MUITO  OBRIGADO  !   Criseano  Tossulino  Machado     criseanotmachado@gmail.com     @Criseano_TM    www.markeengempreendedor.com.br    

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