CRIANDO SAÚDE COM O PODER DA MENTE.
PARTE 1.
PULMÕES.
Visualize seus pulmões como duas câmaras de ar (uma de cada lado do ...
água que permanece no corpo é exatamente a necessária, nada mais e nada menos. Toda
urina escorre para a bexiga, que vai a...
ambiente calmo e harmonioso, algumas células protetoras fazem a vigilância do ambiente e
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fabricadas se fortalecendo no interior da medula óssea e uma a uma entrando na circulação
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Criando saúde com o poder da mente

  1. 1. CRIANDO SAÚDE COM O PODER DA MENTE. PARTE 1. PULMÕES. Visualize seus pulmões como duas câmaras de ar (uma de cada lado do tórax), de base piramidal e ápices arredondados, formados por um tecido flexível e elástico, que permite aos mesmos se expandirem e se contraírem suavemente. Esse tecido é sustentado por uma árvore respiratória formada por tubos de condução do ar (brônquios) que se ramificam à semelhança dos ramos de uma árvore. A cada inspiração o ar entra pelos brônquios e se distribui pelos pulmões, até chegar numa membrana delgada formada por células respiratórias delicadas que captam a energia vital do ar e a transferem para o sangue que corre do outro lado dessa membrana. Nesse sangue está uma célula arredondada e avermelhada chamada hemácia, que recebe a energia vital do ar que está sendo expirado. Além dessas células respiratórias, outras células com cílios na sua superfície estão empenhadas em fazer uma faxina na árvore respiratória, removendo qualquer sujeira que foi inalada inadvertidamente, através do batimento desses cílios. Sinta a Força Vital fluindo pela árvore respiratória a cada inspiração! Todo o pulmão está tranquilo e feliz, com sua fina e delicada trama de células respiratórias convivendo em harmonia com as demais células, exultantes em poder distribuir a energia vital ao resto do organismo. CORAÇÃO E SISTEMA CIRCULATÓRIO. Imagine seu coração pulsando no meio do peito, contraindo-se ritmicamente e distribuindo o sangue carregado de energia para todo o organismo, em grandes canais da largura de um dedo, chamados artérias. Conforme se afastam do coração, essas artérias vão se ramificando cada vez mais até se transformarem em pequenos canais onde a hemácia encontra outra célula do corpo e a ela entrega a Força Vital do universo, para que esta célula se nutra e respire. Imagine que a cada batida o sangue que sai de dentro da cavidade do coração também penetra em suas próprias artérias, fluindo livremente por todo o trajeto da mesma, irrigando o tecido cardíaco em abundância com a Força Vital. Todo o processo é harmônico e ritmado, e cheio de energia. Veja esse músculo cardíaco se contraindo com vontade! O coração é forte e sadio, as células são cheias de energia e felizes, e os vasos sanguíneos elásticos e completamente permeáveis! RIM E VIAS URINÁRIAS. Agora veja seu rim no formato de um grande feijão com cerca de 15 cm de comprimento. O sangue está entrando por um canal situado na parte anterior do rim, e se distribuindo por uma coleção de túbulos enovelados revestidos por células em formato cuboidal, que trabalham intensamente na purificação do mesmo. O sangue vermelho escuro que entra vai se transformando num líquido amarelo claro a que chamamos urina, através do trabalho incessante dessas células. Nesse processo todas as toxinas do organismo são eliminadas naturalmente, bem como todo e qualquer medo, junto com a quantidade ideal de água para diluí-los. As células jogam também na urina o sal em excesso, e dessa forma a quantidade de
  2. 2. água que permanece no corpo é exatamente a necessária, nada mais e nada menos. Toda urina escorre para a bexiga, que vai armazenar esta água até sentirmos vontade de urinar... PARTE 2. SISTEMA DIGESTIVO. Antes de comer, concentre-se em sua língua e nas pequenas rugosidades da superfície; imagine-as sentindo o gosto da comida e enviando sinais para o estômago se preparar para a digestão. Visualize a comida chegando ao estômago, um grande tubo cilíndrico composto por uma enormidade de células de todas as cores e formatos, cheias de enzimas prontas a digerir o alimento. Enquanto as enzimas entram em ação e o alimento é digerido alegremente, o estômago inicia movimentos na sua parede muscular que empurram a comida para baixo, quando então a vesícula biliar, aquela bolsinha que fica debaixo do fígado, secreta a bile, uma substância verde-escura. A bile flui livremente para o duodeno e as etapas finais da digestão ocorrem. O intestino é habitado por uma enormidade de bactérias benéficas (a flora intestinal) que ajudam no processamento da comida. No final, as fezes são empurradas para baixo e o organismo descarta todo o material não aproveitado de maneira apropriada e tranquila como quer a natureza. PÂNCREAS. Nossa atenção se volta agora ao pâncreas, que fica atrás do duodeno e do estômago, um pouco acima da altura do umbigo. Ele tem um formato de cachimbo, mas tem consistência elástica e coloração delicadamente amarelada. Sinta seu pâncreas radiante de energia, funcionando harmoniosamente, com confiança e sem excessos. Imagine-o recebendo requisições do estômago e intestino para liberar hormônios, as quais cumpre prontamente na dose exata requerida pelos outros órgãos, mas sem se sobrecarregar. Sinta-o como um secretário importante de uma empresa, despachando diligentemente seus produtos para os requerentes; cada pedido é avaliado e a quantia exata de hormônio calculada para ser entregue ao destinatário. FÍGADO. Concentre-se agora em seu fígado, localizado na parte superior direita do abdome, logo abaixo das costelas. Para facilitar a visualização, lembre-se do fígado das aves, e imagine algo semelhante em forma, cor e consistência, só que de um tamanho muito maior, com cerca de 30 cm de comprimento por 20 cm de largura. Veja-o recebendo calmamente todo o sangue que vem dos intestinos através de um grande vaso central, que vai se ramificando centenas de vezes, levando os nutrientes provenientes da digestão para células hepáticas dispostas em fileiras ao redor de cada canal. As células estão metabolizando esse sangue, usando os nutrientes como matéria-prima para outras substâncias necessárias ao organismo, e separando as substâncias nocivas para serem eliminadas pelo rim. As células hepáticas estão tranquilas e repousam num delgado leito fibroelástico, que lhes dá sustentação. Essa camada fibroelástica está sendo constantemente remodelada por um grupo celular específico, que faz com que a espessura certa seja sempre mantida, sem exageros. Para complementar o
  3. 3. ambiente calmo e harmonioso, algumas células protetoras fazem a vigilância do ambiente e prontamente cuidam de qualquer intruso indesejado. BAÇO. Volte sua atenção para o outro lado do abdome, na mesma altura do fígado. Aqui se encontra seu baço, que tem um formato trapezoidal com bordas arredondadas e coloração violácea. Ele serve de porto de descanso para os guardiões do corpo (célula do sistema imune), e também participa na vigilância ativa do sangue. Imagine-o com consistência elástica e repleto de sangue; concentre-se nele para que essas células recebam uma dose extra de energia e possam ficar ainda mais integradas entre si e capacitadas a exercerem suas funções, plenamente confiantes de suas potencialidades defensoras. PARTE 3. PELE E ANEXOS. Olhe agora para sua pele. Conscientize-se dela recobrindo toda a superfície corporal. Sinta cada milímetro de sua extensão, com milhares de células unidas e coesas, trabalhando em uníssono na proteção do corpo. Em cada camada da pele residem grupos de células diferentes, que se respeitam mutuamente e colaboram entre si como uma sociedade perfeitamente organizada. Enquanto as células superficiais se mantêm coesas para fornecer proteção ao corpo, grupos celulares mais profundos dão origem às glândulas do suor e aos pelos. Sinta que existe uma grande harmonia entre todas elas; perceba também esses grupos celulares no couro cabeludo, trabalhando diligentemente para darem origem aos cabelos nessa parte do corpo. OSSOS, ARTICULAÇÕES E MEDULA ÓSSEA. Concentre-se agora nos ossos, como uma entidade única. Veja-a como uma superfície plana e dura, formada por várias células arredondadas que estão atuando constantemente no metabolismo ósseo, fixando o cálcio da alimentação no seu interior e depositando-o em camadas de células arredondadas que estão atuando constantemente no metabolismo ósseo, fixando o cálcio da alimentação no seu interior e depositando-o em camadas contínuas ao redor de si. Essas camadas vão sendo remodeladas conforme a necessidade, mas continuam sempre com a mesma espessura e consistência, mantendo os ossos fortes e resistentes. Nas extremidades desses ossos há uma camada de tecido de consistência fibroelástica, que se ajusta perfeitamente aos ossos. Imagine que essa camada de tecido tem uma coloração levemente azulada, e está banhada em pequena quantidade de líquido lubrificante, que a nutre e a mantêm em condições de trabalha, absorvendo uniformemente todo o impacto que a movimentação produz nos ossos. As células dessa camada azulada são comedidas e conscientes de seu serviço, sabem como é importante seu trabalho para proteger os ossos e permitir que as articulações se movimentem perfeitamente; por isso não permitem que nenhum fator externo as influencie, mantendo-se coesas e calmas todo o tempo. No centro dos ossos há uma cavidade que contém um conjunto de células muito especiais (medula óssea) que estão fabricando o sangue continuamente. Imagine essas células recém-
  4. 4. fabricadas se fortalecendo no interior da medula óssea e uma a uma entrando na circulação sanguínea para iniciar sua jornada breve, mas importante. Veja como elas são vibrantes, saudáveis e em grande número, como um grupo de estudantes ansiosos para iniciar o ano letivo. PARTE 4. SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. O sistema reprodutor feminino é formado por uma tríade: útero, trompas e ovários. Inicie a visualização pelo útero, que tem o formato de uma pêra invertida, de cerca de 10 cm de comprimento. Essa pêra tem consistência firme mas elástica, com contornos regulares. Dos cantos superiores esquerdo e direito saem duas estruturas alongadas (as trompas) que terminam em pequenas projeções digitiformes (como um braço e seus dedos). Esses pequenos dedos repousam próximos aos ovários (uma estrutura ovalada), um de cada lado do útero. Sinta o interior do útero aquecido e banhado em uma luz rósea, emitida pela presença da deusa Vênus, símbolo da fertilidade. Ao som de seu canto, o útero se harmoniza e delicadamente toca os ovários através de suas projeções digitiformes, como que acariciando cada ovário. A esse toque, ovário responde produzindo seus hormônios, na dose apropriada para cada idade. Se uma gravidez for desejada, imagine o ovário entregando à trompa um pequeníssimo ovo, que é então levado ao templo da deusa Vestal (útero) para a formação de uma nova vida. Independente da necessidade ou desejo de engravidar, os úteros, trompas e ovários trabalham em uníssono, em contínua comunicação e em perfeito entendimento mútuo. A doce música do sistema reprodutor feminino soa constantemente e seu efeito de bem-estar se propaga para o restante do corpo feminino. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO. Nos homens, o aparelho reprodutor masculino é formado por vários órgãos: próstata e vesículas seminais, testículos e epidímio. Visualize primeiramente os testículos, com coloração levemente azulada e consistência elástica. Dentro deles está ocorrendo a produção de hormônios masculinos e também dos espermatozoides, conforme a idade. Essa atividade resulta em grande poder criativo, o que aumenta a coloração azulada dos testículos. A energia flui dos testículos para os epidímios, pequena estrutura em formato de folha aderida aos testículos. De lá ela passa à próstata (estrutura do tamanho de uma noz) através de pequenos canais que unem as duas estruturas. Veja sua próstata recebendo a energia dos testículos; essa energia mantém a próstata vitalizada e macia, consciente de suas funções. Há uma forte unidade que permeia a próstata, de forma que suas células são capazes de trabalhar eficientemente, sem necessidade de se expandirem. Esta série de exercícios inclui os principais órgãos de nosso corpo, mas usando a mesma técnica você pode direcionar a sua energia mental para qualquer outra parte do organismo e passar a ser o principal responsável pela sua vitalidade. Assim seja! Por Mônica da Silva Nunes, SRC. Extraído da Revista Rosacruz nº 263.

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