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A importancia do treino da consciencia fonologica - dezembro2007

A importância da consciência fonolõgica na aprendizagem da leitura e da escrita

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A importancia do treino da consciencia fonologica - dezembro2007

  1. 1. A Importância do Treino da Consciência Fonológica 1º Ciclo do Ensino Básico
  2. 2. Desde os 3 anos de idade que a criança possui indicadores de Consciência Fonológica; A partir dos 4-5 anos a criança tem níveis de Consciência Fonológica As crianças saberão falar e ouvir à entrada no 1CEB? Importância da Consciência Fonológica
  3. 3. A oralidade em sala de aula  Que espaço e que tempo devemos dar à oralidade:  a sala de aula também pode servir para falar:  falar para contar histórias do dia-a-dia.  falar para representar pequenas peças.  falar para fazer jogos didácticos
  4. 4. Regras do falante  Dizer a verdade: Se for uma história de fingir, temos de explicar antes que é só uma história  Devemos respeitar o tempo que temos para falar  Devemos falar de coisas que nós gostemos, mas também de que os nossos colegas gostem  Temos de explicar bem o que dizemos ( dizer só porque sim, porque não ou é assim não pode ser)
  5. 5. Regras do falante  Temos que dizer frases que tenham princípio meio e fim para todos nos perceberem  Devemos esperar pela nossa vez  Devemos responder ao que nos perguntam  Devemos ouvir
  6. 6. Regras do falante  Não devemos falar nem muito alto, nem muito baixo  Não devemos falar como os robots! Se é uma pergunta não podemos falar como se fosse uma certeza  Não devemos falar nem muito devagar, nem muito depressa.
  7. 7. Unidades suprassegmentais  Bom domínio do oral e Consciência Fonológica:  Entoação  Noção de pausas  A entoação: a melodia da frase
  8. 8. Curvas entoacionais  Hoje, vamos jantar fora.  Hoje, vamos jantar fora?  Hoje, vamos jantar fora!  Hoje, vamos jantar fora...  (dúvida, tristeza, nervosismo, euforia…)
  9. 9. Importância da entoação  No processo de aquisição da língua a entoação é das primeiras unidades a ser reconhecida, mas  As crianças nem sempre manipulam com correcção as curvas entoacionais  É importante fomentar um bom domínio da entoação (entoar sílabas de formas distintas)
  10. 10. Entoação e oralidade  A criança deve perceber que a melodia da língua tem poder:  Asserção, emoção, ordem…  A leitura expressiva não é suficiente face ao oral  Leitura/suporte escrito; oralidade/dinâmica, espontaneidade
  11. 11. Noção de pausa  A criança apercebe-se de que quando falamos depressa as palavras soam de forma diferente do que quando falamos mais devagar, o que conduzirá a uma discriminação auditiva mais eficiente durante todos os exercícios de treino da consciência fonológica.
  12. 12. Variedades do português  No espaço e tempo dado ao oral, as crianças vão também perceber que nem todos falamos da mesma forma  A riqueza das variedades do português  Preservação da diversidade linguística e correcção ortográfica
  13. 13. Da oralidade à Consciência Fonológica  Uma criança que compreenda a riqueza do oral e que a saiba manejar em contextos distintos, estará mais preparada para, de forma natural, atentar na especificidade da língua  o aluno é conduzido ao manejamento das unidades da fala, ou seja, ao treino da consciência fonológica
  14. 14. Treino da Consciência Fonológica  Treino gradual:  unidades suprassegmentais>palavra (fronteira de palavra)>sílaba>fonema  As unidades silábicas são de aquisição precoce (desde a lalação)  O processo de divisão silábica é o mais imediato
  15. 15. Treino da Consciência Fonológica  As crianças devem ser levadas a participar em actividades que enfatizem a unidade sílaba e os seus constituintes:  jogos de rimas,  construção de palavras por acréscimo e supressão silábica  A presença/ausência da sílaba é geradora de significados
  16. 16. A sílaba  A criança deve treinar as unidades intrassilábicas de aquisição mais tardia:  o ataque ramificado (grupo de consoantes antes do núcleo da sílaba: pr em pra-to)  a coda (consoante a seguir ao núcleo r em flor).
  17. 17. A sílaba  travalínguas  Frases recursivas  Identificação e criação de Rimas com coda
  18. 18. O fonema  Da sílaba ao fonema: a pequena unidade indivisível criadora da língua  A língua faz-se pela diferença  Jogos de produção fónica  Discriminação auditiva
  19. 19. Do fonema ao grafema  A relação não unívoca oral/escrito  A oralidade e a escrita são dois mundos diferentes  Domínio do oral;  Melhor acesso ao código escrito
  20. 20. Do fonema ao grafema É importante o reconhecer e escrever formatos complexos de sílabas  É importante o reconhecimento das diferentes correspondências entre FONEMA> GRAFEMA  Um grafema pode representar um som; p> p  Dois grafemas podem representar um som ch, lh, nh  Um grafema pode representar mais do que um som c  Vários grafemas podem representar mais do que um som s, z, x, e.
  21. 21. O conhecimento da língua na aprendizagem  Treinar o manuseamento de unidades da fala contribui para formar crianças mais seguras, mais conscientes daquilo que é o seu património linguístico e das inúmeras possibilidades que já têm à entrada na escola. Melhorá-las, estimulá-las vai ser também uma ferramenta para que a aprendizagem da lectoescrita seja não um mundo penoso, mas o mundo mágico de que são feitas as histórias…

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