G7 energia eólica

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G7 energia eólica

  1. 1. Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas dear em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio daconversão da energia cinética de translação em energia cinética derotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadasaerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cata-ventos (emoinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.Assim como a energia hidráulica, a energia eólica é utilizada hámilhares de anos com as mesmas finalidades, a saber: bombeamentode água, moagem de grãos e outras aplicações que envolvemenergia mecânica. Para a geração de eletricidade, as primeirastentativas surgiram no final do século XIX, mas somente um séculodepois, com a crise internacional do petróleo (década de 1970), éque houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar odesenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial.
  2. 2. A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica públicafoi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente, existem maisde 30 mil turbinas eólicas em operação no mundo. Em 1991, aAssociação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas ainstalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano2000 e 11.500 MW até o ano 2005. Essas e outras metas estãosendo cumpridas muito antes do esperado (4.000 MW em 1996,11.500 MW em 2001). As metas atuais são de 40.000 MW naEuropa até 2010. Nos Estados Unidos, o parque eólico existente éda ordem de 4.600 MW instalados e com um crescimento anualem torno de 10%. Estima-se que em 2020 o mundo terá 12% daenergia gerada pelo vento, com uma capacidade instalada demais de 1.200GW
  3. 3.  País tem 71 parques que produzem a energia limpa e renovável. Região Nordeste é campeã nacional de geração de energia do vento
  4. 4. Enormes cataventos produzem a energia eólica, a energiaelétrica a partir do vento. Hoje já são 12 milhões de pessoasatendidas por essa fonte de energia.É uma energia limpa - sem queima de combustível, renovável ecada vez mais barata. O preço do megawatt/hora da eólica já équase igual ao das hidrelétricas, a fonte de energia mais baratado Brasil, e custa menos que o gás natural.A utilização de aerogeradores, para produção de energiaelétrica, ganhou força durante a Segunda Guerra Mundial. Eraa forma de os países economizarem combustíveis fósseis. Aguerra acabou e a eólica ficou em segundo plano.Mas na década de 70, com a crise do abastecimento de petróleo,alguns países se viram obrigados a pesquisar fontes alternativasde energia. No Brasil, o primeiro aerogerador só foi instaladoem 1992, em Fernando de Noronha, mas foi a partir de 2005 queo parque eólico brasileiro cresceu significativamente.
  5. 5. Nos últimos sete anos, a capacidade instalada aumentou 54vezes. Foi a que mais cresceu no mundo. Muito pelascaracterísticas do vento no Brasil, um dos melhores do planeta.“Quando não tem vento você tem que ter alguma outra fontegerando. Qual é a beleza do Brasil? É que o Brasil que tem umgrande parque hidrelétrico, a hidrelétrica e eólica elas secomplementam entre si”, explica o presidente da Empresa dePesquisa Energética, Maurício Tolmasquim.O Brasil ocupa hoje a 21º posição no ranking dos paísesprodutores. O primeiro é da China. Depois vem os EstadosUnidos, Alemanha, Espanha e Índia. Isso só para citar os cincoprimeiros. O Brasil tem 71 parques com quase milaerogeradores, alguns da altura de um prédio de 50 andares,em nove estados. Temos nove fábricas de aerogeradores e jáexportamos. Um aerogerador custa entre R$ 4,5 milhões e R$ 5milhões.
  6. 6. Para ter direito a financiamento do BNDES, com juros atraentes, asempresa do setor eólico precisam assegurar a utilização de no mínimo60% de peças e acessórios nacionais, fabricados no Brasil. A medidaestimulou a geração de emprego e renda. O setor já emprega 12 milpessoas.Um dos maiores complexos de energia eólica fica em Água Doce,Santa Catarina. São 86 torres. Em Osório, no Rio Grande do Sul, são 75aerogeradores, capazes de produzir 150 megawatts de energia. Mas éo Nordeste o campeão nacional de geração de energia do vento.O Ceará detém 40% da capacidade do país. São 17 parques e já existeaté aerogerador residencial para o consumidor produzir a própriaenergia.Em nenhum outro lugar do Brasil a energia eólica provocoumudanças tão importantes quanto no Rio Grande do Norte. Até doisanos atrás, o estado era obrigado a importar energia elétrica paraatender a demanda. Mas os bons ventos da região atraíram osinvestidores. Dez parques eólicos foram construídos. Outros 30 estãoem construção. Até 2014, o Rio Grande do Norte será o principalprodutor de energia eólica do Brasil.
  7. 7. Quem cede a terra onde serão instalados os aerogeradostambém ganha. O agricultor Rafael Luiz de Andrade conta querecebe cerca de R$ 300 por ano. “Pra mim faz a diferença porqueem compensação os filhos estão trabalhando nas companhias”,diz.A evolução tecnológica tornou a energia eólica mais sustentável.Os aerogeradores provocam pouco barulho e o risco às aves temsido contornado com o monitoramento ambiental.“A energia eólica é de baixo impacto ambiental. Ela causa umimpacto considerável na sua construção como qualqueratividade da construção civil, mas esse impacto cicatriza com otempo. Mas cerca de 5%, no máximo 8% da área é ocupada”,explica o diretor técnico do Instituto de DesenvolvimentoSustentável do Rio Grande do Norte, Manoel Jamir FernandesJúnior.
  8. 8. Um negócio tão atraente que chamou a atenção de quem sempreviu no petróleo a principal fonte de lucro. Na sala do diretor degás e energia da Petrobras, José Alcides Santoro Martins, épossível acompanhar online, de um telão, toda a produção deenergia elétrica das térmicas a diesel, a gás e eólica. “O regimede ventos na região Nordeste do país é caracterizado por baixovento durante o dia e alto durante à noite. À noite esse valorchega a 80, até 90 megawatts de geração de energia elétrica.Cem megawatts daria para abastecer aproximadamente 350 mildomicílios”, diz José.O setor promete mais. A crise que atinge a Europa tem levadoos investidores a buscar novos mercados e o Brasil é destinocerto.
  9. 9.  Fonte: http://coleeei.blogspot.com.br/2012/05/favor-do-vento-por-que-nao-energia.html
  10. 10. Trabalho Realizado pelos alunos do 3° Ano do Ensino Médio do Colégio Dom Helder Câmara: Camila Almeida e Arthur Pinheiro Turma: 3001

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