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POEMA – TEXTO LITERÁRIO COMO AGENTE DE PROMOÇÃO DOS
DIREITOS E VALORES HUMANOS
REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP
Autor(a): Maria Cristina Amarante
Agência Financiadora: SEE-SP
Palavras- Chave: Esfera Literaria; Gêneros “Poema”; “Letra de Música”; “Sequência Didática”; “Ensino Médio”
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Portanto, o ensino da Língua Portuguesa, tanto nos primeiros anos do Ensino
Fundamental, como em toda a extensão da Educação Básica, deve ter como
prioridade as práticas de multiletramentos (ROJO, 2006, p.25):
Desloca-se a visão corrente de ensino de Língua Portuguesa como objetivando a
construção de conhecimentos e conceitos sobre a língua e a construção da
capacidade de análise linguística, em favor de uma visão comunicativa ou
enunciativa, em que se trata de ensinar usos da linguagem ao invés de análises da
língua. Estes usos são, desde o início, qualificados como usos das duas linguagens, a
oral e a escrita, na compreensão e produção de textos socialmente situados e com
finalidades comunicativas, as quais ocorrem em situações de produção específicas do
discurso.
1. INTRODUÇÃO1. INTRODUÇÃO
2. A ESFERA LITERÁRIA2. A ESFERA LITERÁRIA 3. O GÊNERO TEXTUAL: POEMA E
LETRA DE MÚSICA
3. O GÊNERO TEXTUAL: POEMA E
LETRA DE MÚSICA
Os gêneros são produzidos em diferentes contextos ou domínios sociais de
comunicação e esse pertencimento a diferentes domínios causa impactos em sua
forma composicional. De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (2002), em seu
texto Gêneros textuais: definição e funcionalidade, os gêneros são concebidos
como fenômenos históricos profundamente ligados à vida social e cultural dos
sujeitos. São flexíveis, dinâmicos e surgem a partir das necessidades dos homens,
das atividades socioculturais e das inovações tecnológicas.
4. A SEQUÊNCIA DITÁTICA PROPOSTA4. A SEQUÊNCIA DITÁTICA PROPOSTA
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Proposta Curricular do Estado de São Paulo (PCESP), em 2008, baseada na proposta dos
autores suíços e professores da Universidade de Genebra, Dolz e Schneuwly (2004), veio assim
oficializar a prática da proposta didática organizada pelo agrupamento por gêneros, visando uma
progressão no ensino, na qual diferentes capacidades leitoras e escritoras fossem paulatinamente
construídas. Os estudiosos apresentam o desenvolvimento de um conjunto de atividades ligadas
entre si, planejadas para ensinar um conteúdo de aprendizagem, etapa por etapa: as sequências
didáticas. Elas visam ao trabalho com os conhecimentos prévios do estudante, permitem a interação
de conhecimentos e promovem uma aprendizagem significativa. Organizadas de acordo com os
objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de sua turma, elas envolvem
atividades de aprendizagem e avaliação divididas em quatro momentos distintos: apresentação da
situação, primeira produção, módulos e produção final (Dolz e Schneuwly, 2004, p.97).
O conceito de esferas comunicativas está diretamente ligado à questão proposta por Mikhail Bakhtin,
(1997) filósofo russo, teórico da cultura europeia, precursor da base teórica utilizada pelos estudiosos do
tema. Segundo o autor, as esferas comunicativas determinam a multiplicidade das ações humanas e
caracterizam o enunciado que está à disposição de um determinado gênero, produto da interação de dois
indivíduos. Os gêneros da esfera literária, objeto desse estudo, atendem, principalmente, à necessidade
estética do uso da linguagem. O escritor tem a liberdade literária a seu alcance, o que lhe permite criar e
recriar os gêneros. Observamos ainda neste modo de produção diferentes visões de mundo além de variadas
dimensões sociais e históricas.
Antonio Candido (, 2000, p.40) afirma que a literatura, muitas vezes, influencia as pessoas em seu
modo de ser e nos valores sociais a serem seguidos. Para o autor, o conteúdo social das obras literárias e a
influência que exercem no leitor tornam a literatura um instrumento de mobilização social.
A escolha desse gênero textual se justifica porque nos proporciona a oportunidade de trazer
acessibilidade à língua e à cultura de forma mais atraente e sedutora para o educando, utilizando-se a
sonoridade, o ritmo e a melodia que lhes falam mais diretamente à sensibilidade. O poema especificamente
escolhido para este trabalho é regado de recursos sonoros e musicais. Sobreviveu até os dias de hoje porque
como literatura funciona como instituição social, denunciando injustiças além de revelar a triste face da
escravidão negra no passado do Brasil e nos apresentar a África como um continente que sempre sofreu
graças à exploração de outros povos. Os principais objetivos de aprendizagem são: apresentar o texto
literário como instituição social e agente promotor dos direitos e valores humanos; reconhecer recursos
prosódicos e expressivos; estabelecer relações em texto poético, entre recursos expressivos e temas; além de
distinguir e interpretar os vários funcionamentos da língua, sua interação discursiva e relacionar os sentidos
de um texto literário a possíveis leituras dessa obra em diferentes épocas.
Um poema pode tratar de qualquer assunto. O que irá diferenciá-lo em
relação aos demais gêneros será o “jeito” usado para falar de algo. Um poema
sempre se organiza em versos, que exploram intencionalmente a sonoridade,
alcançando uma divisão estrutural e lógica diferente dos parágrafos em prosa,
com surpreendentes efeitos de musicalidade e sentido. Esses versos, por sua vez,
podem ser agrupados em conjuntos, chamados estrofes. Os poemas exploram
prioritariamente os sentidos conotativos das palavras, isto é, sentidos que
precisam ser elaborados pelo leitor, com base nas “pistas” textuais.
A letra de música e o poema têm muitas semelhanças, pois ambos têm como
objetivo fazer da língua o instrumento artístico capaz de tocar a sensibilidade do
destinatário. Um e outro trabalham com expressividade, linguagem poética, e
para causar prazer estético e atração sedutora nos leitores fazem uso de sua
marca essencial: o ritmo. “O poema é uma tentativa de transcender o idioma, as
expressões poéticas, é um recurso do homem para ir mais além de si mesmo, ao
encontro que é profundo e original”. (Octávio Paz, 1982, p.45)
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALVES, Castro. Os melhores poemas de Castro Alves. São Paulo: Global, 1983.
BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. Trad. PEREIRA, M.E.G.G. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CANDIDO, Antonio. A literatura e a formação do homem. In: Ciência e cultura, v.24. n.9, set. 1972.
DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita:
Apresentação de um procedimento In: SCHNEUWLY, B; DOLZ, J. Gêneros Orais e escritos na escola.
[Trad. e org. ROJO, Roxane. CORDEIRO, Glaís S.] São Paulo: Mercado das Letras, 2004.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola
Editorial, 2008.
PAZ, Octavio. El arco y la lira: el poema, la revelación poética, poesia e história. México, D. F.: Editora
Fondo de Cultura Económica, 1982.
ROJO, Roxane. Letramento e diversidade textual. In: CARVALHO, Maria Angélica F. de;
MENDONÇA, Rosa Helena (Orgs.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação,
2006.
Com base nas informações obtidas ao longo deste curso e dos estudos realizados a partir da leitura de DOLZ, NOVERRAZ e SCHNEUWLY, 2004, em “Gêneros e progressão em expressão oral e
escrita: apresentação de um procedimento”, desenvolvemos uma sequência didática a partir da esfera comunicativa literária com objetivo de inserir um trabalho com os gêneros textuais poemas e
letras de músicas em sala de aula. Este trabalho é dirigido para o segundo ano do ensino médio, procurando levar o aluno a refletir sobre o texto literário como instituição social e conduzindo-o a
praticar e melhorar sua habilidade de argumentação e crítica social de forma poética. Em nossas aulas consideramos a necessidade de se construir um objeto de ensino/aprendizagem que fosse
claramente delimitado e definido, que correspondesse às exigências sociais (dentro e fora da escola, Dolz e Schneuwly, 2004), que fosse pertinente ao aluno e explorasse suas potencialidades. Foram
escolhidos para essa sequência didática dois poemas de Castro Alves, Navio Negreiro e Vozes D’África, sendo que Navio Negreiro é o mote principal para objeto deste estudo.

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  • 1. POEMA – TEXTO LITERÁRIO COMO AGENTE DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS E VALORES HUMANOS REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP Autor(a): Maria Cristina Amarante Agência Financiadora: SEE-SP Palavras- Chave: Esfera Literaria; Gêneros “Poema”; “Letra de Música”; “Sequência Didática”; “Ensino Médio” POEMA – TEXTO LITERÁRIO COMO AGENTE DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS E VALORES HUMANOS REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP Autor(a): Maria Cristina Amarante Agência Financiadora: SEE-SP Palavras- Chave: Esfera Literaria; Gêneros “Poema”; “Letra de Música”; “Sequência Didática”; “Ensino Médio” Portanto, o ensino da Língua Portuguesa, tanto nos primeiros anos do Ensino Fundamental, como em toda a extensão da Educação Básica, deve ter como prioridade as práticas de multiletramentos (ROJO, 2006, p.25): Desloca-se a visão corrente de ensino de Língua Portuguesa como objetivando a construção de conhecimentos e conceitos sobre a língua e a construção da capacidade de análise linguística, em favor de uma visão comunicativa ou enunciativa, em que se trata de ensinar usos da linguagem ao invés de análises da língua. Estes usos são, desde o início, qualificados como usos das duas linguagens, a oral e a escrita, na compreensão e produção de textos socialmente situados e com finalidades comunicativas, as quais ocorrem em situações de produção específicas do discurso. 1. INTRODUÇÃO1. INTRODUÇÃO 2. A ESFERA LITERÁRIA2. A ESFERA LITERÁRIA 3. O GÊNERO TEXTUAL: POEMA E LETRA DE MÚSICA 3. O GÊNERO TEXTUAL: POEMA E LETRA DE MÚSICA Os gêneros são produzidos em diferentes contextos ou domínios sociais de comunicação e esse pertencimento a diferentes domínios causa impactos em sua forma composicional. De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (2002), em seu texto Gêneros textuais: definição e funcionalidade, os gêneros são concebidos como fenômenos históricos profundamente ligados à vida social e cultural dos sujeitos. São flexíveis, dinâmicos e surgem a partir das necessidades dos homens, das atividades socioculturais e das inovações tecnológicas. 4. A SEQUÊNCIA DITÁTICA PROPOSTA4. A SEQUÊNCIA DITÁTICA PROPOSTA 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Proposta Curricular do Estado de São Paulo (PCESP), em 2008, baseada na proposta dos autores suíços e professores da Universidade de Genebra, Dolz e Schneuwly (2004), veio assim oficializar a prática da proposta didática organizada pelo agrupamento por gêneros, visando uma progressão no ensino, na qual diferentes capacidades leitoras e escritoras fossem paulatinamente construídas. Os estudiosos apresentam o desenvolvimento de um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo de aprendizagem, etapa por etapa: as sequências didáticas. Elas visam ao trabalho com os conhecimentos prévios do estudante, permitem a interação de conhecimentos e promovem uma aprendizagem significativa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de sua turma, elas envolvem atividades de aprendizagem e avaliação divididas em quatro momentos distintos: apresentação da situação, primeira produção, módulos e produção final (Dolz e Schneuwly, 2004, p.97). O conceito de esferas comunicativas está diretamente ligado à questão proposta por Mikhail Bakhtin, (1997) filósofo russo, teórico da cultura europeia, precursor da base teórica utilizada pelos estudiosos do tema. Segundo o autor, as esferas comunicativas determinam a multiplicidade das ações humanas e caracterizam o enunciado que está à disposição de um determinado gênero, produto da interação de dois indivíduos. Os gêneros da esfera literária, objeto desse estudo, atendem, principalmente, à necessidade estética do uso da linguagem. O escritor tem a liberdade literária a seu alcance, o que lhe permite criar e recriar os gêneros. Observamos ainda neste modo de produção diferentes visões de mundo além de variadas dimensões sociais e históricas. Antonio Candido (, 2000, p.40) afirma que a literatura, muitas vezes, influencia as pessoas em seu modo de ser e nos valores sociais a serem seguidos. Para o autor, o conteúdo social das obras literárias e a influência que exercem no leitor tornam a literatura um instrumento de mobilização social. A escolha desse gênero textual se justifica porque nos proporciona a oportunidade de trazer acessibilidade à língua e à cultura de forma mais atraente e sedutora para o educando, utilizando-se a sonoridade, o ritmo e a melodia que lhes falam mais diretamente à sensibilidade. O poema especificamente escolhido para este trabalho é regado de recursos sonoros e musicais. Sobreviveu até os dias de hoje porque como literatura funciona como instituição social, denunciando injustiças além de revelar a triste face da escravidão negra no passado do Brasil e nos apresentar a África como um continente que sempre sofreu graças à exploração de outros povos. Os principais objetivos de aprendizagem são: apresentar o texto literário como instituição social e agente promotor dos direitos e valores humanos; reconhecer recursos prosódicos e expressivos; estabelecer relações em texto poético, entre recursos expressivos e temas; além de distinguir e interpretar os vários funcionamentos da língua, sua interação discursiva e relacionar os sentidos de um texto literário a possíveis leituras dessa obra em diferentes épocas. Um poema pode tratar de qualquer assunto. O que irá diferenciá-lo em relação aos demais gêneros será o “jeito” usado para falar de algo. Um poema sempre se organiza em versos, que exploram intencionalmente a sonoridade, alcançando uma divisão estrutural e lógica diferente dos parágrafos em prosa, com surpreendentes efeitos de musicalidade e sentido. Esses versos, por sua vez, podem ser agrupados em conjuntos, chamados estrofes. Os poemas exploram prioritariamente os sentidos conotativos das palavras, isto é, sentidos que precisam ser elaborados pelo leitor, com base nas “pistas” textuais. A letra de música e o poema têm muitas semelhanças, pois ambos têm como objetivo fazer da língua o instrumento artístico capaz de tocar a sensibilidade do destinatário. Um e outro trabalham com expressividade, linguagem poética, e para causar prazer estético e atração sedutora nos leitores fazem uso de sua marca essencial: o ritmo. “O poema é uma tentativa de transcender o idioma, as expressões poéticas, é um recurso do homem para ir mais além de si mesmo, ao encontro que é profundo e original”. (Octávio Paz, 1982, p.45) 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, Castro. Os melhores poemas de Castro Alves. São Paulo: Global, 1983. BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. Trad. PEREIRA, M.E.G.G. São Paulo: Martins Fontes, 1997. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997. CANDIDO, Antonio. A literatura e a formação do homem. In: Ciência e cultura, v.24. n.9, set. 1972. DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: Apresentação de um procedimento In: SCHNEUWLY, B; DOLZ, J. Gêneros Orais e escritos na escola. [Trad. e org. ROJO, Roxane. CORDEIRO, Glaís S.] São Paulo: Mercado das Letras, 2004. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. PAZ, Octavio. El arco y la lira: el poema, la revelación poética, poesia e história. México, D. F.: Editora Fondo de Cultura Económica, 1982. ROJO, Roxane. Letramento e diversidade textual. In: CARVALHO, Maria Angélica F. de; MENDONÇA, Rosa Helena (Orgs.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Com base nas informações obtidas ao longo deste curso e dos estudos realizados a partir da leitura de DOLZ, NOVERRAZ e SCHNEUWLY, 2004, em “Gêneros e progressão em expressão oral e escrita: apresentação de um procedimento”, desenvolvemos uma sequência didática a partir da esfera comunicativa literária com objetivo de inserir um trabalho com os gêneros textuais poemas e letras de músicas em sala de aula. Este trabalho é dirigido para o segundo ano do ensino médio, procurando levar o aluno a refletir sobre o texto literário como instituição social e conduzindo-o a praticar e melhorar sua habilidade de argumentação e crítica social de forma poética. Em nossas aulas consideramos a necessidade de se construir um objeto de ensino/aprendizagem que fosse claramente delimitado e definido, que correspondesse às exigências sociais (dentro e fora da escola, Dolz e Schneuwly, 2004), que fosse pertinente ao aluno e explorasse suas potencialidades. Foram escolhidos para essa sequência didática dois poemas de Castro Alves, Navio Negreiro e Vozes D’África, sendo que Navio Negreiro é o mote principal para objeto deste estudo.